Bula Kasumin

acessos
casugamicina
1648702
Arysta Lifescience

Composição

casugamicina 20 g/L Antibiótico

Classificação

Bactericida, Fungicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Sistêmico
Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Pseudomonas syringae pv. lachrymans)
300 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Preventivas, iniciadas logo após o transplantio, com no máximo 6 aplicações
Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Pseudomonas syringae pv. lachrymans)
300 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Preventivas, iniciadas logo após o transplantio, com no máximo 6 aplicações
Acelga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lactucae)
200 a 300 mL/100 L de água 400 L de calda/cova - 7 dias. 5 dias. As pulverizações devem ser preventivas e iniciadas logo após o transplantio das mudas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Agrião Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lactucae)
200 a 300 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - 7 dias. 5 dias. As pulverizações devem ser preventivas e iniciadas logo após o transplantio das mudas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Alecrim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lactucae)
200 a 300 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - 7 dias. 5 dias. As pulverizações devem ser preventivas e iniciadas logo após o transplantio das mudas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lactucae)
200 a 300 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - 7 dias. 5 dias. As pulverizações devem ser preventivas e iniciadas logo após o transplantio das mudas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão mole
(Erwinia carotovora)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 400 L de calda/ha - 10 dias. 10 dias. Programar as pulverizações considerando-se o ciclo do material cultivado. Tendo como referência o intervalo de segurança para a cultura, realizar 4 aplicações
Alho-porro Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lactucae)
200 a 300 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - 7 dias. 5 dias. As pulverizações devem ser preventivas e iniciadas logo após o transplantio das mudas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Almeirão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lactucae)
200 a 300 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - 7 dias. 5 dias. As pulverizações devem ser preventivas e iniciadas logo após o transplantio das mudas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 20 dias. 21 dias. 1ª aplicação: no fim do perfilhamento ao início do emborrachamento; 2ª aplicação: 15 a 20 dias após a 1ª aplicação (fim do emborrachamento)
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão mole
(Erwinia carotovora)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 400 L de calda/ha - - 2 dias. Imersão em pós-colheita
Batata yacon Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora beticola)
300 mL p.c./100L água 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Aplicações preventivas
Batata-doce Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora beticola)
300 mL p.c./100L água 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. e podem ser repetidas conforme a incidência da doença
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cancro bacteriano
(Clavibacter michiganensis subsp michiganensis)
300 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Pulverizações preventivas
Podridão-mole
(Pectobacterium subs. carotovorum)
300 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Pulverizações preventivas
Pústula
(Xanthomonas campestris pv. vesicatoria)
300 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Pulverizações preventivas
Beterraba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora beticola)
300 mL p.c./100L água 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Aplicações preventivas
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lactucae)
200 a 300 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - 7 dias. 5 dias. As pulverizações devem ser preventivas e iniciadas logo após o transplantio das mudas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha aureolada
(Pseudomonas syringae pv. garcae)
300 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 30 dias. 30 dias. Aplicações preventivas durante o ciclo da cultura
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
2 a 3 L p.c./ha 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 30 dias. 30 dias. Aplicações preventivas durante o ciclo da cultura
Cará Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora beticola)
300 mL p.c./100L água 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dis. Apliações preventivas
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão mole
(Erwinia carotovora)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 400 L de calda/ha - 10 dias. 10 dias. Programar as pulverizações considerando-se o ciclo do material cultivado. Tendo como referência o intervalo de segurança para a cultura, realizar 4 aplicações
Cebolinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lactucae)
200 a 300 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - 7 dias. 5 dias. As pulverizações devem ser preventivas e iniciadas logo após o transplantio das mudas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Canela-preta
(Pectobacterium carotovorum subsp. carotovorum)
100 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - - 2 dias. Imersão em pós-colheita
Chalota Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão mole
(Erwinia carotovora)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 400 L de calda/ha - 10 dias. 10 dias. Programar as pulverizações considerando-se o ciclo do material cultivado. Tendo como referência o intervalo de segurança para a cultura, realizar 4 aplicações
Chicória Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lactucae)
200 a 300 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - 7 dias. 5 dias. As pulverizações devem ser preventivas e iniciadas logo após o transplantio das mudas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Chuchu Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Pseudomonas syringae pv. lachrymans)
300 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Preventivas, iniciadas logo após o transplantio, com no máximo 6 aplicações
Coentro Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lactucae)
200 a 300 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - 7 dias. 5 dias. As pulverizações devem ser preventivas e iniciadas logo após o transplantio das mudas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lactucae)
200 a 300 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - 7 dias. 5 dias. As pulverizações devem ser preventivas e iniciadas logo após o transplantio das mudas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Couve-chinesa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lactucae)
200 a 300 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - 7 dias. 5 dias. As pulverizações devem ser preventivas e iniciadas logo após o transplantio das mudas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Couve-de-bruxelas Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lactucae)
200 a 300 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - 7 dias. 5 dias. As pulverizações devem ser preventivas e iniciadas logo após o transplantio das mudas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lactucae)
200 a 300 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - 7 dias. 5 dias. As pulverizações devem ser preventivas e iniciadas logo após o transplantio das mudas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Erva Doce Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lactucae)
200 a 300 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - 7 dias. 5 dias. As pulverizações devem ser preventivas e iniciadas logo após o transplantio das mudas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Espinafre Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lactucae)
200 a 300 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - 7 dias. 5 dias. As pulverizações devem ser preventivas e iniciadas logo após o transplantio das mudas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Estragão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lactucae)
200 a 300 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - 7 dias. 5 dias. As pulverizações devem ser preventivas e iniciadas logo após o transplantio das mudas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Gengibre Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora beticola)
300 mL p.c./100L água 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Aplicações preventivas
Hortelã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lactucae)
200 a 300 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - 7 dias. 5 dias. As pulverizações devem ser preventivas e iniciadas logo após o transplantio das mudas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Inhame Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora beticola)
300 mL p.c./100L água 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Aplicações preventivas
Jiló Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cancro bacteriano
(Clavibacter michiganensis subsp michiganensis)
300 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Pulverizações preventivas
Podridão-mole
(Pectobacterium subs. carotovorum)
300 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Pulverizações preventivas
Pústula
(Xanthomonas campestris pv. vesicatoria)
300 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Pulverizações preventivas
Mandioca Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora beticola)
300 mL p.c./100L água 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Aplicações preventivas
Mandioquinha-salsa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora beticola)
300 mL p.c./100L água 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Aplicações preventivas
Manjericão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lactucae)
200 a 300 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - 7 dias. 5 dias. As pulverizações devem ser preventivas e iniciadas logo após o transplantio das mudas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Manjerona Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lactucae)
200 a 300 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - 7 dias. 5 dias. As pulverizações devem ser preventivas e iniciadas logo após o transplantio das mudas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Maracujá Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha bacteriana oleosa
(Xanthomonas campestris pv. passiflorae)
300 mL p.c./100L água 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Aplicações preventivas
Maxixe Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Pseudomonas syringae pv. lachrymans)
300 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Preventivas, iniciadas logo após o transplantio, com no máximo 6 aplicações
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Crestamento bacteriano
(Xanthomonas campestris)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 500 a 700 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Aplicar preventivamente
Mancha angular
(Pseudomonas syringae pv. lachrymans)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 500 a 700 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Aplicar preventivamente
Mancha aquosa
(Acidovorax avenae ssp citrulli)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 500 a 700 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Aplicar preventivamente
Mancha bacteriana
(Pseudomonas cichorii)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 500 a 700 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Aplicar preventivamente
Podridão mole
(Erwinia carotovora ssp carotovora)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 500 a 700 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Aplicar preventivamente
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Crestamento bacteriano
(Xanthomonas campestris)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 500 a 700 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Aplicar preventivamente
Mancha angular
(Pseudomonas syringae pv. lachrymans)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 500 a 700 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Aplicar preventivamente
Mancha aquosa
(Acidovorax avenae ssp citrulli)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 500 a 700 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Aplicar preventivamente
Mancha bacteriana
(Pseudomonas cichorii)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 500 a 700 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Aplicar preventivamente
Podridão mole
(Erwinia carotovora ssp carotovora)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 500 a 700 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Aplicar preventivamente
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão-do-colmo
(Pectobacterium chrysanthemi)
2,5 a 3 L p.c./ha 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 10 dias. 20 dias. Realizar duas pulverizações preventivas, a primeira na fase de pendoamento e a segunda 10 dias após, totalizando no máximo 2 aplicações no ciclo da cultura
Mostarda Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lactucae)
200 a 300 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - 7 dias. 5 dias. As pulverizações devem ser preventivas e iniciadas logo após o transplantio das mudas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Nabo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora beticola)
300 mL p.c./100L água 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Aplicações preventivas
Orégano Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lactucae)
200 a 300 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - 7 dias. 5 dias. As pulverizações devem ser preventivas e iniciadas logo após o transplantio das mudas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Pseudomonas syringae pv. lachrymans)
300 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Preventivas, iniciadas logo após o transplantio, com no máximo 6 aplicações
Pimenta Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cancro bacteriano
(Clavibacter michiganensis subsp michiganensis)
300 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Pulverizações preventivas
Podridão-mole
(Pectobacterium subs. carotovorum)
300 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Pulverizações preventivas
Pústula
(Xanthomonas campestris pv. vesicatoria)
300 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Pulverizações preventivas
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cancro bacteriano
(Clavibacter michiganensis subsp michiganensis)
300 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Pulverizações preventivas
Podridão-mole
(Pectobacterium subs. carotovorum)
300 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Pulverizações preventivas
Pústula
(Xanthomonas campestris pv. vesicatoria)
300 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Pulverizações preventivas
Quiabo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cancro bacteriano
(Clavibacter michiganensis subsp michiganensis)
300 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Pulverizações preventivas
Podridão-mole
(Pectobacterium subs. carotovorum)
300 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Pulverizações preventivas
Pústula
(Xanthomonas campestris pv. vesicatoria)
300 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Pulverizações preventivas
Rabanete Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora beticola)
300 mL p.c./100L água 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Aplicações preventivas
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lactucae)
200 a 300 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - 7 dias. 5 dias. As pulverizações devem ser preventivas e iniciadas logo após o transplantio das mudas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Rúcula Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lactucae)
200 a 300 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - 7 dis. 5 dias. As pulverizações devem ser preventivas e iniciadas logo após o transplantio das mudas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Salsa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lactucae)
200 a 300 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - 7 dias. 5 dias. As pulverizações devem ser preventivas e iniciadas logo após o transplantio das mudas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Salvia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lactucae)
200 a 300 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - 7 dias. 5 dias. As pulverizações devem ser preventivas e iniciadas logo após o transplantio das mudas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Stevia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lactucae)
200 a 300 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - 7 dias. 5 dias. As pulverizações devem ser preventivas e iniciadas logo após o transplantio das mudas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cancro bacteriano
(Clavibacter michiganensis subsp michiganensis)
300 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - 4 dias. 1 dia. Aplicações preventivas e na dose indicada

Balde - Metálico/ plástico: 2,0; 5,0; 10; 15; 20; 25; 50 L.
Barrica - Metálico/plástico: 2,0; 5,0; 10; 15; 20; 25; 50 L.
Bombona - Plástico: 1,0; 5,0; 10; 20; 50; 100; 125; 150; 200; 500; 1000 L.
Contendor intermediário (IBC) - Plástico com estrutura metálica: 640; 820; 1000; 1250 L.
Frasco - COEX/PET/Metálico: 0,225; 0,25; 0,45; 0,5; 0,6; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 5,0; 10; 15; 20; 25; 50; 100 L.
Isocontainer - Metálico: 100; 200; 500; 1000; 1200; 1500; 2000; 2500; 5000; 10000; 20000; 23000; 25000 L.
Stand-up pouch, com tampa - Plástico coextrusado: 1,0; 5,0 L.
Tambor - Metálico/Plástico: 20; 25; 50; 100; 150; 200; 500; 1000 L. Saco polietileno co-extrusado com

MODO DE APLICAÇÃO:
HOKKO KASUMIN deve ser aplicado em pulverização terrestre na cultura tomate,
café, beterraba e maracujá, em pulverizações aérea e terrestre na cultura do arroz.

a) Via terrestre:
As aplicações podem ser feitas com pulverizador costal manual ou motorizado ou
equipamento tratorizado de barra munidos de bicos tipo cone, como XH4 ou 02-13,
com tamanho das partículas em torno de 90 -100~s e densidade de 60 gotas/cm2.
Utilizando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter pulverizações com
cobertura uniforme da parte aérea das plantas.

b) Via aérea:
Uso de barra e/ou atomizador rotativo "micronair":
Volume de calda: 30-40 L/ha
Altura do vôo: com barra: 2- 3 m.
com micronair: 3- 4 m.
Largura da faixa de deposição efetiva: 20 m.
Tamanho e densidade de gotas: 60- 80 ~s e densidade de 80 gotas/cm2.
Condições:
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação (L/ha) para
proporcionar a adequada densidade de gotas, obedecendo ventos de até 10 km/hora.
Temperatura abaixo de 30°C e umidade relativa acima de 60%, visando reduzir o
mínimo de perdas por deriva e evaporação
No caso de barra, usar bicos cônicos pontos 06 e 012, disco (Core), inferior a 45° .
Usando-se micronair, o número de atomizadores deve ser de 4 (quatro), onde, para o
ajuste do regulador de vazão, (VRU), pressão e ângulo da pá, seguir tabela sugerida
pelo Fabricante. O sistema de agitação do produto no tanque deve ser mantido em
funcionamento durante toda a aplicação.
Obs.: Seguir essas condições de aplicações, caso contrário, consultar um EngO
Agrônomo.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade : Não há para as culturas e nas doses recomendadas.
Outras restrições: não há

MEDIDAS GERAIS E PRIMEIROS SOCORROS: Durante a manipulação , preparação da calda ou aplicação, use macacão de mangas compridas, chapéu impermeável de abas largas e botas.

Leia e siga as instruções do rótulo. Mantenha o produto na embalagem original fechada e rotulada, armazenada em local seco, fresco e ventilado, fora do alcance de crianças, de animais domésticos e longe de alimentos, rações e medicamentos. Evite comer, beber ou fumar durante o manuseio ou aplicação do produto.

Não utilize equipamentos com vazamentos e nem desentupa bicos, orifícios, tubulações e válvulas, etc. com a boca. Não contamine fontes, lagos, rios e demais coleções de água, lavando os aparelhos de aplicação ou lançando restos do produto. Não utilize embalagens vazias: enterre-as profundamente em áreas desabitadas.

Mantenha afastadas das áreas de aplicação, crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas, por um período mínimo de 7 dias. Aplique somente as doses recomendadas. Uso exclusivamente agrícola. Distribua o produto da própria embalagem , sem contato manual. Após a utilização do produto, remova as roupas protetoras e tome banho. Mantenha a embalagem longe do fogo. Procure imediatamente assistência médica em qualquer caso de suspeita de intoxicação. Não dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente. Em caso de ingestão acidental, provoque vômito e procure imediatamente o médico, levando a embalagem ou o rótulo do produto. Evite inalação ou aspiração do produto. Caso isso aconteça, procure local arejado e se houver sinais de intoxicação, chame o médico. Evite o contato com a pele. Caso isso aconteça lave as partes atingidas com água e sabão em abundância e se houver sinais de irritação, procure o médico levando a embalagem ou o rótulo do produto. Evite contato com os olhos. Caso isso aconteça, lave-os imediatamente com água corrente durante 15 minutos e se houver irritações, procure o médico levando a embalagem ou o rótulo do produto. Não aplique o produto na presença de ventos fortes.

SINTOMAS DE ALARME: Não são conhecido no homem sintomas de intoxicação pelo produto.

ANTÍDOTOS E TRATAMENTOS: Não há antídoto específico e o tratamento é sintomático.

DADOS TOXICOLÓGICOS: DL50 oral, aguda, para ratos: 22.000 mg/kg (Prod. Téc). DL50 oral, aguda para camundongos: 20.900 mg/kg (Téc.). DL50 dérmica, aguda para camundongos: >10.000 mg/kg (Téc.). DL50 oral, aguda para ratos: 10.300 mg/kg (Formulado). DL50 dérmica, aguda para ratos: 12.360 mg/kg (Formulado). "Report on the acute oral and dermal toxicit studies in ratswith Kasumin liquid" - Toxicity laboratories Hokko Chemical Industri Co. Ltd. S. Kobayashi, 1981.

PERSISTÊNCIA E DEGRADAÇÃO NO AMBIENTE: O princípio ativo possui uma persistência CURTA no ambiente. Deslocamento no Ambiente: O produto não apresenta deslocamento para regiões vizinhas.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de
Ação a Resistência à Fungicidas -Brasil) -Qualquer agente de controle de doenças
pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O
Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as
seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos
fungicidas:
. Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo
de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno,
no ciclo da cultura.
. Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
. Sempre consultar um Profissional legalmente habilitado para orientação sobre as
recomendações locais para o manejo de resistência.
. Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico,
etc.).

Compatibilidade

Incompatível com produtos alcalinos.