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Bula Serenade

CI
Bacillus subtilis linhagem QST 713
3911
Bayer

Composição

Bacillus subtilis linhagem QST 713 13,68 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Fungicida microbiológico, Bactericida microbiológico
Não Classificado
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Fungicida microbiológico, Bactericida microbiológico

Abacate

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)

Abóbora

Dosagem Calda Terrestre
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia)
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Abobrinha

Dosagem Calda Terrestre
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Acelga

Dosagem Calda Terrestre
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)

Alcachofra

Dosagem Calda Terrestre
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia)

Alface

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia)

Algodão

Dosagem Calda Terrestre
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia)

Alho

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria porri (Mancha púrpura)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)

Almeirão

Dosagem Calda Terrestre
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia)

Amendoim

Dosagem Calda Terrestre
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia)

Antúrio

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)

Asters

Dosagem Calda Terrestre
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia)

Azaléia

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)

Banana

Dosagem Calda Terrestre
Mycosphaerella fijiensis (Sigatoka negra)

Batata

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia)
Streptomyces scabies (Sarna comum)

Begônia

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)

Berinjela

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia)
Xanthomonas vesicatoria (Mancha-bacteriana)

Beterraba

Dosagem Calda Terrestre
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)

Brinco de princesa

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)

Brócolis

Dosagem Calda Terrestre
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)

Café

Dosagem Calda Terrestre
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)

Caju

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Caqui

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Cebola

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria porri (Mancha púrpura)
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)

Cebolinha

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria porri (Mancha púrpura)

Cenoura

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria dauci (Mancha de alternaria)
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia)

Chicória

Dosagem Calda Terrestre
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia)

Citros

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)
Colletotrichum acutatum (Flor preta)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Xanthomonas citri subsp. citri (Cancro cítrico)

Coentro

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria dauci (Mancha de alternaria)

Couve

Dosagem Calda Terrestre
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)

Couve-flor

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)

Cravo

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)

Crisântemo

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia)

Dália

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)

Ervilha

Dosagem Calda Terrestre
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia)

Eucalipto

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)

Feijão

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia)

Feijão-vagem

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia)

Fumo

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Pythium ultimum (Amarelão)
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia)

Girassol

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia)

Goiaba

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)

Gramados

Dosagem Calda Terrestre
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)

Helicônia

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)

Hortência

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Jiló

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)
Xanthomonas vesicatoria (Mancha-bacteriana)

Lírio

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)

Maçã

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)
Colletotrichum acutatum (Flor preta)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Cryptosporiopsis perennans (Podridão olho-de-boi)

Mamão

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)

Manga

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Maracujá

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Marmelo

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Melancia

Dosagem Calda Terrestre
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia)
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Melão

Dosagem Calda Terrestre
Pythium ultimum (Amarelão)
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia)
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Milho

Dosagem Calda Terrestre
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)

Morango

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)
Colletotrichum acutatum (Flor preta)
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)
Sphaeroteca macularis (Oídium)

Nêspera

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Noz Pecã

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Orquídea

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Pepino

Dosagem Calda Terrestre
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia)
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Pera

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Pêssego

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Pimenta

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Xanthomonas vesicatoria (Mancha-bacteriana)

Pimenta-do-reino

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Pimentão

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)
Xanthomonas vesicatoria (Mancha-bacteriana)

Rabanete

Dosagem Calda Terrestre
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)

Repolho

Dosagem Calda Terrestre
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)

Rosa

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)

Soja

Dosagem Calda Terrestre
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia)

Sorgo

Dosagem Calda Terrestre
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)

Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico

Dosagem
Fusarium oxysporum f.sp. lycopersici (Murcha de fusarium)

Tomate

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia)
Xanthomonas vesicatoria (Mancha-bacteriana)

Tratamento de solo

Dosagem Calda Terrestre
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia)

Tulipa

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)

Uva

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Violeta

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)

Frasco (Polietileno de alta densidade - PEAD): 1 L.

Galão (Polietileno de alta densidade - PEAD): 4, 5, 10, 20 e 200 L.

INSTRUÇÕES DE USO

O produto é um fungicida bactericida microbiológico que possui múltiplos modos de ação. Os lipopeptídeos produzidos pelo Bacillus subtilis QST713 presentes na formulação atuam na membrana celular das estruturas reprodutivas do fungo, provocando sua deformação e produzindo rupturas. O Bacillus subtilis também age por competição de espaço e nutrientes na superfície vegetal da planta e no solo junto ao sistema radicular. É usado em pulverização preventiva no controle de doenças conforme bula.

MODO DE APLICAÇÃO

Preparo de Calda

Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada, acrescentar o adjuvante, apenas quando tratar-se de aplicação foliar, na proporção recomendada pelo fabricante (exceto para hortaliças folhosas como alface), completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.

Aplicação terrestre

Para hortaliças ou culturas de pequeno porte (abóbora, abobrinha, alface, alho, berinjela, cebola, cebolinha, cenoura, coentro, melancia, melão, morango, pepino, pimentão, tomate, flores entre outras), em cultivos protegidos como estufas ou sistema de túneis baixos, sistema semi-hidropônico ou por gotejamento, utilizar pulverizadores manual, pressurizado, motorizado ou tratorizados.
Para frutíferas ou culturas de porte arbóreo/arbustivo (café, caju, caqui, citros, goiaba, maçã, mamão, manga, pera, pêssego, entre outras), utilizar pulverizadores manual, pressurizado, motorizado, tratorizado ou atomizador.
Para a cultura da banana pode-se utilizar pulverizador costal motorizado.
Para alface, berinjela, cebola, fumo, melão, pimentão, tomate, entre outras, realizar aplicação em bandeja ou sementeira.
Após o transplantio de mudas (alface, berinjela, cebola, fumo, melão, pimentão, tomate, entre outras) realizar a aplicação via esguicho (drench).
Culturas conduzidas em latada e/ou espaldeira (uva, maracujá, entre outras), utilizar pulverizadores manual, pressurizado, motorizado, turbo atomizadores ou pulverizadores de pistola.
Para pulverização no sulco de plantio, nas culturas de abacate, abóbora, acelga, alcachofra, alface, almeirão, algodão, alho, amendoim, áster, arroz, batata, berinjela, beterraba, brócolis, café, cebola, cenoura, chicória, couve, couve-flor, crisântemo, ervilha, feijão, feijão-vagem, fumo, girassol, goiaba, gramados, helicônia, jiló, mamão, melancia, melão, milho, morango, pepino, pimentão, repolho, soja, sorgo, tomate, tratamento de solo, entre outras, devem ser utilizados pulverizadores manuais ou tratorizados.

Equipamentos de aplicação

- Equipamentos Costais (manuais ou motorizados): utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que a aplicação seja uniforme e que não ocorram sobreposições, escorrimentos e nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.

- Equipamento estacionário manual (barra ou pistola): utilizar pulverizador estacionário munido de barra com ponta de pulverização do tipo leque (jato plano) ou com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica e calibrar o equipamento para que a cada acionamento, do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante de modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a barra ou pistola evitando sobreposições, deriva ou concentração de calda em um único ponto gerando, assim, escorrimento e desperdício da calda.

- Aplicação em bandeja ou sementeira: utilizar pulverizador costal manual, com volume de calda de 250 mL para bandeja de 200 alvéolos. O cálculo da quantidade de produto a ser aplicado em cada bandeja, deverá ser feito previamente e proporcional ao número de plantas a ser transplantado por hectare dependendo da cultura e espaçamento a serem adotados.

- Aplicação via esguicho (drench): esta modalidade pode ser utilizada após o transplantio de mudas. Aplicar o produto diluído em água na forma de jato dirigido planta a planta (esguicho) através de pulverizador manual, motorizado ou tratorizado, de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo, utilizando o volume de calda de 15 a 30 mL/planta e a dosagem recomendada por hectare do produto.

- Jato Dirigido: utilizar pulverizador autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido ao sulco de plantio, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.

- Pulverizadores de Barra: utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.

- Hidropneumáticos (Turbo-atomizadores): utilizar pulverizador tratorizado montado, semi montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio com espaçamento entre pontas determinado pelo fabricante. As pontas devem ser direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, as pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, além do emprego de pontas com perfil de gotas variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.

Aplicação Aérea

Para pulverização aérea nas culturas de alho, banana, batata, café, cebola, cenoura, citros, eucalipto, feijão, girassol, manga, melancia, melão, seringueira e tomate, utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume de 30-50 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).

- Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
- Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação;
- Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático;
- Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.

Volume de calda: 30 a 50L de calda/ha
Tamanho de gotas: Média a Grossa
Cobertura mínima: 40 gotas/cm²
Altura de voo: 3m
Faixa de aplicação: 15 – 18m
Distribuição das pontas: 65%

Condições climáticas para pulverização

Temperatura: menor que 30°C
Umidade do ar: maior que 55%
Velocidade do vento: entre 3 e 10km/h

Recomendações gerais para evitar deriva

- Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
- Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
- O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
- O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.

Diâmetro das gotas

- A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
- A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.

Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas

- Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.

- Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.

- Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.

- O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Ventos

- A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.

Temperatura e Umidade

- Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
- Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.

Inversão térmica

- O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao por do sol e frequentemente continuam ate a manha seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS ÁREAS TRATADAS

Não entrar na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 4 horas após a aplicação). Caso necessite entrar na área antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

- O produto não é fitotóxico quando utilizado nas doses e condições recomendadas.
- O produto é considerado estável à temperatura ambiente pelo período de dois anos.
- Armazenar o produto em ambiente seco. Mantê-lo sempre em sua embalagem original.
- Manter sempre a embalagem fechada quando não estiver em uso.
- Para o manejo de resistência e um melhor controle das doenças, alternar o uso preventivo do produto com outros fungicidas químicos convencionais registrados para as culturas e alvos.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

A integração de medidas de controle é premissa básica para um bom manejo de doenças nas plantas cultivadas. O uso de diferentes medidas de controle visa desacelerar integradamente o ciclo das relações patógeno-hospedeiro. O uso de fungicidas adequados, variedades resistentes e controle do ambiente devem ser vistos como métodos de controle mutuamente úteis. Dentro deste princípio, todas as vezes que for possível devemos associar as boas práticas agrícolas como:
- Uso racional de fungicidas e aplicação no momento e doses indicados, fungicidas específicos para um determinado fungo, utilização de cultivares resistentes ou tolerantes, semeadura nas épocas menos propícias para o desenvolvimento dos fungos, eliminação de plantas hospedeiras, rotação de culturas, adubação equilibrada, etc.
- Manejo de doenças de plantas cultivadas deve ser entendido como a utilização de métodos químicos, culturais e biológicos necessários para manter as doenças abaixo do nível de dano econômico.
- Fungicidas compostos por agentes biológicos podem complementar estratégias integradas de controle de determinadas doenças, pois são considerados ferramentas com diferentes modos de ação, podendo ser utilizados em rotação com outros agrotóxicos.
- A rotação dos princípios ativos e de diferentes modos de ação é preconizada para evitar a indução de resistência dos patógenos e a perda de eficácia dos fungicidas. Seguindo-se este princípio, o produto não deve ser o único fungicida utilizado em um programa integrado de controle de doenças.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência pode-se prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações sucessivas na mesma doença.
- Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o manejo de resistência a fungicidas.
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, químico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível.