A ferrugem da videira é relatada ocorrendo na Ásia, Japão, Colômbia, Venezuela, América Central, Estados Unidos da América, México, Austrália e Brasil. No Brasil, o primeiro relato da ferrugem da videira foi feito em março de 2001, em uma plantação comercial de uvas de mesa em Jandaia do Sul, Noroeste do Estado do Paraná. Em 2003, o fungo foi encontrado também em Indaiatuba, Itupeva, Louveira e outras áreas do estado de São Paulo e no estado do Mato Grosso.
Danos: A ferrugem provoca o aparecimento de pústulas amareladas com urediniósporos na superfície inferior da folha e na superfície superior, nas áreas correspondentes às pústulas, ocorre necrose do tecido. Em caso de infecção severa, causa desfolha precoce, o que leva a reduções da produção e do vigor da planta. As folhas maduras são as mais afetadas, mas ocasionalmente lesões também podem ocorrer nos pecíolos, nas brotações novas e nas ráquis.
Controle: Como medidas de controle dispõe-se do uso de cultivares resistentes, sendo que as cultivares mais utilizadas e derivadas de Vitis labrusca, V. vinifera e V. aestivalis são suscetíveis à doença.
Realizar pulverizações com fungicidas registrados para a cultura.
Tebuconazol 250 g/L
Metiram 550 g/kg, Piraclostrobina 50 g/kg
Tebuconazol 430 g/L
Tebuconazol 200 g/L
Tetraconazol 100 g/L
Tebuconazol 200 g/L
Tebuconazol 430 g/L
Tebuconazol 200 g/L
Tebuconazol 250 g/L
Tebuconazol 200 g/L
Fluxapiroxade 167 g/L, Piraclostrobina 333 g/L
Tebuconazol 750 g/kg
Tebuconazol 200 g/L
Tebuconazol 750 g/kg
Tebuconazol 200 g/L