A mancha aquosa é a principal doença bacteriana da cultura do meloeiro (Cucumis melo) no Nordeste do Brasil, sendo responsável por grandes perdas na produção e depreciação dos frutos no Rio Grande do Norte e Ceará. A doença é particularmente importante para a região, principal produtora e exportadora nacional de frutos de melão.
Danos: Os sintomas da mancha aquosa nas folhas caracterizam-se por manchas necróticas com ou sem a presença de halo, podendo crescer e coalescer. Nos frutos maduros antes da colheita, onde os sintomas são mais visíveis, a casca apresenta manchas aquosas com ou sem a presença de halo e internamente, a polpa apresenta-se marrom-avermelhada, atingindo as sementes que podem ser contaminadas externamente e internamente.
Controle: Eliminação de restos culturais de cucurbitáceas suscetíveis a doença e uso de produtos registrados para a cultura.
Hidróxido de cobre 537.44 g/L, Equivalente em cobre metálico 350 g/L
Acibenzolar-S-metílico 500 g/kg
Hidróxido de cobre 383.5 g/kg, Equivalente em cobre metálico 250 g/kg
Cloreto de Benzalcônio 100 g/L
Casugamicina 20 g/L
Hidróxido de cobre 538 g/kg
Óxido cuproso 860 g/kg
Hidróxido de cobre 537.44 g/kg, Equivalente em cobre metálico 350 g/kg
Extrato de Melaleuca alternifolia 222.5 g/L