Bula Fungitol Verde

acessos
Oxicloreto de Cobre
258491
Du Pont

Composição

Oxicloreto de cobre 840 g/kg Inorgânico

Classificação

Bactericida, Fungicida
IV - Pouco tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato

Abacate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Intervalos entre aplicações de 10 a 15 dias. 7 dias. No viveiro, aplicar no inicio das folhas e em condições de campo, plantio definitivo, a primeira aplicação deverá ser feita antes da florada, mais 2 ou 3 após a formação dos frutos com intervalos de 10 a 15 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, diminuir o intervalo de aplicação
Cercosporiose
(Pseudocercospora purpurea)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Intervalo entre as aplicações de 10 a 15 dias. 7 dias. No viveiro, aplicar no inicio das folhas e em condições de campo, plantio definitivo, a primeira aplicação deverá ser feita antes da florada, mais 2 ou 3 após a formação dos frutos com intervalos de 10 a 15 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, diminuir o intervalo de aplicação
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Xanthomonas axonopodis pv. malvacearum)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 3 a 4 aplicações com intervalos de 20 a 30 dias. 7 dias. Aplicar preventivamente, iniciando as aplicações 40 dias após a germinação, repetindo-se com intervalo de 20 a 30 dias, realizando-se de 3 a 4 aplicações. Em condições climáticas favóráveis a doença, aplicar com intervalo menor
Ramulose
(Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 3 a 4 aplicações com intervalos de 20 a 30 dias. 7 dias. Aplicar preventivamente, iniciando as aplicações 40 dias após a germinação, repetindo-se com intervalo de 20 a 30 dias, realizando-se de 3 a 4 aplicações. Em condições climáticas favóráveis a doença, aplicar com intervalo menor
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia allii)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir a intervalos de 5 a 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, em condiçõep ambientais favoráveis à incidência da doença
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir a intervalos de 5 a 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, em condiçõep ambientais favoráveis à incidência da doença
Míldio
(Peronospora destructor)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir a intervalos de 5 a 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, em condiçõep ambientais favoráveis à incidência da doença
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Cercospora personata)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Normalmente são feitas de 3 a 4 aplicações, sendo a primeira entre os 35 e 40 dias após a germinação. Repetir com intervalos de10 a 15 dias. 7 dias. Normalmente são feitas de 3 a 4 aplicações, sendo a primeira entre os 35 e 40 dias após a germinação. Repetir com intervalos de10 a 15 dias
Verrugose
(Sphaceloma arachidis)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Normalmente são feitas de 3 a 4 aplicações, sendo a primeira entre os 35 e 40 dias após a germinação. Repetir com intervalos de10 a 15 dias. 7 dias. Normalmente são feitas de 3 a 4 aplicações, sendo a primeira entre os 35 e 40 dias após a germinação. Repetir com intervalos de10 a 15 dias
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir a intervalos de 5 - 7 dias ou conforme a necessidade. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente após as plantas atingirem 15 cm de altura
Requeima
(Phytophthora infestans)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir a intervalos de 5 - 7 dias ou conforme a necessidade. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente após as plantas atingirem 15 cm de altura
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - As aplicações devem ser repetidas com intervalos de 5 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - As aplicações devem ser repetidas com intervalos de 5 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente
Podridão seca
(Diaporthe vexans)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - As aplicações devem ser repetidas com intervalos de 5 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
6 a 12 g p.c. / planta 1000 L de calda/ha - Realizar de 3 a 5 aplicações com intervalo de 30 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações antes da incidência da doença. As aplicações do produto devem ser dirigidas à copa das árvores
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum coffeanum)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha - - Fazer, se necessário, até 5 aplicações durante o período crítico da cultura, entre fins de Novembro e Março; obedecendo-se a carência. Adotar intervalos de 30 dias. 30 dias. Aplicar preventivamente a partir do início das chuvas
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha - - Fazer, se necessário, até 5 aplicações durante o período crítico da cultura, entre fins de Novembro e Março; obedecendo-se a carência. Adotar intervalos de 30 dias. 30 dias. Aplicar preventivamente a partir do início das chuvas
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha - - Fazer, se necessário, até 5 aplicações durante o período crítico da cultura, entre fins de Novembro e Março; obedecendo-se a carência. Adotar intervalos de 30 dias. 30 dias. Aplicar preventivamente a partir do início das chuvas
Caqui Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
150 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Fazer 4 a 5 aplicações preventivas com intervalos de no máximo 30 dias. 7 dias. Aplicar preventivamente sendo a primeira logo após a queda das flores e uma segunda 20 a 30 dias após
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia allii)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir a intervalos de 5 a 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente
Mal-das-sete-voltas
(Colletotrichum gloeosporioides f. sp. cepae)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir a intervalos de 5 a 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente
Mal-das-sete-voltas
(Colletotrichum gloeosporioides cepae)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir a intervalos de 5 a 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente
Míldio
(Peronospora destructor)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir a intervalos de 5 a 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
150 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 2 aplicações. Sem restrições. Sendo a primeira, quando 2/3 (dois terços) das pétalas estiverem caídas, e a segunda aplicação, 4 semanas após a primeira
Podridão penducular
(Diaporthe citri)
150 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 2 aplicações. Sem restrições. Sendo a primeira, quando 2/3 (dois terços) das pétalas estiverem caídas, e a segunda aplicação, 4 semanas após a primeira
Verrugose
(Elsinöe fawcetti)
150 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 2 aplicações. Sem restrições. Sendo a primeira, quando 2/3 (dois terços) das pétalas estiverem caídas, e a segunda aplicação, 4 semanas após a primeira
Figo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da figueira
(Cerotelium fici)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetindo com intervalos de 10 a 15 dias, suspendendo uma semana antes da colheita. Sem restrições. Iniciar as aplicações preventivamente togo após o início da brotação
Podridão do fruto
(Phytophthora nicotianae var. nicotianae)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetindo com intervalos de 10 a 15 dias, suspendendo uma semana antes da colheita. Sem restrições. Iniciar as aplicações preventivamente togo após o início da brotação
Goiaba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetindo com intervalos de 7 a 14 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações preventivamente togo após o início da brotação
Ferrugem
(Puccinia psidii)
220 g p.c./100 L de água 1000 L/ha - Repetindo com intervalos de 7 a 14 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações preventivamente togo após o início da brotação
Jiló Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - As aplicações devem ser repetidas com intervalos de 5 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente
Nespera Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Crespeira
(Taphrina deformans)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Intervalos de 7 a 10 dias. Sem restrições. Fazer uma aplicação preventiva, logo após a poda de limpeza. Após a formação das novas folhas, aplicar com intervalo de 7 a 10 dias
Entomosporiose
(Entomosporium mespili)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Intervalos de 7 a 10 dias. Sem restrições. Fazer uma aplicação preventiva, logo após a poda de limpeza. Após a formação das novas folhas, aplicar com intervalo de 7 a 10 dias
Pimenta Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Intervalos de 5 a 7 dias. Sem restrições. O tratamento deve ser iniciado na formação das mudas e continuado no campo
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Intervalos de 5 a 7 dias. Sem restrições. O tratamento deve ser iniciado na formação das mudas e continuado no campo
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Intervalos de 5 a 7 dias. Sem restrições. O tratamento deve ser iniciado na formação das mudas e continuado no campo
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Intervalos de 5 a 7 dias. Sem restrições. O tratamento deve ser iniciado na formação das mudas e continuado no campo
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Intervalos de 5 a 7 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações preventivamente, 20 dias após o plantio definitivo
Requeima
(Phytophthora infestans)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Intervalos de 5 a 7 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações preventivamente, 20 dias após o plantio definitivo
Septoriose
(Septoria lycopersici)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Intervalo de 5 a 7 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações preventivamente, 20 dias após o plantio definitivo
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir a intervalos de 7 a 10 dias ou conforme a necessidade. Sem restrições. Iniciar as aplicações preventivamente, quando as brotações tiverem cerca de 5 a 7 cm
Antracnose
(Elsinöe ampelina)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir a intervalos de 7 a 10 dias ou conforme a necessidade. Sem restrições. Iniciar as aplicações preventivamente, quando as brotações tiverem cerca de 5 a 7 cm
Míldio
(Plasmopara viticola)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir a intervalos de 7 a 10 dias ou conforme a necessidade. Sem restrições. Iniciar as aplicações preventivamente, quando as brotações tiverem cerca de 5 a 7 cm

Saco de polietileno de 1; 2 kg. Saco plástico embalado em saco de papel multifoliado 25 kg.

INSTRUÇÕES DE USO:
FUNGITOL VERDE é urn fungicida-bactericida cúprico de ação de contato, que contém 840 g/kg do Ingrediente Ativo Oxicloreto de Cobre, na formulação Pó Molhável, devendo ser aplicado de forma preventiva.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
BATATA: lniciar as aplicações preventivamente após as plantas atingirem 15 cm de altura. Repetir a intervalos de 5 - 7 dias ou conforme a necessidade. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, usar o intervalo menor.

CACAU: Iniciar as aplicações antes da incidência da doença. As aplicações do produto devem ser dirigidas a copa das árvores, com intervalos de 30 dias. Realizar de 3 a 5 aplicações.

CAFÉ: Aplicar preventivamente a partir do início das chuvas e repetir a intervalos de 30 dias. Fazer, se necessário, ate 5 aplicações durante o período crítico da cultura, entre fins de Novembro e Março; obedecendo-se a carência. Caso as condições sejam favoráveis a doença, usar a maior dose.

TOMATE: Iniciar as aplicações preventivamente, 20 dias após o plantio definitivo. Repetir a intervalos de 5 — 7 dias ou conforme a necessidade. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, usar o intervalo menor.

CITROS: Realizar 2 aplicações, sendo a primeira, quando 2/3 (dois terços) das petalas
estiverem caidas, e a segunda aplicação, 4 semanas após a primeira.

FIGO: Iniciar as aplicações preventivamente logo após o inicio da brotação, repetindo com intervalos de 10 a 15 dias, suspendendo uma semana antes da colheita..

GOIABA: Iniciar as aplicações preventivamente logo após o início da brotação, repetindo corn intervalos de 7 a 14 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, usar o intervalo menor.

MARMELO: Fazer uma aplicação preventiva, logo após a poda de limpeza em tratamento de inverno. Aplicar com intervalo de 7 a 10 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, usar o intervalo menor.

NÊSPERA: Fazer uma aplicação preventiva, logo após a poda de limpeza. Após a formação das novas folhas, aplicar com intervalo de 7 a 10 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, usar o intervalo menor.

UVA: lniciar as aplicações preventivamente, quando as brotações tiverem cerca de 5 a 7 cm. Repetir a intervalos de 7 a 10 dias ou conforme a necessidade. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, úmido e chuvoso, diminuir o intervalo de aplicação.

ALHO: Iniciar as aplicações preventivamente, em condições ambientais favoráveis a incidência da doença. Repetir a intervalos de 5 a 7 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, usar o intervalo menor de aplicação..

CEBOLA: Iniciar as aplicações preventivamente, em condições ambientais favoráveis a incidência da doença. Repetir a intervalos de 5 a 7 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, usar o intervalo menor de aplicação..

BERINJELA: Iniciar as aplicações preventivamente. As aplicações devem ser repetidas corn
intervalos de 5 a 10 dias. Em condições climáticas favoráveis a doença, aplicar com intervalo menor.

JILÓ: Iniciar as aplicações preventivamente. As aplicações devem ser repetidas corn intervalos de 5 a 10 dias. Em condições climáticas favoráveis a doença, aplicar com intervalo menor.

PIMENTA/PIMENTÃO: O tratamento deve ser iniciado na formação das mudas e continuado no campo. As aplicações devem ser repetidas com intervalos de 5 a 7 dias. Em condições climáticas favoráveis a doença, aplicar com intervalo menor.

ALGODÃO: Aplicar preventivamente, iniciando as aplicações 40 dias após a germinação, repetindo-se com intervalo de 20 a 30 dias, realizando-se de 3 a 4 aplicações. Em condições climáticas favoráveis a doença, aplicar com intervalo menor.

AMENDOIM: Normalmente são feitas de 3 a 4 aplicações, sendo a primeira entre os 35 e 40 dias após a germinação. Repetir corn intervalos de10 a 15 dias. Em condições climáticas favoráveis a doença, aplicar corn intervalo menor.

CAQUI: Aplicar preventivamente sendo a primeira logo após a queda das flores, uma Segunda 20 a 30 dias após. Fazer 4 a 5 aplicações preventivas corn intervalos de no maximo 30 dias. Em condições climáticas favoraveis a doença, aplicar corn intervalo menor.

ABACATE: No viveiro, aplicar no inicio das folhas e em condições de campo, plantio definitivo, a primeira aplicação devera ser feita antes da florada, mais 2 ou 3 apos a formagao dos frutos com intervalos de 10 a 15 dias. Caso as condigoes climaticas sejam favoraveis a doença, diminuir o intervalo de aplicação.

MODO DE APLICACAO: fazer uma pre-mistura antes de colocar o produto no pulverizador. Pulverizar de maneira uniforme, dando boa cobertura as panes aereas das plantas. Para assegurar uma boa deposição da calda, evitar derivas.

INTERVALO DE SEGURAKA: sem restrigOes.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E AREAS TRATADAS: nao ha.
LIMITACOES DE USO: Fitotoxicidade para as culturas indicadas: respeitadas as doses e o modo de aplicagao, o produto nao apresenta restrigoes.
RESTRIOES DE USO: o produto e incompativel corn calda sulfocalcica, TMTD e carbamatos.
INFORMACOES SOBRE EQUIPAMENTOS DE APLICACAO A SEREM USADOS: recomenda-se o uso de
pulverizadores manuals, motorizados ou acoplados a tratores corn bicos conicos tipo D2 apropriados para a
aplicagao de P6 Molhavel.
A aplicagao de doses recomendadas em g/100 Litros de agua se refere a alto volume (1.000 L ou mais de calda/ha);
para volumes menores de agua por ha, manter a quantidade equivalente do fungicida por ha.
Por via aerea 50 L/ha, tao somente por empresa especializada, sob orientagao de um engenheiro agr6nomo.
INFORMACOES SOBRE MANEJO DE RESISTENCIA:
Qualquer agente de controle de patogenos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o patOgeno alvo
desenvolver algum mecanismo de resistencia. Implementando as seguintes estrategias de manejo de resistencia a
fungicidas (MRF) poderiamos prolongar a vida Util dos fungicidas.
Qualquer produto para controle de patOgenos da mesma classe ou modo de agao nao deve ser utilizado em
geragOes consecutivas no mesmo patOgeno alvo.
Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
Sempre consultar urn Engenheiro Agr6nomo sobre as recomendagoes locals para o MRF.
lncluir outros metodos de controle de patOgenos (Ex. controle cultural, biolOgico, etc) dentro do programa de Manejo
integrado de Doengas quando disponivel e apropriado.
Informagaes sobre os Equipamentos de protecao individual:
Vide Dados Relativos a Protegao da SaUde Humana.
Informageles sobre o destino final de embalagens e das sobras de agrotoxicos e afins:
Vide Dados Relativos a Protegao do Meio Ambiente.
Restricaes Estaduais, do Distrito Federal e Municipais:
PRECAKOES DE USO E RECOMENDACOES GERAIS, QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTIDOTOS E
TRATAMENTOS:
De acordo corn as recomendagOes aprovadas pelo Orgao responsavel pela SaUde Humana — AN VISA
PRECAKOES DE USO E ADVERTENCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTECAO AO MEI() AMBIENTE: De acordo corn as instrugOes aprovadas pelo Orgao responsavel pelo Meio Ambiente — IBAMA

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamentos com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Use protetor ocular. O produto é irritante para os olhos. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use máscaras cobrindo o nariz e a boca. Produto perigoso se inalado ou aspirado. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha. Ao contato com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Não aplique o produto contra o vento. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado e longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Provoque vômito e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Olhos: Lave com água em abundância e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Pele: Lave com água e sabão em abundância, e se houver irritação procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Inalação: Procure lugar arejado e vá ao médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. ANTÍDOTO: Não há. TRATAMENTO MÉDICO: Sintomático.

MECANISMOS DE AÇÃO: ABSORÇÃO: o produto não é absorvido pela pele. O produto é absorvido pelas mucosas e trato intestinal. EXCREÇÃO: o produto é excretado pelas vias urinárias.

EFEITOS AGUDOS: DL 50 Oral: Superior a 6000 mg/kg. DL 50 Dermal: Superior a 12000 mg/kg.

EFEITOS COLATERAIS: náuseas e vômitos, diarréia, colapso, convulsões, icterícia, anúria, pneumonite química, febre, excitação do sistema nervoso central, seguido de depressão. Lesões necróticas nos contatos prolongados com a pele e mucosas. Se não houver vômitos, há absorção gradual e intoxicação sistêmica podendo ocorrer a morte em poucos dias.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

•Este produto é:
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microorganismos de solo.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamentos com vazamentos.
• Aplique somente as doses recomendadas
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'agua. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde
das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque a placa de advertência corn os dizeres: CUIDADO VENENO.
Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazens, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR
9843 da Associagao Brasileira de Normas Tecnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES
• Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a empresa GRIFFIN DO BRASIL LTDA.. Telefone de emergencia: 9(XX24)3325-4100.
• Utilize equipamento de proteção individual EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso Pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipientes lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, pelo telefone indicado acima, para que seja feito o recolhimento pela mesma. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em urn recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos D' Água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate orgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incendio, use extintores DE AGUA EM FORMA DE NEBLINA,
DE CO2, PO QUIMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicagao.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOL-tiCAO, TRANSPORTE E DESTINAcA0 DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRoPRIOS PARA UTILIZACAO OU EM DESUSO:
I. ESTA EMBALAGEM NAO PODE SER LAVADA
II. ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
0 Armazenamento da embalagem vazia, ate a sua devolugao pelo usuario, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e corn piso impermeavel, no proprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plastic° transparente (Embalagens Padronizadas - model° ABNT), devidamente identificado e corn lacre, o qual devera ser adquirido nos Canals de Distribuigao.
III. DEVOLUCAO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate urn ano da data da compra, é obrigatoria a devolugao da embalagem vazia, corn tampa, pelo usuario, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto nao tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devolugao devera ocorrer ate o fim do seu prazo de validade.
IV. TRANSPORTE As embalagens vazias no podem ser transportadas junto corn alimentos,
bebidas, medicamentos, ragoes, animals e pessoas.
V. DESTINACAO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinagao final das embalagens vazias, apos a devolugao pelos usuarios, somente podera ser realizada pela Empresa Registrante ou par empresas legalmente autorizadas pelos orgaos cornpetentes.
VI. E PROIBIDO AO USUARIO A REUTILIZAcA0 E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU 0 FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
VII. EFEITOS SOBRE 0 MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINACAO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinagao inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminagao do solo, da agua e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saude das pessoas.
VIII. PRODUTO IMPRoPRIO PARA UTILIZAcA0 OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar improprio para utilizagao ou em desuso, consulte o registrante atraves do telefone indicado no rotulo para sua devolug'ao e destinagao final.
0 cobre é urn elemento quimico e pode no ser quebrado. A incinerag5o oxidara deixando o produto cuprico, desta forma a desativagao do produto ocorrera pelo reprocessamento do mesmo nas instalagoes da Griffin do Brasil Ltda.. Portanto em caso de qualquer alteraga"o do produto por intemperes ou motivos diversos, ele nao devera ser incinerado ou passar por tratamento que o elimine e sim devera retornar ao fabricante.

IX. TRANSPORTE DE AGROTOXICOS, COMPONENTES E AFINS:
0 transporte esta sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislag5o especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergencia do produto, bem como determina que os agrotoxicos nao podem ser transportados junto de pessoas, animals, rag'oes, medicamentos e outros materials.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se a praga-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando-se as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI) pode-se prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga;
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula;
- Em caso de dúvidas, consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o Manejo de Resistência a Inseticidas (MRI);
- Incluir outros métodos de controle de insetos (Ex.: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para a orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados. Qualquer agente de controle de insetos pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC – BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil do inseticida:
- Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser usado em gerações consecutivas da praga;
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo;
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas;
- Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex.: controle cultural, biológico, químico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

Compatibilidade

Incompatível com calda sulfocálcica e carbamatos.