Bula Nomolt 150 - Basf

Bula Nomolt 150

acessos
Teflubenzuron
1393
Basf

Composição

Teflubenzurom 150 g/L Benzoiluréia

Classificação

Inseticida
IV - Pouco tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Fisiológico inibidor da síntese de quitina, Inseticida regulador de crescimento de insetos/ácaros

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
50 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) No máximo três aplicações. 30 dias. Quando o número de lagartas atingir 2 lagartas/planta
Ameixa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
30 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 15 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê dos capinzais
(Mocis latipes)
100 a 200 mL p.c./ha 150 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
100 a 200 mL p.c./ha 150 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta da teia
(Stylopalpia costalimai)
100 a 200 mL p.c./ha 150 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
100 a 200 mL p.c./ha 150 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Anonáceas Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das frutas
(Cerconota anonella)
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta das folhas
(Spodoptera eridania)
100 a 200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 40 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
100 a 200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 40 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
100 a 200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 40 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
150 a 250 mL p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
25 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
250 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - No máximo duas aplicações. 30 dias. Quanto atingir o nível de 20% de lagartas vivas
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
120 a 150 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicação. 40 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Canola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 21 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Centeio Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça
(Sitotroga cerealella)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
25 a 30 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicação. 28 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Adicionar adjuvante não iônico na dose de 0,2 - 0,5% v/v na calda de pulverização
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca da couve
(Hellula phidilealis)
25 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Couve-chinesa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca da couve
(Hellula phidilealis)
25 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Couve-de-bruxelas Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
25 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
25 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Cupuaçu Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta-das-folhas
(Macrosoma tipulata )
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta das folhas
(Sarsina violascens)
300 a 350 mL p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicação. Uso não alimentar Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
250 a 350 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - No máximo duas aplicações. Uso não alimentar Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Adicionar adjuvante não iônico na dose de 0,5% v/v na calda de pulverização
Gergelim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta enroladeira
(Antigastra catalaunaris)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 21 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Rachiplusia nu)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 21 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta do girassol
(Chlosyne lacinia saundersii)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 21 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
30 a 40 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 1 dia. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mandarová
(Erinnyis ello)
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Mamona Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. Uso não alimentar Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Maracujá Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do maracujazeiro
(Dione juno juno)
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Marmelo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
30 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 15 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
20 a 40 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 7 dia. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
20 a 40 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 7 dia. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Milheto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
50 a 100 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - No máximo duas aplicações. 45 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
50 a 100 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - No máximo duas aplicações. 45 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
50 a 100 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - No máximo duas aplicações. 45 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Nespera Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 15 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Pêra Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta de fogo
(Megalopyge lanata)
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 15 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 15 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
25 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Falsa-Medideira
(Chrysodexis includens)
125 a 150 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) No máximo três aplicações. 30 dias. iniciar a aplicação quando do início da incidência das lagartas
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
150 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) No máximo três aplicações. 30 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
80 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) No máximo duas aplicações. 30 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
125 a 150 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) No máximo três aplicações. 30 dias. iniciar a aplicação quando do início da incidência das lagartas
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
50 a 100 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - No máximo duas aplicações. 45 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
50 a 100 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - No máximo duas aplicações. 45 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
25 mL p.c./100L água 600 a 2000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 4 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
25 mL p.c./100L água 600 a 2000 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 4 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 14 dias Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta do trigo
(Pseudaletia adultera)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Triticale Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia adultera)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - No máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta militar
(Spodoptera sp.)
30 a 40 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Mandarová da uva
(Eumorpha vitis)
30 a 40 mL p.c./100L água 200 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga

Frascos plásticos e metálicos: 250 ml e 1 L.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Como os produtos reguladores de crescimento dos insetos e ácaros atuam na formação da quitina, interferindo no processo de muda ou ecdise, os melhores resultados são obtidos quando na aplicação destes produtos a maioria da população das pragas é jovem, em pleno processo de crescimento. Por conseguinte, a constatação da mortalidade das pragas demanda um certo espaço de tempo, atingindo a melhor eficiência num prazo de até 4 dias após a aplicação, mesmo sabendo que as pragas paralisam o processo de alimentação logo após a ingestão dos produtos.
Algodão: A aplicação deverá ser feita, quando o número de lagartas atingir 2 lagartas/planta. Fazer no máximo 3 aplicações.
Ameixa, Nêspera, Marmelo e Pêra: iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetindo a aplicação em caso de reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de segurança.
Amendoim: iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetindo a aplicação quando houver reinfestação. Não ultrapassar o limite máximo de 2 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o período de segurança.
Anonáceas, Cupuaçu e Maracujá: iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetindo a aplicação sempre que houver reinfestação. Não ultrapassar o limite máximo de 3 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de segurança.
Aveia, Centeio, Cevada e Triticale: iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetindo a aplicação em caso de reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de segurança.
Arroz: iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Não ultrapassar o limite máximo de 1 aplicação durante o ciclo da cultura, respeitando o período de segurança.
Batata: iniciar o tratamento no aparecimento da praga. Quando necessário, reaplicar o produto utilizando de 600 a 1000 litros de calda por hectare. Fazer no máximo 3 aplicações.
Brócolis, Couve-flor, Couve-chinesa e Couve-de-bruxelas: iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetindo a aplicação em caso de reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de segurança.
Café: a aplicação deverá ser iniciada quando atingir o nível de 20% de folhas com lagartas vivas. Fazer no máximo 2 aplicações.
Cana-de-açúcar: iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetindo a aplicação quando houver reinfestação. Não ultrapassar o limite máximo de 2 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o período de segurança.
Canola e Gergelim: iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetir a aplicação em caso de reinfestação, realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de segurança.
Citros: iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetindo a aplicação quando houver reinfestação. Não ultrapassar o limite máximo de 2 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o período de segurança.
Eucalipto: iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga.
Feijão: iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Não ultrapassar o limite máximo de 1 aplicação durante o ciclo da cultura, respeitando o período de segurança.
Fumo: iniciar as aplicações quando houver presença das primeiras lagartas. Fazer no máximo 2 aplicações.
Girassol: iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetindo a aplicação em caso de reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de segurança.
Maçã: iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetindo a aplicação quando houver reinfestação. Não ultrapassar o limite máximo de 3 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o período de segurança.
Mamão: iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetindo a aplicação sempre que houver reinfestação. Não ultrapassar o limite máximo de 3 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de segurança.
Mamona: iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Não ultrapassar o limite máximo de 1 aplicação durante o ciclo da cultura, respeitando o período de segurança.
Melão: iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetindo a aplicação sempre que houver reinfestação. Não ultrapassar o limite máximo de 3 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de segurança.
Milheto e Sorgo: iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetindo a aplicação em caso de reinfestação. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de segurança.
Milho: iniciar o tratamento no aparecimento da praga. Fazer no máximo 2 aplicações, respeitando o período de segurança.
Pêssego: iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetindo a aplicação em caso de reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de segurança.
Repolho e couve: iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetindo a aplicação em caso de reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de segurança.
Soja: iniciar a aplicação quando do início da incidência das lagartas. Helicoverpa armigera: monitorar a área observando o momento das primeiras posturas, acompanhar a evolução dos ovos e realizar a aplicação quando da eclosão das primeiras lagartas. O acompanhamento do desenvolvimento dos ovos e da eclosão das primeiras lagartas é de fundamental importância para o sucesso no controle, uma vez que as lagartas podem migrar para as partes baixas da planta dificultando o seu contato com os inseticidas, resultando em falhas no controle. Reaplicar caso haja reinfestação, respeitando o número máximo de 3 aplicações por ciclo.
Tomate: iniciar o tratamento no aparecimento das pragas. Quando necessário, reaplicar com intervalo de uma semana. Fazer no máximo 3 aplicações, respeitando o período de segurança.
Trigo: iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetindo a aplicação em caso de reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de segurança.
Uva: iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetindo a aplicação quando houver reinfestação. Não ultrapassar o limite máximo de 3 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o período de segurança.
MODO DE APLICAÇÃO:
Preparo da calda: o responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda. Adicionar o adjuvante à calda após o produto, conforme dose recomendada na tabela CULTURAS / PRAGAS / DOSES. Para os menores volumes de aplicação, não exceder a concentração de 0,5% v/v da calda ou a recomendação descrita na bula do adjuvante.
Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:
• Aplicação Terrestre: seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:
- Equipamento de aplicação: Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
- Seleção de pontas de pulverização: A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas hospedeiras das pragas-alvo e que produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
- Velocidade do equipamento: Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
- Pressão de trabalho: Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
- Altura de barras de pulverização: A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.
• Aplicação com Equipamento Costal: para aplicações costais, manter constante a velocidade de trabalho e altura da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como a sobreposição entre as faixas de aplicação.
• Aplicação Aérea: É recomendado aplicações aéreas desse produto para as culturas da soja, do algodão e da cana-de-açúcar, seguindo as seguintes recomendações:
- Equipamento de aplicação: Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
- Volume de calda por hectare (taxa de aplicação): Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 litros/ha ou 10 a 30 litros/ha, quando utilizados bicos centrífugos (atomizadores rotativos).
- Seleção de pontas de pulverização: A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem cobertura adequada das plantas hospedeiras e produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.
- Altura de voo e faixa de aplicação: Altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos. Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.

O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.

CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS:
- Velocidade do vento: A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
- Temperatura e umidade: Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva. Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30ºC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas. - Período de chuvas: A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho. As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do engenheiro agrônomo da região. O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.
LIMPEZA DE TANQUE: Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres e aéreas poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de pragas.

Cultura Dias
Algodão 30
Ameixa 15
Amendoim 7
Anonáceas 7
Arroz 40
Aveia 14
Batata 7
Brócolis 14
Café 30
Cana-de-açúcar 40
Canola 21
Centeio 14
Cevada 14
Citros 28
Couve 14
Couve-chinesa 14
Couve-flor 14
Cupuaçu 7
Eucalipto Uso não alimentar
Feijão 15
Fumo Uso não alimentar
Gergelim 21
Girassol 21
Maçã 1
Mamona Uso não alimentar
Mamão 7
Marmelo 15
Milhete 45
Milho 45
Melão 7
Nêspera 15
Pêra 15
Pêssego 15
Repolho 14
Soja 30
Sorgo 45
Tomate 4
Trigo 14
Triticale 14
Uva 7

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Não aplicar em presença de ventos fortes. Não misturar com produtos de reação fortemente alcalina bem como com qualquer outro agrotóxico.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO À SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não distribua, não prepare a calda e não aplique sem proteger as mãos, pés, olhos, boca, nariz orelhas e o restante do corpo. Use todos os equipamentos de proteção que estão qualificados na bula e rótulo.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não inale, não cheire, não aspire e não ingira o produto.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; avental impermeável: botas de borracha; máscara apropriada para névoas/vapores orgânicos; óculos de segurança, viseira de proteção e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de forma a evitar o contato com o produto, dependendo do equipamento de aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara apropriada para névoas/vapores orgânicos; óculos de segurança e luvas de nitrila.
- Não fume, não beba ou coma durante a aplicação do produto.
- Não permita que crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área cm que estiver sendo aplicado o produto ou em áreas tratadas logo após a aplicação.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI) lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS:
No caso de contato com o produto, procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Se a vítima estiver consciente, dar 2 a 3 copos de água. Nunca dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente. Caso o vômito ocorra naturalmente, não tente evitar. Em caso de vômito, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou coloque a pessoa de lado (se estiver deitada) para evitar a aspiração do conteúdo gástrico.

Olhos: Retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente cm abundância ou soro fisiológico durante pelo menos 1 5 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

ANTÍDOTO: Não há antídoto específico.

INTOXICAÇÕES POR TEFLUBENZURON - INFORMAÇÕES MÉDICAS:
As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde.

GRUPO QUÍMICO: Benzoiluróia.

CLASSE TOXICOLÓGICA: IV - POUCO TÓXICO.

VIAS DE EXPOSIÇÃO: Dérmica, inalatória, oral.

TOXICOCINÉTICA:
Em estudos com animais, foi observada baixa absorção pelo trato gastrintestinal. A principal via de excreção foi a fecal, e apenas pequenas quantidades foram excretadas através da urina. Excreção quase que completa após 8 dias. Não é bioacumulado.

MECANISMOS DE TOXICIDADE:
Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.

SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS:
Não se conhecem efeitos tóxicos para humanos.

DIAGNÓSTICO:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

TRATAMENTO:
Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Não há antídoto específico.

Em caso de contato com a pele, lavar as áreas atingidas com água corrente e sabão neutro em abundância. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.

Em caso de contato com os olhos, lavá-los abundantemente com soro fisiológico.

Se o produto foi ingerido, avaliar a necessidade de administração de carvão ativado.

Teflubenzuron - Não há informações específicas de sintomatologia e evolução do quadro clínico.

CONTRA-INDICAÇÕES:
A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.

EFEITOS SINÉRGICOS: Não são conhecidos.

ATENÇÃO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)

Telefones de Emergência da empresa: 0800 011-2273 ou (0xx12) 3128-1357

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:

( X ) MUITO PERIGOSO ao meio ambiente.

Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamentos. Aplique somente as doses recomendadas.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
Descarte corretamente as embalagens e restos do produto - siga as instruções constantes no item Destinação Adequada de Resíduos e Embalagens.
Em caso de acidente, siga corretamente as instruções constantes na bula.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO: Mantenha o produto em sua embalagem original. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis, para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE: Contate as autoridades locais competentes a e empresa. Utilize o EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Isole e sinalize a área contaminada. Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou cursos de água naturais, siga as instruções abaixo: Piso pavimentado - Absorver o produto derramado com terra ou serragem. Recolher o material com auxílio de uma pá e colocar em tambores ou recipientes devidamente lacrados e identificados. Remover para área de descarte de lixo químico. Lave o local com grande quantidade de água. Solo - Retirar as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, e adotar os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada. Corpos d'água - Interromper imediatamente o consumo humano e animal e contactar o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINO FINAL DOS RESÍDUOS E EMBALAGENS: Não reutilize embalagens vazias. As embalagens devem ser destruídas e enterradas em fosso para lixo tóxico. O local para construção do fosso deve ser distante de casas, de instalações ou de qualquer fonte de água, fora do trânsito de pessoas ou animais, porém de fácil acesso e onde não se preveja o aproveitamento agrícola, mesmo em longo prazo. O local não deve ser sujeito a inundações ou acúmulos de água. O local não deve ser sujeito a inundações ou acúmulos de água. O solo deve ser profundo, de permeabilidade média para permitir uma percolação lenta e degradação biológica do agrotóxico. Abrir um fosso de 1 a 2 metes de profundidade, comprimento e largura, não devendo exceder a 3 metros, de acordo com as necessidades. Distribuir no fundo do fosso uma camada de pedra irregular e uma camada de brita. Ao redor do fosso cavar uma valeta, com escoadouro, para impedir a penetração de enxurradas. reservar uma área suficiente para instalação de mais fossos, de acordo com a necessidade. Isolar a área com cerca de tela, para impedir a entrada de animais e dificultar a entrada de pessoas. Colocar uma placa de advertência (CAVEIRA) com os dizeres: CUIDADO VENENO. Antes de iniciar o uso do fosso e após cada 15 cm de material descartado, colocar camadas de cal virgem ou calcário para ajudar a neutralização. Completada a capacidade do fosso, cobrir com uma camada de 50 cm de terra e compactar bem. Uma camada adicional de 30 cm de terra deve ser colocada sobre o aterro, para que este fique acima do nível do terreno. Observar legislação Estadual e Municipal específica. Fica proibido o enterrio de embalagens em áreas de abrangência do PROGRAMA NACIONAL DE RECOLHIMENTO E DESTINAÇÃO ADEQUADA DE EMBALAGENS DE AGROTÓXICOS, consulte o órgão estadual de meio ambiente.

Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponíveis e apropriados.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:

GRUPO 15 INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida NOMOLT® 150 pertence ao grupo 15 inibidores da biossíntese de quitina, tipo 0, Lepidoptera e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do NOMOLT® 150 como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência.
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 15. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar NOMOLT® 150 ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de NOMOLT® 150 podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do NOMOLT® 150, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico das Benzoilureias não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do NOMOLT® 150 ou outros produtos do Grupo 15 quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas.
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado.
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

Compatibilidade

Incompatível com produtos alcalinos.