Bula Nomolt 150

acessos
Teflubenzuron
1393
Basf

Composição

Teflubenzurom 150 g/L Benzoiluréia

Classificação

Inseticida
IV - Pouco tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Fisiológico inibidor da síntese de quitina
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
50 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) No máximo três aplicações. 30 dias. Quando o número de lagartas atingir 2 lagartas/planta
Ameixa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
30 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 15 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê dos capinzais
(Mocis latipes)
100 a 200 mL p.c./ha 150 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
100 a 200 mL p.c./ha 150 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta da teia
(Stylopalpia costalimai)
100 a 200 mL p.c./ha 150 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
100 a 200 mL p.c./ha 150 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Anonáceas Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das frutas
(Cerconota anonella)
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta das folhas
(Spodoptera eridania)
100 a 200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 40 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
100 a 200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 40 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
100 a 200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 40 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
150 a 250 mL p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
25 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
250 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - No máximo duas aplicações. 30 dias. Quanto atingir o nível de 20% de lagartas vivas
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
120 a 150 mL p.c./ha 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicação. 40 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Canola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 21 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Centeio Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça
(Sitotroga cerealella)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
25 a 30 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicação. 28 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca da couve
(Hellula phidilealis)
25 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Couve-chinesa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca da couve
(Hellula phidilealis)
25 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Couve-de-bruxelas Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
25 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
25 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Cupuaçu Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta-das-folhas
(Macrosoma tipulata )
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta das folhas
(Sarsina violascens)
300 a 350 mL p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicação. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
250 a 350 ml/ha + O.Mineral 100 a 400 L de calda/ha - No máximo duas aplicações. U.N.A Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Gergelim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta enroladeira
(Antigastra catalaunaris)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 21 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Rachiplusia nu)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 21 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta do girassol
(Chlosyne lacinia saundersii)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 21 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
30 a 40 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 1 dia. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mandarová
(Erinnyis ello)
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Mamona Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Maracujá Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do maracujazeiro
(Dione juno juno)
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Marmelo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
30 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 15 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
20 a 40 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 7 dia. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
20 a 40 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 7 dia. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Milheto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
50 a 100 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - No máximo duas aplicações. 45 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
50 a 100 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - No máximo duas aplicações. 45 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
50 a 100 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - No máximo duas aplicações. 45 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Nespera Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 15 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Pêra Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta de fogo
(Megalopyge lanata)
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 15 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 15 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
25 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
150 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) No máximo três aplicações. 30 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
80 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) No máximo duas aplicações. 30 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
50 a 100 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - No máximo duas aplicações. 45 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
50 a 100 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - No máximo duas aplicações. 45 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
25 mL p.c./100L água 600 a 2000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 4 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
25 mL p.c./100L água 600 a 2000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 4 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia adultera)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Triticale Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia adultera)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta militar
(Spodoptera sp.)
30 a 40 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Mandarová da uva
(Eumorpha vitis)
30 a 40 mL p.c./100L água 200 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga

Frascos plásticos e metálicos: 250 ml e 1 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

CULTURAS, PRAGAS E DOSES:
Vide a seção “Indicações de Uso/Doses”

- Na cultura de fumo, adicionar óleo mineral Assist na dose de 0,5% na calda de pulverização.

Obs.: 1 litro de NOMOLT 150 corresponde a 150 g/L de TEFLUBENZUROM.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
- Como os produtos reguladores de crescimento dos insetos e ácaros atuam na formação da quitina, interferindo no processo de muda ou ecdise, os melhores resultados são obtidos quando na aplicação destes produtos a maioria da população das pragas é jovem, em pleno processo de crescimento. Por conseguinte, a constatação da mortalidade das pragas demanda um certo espaço de tempo, atingindo a melhor eficiência num prazo de até 4 dias após a aplicação, mesmo sabendo que as pragas paralisam o processo de alimentação logo após a ingestão dos produtos.

Algodão: A aplicação deverá ser feita, quando o número de lagartas atingir 2 lagartas/planta. Fazer no máximo 3 aplicações.

Ameixa, Nêspera, Pêra e Marmelo: Iniciar as aplicações no inicio da infestação da praga, repetir a aplicação em caso de reinfestação, realizar no máximo três aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.

Anonáceas, Cupuaçu e Maracujá: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de três aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.

Aveia, Centeio, Cevada e Triticale: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetir a aplicação em caso de reinfestação, realizar no máximo três aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.

Batata: Iniciar o tratamento no aparecimento da praga. Quando necessário, reaplicar o produto utilizando de 600 a 1000 litros de calda por hectare. Fazer no máximo 3 aplicações.

Brócolis, Couve-flor, Couve chinesa e Couve de bruxelas: Iniciar as aplicações no inicio da infestação da praga, repetir a aplicação em caso de reinfestação, realizar no máximo três aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.

Café: A aplicação deverá ser iniciada, quando atingir o nível de 20% de folhas com lagartas vivas. Fazer no máximo 2 aplicações.

Canola e Gergelim: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetir a aplicação em caso de reinfestação, realizar no máximo três aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Fumo: Iniciar as aplicações quando houver presença das primeiras lagartas. Fazer no máximo 2 aplicações.

Girassol: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetir a aplicação em caso de reinfestação, realizar no máximo três aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.

Mamão: Iniciar as aplicações foliares no inicio da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de três aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.

Milheto e Sorgo: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetir a aplicação em caso de reinfestação, realizar no máximo duas aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.

Milho e milho doce: Iniciar o tratamento no aparecimento da praga. Fazer no máximo 2 aplicações. Pêssego: Iniciar as aplicações no inicio da infestação da praga, repetir a aplicação em caso de reinfestação, realizar no máximo três aplicações durante o ciclo da cultura, sempre
respeitando o período de carência.

Soja: Iniciar a aplicação, quando do início da incidência das lagartas. Fazer no máximo 2 aplicações.
Helicoverpa armigera: Monitor a área observando o momento das primeiras posturas, acompanhar a evolução dos ovos, e realizar a aplicação quando da eclosão das primeiras lagartas. O acompanhamento do desenvolvimento dos ovos e da eclosão das primeiras lagartas é de fundamental importância para o sucesso no controle, uma vez que as lagartas podem migrar para as partes baixa da planta dificultado o seu contato com os inseticidas, resultando em falhas no controle. Reaplicar caso há reinfestação respeitando o número máximo de 3 aplicações por ciclo.

Tomate: Iniciar o tratamento no aparecimento das pragas. Quando necessário, reaplicar com intervalo de uma semana. Fazer no máximo 3 aplicações.

Trigo: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetir a aplicação em caso de reinfestação, realizar no máximo três aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.

MODO DE APLICAÇÃO:
- Diluir as doses recomendadas por hectare, na quantidade de água necessária para uma aplicação uniforme, em baixo volume (5 - 50 litros/ha) ou um volume normal (de 100 a 400 litros por hectare), considerando o equipamento disponível na propriedade.

- Pode ser aplicado por via terrestre utilizando pulverizadores: tratorizado de barra, tratorizado com turbo-atomizador, costal manual ou motorizado, usando-se bicos de jato cônico com ponta e difusor adequados ou com bicos rotativos (CDA) produzindo 30 - 50 gotas/cm² e de VMD de 250 - 400 micra, com pressão de 80 - 100 psi.

Deve-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
- Temperatura ambiente até 30°C;
- Umidade relativa do ar no mínimo de 60%;
- Velocidade do vento de no máximo 10 km/h.

Para aplicações via aérea nas culturas soja e algodão, além dos cuidados normais empregados nas aplicações de inseticidas, utilizar um volume de calda de 20 a 40 L/ha, ângulo dos bicos em relação à linha de vôo da aeronave de 45 graus. Aplicar somente com barra e bicos adequados para aplicação aérea, e pressão de trabalho de 15 a 30 psi.

Deve-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação via aérea do produto, tais como:
- Temperatura ambiente até 30ºC;
- Umidade relativa do ar no mínimo de 60%;
- Velocidade do vento de no máximo 7 km/h;
- Altura do vôo: 3 à 4 metros da cultura.

A aplicação poderá ser feita fora das condições acima descritas a critério do Engenheiro Agrônomo, evitando sempre a deriva e perdas do produto por evaporação.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão................30
Ameixa.................15
Anonáceas.............7
Aveia....................14
Batata....................7
Brócolis................14
Café.....................30
Canola.................21
Centeio................14
Cevada................14
Couve..................14
Couve Chinesa....14
Couve de Bruxelas..14
Couve-flor............14
Cupuaçu...............7
Fumo....................UNA.
Gergelim...............21
Girassol................21
Mamão.................7
Maracujá..............7
Marmelo...............15
Milheto.................45
Milho, Milho Doce..45
Nêspera...............15
Pêra.....................15
Pêssego...............15
Repolho................14
Soja......................30
Sorgo....................45
Tomate.................4
Trigo.....................14
Triticale.................14

INTERVALO DE REETRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Vide item Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana.

LIMITAÇÕES DE USO:
Não aplicar em presença de ventos fortes. Não misturar com produtos de reação fortemente alcalina bem como com qualquer outro agrotóxico.

MECANISMO DE AÇÃO DO NOMOLT 150:
NOMOLT 150 é um inseticida à base de TEFLUBENZURON que age como regulador de crescimento inibindo a síntese bioquímica da quitina, que é o principal componente do exoesqueleto ou cutícula do inseto. A exigência de quitina é maior durante o processo de mudança de pele. Quando as lagartas entram cm processo de muda de pele não é capaz de sintetizar a cutícula e morrem em poucos dias. As lagartas mais jovens são mais sensíveis. Para se obter um ótimo controle, deve-se aplicar NOMOLT 150, no início da infestação da praga. Fêmeas adultas expostas ao NOMOLT 150 podem sobreviver e geralmente seus ovos são inférteis, diminuindo progressivamente a população.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO À SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não distribua, não prepare a calda e não aplique sem proteger as mãos, pés, olhos, boca, nariz orelhas e o restante do corpo. Use todos os equipamentos de proteção que estão qualificados na bula e rótulo.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não inale, não cheire, não aspire e não ingira o produto.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; avental impermeável: botas de borracha; máscara apropriada para névoas/vapores orgânicos; óculos de segurança, viseira de proteção e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de forma a evitar o contato com o produto, dependendo do equipamento de aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara apropriada para névoas/vapores orgânicos; óculos de segurança e luvas de nitrila.
- Não fume, não beba ou coma durante a aplicação do produto.
- Não permita que crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área cm que estiver sendo aplicado o produto ou em áreas tratadas logo após a aplicação.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI) lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS:
No caso de contato com o produto, procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Se a vítima estiver consciente, dar 2 a 3 copos de água. Nunca dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente. Caso o vômito ocorra naturalmente, não tente evitar. Em caso de vômito, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou coloque a pessoa de lado (se estiver deitada) para evitar a aspiração do conteúdo gástrico.

Olhos: Retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente cm abundância ou soro fisiológico durante pelo menos 1 5 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

ANTÍDOTO: Não há antídoto específico.

INTOXICAÇÕES POR TEFLUBENZURON - INFORMAÇÕES MÉDICAS:
As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde.

GRUPO QUÍMICO: Benzoiluróia.

CLASSE TOXICOLÓGICA: IV - POUCO TÓXICO.

VIAS DE EXPOSIÇÃO: Dérmica, inalatória, oral.

TOXICOCINÉTICA:
Em estudos com animais, foi observada baixa absorção pelo trato gastrintestinal. A principal via de excreção foi a fecal, e apenas pequenas quantidades foram excretadas através da urina. Excreção quase que completa após 8 dias. Não é bioacumulado.

MECANISMOS DE TOXICIDADE:
Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.

SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS:
Não se conhecem efeitos tóxicos para humanos.

DIAGNÓSTICO:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

TRATAMENTO:
Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Não há antídoto específico.

Em caso de contato com a pele, lavar as áreas atingidas com água corrente e sabão neutro em abundância. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.

Em caso de contato com os olhos, lavá-los abundantemente com soro fisiológico.

Se o produto foi ingerido, avaliar a necessidade de administração de carvão ativado.

Teflubenzuron - Não há informações específicas de sintomatologia e evolução do quadro clínico.

CONTRA-INDICAÇÕES:
A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.

EFEITOS SINÉRGICOS: Não são conhecidos.

ATENÇÃO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)

Telefones de Emergência da empresa: 0800 011-2273 ou (0xx12) 3128-1357

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é MUITO PERIGOSO ao meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Aplique somente as doses recomendadas. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto - siga as instruções constantes no item Destinação Adequada de Resíduos e Embalagens. Em caso de acidente, siga corretamente as instruções constantes na bula.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO: Mantenha o produto em sua embalagem original. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis, para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE: Contate as autoridades locais competentes a e empresa. Utilize o EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Isole e sinalize a área contaminada. Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou cursos de água naturais, siga as instruções abaixo: Piso pavimentado - Absorver o produto derramado com terra ou serragem. Recolher o material com auxílio de uma pá e colocar em tambores ou recipientes devidamente lacrados e identificados. Remover para área de descarte de lixo químico. Lave o local com grande quantidade de água. Solo - Retirar as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, e adotar os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada. Corpos d'água - Interromper imediatamente o consumo humano e animal e contactar o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINO FINAL DOS RESÍDUOS E EMBALAGENS: Não reutilize embalagens vazias. As embalagens devem ser destruídas e enterradas em fosso para lixo tóxico. O local para construção do fosso deve ser distante de casas, de instalações ou de qualquer fonte de água, fora do trânsito de pessoas ou animais, porém de fácil acesso e onde não se preveja o aproveitamento agrícola, mesmo em longo prazo. O local não deve ser sujeito a inundações ou acúmulos de água. O local não deve ser sujeito a inundações ou acúmulos de água. O solo deve ser profundo, de permeabilidade média para permitir uma percolação lenta e degradação biológica do agrotóxico. Abrir um fosso de 1 a 2 metes de profundidade, comprimento e largura, não devendo exceder a 3 metros, de acordo com as necessidades. Distribuir no fundo do fosso uma camada de pedra irregular e uma camada de brita. Ao redor do fosso cavar uma valeta, com escoadouro, para impedir a penetração de enxurradas. reservar uma área suficiente para instalação de mais fossos, de acordo com a necessidade. Isolar a área com cerca de tela, para impedir a entrada de animais e dificultar a entrada de pessoas. Colocar uma placa de advertência (CAVEIRA) com os dizeres: CUIDADO VENENO. Antes de iniciar o uso do fosso e após cada 15 cm de material descartado, colocar camadas de cal virgem ou calcário para ajudar a neutralização. Completada a capacidade do fosso, cobrir com uma camada de 50 cm de terra e compactar bem. Uma camada adicional de 30 cm de terra deve ser colocada sobre o aterro, para que este fique acima do nível do terreno. Observar legislação Estadual e Municipal específica. Fica proibido o enterrio de embalagens em áreas de abrangência do PROGRAMA NACIONAL DE RECOLHIMENTO E DESTINAÇÃO ADEQUADA DE EMBALAGENS DE AGROTÓXICOS, consulte o órgão estadual de meio ambiente.

Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponíveis e apropriados.

Qualquer agente de controle de pragas pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos inseticidas e acaricidas:
· Qualquer produto para controle de pragas da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga;
· Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula;
· Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência;
· Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponíveis e apropriados.

Compatibilidade

Incompatível com produtos alcalinos.