Bula Tecto SC

acessos
Thiabendazole
8396
Syngenta

Composição

Tiabendazol 485 g/L Benzimidazóis

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico
Abacate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
100 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações a partir do início da frutificação, em toda a parte aérea
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
400 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. Não especificado devido à modalidade de emprego (Tratamento Pós-Colheita). Para o controle das infecções latentes nos frutos, após a sua colheita, imergi-los em uma calda fungicida contendo Tecto SC, por um período de 1 minuto
Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Fusariose
(Fusarium subglutinans)
750 mL p.c./100L água 100 a 200 L de calda/ha - 15 dias. 30 dias. Para o controle da Gomose do abacaxi, recomenda-se o uso de Tecto SC de forma preventiva, em jato dirigido à inflorescência, iniciando-se as aplicações durante o florescimento, ou seja, a partir da fase de avermelhamento e estendendo-se até o fechamento das últim
Acelga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão basal
(Fusarium oxysporum)
0,15 a 0,29 ml/kg semente 1 ml/1000 kg sementes - Uma aplicação na forma de tratamento de sementes. Não especificado devido à modalidade de emprego. Uma aplicação na forma de tratamento de sementes
Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão basal
(Fusarium oxysporum)
2,08 a 4,08 ml/kg semente 1 ml/1000 kg sementes - Realizar uma aplicação na forma de tratamento de sementes. - Realizar uma aplicação na forma de tratamento de sementes
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum musae)
41 a 92 mL/100 L de água - - Realizar uma aplicação Não especificado devido à modalidade de emprego (Tratamento Pós-Colheita). Imergir os frutos e o engaço em uma calda fúngica contendo TECTO SC por um período de 1 minuto
Mal do Panamá
(Fusarium oxysporum f.sp. cubense)
41 a 92 mL/100 L de água - - Realizar uma aplicação. Não especificado devido à modalidade de emprego (Tratamento Pós-Colheita). Imergir os frutos e o engaço em uma calda fúngica contendo TECTO SC por um período de 1 minuto
Podridão da coroa
(Ceratocystis paradoxa)
41 a 92 mL/100 L de água - - Realizar uma aplicação. Não especificado devido à modalidade de emprego (Tratamento Pós-Colheita). Imergir os frutos e o engaço em uma calda fúngica contendo TECTO SC por um período de 1 minuto
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão basal
(Fusarium oxysporum)
2,07 a 4,13 ml/kg semente 0,5 ml/1000 kg sementes - Uma aplicação na forma de tratamento de sementes. Não especificado devido à modalidade de emprego (Tratamento de Sementes). Uma aplicação na forma de tratamento de sementes
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão basal
(Fusarium oxysporum)
2,05 a 4,1 ml/kg semente 0,5 ml/1000 kg sementes - Realizar uma aplicação Não especificado devido à modalidade de emprego (Tratamento de Sementes). Realizar uma aplicação
Chicória Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão basal
(Fusarium oxysporum)
2,5 a 4,9 ml/kg semente 1 mL/100 kg de sementes - REalizar uma palicação Não especificado devido à modalidade de emprego (Tratamento de Sementes). Realizar uma aplicação
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bolor azul
(Penicillium italicum)
1030 mL p.c./100L água - - Realizar uma aplicação. Não especificado devido à modalidade de emprego (Tratamento Pós-Colheita). Utilizar equipamento que possibilite a imersão completa dos frutos. Imergir os frutos em uma calda fúngica contendo TECTO SC por um período de 1 minuto
Bolor verde
(Penicillium digitatum)
1030 mL p.c./100L água - - Realizar uma aplicação. Não especificado devido à modalidade de emprego (Tratamento Pós-Colheita). Utilizar equipamento que possibilite a imersão completa dos frutos. Imergir os frutos em uma calda fúngica contendo TECTO SC por um período de 1 minuto
Podridão penducular
(Diaporthe citri)
1030 mL p.c./100L água - - Realizar uma aplicação. Não especificado devido à modalidade de emprego (Tratamento Pós-Colheita). Utilizar equipamento que possibilite a imersão completa dos frutos. Imergir os frutos em uma calda fúngica contendo TECTO SC por um período de 1 minuto
Côco Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de raiz
(Lasiodiplodia theobromae)
100 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - 14 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas
Ervilha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum pisi)
100 mL p.c./100L água 100 a 200 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. niciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas
Espinafre Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão basal
(Fusarium oxysporum)
0,25 a 0,49 ml/kg semente 1 ml/1000 kg sementes - Uma aplicação na forma de tratamento de sementes. Não especificado devido à modalidade de emprego (Tratamento de Sementes). Uma aplicação na forma de tratamento de sementes
Feijão vagem Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
200 mL p.c./100L água 200 a 800 L de calda/ha - 15 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
100 a 200 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - 4 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da formação dos frutos
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
100 a 400 mL p.c./100L água 200 a 400 L/ha - Realizar uma aplicação. Não especificado devido à modalidade de emprego (Tratamento Pós-Colheita). Para o controle das infecções latentes nos frutos, após a sua colheita, imergi-los em uma calda fungicida contendo Tecto SC, por um período de 1 minuto
Mancha de alternaria
(Alternaria alternata)
400 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não especificado devido à modalidade de emprego (Tratamento Pós-Colheita). Para o controle das infecções latentes nos frutos, após a sua colheita, imergi-los em uma calda fungicida contendo Tecto SC, por um período de 1 minuto
Murcha de fusarium
(Fusarium spp.)
400 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não especificado devido à modalidade de emprego (Tratamento Pós-Colheita). Para o controle das infecções latentes nos frutos, após a sua colheita, imergi-los em uma calda fungicida contendo Tecto SC, por um período de 1 minuto
Podridão de raiz
(Lasiodiplodia theobromae)
400 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não especificado devido à modalidade de emprego (Tratamento Pós-Colheita). Para o controle das infecções latentes nos frutos, após a sua colheita, imergi-los em uma calda fungicida contendo Tecto SC, por um período de 1 minuto
Varíola
(Asperisporium caricae)
100 a 200 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da formação dos frutos
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
100 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. 14 dias. Deve-se iniciar as aplicações logo após o intumescimento das gemas florais ou antes da abertura das flores
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
400 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não especificado devido à modalidade de emprego (Tratamento Pós-Colheita). Para o controle das infecções latentes nos frutos, após a sua colheita, imergi-los em uma calda fungicida contendo Tecto SC, por um período de 1 minuto
Oídio
(Oidium mangiferae)
200 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. 14 dias. Deve-se iniciar as aplicações logo após o intumescimento das gemas florais ou antes da abertura das flores
Maracujá Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
100 mL p.c./100L água 200 a 800 L de calda/ha - 15 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
0,52 mL p.c./100L água 4,9 ml/1000 kg sementes - Uma aplicação. Não especificado devido à modalidade de emprego (Tratamento de Sementes). Uma aplicação na forma de tratamento de sementes
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
400 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - Uma a´licação. Não especificado devido à modalidade de emprego (Tratamento Pós-Colheita). Para o controle das infecções latentes nos frutos, após a sua colheita, imergi-los em uma calda fungicida contendo Tecto SC, por um período de 1 minuto
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
200 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - 15 dias. 14 dias Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
0,52 ml/kg semente 4,9 ml/1000 kg sementes - Realizar uma aplicação. Não especificado devido à modalidade de emprego (Tratamento de Sementes). Realizar uma aplicação na forma de tratamento de sementes
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações a partir do início da formação dos frutos
Rúcula Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão basal
(Fusarium oxysporum)
0,69 a 1,36 ml/kg semente 1 ml/1000 kg sementes - Realizar uma aplicação. Não especificado devido à modalidade de emprego (Tratamento de Sementes). Realizar uma aplicaçõa na forma de tratamento de sementes
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão basal
(Fusarium oxysporum)
1,03 a 4,13 ml/kg semente 1,3 ml/1000 kg sementes - Realizar uma aplicação na forma de tratamento de sementes. Não especificado devido à modalidade de emprego (Tratamento de Sementes). Realizar uma aplicação na forma de tratamento de sementes

Frascos plásticos de 250 ml, 1 e 5 L.

INSTRUÇÕES DE USO: Fungicida sistêmico para tratamento de sementes de soja e girassol; de frutos de abacate, banana, citros, mamão, manga e melão em pós-colheita e da parte aérea de abacate, abacaxi, coqueiro, ervilha, feijão-vagem, mamão, manga, maracujá, melão e pimentão.

FORMA DE APLICAÇÃO, ÉPOCA E NÚMERO DE APLICAÇÕES: Para pulverizações da parte aérea, Tecto SC deve ser aplicado utilizando-se equipamentos terrestres ou costais.

Antes da pulverização, assegure-se de que o pulverizador esteja em boas condições e calibrado corretamente.

Utilizar bicos do tipo cônico, empregando uma quantidade de água suficiente para assegurar uma boa cobertura de pulverização. É recomendado o seguinte o volume de calda/ha:

CULTURA, VOLUME DE CALDA (l/ha): Abacate: 500-1000; Abacaxi: 100-200; Coqueiro: 200-400; Ervilha: 100-200; Feijão-vagem: 200-800; Mamão: 200-400; Manga: 500-1000; Maracujá: 200-800; Melão: 200-400; Pimentão: 200-400.

O volume de calda deverá ser ajustado em função do tamanho das plantas, de acordo com o estágio de desenvolvimento.

Evitar sempre o desperdício por escorrimento, não deixando atingir este ponto.

Evitar a utilização de pressão acima de 100 psi para diminuir a formação de gotas muito pequenas (menores que 150 micras) que serão perdidas pela corrente de ar para fora do alvo e por evaporação.

Observações locais deverão ser efetuadas visando evitar a deriva e evaporação do produto.

Para preparar a calda, despejar o produto sobre a água, agitando até a formação de uma calda homogênea, mantendo-a sob constante agitação e utilizando-a no mesmo dia da preparação.

ABACATE: 100 ml/100 litros: Para o controle das infecções de antracnose que ocorrem no campo, iniciar as aplicações de Tecto SC a partir do início da frutificação em toda a parte aérea; reaplicar a cada 15 dias.

ABACATE (PÓS-COLHEITA): 400 ml/100 litros:'
ABACAXI: Para o controle da Gomose do abacaxi, recomenda-se o uso de Tecto SC de forma preventiva, em jato dirigido a inflorescência, iniciando-se as aplicações durante o florescimento, ou seja, a partir da fase de avermelhamento e estendendo-se até o fechamento das últimas flores, mediante aplicações quinzenais, totalizando-se até 4 aplicações.

BANANA: Tratar os frutos e o engaço logo após a colheita, por imersão ou pulverização. Imersão: utilizar equipamento que possibilite a imersão completa dos frutos e do engaço. Pulverização: Usar pulverizador costal manual, ou bicos adaptados ao "packing house".

OBS.: Antes da imersão dos frutos e engaço na calda com o fungicida, fazer uma pré-lavagem em outro tanque com solução de Sulfato de Alumínio 0,5% em água, para coagulação do látex.

CITROS: Tratar os frutos logo após a colheita, por imersão ou pulverização. Imersão: utilizar equipamento que possibilite a imersão completa dos frutos. Pulverização: Usar pulverizador costa' manual, ou bicos adaptados ao "packing house".

COQUEIRO: Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas; reaplicar a cada 14 dias.

ERVILHA: Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas; reaplicar a cada 10 dias.

FEIJÃO-VAGEM: Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas; reaplicar a cada 10-15 dias.

MAMÃO: 100-200 ml/100 litros: Iniciar as aplicações no início da formação dos frutos; reaplicar a cada 7-10 dias. Utilizar a maior dose sob maior pressão de doença.

MAMÃO (PÓS-COLHEITA): 400 ml/100 litros: Para o controle das infecções latentes nos frutos, após a sua colheita, imergi-Ios em uma calda fungicida contendo Tecto SC, por um período de 1 minuto.

MANGA: Para o controle do oídio (200 ml/100 litros) e da antracnose (100 ml/100 litros), deve-se iniciar as aplicações logo após o intumescimento das gemas florais, ou antes, da abertura das flores, reaplicando-se a cada 15 dias, prosseguindo-se até que os frutinhos estejam formados. Utilizar a maior dose durante as primeiras aplicações, visando o controle do oídio e, em seguida, continuar com a menor dose visando-se o controle da antracnose.

MANGA (PÓS-COLHEITA): 400 ml/100 litros: Para o controle das infecções latentes nos frutos, após a sua colheita, imergi-los em uma calda fungicida contendo Tecto SC, por um período de 1 minuto.

MARACUJÁ: Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando-se a cada 15 dias, caso as condições climáticas estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença.

MELÃO: Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando-se a cada 15 dias, caso as condições climáticas estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença.

MELÃO (PÓS-COLHEITA): Para o controle das infecções latentes nos frutos, após a sua colheita, imergi-Ios em uma calda fungicida contendo Tecto SC, por um período de 1 minuto.

PIMENTÃO: Iniciar as aplicações a partir do início da formação dos frutos; reaplicar a cada 7 dias, caso as condições climáticas estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença.

SOJA E GIRASSOL: Tratar as sementes antes do plantio, imediatamente antes do inoculante (soja), através do uso de tambores rotativos ou equipamentos específicos para tal fim. Assegurar-se de que a distribuição do produto nas sementes seja uniforme.

FITOTOXICIDADE: O produto, nas modalidades de uso indicadas e nas culturas e doses recomendadas não apresentou problemas de fitotoxicidade em nenhum dos testes realizados.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Abacate: 14 dias (2); Abacaxi: 30 dias; Banana: (2); Citros: (2); Coco: 14 dias; Ervilha: 14 dias; Feijão-vajem: 14 dias; Girassol: (1); Manga: 14 dias (2); Mamão: 14 dias (2); Maracujá: 14 dias; Melão: 14 dias (2); Pimentão: 14 dias; Soja: (1);

(1) Intervalo de Segurança não determinado por referir-se a tratamento de semente;
(2) Intervalo de Segurança não determinado devido à modalidade de emprego no tratamento Pós-Colheita.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: 1 dia.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Lave as mãos e face antes de comer, beber ou fumar. Em caso de indisposição pare o trabalho imediatamente, siga as instruções de primeiros socorros e procure por auxílio médico. Mantenha o produto afastado de crianças, pessoas não autorizadas e animais. Não utilize equipamentos com vazamentos. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Evite qualquer contato do produto com a pele, olhos e roupas. Caso isso ocorra lave com água em abundância as partes atingidas. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente por 15 minutos com bastante água limpa. Evite a inalação ou aspiração do produto. Caso isso ocorra procure local arejado. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente com bastante água limpa por 10 minutos. Use o equipamento de proteção individual (EPI): macacão com mangas compridas, avental impermeável, viseira facial, luvas impermeáveis e botas. Ao abrir a embalagem faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Use o equipamento de proteção individual (EPI): macacão com mangas compridas, chapéu de abas largas, viseira facial, luvas impermeáveis e botas. Não aplique o produto contra o vento. Evite que a calda a ser pulverizada atinja outras culturas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. No final do trabalho, tome banho, troque e lave as roupas utilizadas na aplicação do produto separadamente das outras roupas da família. Lavar os equipamentos de proteção individual (EPI) após cada uso.

PRIMEIROS SOCORROS: Remover a pessoa com suspeita de intoxicação para local arejado, e proteger do resfriamento. Em caso de contato com a pele, remover imediatamente a roupa contaminada, lavar as partes atingidas imediatamente com água e sabão e procurar um médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Em caso de contato com os olhos, lavá-Ios imediatamente com água corrente em abundância por pelo menos 15 minutos e procurar um médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Em caso de ingestão, provocar vômito e procurar imediatamente auxílio médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Se houver inalação ou aspiração do produto, remover imediatamente a pessoa para local arejado e chamar o médico.

NOTA: Nunca dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente, e nunca induza o vômito.

EFEITOS COLATERAIS: Por não ser o produto de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO (INFORMAÇÕES PARA USO MÉDICO): Não há antídoto específico. Tratamento sintomático em função do quadro clínico. Medidas terapêuticas imediatas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e intensificar sua eliminação.

TELEFONE PARA CASOS DE EMERGÊNCIA: Plantão Syngenta 24 horas: Tel: 0800-262500 ou 0800-160210.

CENTROS DE INFORMAÇÕES TOXICOLÓGICAS: São Paulo: (0xx11) 5011-5111. Campinas: (0xx19) 3788-7573. Paraná: 0800-410148. Rio Grande do Sul: 0800-780200.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO: Após a administração oral de doses de 1 g para o homem, thiabendazole foi rapidamente absorvido e quase completamente metabolizado para a forma de 5-hidróxido, que aparece em grande quantidade na urina, como glucuronide ou sulfatos conjugados.

Ensaios radiométricos e fluorimétricos revelarem picos de níveis no plasma 1-2 horas após a ingestão oral de doses de 1,0 g de thiabendazole com carbono marcado. Daí para frente, os níveis do plasma declinaram para quase zero, em 24-48 horas. O pronto aparecimento da droga e de seus metabólitos no plasma foi acompanhado pela rápida excreção de grandes quantidades de radioatividade na urina. Mais de 40% da droga e de seus metabólitos foram excretados nas primeiras 4 horas, e aproximadamente 80%, nas primeiras 24 horas. Quase 50% do material marcado na urina, era de compostos que poderiam ser medidos por procedimentos normais. Menos de 1% da dose foi excretada como thiabendazole na forma original, ou como 5-hidroxithiabendazole não conjugado. A maior parte da dose foi detectada na urina como glucuronide (25%) e éster sulfato de 5-hidroxithiabendazole (13%). A excreção da creatinina urinária indicou que as coletas feitas foram satisfatórias. Quatro a 9% da dose administrada, foi excretada nas fezes, durante os 5 dias de coleta do material.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: Dados agudos da formulação: Toxicidade aguda oral (ratos): DL50 > 3.000 mg/kg. Sintomas de intoxicação: pêlos levantados e apatia. Toxicidade aguda dérmica (ratos): DL50 > 4.000 mg/kg. Não houve sinais de intoxicação. Toxicidade inalatória aguda: DL50 > 14,44 mg/l. Não houve sinais de intoxicação. Irritação a olhos (coelhos): Irritação reversível em 72 horas. Irritação a pele (coelhos): Não irritante Sensibilidade dérmica (cobaias): Não sensibilizante

DADOS CRÔNICOS: Thiabendazole não produziu aumento de incidência de tumores em camundongos alimentados com doses tão altas como 200 mg/kg/dia em machos e 600 mg/kg/dia em fêmeas. Num estudo humano envolvendo 100 voluntários, o Thiabendazole foi avaliado na dose de 250 mg de i.a./dia por 24 semanas. Foram conduzidos exames físicos e exames laboratoriais de hematologia, colesterol, glicose, uréia, fosfatase alcalina, turbidimetria do timol, bilirubina no soro e análises da urina. Como o Thiabendazole mostrou uma possível influência na tireóide do rato, parâmetros ligados a esse efeito foram cuidadosamente avaliados. Não foi observado nenhum efeito de nenhum dos parâmetros examinados na dose de 250 mg/dia. O nível sem efeito observado foi, portanto de 4 mg/kg de peso corpóreo/dia.

PRECAUÇOES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Muito Perigoso Ao Meio Ambiente (Classe II). Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos. Evite a contaminação ambiental -Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência, com os dizeres: CUIDADO VENENO. Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns maiores, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA: Tel: 0800-262500 ou 0800-160210. Utilize o equipamento de proteção individual -EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: Absorver o produto com serragem ou areia, recolher o material com auxílio de uma pá e colocar em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, contate a empresa ou, o distribuidor ou qualquer representante da empresa na região. O produto deverá ser desativado conforme orientações de destinação de resíduos e embalagens. Lave o local com grande quantidade de água.

Solo: retire as camadas de terra contaminada, até atingir o solo não contaminado e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contacte o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINAÇÃO ADEQUADA DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: As embalagens rígidas devem ser enxaguadas três vezes (trípice lavagem) e a calda resultante acrescentada à preparação para ser pulverizada. Não reutilize embalagens. As embalagens devem ser perfuradas, de maneira a torná-las inadequadas para outros usos (Obs.: exceto em caso de existência do recolhimento das mesmas pela empresa).

Observe as legislações Estadual e Municipal específicas. Fica proibido enterrar embalagens. Consulte o 6rgão Estadual de Meio Ambiente. Para desativação de restos de produto contate a empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA. e o órgão Estadual de Meio Ambiente. A decomposição do produto ocorre por alcalinidade. O produto decomposto é então enviado para ser incinerado em fornos destinados para este tipo de operação e aprovados pelo órgão estadual responsável, equipados com câmaras de lavagem de gases eflueaes.

Incluir outros métodos de controle de doenças dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC-BR), recomenda as seguintes estratégias de manejo visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
- Sempre consultar um Profissional legalmente habilitado para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência à Fungicidas - Brasil) constantes no site: www.frac-brasil.org.br do grupo de trabalho dos "Inibidores da Biossíntese do Ergosterol" (que engloba os triazóis, grupo químico do Ciproconazol).

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.