Bula Kasumin - Arysta Lifescience
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Bula Kasumin

Casugamicina
1648702
UPL

Composição

Casugamicina 20 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Bactericida, Fungicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Sistêmico

Abóbora

Calda Terrestre Dosagem
Pseudomonas syringae pv. lachrymans (Mancha angular)

Abobrinha

Calda Terrestre Dosagem
Pseudomonas syringae pv. lachrymans (Mancha angular)

Acelga

Calda Terrestre Dosagem
Septoria lactucae (Septoriose)

Agrião

Calda Terrestre Dosagem
Septoria lactucae (Septoriose)

Alecrim

Calda Terrestre Dosagem
Septoria lactucae (Septoriose)

Alface

Calda Terrestre Dosagem
Septoria lactucae (Septoriose)

Alho

Calda Terrestre Dosagem
Erwinia carotovora (Podridão mole)

Alho-poró

Calda Terrestre Dosagem
Septoria lactucae (Septoriose)

Almeirão

Calda Terrestre Dosagem
Septoria lactucae (Septoriose)

Arroz

Calda Terrestre Dosagem
Pyricularia grisea (Brusone)

Aveia

Calda Terrestre Dosagem
Pseudomonas syringae pv. syringae (Queima da folha)

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Erwinia carotovora (Podridão mole) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata yacon

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora beticola (Cercosporiose)

Batata-doce

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora beticola (Cercosporiose)

Berinjela

Calda Terrestre Dosagem
Clavibacter michiganensis subsp michiganensis (Cancro bacteriano)
Pectobacterium carotovorum subsp. carotovorum (Canela-preta)
Xanthomonas campestris pv. vesicatoria (Pústula)

Beterraba

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora beticola (Cercosporiose)

Brócolis

Calda Terrestre Dosagem
Septoria lactucae (Septoriose)

Café

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora coffeicola (Olho pardo)
Pseudomonas syringae pv. garcae (Mancha aureolada) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cará

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora beticola (Cercosporiose)

Cebola

Calda Terrestre Dosagem
Erwinia carotovora (Podridão mole)

Cebolinha

Calda Terrestre Dosagem
Septoria lactucae (Septoriose)

Cenoura

Calda Terrestre Dosagem
Erwinia carotovora ssp carotovora (Podridão mole)

Centeio

Calda Terrestre Dosagem
Pseudomonas syringae pv. syringae (Queima da folha)

Cevada

Calda Terrestre Dosagem
Pseudomonas syringae pv. syringae (Queima da folha)

Chalota

Calda Terrestre Dosagem
Erwinia carotovora (Podridão mole)

Chicória

Calda Terrestre Dosagem
Septoria lactucae (Septoriose)

Chuchu

Calda Terrestre Dosagem
Pseudomonas syringae pv. lachrymans (Mancha angular)

Coentro

Calda Terrestre Dosagem
Septoria lactucae (Septoriose)

Couve

Calda Terrestre Dosagem
Septoria lactucae (Septoriose)

Couve-chinesa

Calda Terrestre Dosagem
Septoria lactucae (Septoriose)

Couve-de-bruxelas

Calda Terrestre Dosagem
Septoria lactucae (Septoriose)

Couve-flor

Calda Terrestre Dosagem
Septoria lactucae (Septoriose)

Erva Doce

Calda Terrestre Dosagem
Septoria lactucae (Septoriose)

Espinafre

Calda Terrestre Dosagem
Septoria lactucae (Septoriose)

Estévia

Calda Terrestre Dosagem
Septoria lactucae (Septoriose)

Estragão

Calda Terrestre Dosagem
Septoria lactucae (Septoriose)

Gengibre

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora beticola (Cercosporiose)

Hortelã

Calda Terrestre Dosagem
Septoria lactucae (Septoriose)

Inhame

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora beticola (Cercosporiose)

Jiló

Calda Terrestre Dosagem
Clavibacter michiganensis subsp michiganensis (Cancro bacteriano)
Pectobacterium carotovorum subsp. carotovorum (Canela-preta)
Xanthomonas campestris pv. vesicatoria (Pústula)

Mandioca

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora beticola (Cercosporiose)

Mandioquinha-salsa

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora beticola (Cercosporiose)

Manjericão

Calda Terrestre Dosagem
Septoria lactucae (Septoriose)

Manjerona

Calda Terrestre Dosagem
Septoria lactucae (Septoriose)

Maracujá

Calda Terrestre Dosagem
Xanthomonas campestris pv. passiflorae (Mancha bacteriana oleosa)

Maxixe

Calda Terrestre Dosagem
Pseudomonas syringae pv. lachrymans (Mancha angular)

Melancia

Calda Terrestre Dosagem
Acidovorax avenae ssp citrulli (Mancha aquosa)
Erwinia carotovora ssp carotovora (Podridão mole)
Pseudomonas cichorii (Mancha bacteriana)
Pseudomonas syringae pv. lachrymans (Mancha angular)
Xanthomonas campestris pv. cucurbitae (Mancha-foliar)

Melão

Calda Terrestre Dosagem
Acidovorax avenae ssp citrulli (Mancha aquosa)
Erwinia carotovora ssp carotovora (Podridão mole)
Pseudomonas cichorii (Mancha bacteriana)
Pseudomonas syringae pv. lachrymans (Mancha angular)
Xanthomonas campestris pv. cucurbitae (Mancha-foliar)

Milho

Calda Terrestre Dosagem
Pectobacterium chrysanthemi (Podridão-do-colmo)

Mostarda

Calda Terrestre Dosagem
Septoria lactucae (Septoriose)

Nabo

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora beticola (Cercosporiose)

Orégano

Calda Terrestre Dosagem
Septoria lactucae (Septoriose)

Pepino

Calda Terrestre Dosagem
Pseudomonas syringae pv. lachrymans (Mancha angular)

Pimenta

Calda Terrestre Dosagem
Clavibacter michiganensis subsp michiganensis (Cancro bacteriano)
Pectobacterium carotovorum subsp. carotovorum (Canela-preta)
Xanthomonas campestris pv. vesicatoria (Pústula)

Pimentão

Calda Terrestre Dosagem
Clavibacter michiganensis subsp michiganensis (Cancro bacteriano)
Pectobacterium carotovorum subsp. carotovorum (Canela-preta)
Xanthomonas campestris pv. vesicatoria (Pústula)

Quiabo

Calda Terrestre Dosagem
Clavibacter michiganensis subsp michiganensis (Cancro bacteriano)
Pectobacterium carotovorum subsp. carotovorum (Canela-preta)
Xanthomonas campestris pv. vesicatoria (Pústula)

Rabanete

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora beticola (Cercosporiose)

Repolho

Calda Terrestre Dosagem
Septoria lactucae (Septoriose)

Rúcula

Calda Terrestre Dosagem
Septoria lactucae (Septoriose)

Salsa

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora beticola (Cercosporiose)
Septoria lactucae (Septoriose)

Salvia

Calda Terrestre Dosagem
Septoria lactucae (Septoriose)

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Clavibacter michiganensis subsp michiganensis (Cancro bacteriano)

Trigo

Calda Terrestre Dosagem
Pseudomonas syringae pv. syringae (Queima da folha)

Triticale

Calda Terrestre Dosagem
Pseudomonas syringae pv. syringae (Queima da folha)

Balde - Metálico/ plástico: 2,0; 5,0; 10; 15; 20; 25; 50 L.
Barrica - Metálico/plástico: 2,0; 5,0; 10; 15; 20; 25; 50 L.
Bombona - Plástico: 1,0; 5,0; 10; 20; 50; 100; 125; 150; 200; 500; 1000 L.
Contendor intermediário (IBC) - Plástico com estrutura metálica: 640; 820; 1000; 1250 L.
Frasco - COEX/PET/Metálico: 0,225; 0,25; 0,45; 0,5; 0,6; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 5,0; 10; 15; 20; 25; 50; 100 L.
Isocontainer - Metálico: 100; 200; 500; 1000; 1200; 1500; 2000; 2500; 5000; 10000; 20000; 23000; 25000 L.
Stand-up pouch, com tampa - Plástico coextrusado: 1,0; 5,0 L.
Tambor - Metálico/Plástico: 20; 25; 50; 100; 150; 200; 500; 1000 L. Saco polietileno co-extrusado com

INSTRUÇÕES DE USO

KASUMIN é um fungicida-bactericida, antibiótico sistêmico, produzido a partir de processo de fermentação.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Utilizar as menores doses quando for atingido o nível de dano econômico e as maiores doses nos casos de alta infecção.
Abóbora, Abobrinha, Chuchu, Maxixe e Pepino: as pulverizações com Kasumin devem ser preventivas, iniciadas logo após o transplantio, com no máximo 6 aplicações no ciclo da cultura, e com intervalos de 7 dias.
Acelga, Agrião, Alface, Alecrim, Alho-porró, Almeirão, Brócolis, Cebolinha, Chicória, Coentro, Couve, Couve-chinesa, Couve-de-bruxelas, Couve-flor, Erva-doce, Espinafre, Estévia, Estragão, Hortelã, Manjericão, Manjerona, Mostarda, Orégano, Salsa, Sálvia, Repolho e Rúcula: as pulverizações devem ser preventivas e iniciadas logo após o transplantio das mudas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 7 dias entre as aplicações.
Alho, Cebola e Chalota: programar as pulverizações considerando-se o ciclo do material cultivado. Tendo como referência o intervalo de segurança para a cultura, realizar 4 Aplicações com intervalos de 10 dias, ou antes deste período, no aparecimento dos primeiros sintomas da doença no campo.
Arroz: as aplicações devem ser feitas nas seguintes épocas: 1ª aplicação: no fim do perfilhamento ao início do emborrachamento; 2ª aplicação: 15 a 20 dias após a 1ª aplicação (fim do emborrachamento). Caso ocorra um ataque intenso de “brusone” nas folhas antes da primeira época citada (início do emborrachamento), fazer uma terceira aplicação; 3ª aplicação: 15 dias após a 2ª aplicação. Não exceder o número máximo de 3 aplicações.
Batata-doce, Batata-yacon, Beterraba, Cará, Gengibre, Inhame, Mandioca, Mandioquinha-salsa, Maracujá, Nabo, e Rabanete: as aplicações devem ser preventivas, e podem ser repetidas conforme a incidência da doença. Deve ser respeitado o número máximo de 6 aplicações com intervalos de 7 dias.
Batata e Cenoura (imersão em pós-colheita): para prevenir o aparecimento da “Podridão mole”, fazer uma única aplicação logo após a colheita, por imersão na calda durante 5 minutos e secar à sombra, antes do armazenamento. Os produtos tratados podem ser usados na alimentação.
Batata (aplicação foliar): realizar a primeira pulverização por ocasião da amontoa, com mais 3 pulverizações com intervalos de 10 dias entre elas, totalizando no máximo 4 aplicações.
Melão e melancia: aplicar preventivamente, sempre que as condições forem favoráveis para a ocorrência das doenças. Realizar no máximo 6 aplicações com intervalo de 7 dias entre elas.
Berinjela, Jiló, Pimenta, Pimentão e Quiabo: realizar as pulverizações preventivamente, sempre que as condições forem favoráveis para a ocorrência da bacteriose ou logo nos primeiros sintomas, com no máximo 5 aplicações e com intervalos de 7 dias.
Café (uso em viveiro): realizar até 6 aplicações, com intervalos de 7 dias, preventivamente, após a emissão do 2° par de folhas. Adotar um volume de calda suficiente para promover boa cobertura das mudas.
Café: realizar no máximo 4 aplicações preventivas durante o ciclo da cultura. Iniciar as aplicações com o início do período chuvoso ou com o aparecimento dos primeiros sintomas. Manter o intervalo de 30 dias entre as aplicações.
Milho: realizar duas pulverizações preventivas, a primeira na fase de pendoamento e a segunda 10 dias após, totalizando no máximo 2 aplicações no ciclo da cultura.
Tomate: as aplicações devem ser preventivas e na dose indicada. Quando o ataque da doença for intenso, repetir as aplicações com intervalo de 4 dias, totalizando no máximo 5 aplicações.
Trigo, aveia, centeio, cevada e triticale : a aplicação deve ser realizada na constatação dos primeiros sintomas da doença ou nos períodos mais críticos de ocorrência das bacterioses, quando a cultura estiver com 70 a 80% de emborrachamento, repetindo-se mais duas aplicações com intervalos de 10 dias após a primeira, totalizando no máximo 3 aplicações no ciclo da cultura.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS

- Velocidade do vento: 2 - 10 km/h
- UR: 55%
- Temperatura ideal: 15°C - 30°C
- Evitar efetuar pulverizações em condições de inversões térmicas ou de calmaria total que podem ocorrer cedo do dia, fim de tarde ou após chuvas prolongadas intensas.
- Durante as pulverizações, observar a direção e intensidade dos ventos.

MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

Em função das culturas que serão tratadas, KASUMIN pode ser pulverizado com equipamentos costal, tratorizado ou aéreo:
a) Via terrestre: As aplicações podem ser feitas com pulverizador costal manual ou motorizado ou equipamento tratorizado de barra munidos de bicos tipo cone ou jato plano, com tamanho das partículas em torno de 90 – 100 µs e densidade de 60 gotas/cm². Existem diferentes tipos de pontas no mercado, devendo-se sempre seguir as recomendações dos fabricantes para o ajuste do tipo de ponta, a pressão de trabalho e a velocidade de deslocamento, para obtenção do volume de calda desejado. A velocidade ideal do vento, para a aplicação está entre 3 a 7 km/h e o máximo é de 10 km/h. A temperatura influencia na evaporação das gotas, na movimentação das massas de ar e na sustentação de gotas no ar. Por isso, as aplicações devem ser realizadas nas horas mais frescas, ou seja, no amanhecer ou no entardecer. A temperatura máxima para aplicação varia de 27 a 30°C e a umidade relativa do ar (U.R.%) deve ser de no mínimo 55%. Procurar obter pulverizações que permitam uma cobertura uniforme da parte aérea das plantas, com o maior número de gotas depositadas sobre o alvo.
b) Via aérea para as culturas: Arroz, Café, Milho, Trigo, Aveia, Centeio, Cevada e Triticale: No caso de uso de barra e/ou atomizador rotativo “micronair”: adotar o volume de calda de 30 - 40 L/ha.
Altura do voo: com barra: 2 - 3m. Com micronair: 3 - 4m.
Largura da faixa de deposição efetiva: 20m.
Tamanho e densidade de gotas: 60 - 80 µs e densidade de 80 gotas/cm².
Condições:
- o diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação (L/ha) para proporcionar a adequada densidade de gotas, obedecendo a ventos de até 10 km/hora.
- temperatura abaixo de 30°C e umidade relativa acima de 55%, visando reduzir o mínimo de perdas por deriva e evaporação. No caso de barra, usar bicos cônicos pontos D6 e D12, disco (Core), inferior a 45°.
- usando-se micronair, o número de atomizadores deve ser de 4 (quatro), onde, para o ajuste do regulador de vazão, (VRU), pressão e ângulo da pá, seguir tabela sugerida pelo Fabricante.
- o sistema de agitação do produto no tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Obs.: Seguir essas condições de aplicações, caso contrário, consultar um Engenheiro Agrônomo.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Abóbora, Abobrinha, Berinjela, Chuchu, Jiló, Maxixe, Pepino Pimenta, Pimentão, Quiabo e Tomate: 1 dia
Acelga, Agrião, Alface, Alho-porró, Almeirão, Alecrim, Brócolis, Cebolinha, Chicória, Coentro, Couve, Couve-chinesa, Couve-de-bruxelas, Couve-flor, Erva-doce, Espinafre, Estévia, Estragão, Hortelã, Manjericão, Manjerona, Mostarda, Orégano, Repolho, Rúcula, Salsa e Sálvia: 5 dias
Alho, Cebola e Chalota: 10 dias
Arroz: 21 dias
Batata (foliar): 20 dias
Batata (pós-colheita): 2 dias
Batata-doce, Batata-yacon, Beterraba, Cará, Gengibre, lnhame, Mandioca, Mandioquinha-salsa, Nabo e Rabanete: 14 dias
Café (foliar): 30 dias
Café (mudas): Não determinado. Aplicação em viveiros de mudas.
Cenoura (pós-colheita): 2 dias
Maracujá: 14 dias
Melão e melancia: 3 dias
Milho: 20 dias
Trigo, Aveia, Centeio, Cevada e Triticale: 30 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Manter afastados, das áreas de aplicação, crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas por 24 horas após a aplicação do produto.

LIMITAÇÕES DE USO

Não há para as culturas registradas nas dosagens, número de aplicações e volumes de calda recomendadas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência a Fungicidas - Brasil) - Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura. - Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
– Sempre consultar um Profissional legalmente habilitado para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.).