Bula Odin 430 SC

acessos
Tebuconazole
17408
Rotam

Composição

Tebuconazol 430 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
250 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 7-14 dias, utilizando o menor intervalo em condições climáticas e de infecção favoráveis ao fungo 30 dias Aplicar preventivamente, no final da fase vegetativa da cultura ou na ocorrência dos primeiros sintomas da doença. Adicionar 0,5% v/v de óleo
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Pseudocercospora personata)
200 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações, repetindo a cada 7 - 10 dias 30 dias Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Adicionar 0,5% v/v de óleo
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
350 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações durante o ciclo da cultura 35 dias Realizar a primeira aplicação no início do emborrachamento e a segunda quando 5% das panículas estiverem emergida. Adicionar 0,5% v/v de óleo
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia coronata var. avenae)
350 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, mantendo a lavoura monitorada e realizando as aplicações conforme o desenvolvimento da doença e se o nível crítico for atingido novamente 35 dias Iniciar a aplicação quando constatado, no máximo, 5% da superfície foliar infectada pelas doenças. Adicionar 0,5% v/v de óleo
Helmintosporiose
(Drechslera avenae)
350 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, mantendo a lavoura monitorada e realizando as aplicações conforme o desenvolvimento da doença e se o nível crítico for atingido novamente 35 dias Iniciar a aplicação quando constatado, no máximo, 5% da superfície foliar infectada pelas doenças. Adicionar 0,5% v/v de óleo
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
450 mL p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura, mantendo a lavoura monitorada e, caso esse nível seja novamente atingido, realizar novas aplicações com intervalo de 30 dias 30 dias Realizar a primeira aplicação quando a infecção atingir 5% e a segunda 30 dias após a primeira. Realizar a aplicação com atomizadores. Adicionar 0,5% v/v de óleo
Centeio Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do colmo
(Puccinia graminis)
350 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, mantendo a lavoura monitorada e reaplicar se o nível de infecção for atingido novamente 35 dias Iniciar a aplicação quando a infecção atingir no máximo 5% da área foliar. Adicionar 0,5% v/v de óleo
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia hordei)
350 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, mantendo a lavoura monitorada e reaplicar se o nível de infecção for atingido novamente 35 dias Iniciar a aplicação quando a infecção atingir no máximo 5% da área foliar. Adicionar 0,5% v/v de óleo
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
350 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, mantendo a lavoura monitorada e reaplicar aos primeiros sintomas das doenças, com intervalos de 15 dias entre as aplicações 35 dias Começar o monitoramento das doenças a partir da fase de afilhamento e aplicar a partir dos primeiros sintomas das doenças. Adicionar 0,5% v/v de óleo
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. hordei)
350 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, mantendo a lavoura monitorada e reaplicar aos primeiros sintomas das doenças, com intervalos de 15 dias entre as aplicações 35 dias Começar o monitoramento das doenças a partir da fase de afilhamento e aplicar a partir dos primeiros sintomas das doenças. Adicionar 0,5% v/v de óleo
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
450 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, mantendo a lavoura monitorada e reaplicar, em intervalo de 15 - 20 dias, conforme o desenvolvimento da doença 14 dias Realizar a primeira aplicação no início da infecção. Adicionar 0,5% v/v de óleo
Milheto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia spp)
450 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, mantendo a lavoura monitorada e reaplicar, em intervalo de 15 dias, conforme o desenvolvimento da doença 15 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas. Adicionar 0,5% v/v de óleo
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem polisora
(Puccinia polysora)
450 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, repetir as demais aplicações com um intervalo de 15 dias 15 dias Realizar a primeira aplicação por volta dos 35 dias após a emergência da cultura (estádio vegetativo V8), no aparecimento dos primeiros sintomas. Adicionar 0,5% v/v de óleo
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
340 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura 30 dias Aplicar preventivamente, a partir do estádio R4 (quando a maioria das vagens, do terço superior, estiver com 2-4 cm). Adicionar 0,5% v/v de óleo
Oídio
(Microsphaera diffusa)
230 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura 30 dias Iniciar as aplicações quando a severidade da doença atingir em torno de 20% da área foliar infectada. Adicionar 0,5% v/v de óleo
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ergot
(Claviceps africana)
450 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 15 dias Realizar a aplicação na florada. Adicionar 0,5% v/v de óleo
Mancha foliar
(Exserohilum turcicum)
450 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, repetir as demais aplicações com um intervalo de 15 dias 15 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas. Adicionar 0,5% v/v de óleo
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
280 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, mantendo a lavoura monitorada e reaplicar se o nível de infecção for atingido novamente 35 dias Iniciar o controle a partir do estádio de desenvolvimento, conhecido como alongamento, quando as doenças alcançarem o valor de 5% da área foliar ou 80% de incidência
Mancha salpicada
(Septoria tritici)
350 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, mantendo a lavoura monitorada e reaplicar se o nível de infecção for atingido novamente 35 dias Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, mantendo a lavoura monitorada e reaplicar se o nível de infecção for atingido novamente
Triticale Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia hordei)
350 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, mantendo a lavoura monitorada e reaplicar se o nível de infecção for atingido novamente 35 dias Iniciar o monitoramento das doenças a partir da fase de afilhamento e aplicar quando constatado, no máximo, 5% da superfície foliar infectada. Adicionar 0,5% v/v de óleo
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
350 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, mantendo a lavoura monitorada e reaplicar se o nível de infecção for atingido novamente 35 dias Iniciar o monitoramento das doenças a partir da fase de afilhamento e aplicar quando constatado, no máximo, 5% da superfície foliar infectada. Adicionar 0,5% v/v de óleo
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. hordei)
350 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, mantendo a lavoura monitorada e reaplicar se o nível de infecção for atingido novamente 35 dias Iniciar o monitoramento das doenças a partir da fase de afilhamento e aplicar quando constatado, no máximo, 5% da superfície foliar infectada. Adicionar 0,5% v/v de óleo

Frasco e Bombonas de polietileno de alta densidade para: 250 mL; 1, 5, 10 e 20 litros.

MODO DE APLICAÇÃO:
O ODIN 430 SC poderá ser aplicado via terrestre (tratorizado) e via aéreo.
Na cultura do café, utilizar atomizadores. Independente da tecnologia de aplicação utilizada, ao aplicar, seguir sempre as indicações de uso da bula e proceder com a regulagem adequada do equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda e boa cobertura da folhagem das plantas. Na presença de orvalho na lavoura, evitar aplicação com máquinas terrestres e usar somente aérea quando possível para a lavoura. Usar maior ou menor volume de calda conforme o desenvolvimento vegetativo da cultura. Seguir sempre as boas práticas agrícola e as recomendações do fabricante do equipamento utilizado. Consultar sempre o Engenheiro Agrônomo responsável.
Preparo da Calda: No preparo da calda, utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados no item “Precauções no manuseio” descritos em “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Adicionar água limpa ao tanque do pulverizador até ½ da sua capacidade ou no mínimo até cobrir o mecanismo de agitação e os bicos de saída da calda. Ligar a agitação e adicionar a quantidade apropriada do produto mantendo o sistema de agitação ligado. Completar o volume do tanque com água limpa até o nível do volume de calda recomendado para a cultura. Procedimentos para adição do óleo na calda: Adicionar o óleo como último componente a` calda de pulverização, com o tanque quase cheio, mantendo-se a agitação.
Precauções gerais com o equipamento aplicador:
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem riscos ao aplicador, ao meio ambiente e à cultura. Proibido utilizar equipamentos com vazamentos ou danificados.
Cuidados durante a aplicação:
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador para evitar a sobreposição durante a aplicação.
Cuidados com a inversa~o te´rmica:
Inverso~es te´rmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Assim, o potencial de deriva aumenta significativamente durante uma inversa~o te´rmica, podendo a aplicac¸a~o atingir culturas vizinhas, a´reas habitadas, leitos de rios e outras fontes de a´gua, criac¸o~es de animais e a´reas de preservac¸a~o ambiental. O potencial de deriva e´ alto durante uma inversa~o te´rmica.
Gerenciamento de Deriva:
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Na~o permita que a deriva proveniente da aplicac¸a~o atinja culturas vizinhas, a´reas habitadas, leitos de rios e outras fontes de a´gua, criac¸o~es e a´reas de preservac¸a~o ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Equipamentos terrestres:
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Seleção de ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização adequada (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) é um dos fatores mais importantes para a redução da deriva e promoção de aplicação uniforme. A escolha deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa dentre outros). Usar ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas. Observar sempre a recomendação do fabricante do equipamento pulverizador. Ajuste da barra: ajustar a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão se manter à mesma altura em relação ao topo das plantas. Regular a altura da barra para a menor possível visando cobertura uniforme e redução da exposição das gotas à evaporação e ao vento. Faixa de segurança: sempre resguardar uma faixa de segurança segura para as culturas sensíveis. Faixa de deposição: utilizar distância entre pontas na barra de aplicação de forma que permita maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Condições climáticas:
Aplicar sempre em condições ambientais favoráveis. Altas temperaturas e baixa umidade relativa do ar diminuem a eficácia do produto, aumentam o risco de evaporação da calda aplicada e o potencial de deriva.
Observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como:
- Temperatura ambiente: evitar altas temperatura (acima de 30ºC). Não aplicar em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
- Umidade relativa do ar: evitar aplicar em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%).
- Velocidade média do vento: recomenda-se aplicar com ventos menores que 10km/hora, considerando sempre a regulagem do sistema de aplicação. Não aplicar em condições de ausência ou rajadas de vento. Considerar sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
- As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas, respeitando os parâmetros de temperatura, vento e umidade do ar.
A critério do Engenheiro Agrônomo responsável, as recomendações para aplicação poderão ser alteradas desde que respeitem a legislação vigente da região da aplicação.
Aeronaves agrícolas:
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para aplicação aérea de agrotóxicos. Regular os equipamentos aplicador da aeronave visando distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Seleção de ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização adequada (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) é um dos fatores mais importantes para a redução da deriva e promoção de aplicação uniforme.
A escolha deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa dentre outros). Usar ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas. Observar sempre a recomendação do fabricante do equipamento pulverizador.
Ajuste da barra: ajustar a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão se manter à mesma altura em relação ao topo das plantas. Regular a altura da barra para a menor possível visando cobertura uniforme e redução da exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Faixa de segurança: sempre resguardar uma faixa de segurança segura para as culturas sensíveis.
Faixa de deposição: utilizar distância entre pontas na barra de aplicação de forma que permita maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Altura do voo: de 3 a 5 metros do alvo a ser atingido, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Volume de calda: 10 a 40 L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.
Condições climáticas:
Aplicar sempre em condições ambientais favoráveis.
Altas temperaturas e baixa umidade relativa do ar diminuem a eficácia do produto, aumentam o risco de evaporação da calda aplicada e o potencial de deriva.
Observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como:
- Temperatura ambiente: evitar altas temperatura (acima de 30ºC). Não aplicar em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
- Umidade relativa do ar: evitar aplicar em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%). - Velocidade média do vento: recomenda-se aplicar com ventos menores que 10km/hora, considerando sempre a regulagem do sistema de aplicação. Não aplicar em condições de ausência ou rajadas de vento. Considerar sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
- As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas, respeitando os parâmetros de temperatura, vento e umidade do ar. Realizar a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e na altura na aplicação.
Seguir as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagri´colas e sempre consultar o Engenheiro Agrônomo responsável.
A critério do Engenheiro Agrônomo responsável, as recomendações para aplicação poderão ser alteradas desde que respeitem a legislação vigente da região da aplicação.
LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda com a limpeza de todo o equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados no item “Precauções no manuseio”, descritos em “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Proibido limpar o equipamento próximo às nascentes, fontes de água e zonas urbanas. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual e/ou Municipal vigente na região da aplicação.
INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo entre a última aplicação e a colheita):
Algodão, Amendoim, Café, Soja ... 30 dias
Arroz, Aveia, Centeio, Cevada, Trigo, Triticale ... 35 dias
Feijão ... 14 dias
Milho, Milheto, Sorgo ... 15 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado, antes da secagem completa da calda (no mínimo), 24 horas após a aplicação. Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo.
- Uso exclusivamente agrícola.
- Utilizar o produto somente nas culturas para as quais está registrado, respeitando o intervalo de segurança de cada cultura.
- Fitotoxicidade: O produto não causa fitotoxicidade nas culturas registradas, desde que sejam seguidas as recomendações de uso.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
Sempre consultar um Profissional legalmente habilitado para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade