Bula Glider 720 SC

acessos
Granito
615
Rotam

Composição

Clorotalonil 720 g/L Carbonitrilas

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Protetor
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha barrenta
(Phoma arachidicola)
1750 a 2400 mL p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 - 14 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Mancha preta
(Pseudocercospora personata)
1,5 a 2 L p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 - 14 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Verrugose
(Sphaceloma arachidis)
1750 a 2400 mL p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 - 14 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
700 a 1350 mL p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Iniciar as aplicações em novembro, logo no surgimento dos sintomas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1,75 a 2 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações, com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo após a emergência da cultura
Requeima
(Phytophthora infestans)
1,75 a 2 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações, com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo após a emergência da cultura
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Seca de ponteiros
(Phoma exigua var. exigua)
300 mL p.c./ha 800 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
2000 mL p.c./ha 800 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença
Míldio
(Peronospora destructor)
2000 mL p.c./ha 800 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
300 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
2 L p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações com intervalo de 7 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
1,75 a 2 L p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações com intervalo de 10 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações por volta dos 20 dias após a germinação, ou logo aos primeiros sintomas das doenças
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Varíola
(Asperisporium caricae)
300 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 14 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
300 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
278 mL p.c./100L 600 a 900 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
278 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
300 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha negra
(Diplocarpon rosae)
300 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 7 dias. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Peronospora manshurica)
1400 a 2000 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 - 20 dias. 7 dias. Efetuar a primeira aplicação no florescimento e a segunda de 15 a 20 dias após a primeira
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
180 a 200 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo após a emergência da cultura
Requeima
(Phytophthora infestans)
175 a 200 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo após a emergência da cultura
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
278 mL p.c./100L 2 a 3 L/planta - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar o tratamento preventivo com a primeira aplicação no início da brotação, repetindo a cada 7 dias até o florescimento, principalmente em longos períodos de chuva ou alta umidade relativa do ar. Reiniciar na fase de amadurecimento das bagas
Antracnose
(Elsinöe ampelina)
278 mL p.c./100L 2 a 3 L/planta - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar o tratamento preventivo com a primeira aplicação no início da brotação, repetindo a cada 7 dias até o florescimento, principalmente em longos períodos de chuva ou alta umidade relativa do ar. Reiniciar na fase de amadurecimento das bagas
Míldio
(Plasmopara viticola)
278 mL p.c./100L 2 a 3 L/planta - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar o tratamento preventivo com a primeira aplicação no início da brotação, repetindo a cada 7 dias até o florescimento, principalmente em longos períodos de chuva ou alta umidade relativa do ar. Reiniciar na fase de amadurecimento das bagas
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
278 mL p.c./100L 2 a 3 L/planta - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar o tratamento preventivo com a primeira aplicação no início da brotação, repetindo a cada 7 dias até o florescimento, principalmente em longos períodos de chuva ou alta umidade relativa do ar. Reiniciar na fase de amadurecimento das bagas

Bombona PEAD e plástico - 10,0; 20,0; 5,0; 50,0 L.
Farm-Pack de plástico - 20,0; 640,0; 1.000,0 L.
Frasco PEAD e plástico - 0,25; 0,35; 0,4; 0,5; 0,6; 0,7; 0,8; 1,0; 5,0 L.
Tanque aço inox e fibra de papel com bolsa plástica interna e plástico - 1,0, 10,0; 100,0; 1.000; 10.000; 1.500; 20; 200; 2.000; 5; 500; 5.000 L.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: AMENDOIM:
Realizar no máximo 3 (três) aplicações do produto. Para o controle de Pseudocercospora personata
(Mancha-preta) Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças. Repetir a cada 10 – 14 dias
BATATA:
Realizar no máximo 2 (duas) aplicações do produto. Para o controle de Phytophthora infestans
(Requeima) e Alternaria solani (Pinta-preta) Iniciar as aplicações logo após a emergência da cultura.
Repetir a cada 7 dias.
FEIJÃO:
Realizar no máximo 4 (quatro) aplicações do produto. Para o controle de Colletotrichum lindemuthianum (Antracnose) Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças. Repetir a cada 7 dias. Para o controle de Phaeoisariopsis griseola (Mancha-angular) Iniciar as aplicações por volta dos 20 dias após a germinação, ou logo aos primeiros sintomas das doenças. Repetir a cada 10 dias.
TOMATE:
Realizar no máximo 4 (quatro) aplicações do produto. Para o controle de Phytophthora infestans (Requeima) e Alternaria solani (Pinta-preta) Iniciar as aplicações logo após a emergência da cultura. Repetir a cada 7 dias.
MODO DE APLICAÇÃO:
GLIDER 720 SC deve ser aplicado por meio de equipamentos terrestres e costais manual, motorizado ou aéreo. Deve-se misturar a dosagem recomendada do produto no volume de calda indicada para cada cultura e seus alvos biológicos. Antes de preparar a calda, agitar a embalagem do produto GLIDER 720 SC. O tanque de pulverização deve ser mantido com agitação constante durante a aplicação.

Aplicação Terrestre:
Para aplicação nas culturas de AMENDOIM e FEIJÃO, utilizar pulverizadores tratorizados com barra de pulverização ou costal manual, equipados com bicos de jato cônico. Recomenda-se diluir o produto GLIDER 720 SC em 300 a 500 L de calda/ha de modo a se obter excelente cobertura de toda a parte aérea das plantas, mas evitando-se o escorrimento. No controle de Colletotrichum Iindemuthianum (Antracnose) em feijão utilizar um volume de calda médio de 400 litros/ha.
Normalmente a pressão de trabalho em função do volume de calda a ser aplicado por área deve estar entre 40 a 60 libras/po2 (psi), e densidade de gotas aproximadamente em torno de 50 a 70 gotas/cm2. (seguir as recomendações dos fabricantes dos bicos e equipamentos utilizados).
Para aplicação nas culturas de BATATA e TOMATE, utilizar pulverizadores tratorizados com barra de pulverização, motorizado estacionário com mangueira ou costal manual, equipados com bicos de jato cônico. Pulverizador costal motorizado também pode ser usado. Recomenda-se diluir o produto GLIDER 720 SC em 400 a 1000 L de calda/ha de modo a se obter excelente cobertura de toda a parte aérea das plantas, mas evitando-se o escorrimento. Normalmente a pressão de trabalho em função do volume de calda a ser aplicado por área deve estar entre 40 a 60 libras/po2 (psi), e densidade de gotas aproximadamente em torno de 50 a 70 gotas/cm2 (seguir as recomendações dos fabricantes dos bicos e equipamentos utilizados).

Observação: seguir as condições de aplicação e consultar sempre um Engenheiro Agrônomo.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS RECOMENDADAS:
As condições climáticas mais favoráveis e recomendáveis ao bom resultado de uma
utilizando-se os equipamentos corretos de pulverização, são:
- Evitar as horas mais quentes do dia. - Umidade relativa do ar: Mínimo 55% - Velocidade do vento: mínimo -2 km/hora; máximo - 10 km/hora.
- Temperatura: abaixo de 27°C
Aplicação aérea:
Uso de barra ou atomizador rotativo "micronair": Volume de aplicação: 30 a 40 1 de cada/ha. Altura de vôo: com barra 2 a 3 m; com "micronair" 3 a 4 m. Largura da faixa de deposição efetiva: 20 m. Tamanho e densidade de gotas: 80i, com no mínimo 60 gotas/cm2. No caso de barra, usar bicos de jato cônico, pontas D6 a D12, disco (core) inferior a 45. Usando "micronair", o número de atomizadores deve ser de 4, onde para ajuste do regulador de vazão (VRU), pressão e ângulo da pá, seguir tabela sugerida pelo fabricante. Condições climáticas: O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação para proporcionar a adequada densidade de gotas, obedecendo-se ventos de até 10 km/h, temperatura e umidade relativa, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva e deposição. O sistema de agitação, do produto no tanque, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Seguir estas condições de aplicação, caso contrario, consultar um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Amendoim (Foliar) 14 dias
Batata (Foliar) 7 dias
Feijão (Foliar) 14 dias
Tomate (Foliar) 7 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Se seguida as recomendações de instrução de uso do produto apresentadas na bula, não há outras limitações a serem observadas.
Não aplicar em mistura com óleo mineral e/ou vegetal, pois poderá causar fitotoxicidade Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES PRODUTO PERIGOSO
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para o uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão com mangas compridas, botas, avental impermeável, máscara cobrindo a boca e o nariz, viseira facial ou óculos com proteção lateral, touca árabe e luvas impermeáveis. -Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Produto extremamente irritante para os olhos -
• Leve irritante dérmico
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânico e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível, o contato com a área tratada;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes nas horas mais quentes do dia.
- Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costal. Se utilizar trator (ou avião), aplicar o produto contra o vento.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICACÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRATA, ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize equipamentos de proteção individual (E P1) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados devem ser retirados da seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separadamente das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR CLOROTALONIL
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico: Clorotalonil, Isoftalonitrila
Vias de exposição: Oral, dérmica, ocular e inalatória.
Toxicocinética: Em animais, a absorção do clorotalonil através do trato gastrintestinal foi baixa, 33% e 15% nas doses baixa e alta respectivamente e eliminada principalmente
pelas fezes (80-90)%. Em ratos, o Clorotalohil foi metabolizado por conjugação com a glutationa no fígado e no trato gastrointestinal, (9-18) horas após administração oral de 5.000 mg/kg e com depleção de (20-40)% da glutationa hepática. Os conjugados formados foram excretados pela bile (15-20)% e entraram na circulação enterohepática, sendo o resto eliminado pelas fezes. Os picos sanguíneos para asubstância foram observados entre 2-9 horas após a administração. A meia-vida do Clorotalonil em macacos foi de 7-35 horas. Os
resíduos de clorotalonil foram encontrados no trato gastrintestinal, fígado e rins, mas não houve bioacumulação.

Mecanismos de toxicidade: O exato mecanismo de toxicidadé em humano não é conhecido.
Sintomas e sinais clínicos: Toxicidade aguda: é um potente irritante e sensibilizante dérmico. Em humanos expostos foram oobservados os seguintes sinais e sintomas:
- Dérmica: irritante forte; fotossensibilização; dermatite de contato alérgica, dermatite pigmentada, urticária, eczema, eritema de face.
- Ocular: irritante (dor, conjuntivite, edema).
- Inalatória: irritante (dor nasal, odinofagia, asma).
- Oral: irritante (náuseas, vômitos, pneumonia aspirativa).
- Sensibilização: sensibilizante dérmico e pode provocar reação anafilática.

Exposição crônica: exposições dérmicas excessivas e repetidas podem causar irritação cutânea e asma ocupacional. Na classificação do IARC, o Clorotalonil é considerado possível carcinogênico para humanos (Grupo 213). Não há evidências de gewnotoxicidade ou teratogenicidade em humanos.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro
clínico compatível.
Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.

TRATAMENTO
Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias respiratórias, de aspiração; tratamento de
sintomático e suporte.

Exposição Oral: em caso de ingesta de grandes quantidades do produto:
• Diluição iniciar diluição imediatamente com (120 a 240) ml de agua ou leite
(não exceder 20 ml em crianças).
• Lavagem gástrica e carvão ativado não são indicados.
• Não provocar vômito, se acontecer espontaneamente previna a aspiração.
• Reação alérgica
1 Leve / moderada anti histaminicos com ou sem 32 agonistas via inalatoria corticosteroides ou epinefrina via parenteral.
2. Grave: oxigenio suporte respiratório vigoroso, epinefrina (Adulto 0,3-0,5 ml de solução 1:1000 via SC Criança 0,01 mi/kg, 0,5 ml no máximo; pode se repetir em 20 a 30 minutos) corticosteroides anti histaminicos monitoramento do ECG e fluidos intravenosos.
• Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se necessário.
Atenção especial para parada respiratória repentina hipotensão e arritmias Uso de ventilação assistida se requerido Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria) eletrolitos ECG etc.
• Endoscopia considere em casos de irritação gastrointestinal ou esofágica
para avaliar a extensão do dano

• Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos
sintomas.
A indução do vomito e contra-indicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite qu��mica.
Não relatados em humanos

Ligue para o Disque-Intoxicação 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnostico e tratamento
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicologica
RENACIAT - ANVISA/MS

Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação
(SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa 0800-7010450 (24 horas)


MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO:
Vide itens Toxicocinética e Mecanismo de toxicidade no quadro acima.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS para animais de Laboratório:
Efeitos agudos resultantes de ensaios com animais (Produto formulado):
DL50 oral para ratos: > 5000 mg/kg
DLSOdérmica para ratas: > 5000 mg/kg
Concentração letal inalatória em ratos (4 horas): > 0,712 mg/L
Irritabilidade dérmica em coelhos: não irritante.
Irritabilidade ocular em coelhos: extremamente irritante, com opacidade de córnea, edema e vermelhidão da conjuntiva.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante. '
O teste de Ames e0 Micronúcleos não apresentaram efeitos mutagênicos.
Crônicos:
A administração de Clorotalonil na dieta de cães causou redução do peso corporal, anemia leve e alterações histopatológicas no fígado, rim, tireóide e estômago. Os estudos não demonstraram genotoxicidade. A altas doses, Ciorotalonil causou toxicidade materna (morte, diarréia, alopecia, diminuição no ganho de peso e no consumo de alimentos).

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE 1)
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
(X) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Este produto é ALTAMENTE TOXICO para organismos aquáticos.
Evite a contaminação ambientel - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes, Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em Lagos, fontes, rios e demais corpos d'agua. Evite a contaminação da água.
A declinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicações aéreas de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação da água para abastecimento público e de. 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes as atividades aero agrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos; devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9543 da Associação Brasileira de Normas Técnicas, - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa ROTAM 00 BRASIL AGROQUÍMICA E PRODUTOS AGRCOLAS LTDA Telefone de Emergência:
(OxxI9) 32586763.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros),
1. Em caso de derrame estaque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente, O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso consulte o registrante através do telefone indicado: no rótulo para sua devolução, e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente Lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão apresentei mais próximo e conde, de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adoradas dependem d proporções do acidente, das características do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ Químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

PROCEDIMENTOS DE ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIIZAÇÃO OU EM DESUSO
EMBALAGEM RÍGIDA LAVAVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs . Equipamentos de Proteção Individual recomendados para o preparo de cada do produto.
Triplíce Lavagem (Lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o contendo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos
- Adicione água limpa a embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Adicione o macanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser tranferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva, com o piso impermeável, ou no local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o seu término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DE EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário, deve ser efetuada em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, com o piso impermeável, ou no local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas ao manuseio da embalagem.
Esta embalagem deve ser armazenada com tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o seu término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser tranportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MID, provenientes da pesquisa publica ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a fungicidas (MRF) visando prolongar a vida útil dos mesmos:
Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
Como prática para o manejo de resistência; recomenda-se além de se usar alternadamente fungicidas com diferentes mecanismos de ação, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de fungicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o manejo de resistência quando disponível e apropriado.