Bula Priori Top

acessos
Azoxystrobin
4313
Syngenta

Composição

Azoxystrobin 200 g/L Estrobilurina
Difenoconazole 125 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
300 a 400 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 a 21 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações ao redor de 40 dias após a emergência da cultura. Iniciar as aplicações preventivamente
Tombamento
(Colletotrichum gossypii)
300 a 400 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 a 21 dias. 30 dias. Para o controle da Ramulose, iniciar as aplicações ao redor de 20 dias após a emergência da cultura. Iniciar as aplicações preventivamente
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
400 mL p.c./ha 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 22 dias. Iniciar as aplicações preventivamente (aprox. 30 – 45 dias após o plantio), ou nos primeiros sintomas da doença, caso a doença ocorra antes
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
500 a 600 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 45 dias. Iniciar as aplicações preventivamente no estádio final do emborrachamento ou nos primeiros sintomas da doença, caso a doença ocorra antes
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia coronata var. avenae)
300 a 400 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 20 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença, caso a doença ocorra antes
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Seca de ponteiros
(Phoma costaricensis)
300 a 400 mL p.c./ha 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações preventivamente na pré-florada ou nos primeiros sintomas da doença, caso a doença ocorra antes
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Drechslera teres)
300 a 400 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 20 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença, caso a doença ocorra antes
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
20 mL p.c./L de água 2000 a 3000 L de calda/ha - Realizar 2 aplicações com intervalo de 4 semanas. 7 dias. Sendo a primeira no início da floração (estádio “palito de fósforo” – flores ainda verdes)
Mancha preta
(Phyllosticta citricarpa)
20 mL p.c./100L água 2000 a 3000 L de calda/ha - Realizar 2 aplicações com intervalo de 4 a 6 semanas. 7 dias. Sendo a primeira 30 dias após a queda das pétala
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
20 mL p.c./L de água 2000 a 3000 L de calda/ha - Realizar 2 aplicações com intervalo de 4 semanas. 7 dias. Sendo a primeira quando ¾ das pétalas estiverem caídas
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia psidii)
300 a 400 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença, caso a doença ocorra antes
Oídio
(Oidium eucalypti)
200 a 300 ml/100l de calda 200 L de calda/ha - 7 dias. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença, caso a doença ocorra antes
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria helianthi)
300 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 21 dias. Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo durante o surgimento dos primeiros sintomas da doença na área
Oídio
(Erysiphe cichoracearum)
300 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 21 dias. Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo durante o surgimento dos primeiros sintomas da doença na área
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora zeae-maydis)
300 a 400 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar duas aplicações. 42 dias. Iniciar as aplicações de forma preventiva, sendo a primeira aplicação realizada quando a cultura apresentar de 6 a 8 folhas (V6 a V8) e a segunda aplicação na emissão da folha bandeira (pré pendoamento)
Ferrugem polisora
(Puccinia polysora)
300 a 400 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar duas aplicações. 42 dias. Iniciar as aplicações de forma preventiva, sendo a primeira aplicação realizada quando a cultura apresentar de 6 a 8 folhas (V6 a V8) e a segunda aplicação na emissão da folha bandeira (pré pendoamento)
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Realizar aplicação no estádio R5.1
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Realizar aplicação no estádio R5.1
Oídio
(Microsphaera diffusa)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar duas aplicações. 30 dias. Aplicar quando o índice de infecção atingir 20%
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
300 a 400 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença, caso a doença ocorra antes
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
300 a 400 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença, caso a doença ocorra antes

BOMBONA DE PLÁSTICO - 10 E 20 L.
BULK DE AÇO/FERRO/PLÁSTICO - 1.000; 5.000; 10.000; 20.000 L.
FARM-PACK DE PLÁSTICO - 420 E 1.000 L.
FRASCO PLÁSTICO - 0,25; 1,0; 1,5; 2,5; 3,0; 5,0; 6,0 E 20 L.
TAMBOR DE AÇO/FERRO/PLÁSTICO - 160; 180 E 200 L.

PRIORI TOP é um fungicida sistêmico, com atividade predominantemente preventiva, mas também com ação curativa e anti-esporulante, usado em pulverização para controle das doenças da parte aérea das culturas do algodão, amendoim, arroz irrigado, aveia, café, cevada, citros, eucalipto, girassol, milho, soja e trigo.

MODO DE APLICAÇÃO:
PRIORI TOP deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as culturas registradas.

Aplicação terrestre:
Cultura Volume de aplicação
Algodão e soja..................... 100 à 200 L/ha
Arroz irrigado, aveia, cevada,
girassol, milho e trigo.......... 150 a 200 L/ha
Amendoim e café................. 400 L/ha
Citros................................... 2000 à 3000 L/ha.
Eucalipto (campo)................ 200 à 400 L/ha
Eucalipto (viveiro)................ 200 L/ha ou 20 mL de calda por m2

OBS: para a cultura do citros caso seja utilizado equipamentos de pulverização que proporcionem cobertura adequada da cultura em seu pleno desenvolvimento com volumes menores que 2000 L/ha, concentrar a calda de modo a respeitar a dose recomendada por hectare.
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; estacionário com mangueira; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido. Os tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio ou jato plano (leque), que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 mm (micrômetro) e uma
densidade de gotas mínima de 20 gotas/cm2. A velocidade do trator deverá ser de acordo com a topografia do terreno. A pressão de trabalho deve estar de acordo com as recomendações do fabricante do bico utilizado, variando entre 100 a 1000 Kpa (= 15 a 150 PSI).
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e ventos de 3 a 15 km/hora.
Aplicação aérea (culturas do algodão, amendoim, arroz irrigado, aveia, café, cevada, eucalipto (campo), girassol, milho, soja e trigo):
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aero-agrícolas pela ANAC.
Os tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio, jato plano (leque) ou atomizadores rotativos, que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 pm (micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20 gotas/cm2. O volume de aplicação deverá ser de 20 a 40 L de calda/ha.
A altura de vôo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 m acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia conforme o tipo de aeronave utilizada.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e ventos de 3 a 15 km/hora. Não aplicar durante condições de inversão térmica (ausência de ventos).
INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):

CULTURA DIAS
Algodão 30
Amendoim 22
Arroz irrigado 45
Aveia 20
Café 30
Cevada 20
Citros 7
Eucalipto U.N.A
Girassol 21
Milho 42
Soja 30
Trigo 30

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para a cultura.
Outras restrições a serem observadas:
A azoxistrobina é extremamente fitotóxica para certas variedades de maçãs e por essa razão, não pulverizar o produto quando a deriva da pulverização possa alcançar macieiras. Não use equipamentos de pulverização que tenham sido usados previamente para aplicar PRIORI TOP, para pulverizar macieiras. Mesmo resíduos do produto que tenham permanecido nos equipamentos podem causar fitotoxicidade inaceitável para certas variedades de maçã.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, mascara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Caso ocorra cantata acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço medico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; mascara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); Óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na nevoa do produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a Ultima aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão algodão impermeável com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as peas das calças par cima das botas;
botas de borracha; mascara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. AREA TRATADA" e manter os avisos ate o final do período de reentrada.
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do termino do interval° de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, Óculos, avental, botas, macacão, luvas e mascara.
• Tome banho imediatamente apos a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção apos cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: PROCURE LOGO UM SERVO MEDICO DE EMERGENCIA levando a embalagem, rotulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, NAO PRO VOQUE VOMITO. Caso o vomit° ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não de nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

INTOXICACOES POR AMSTAR TOP
INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico Azoxistrobina: Estrobilurina Difenoconazol: Triazol

Vias de exposição Oral e dérmica.

Toxicocinetica Vide item: mecanismos de ação, absorção e crerão para animais de laboratório.

ATENÇÃO

Ligue para o Disque-Intoxicagao: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnostico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENAC1AT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (S1NAN / MS)
-Telefone de Emergência da empresa: 0800-704 4304 (24 horas)

MECANISMOS DE Ação, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: AZOXISTROBINA:
- Absorção: A principal rota de absorção é pela via oral, sendo as demais vias secundarias. Apos a administração oral do produto, o mesmo é rapidamente metabolizado.
- Distribuição: Quando o produto radiomarcado foi administrado via oral em ratos, pequena radioatividade foi retida nos tecidos. Menos de 0,8% da dose administrada estava presente nos tecidos e carcaças de ratos de ambos os sexos. A maior concentração da radioatividade presente em tecidos foi encontrada no rim, concentrações menores foram encontradas no fígado e sangue.
- Ação: A azoxistrobina é bem metabolizada, resultando na formação de no mínimo 15 metabolitos. As duas principais rotas metabólicas são: hidrolise ao metoxiacido, seguido pela conjugação da glucoronide; e, a conjugação da glutationa ao anel cianofenil seguido pelo posterior metabolismo via um numero de intermediários ao metabolito mercaptórico acido.
Azoxistrobina também pode ser hidroxila da a posição 8 e 10 do anel cianofenil, seguido da conjugação guoronide.
Os metabolitos resultantes sac) polares, e conseguintemente, excretados, em sua grande maioria em 48 horas.
- Excreção: A principal via de eliminação é as fezes. Em 48 horas, mais que 96% da dose administrada oralmente foi eliminada através das fezes de ratos machos e femeas. A urina também contribuiu com a eliminação de cerca de 12,5% a 17,0% en] outro experimento realizado com ratos de laboratório.
Quando o produto foi aplicado sobre a pele de coelhos, nao foram observados achados hematologicos, quimica clinica e histopatologia que pudessem ser atribuidos a administragao em doses repetidas do produto.
DIFENOCONZAOL:
O Difenoconazol é absorvido pelo trato intestinal, rapidamente met bolizado e eliminado. Nao foram detectadas acumulacOes do composto nos tecidos ou nos produtc animals. Em estudo corn ratosonde o Difenoconazol radiomarcado foi administrado oralmente via gavagem, a recuperação do material radiomarcado foi de mais de 98%. A maioria (mais de 78% em todos os grupos) foi encontrada nas fezes. 0 composto foi praticamente eliminado em 96 horas. A metabolização do composto inclui hidrolise do cetal, seguida pela redução da cetona ao álcool correspondente, hidroxilação do anel fenil (externo) (3 metabolitos), e alguma separação entre o fenil e o anel triazol, produzindo triazol livre e o ácido carboxílico derivado do éter difenilico.
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Toxicidade aguda oral: DL50 aguda oral em ratos fêmeas: > 2000 mg/kg de peso vivo. Foram observadas: redução na atividade, diarréia, pelos eriçados e posição curvada na administração de altas doses do produto.
Toxicidade aguda dermal: DL50 aguda dermal em ratos machos e fêmeas : > 2000 mg/kg. Não houve nenhum sintoma de intoxicação. Foi observada uma leve irritação.
Irritação dermal em coelhos: 0 produto provocou uma irritação muito leve (score 1) em pele de coelhos.
Irritação nos olhos de coelhos: 0 produto provocou uma irritação leve a moderada aos olhos de coelhos, reversível em 4 dias. Não houve efeitos na córnea ou na iris.
Sensibilização dérmica em porquinhos da India: Produto sensibilizante.
EFEITOS CRONICOS PARA ANIMAIS DE LABORATORIO:
AZOXISTROBINA: Em estudo de 3 meses com ratos, o produto técnico Azoxistrobina administrado através da dieta causou uma diferença no desenvolvimento do peso corpóreo nos animais tratados com a dose de 6.000 ppm. A avaliação histopatológica demonstrou que o org5o alvo foi o fígado. A dose testada de efeito não observado (NOEL) foi correspondente a 20 mg/kg de peso corpóreo/dia. Em estudos de dois anos com ratos, o tratamento com o produto Azoxistrobina foi através da dieta. 0 fígado foi considerado o órgão alvo e houve ocorrências de hiperplasia epitelial ou ulceração do ducto biliar e hiperplasia biliar do fígado. As alterações no fígado foram consideradas como secundarias para a toxicidade do ducto biliar. N5o houve evidencias de que Azoxistrobina tenha sido carcinogenic° aos ratos. 0 nível de dosagem de 18 mg/kg de peso corpóreo/dia foi tanto o NOEL como NOAEL.
No estudo de 18 meses com camundongos, a administração de Azoxistrobina na dieta foi tolerada sem a ocorrência de toxicidade excessiva. Houve uma redução no crescimento dos animais na dose mais alta, demonstrando com isso que a dose máxima havia sido atingida. 0 padrão e incidência das alterações nao-neoplasmaticas foram típicas das alterações encontradas nesta linhagem de camundongo. Não houve diferenças estatisticamente significativas entre as animais controle e os animais tratados. Conclui-se que o produto Azoxistrobina não é carcinogênico para camundongos.
DIFENOCONAZOL: Estudos cumulativos e subcrônicos em ratos, camundongos, coelhos e c5es com administrações repetidas do produto mostraram algumas reações adaptativas do fígado refletindo a sobrecarga funcional deste órgão a altas doses; essas alterações foram reversíveis e não foram correlacionadas com alterações histopatológicas.
Estudos cr6nicos de dieta de 2 anos em ratos demonstraram que o fígado é o órgão alvo, que reagiu ao aumento da carga funcional com alterações adaptativas reversíveis. Não foram observados efeitos carcinogênicos em ratos.

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTENCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:

- Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
0 uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTENCIA:
Priori Top é um fungicida composto por uma estrobilurina, azoxistrobina, e um triazol, difenoconazole. Estes ingredientes ativos apresentam dois diferentes modos de ação, o primeiro pertencente ao grupo dos Qol e o segundo pertencente ao grupo dos IBEs. Esta combinação de diferentes ativos faz parte de uma estratégia de manejo de resistência.
Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de A95o a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de nanico de resistência visando prolongar a vida ON dos fung icidas:
• Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rotulo/bula.
• lncluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de D44ncas (MID) quando disponíveis e apropriados.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.