Bula Thiobel 500

acessos
Cartap
1398696
Sumitomo

Composição

Cloridrato de cartape 500 g/kg Bis(tiocarbamato)

Classificação

Fungicida, Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó solúvel (SP)
Contato, Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do algodoeiro
(Eutinobothrus brasiliensis)
1 a 1,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 14 dias. No algodão, iniciar os tratamentos quando se atingir o nível de dano econômico e não ultrapassar de duas aplicações seguidas
Curuquerê
(Alabama argillacea)
1 a 1,5 kg p.c./ha 300 a 400 L p.c./ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 14 dias. No algodão, iniciar os tratamentos quando se atingir o nível de dano econômico e não ultrapassar de duas aplicações seguidas
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
1 a 1,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 14 dias. No algodão, iniciar os tratamentos quando se atingir o nível de dano econômico e não ultrapassar de duas aplicações seguidas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
250 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Os tratamentos dever ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento
Minador de folhas
(Liriomyza sativae)
250 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Os tratamentos dever ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
250 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Os tratamentos dever ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
0,8 a 1 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 14 dias. Os tratamentos dever ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento. Utilizar espalhante adesivo
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
120 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Os tratamentos dever ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
120 g p.c./100 L de água 1000 a 1500 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. Uso não alimentar. Os tratamentos dever ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
1,5 kg p.c./ha 500 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 14 dias. Os tratamentos dever ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
175 g p.c./100 L de água 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 14 dias. Os tratamentos dever ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do girassol
(Chlosyne lacinia saundersii)
1 a 1,5 kg p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 14 dias. Os tratamentos dever ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento
Maracujá Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do maracujazeiro
(Dione juno juno)
120 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Os tratamentos dever ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Minador de folhas
(Liriomyza sativae)
1 a 1,5 kg p.c./ha 400 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Os tratamentos dever ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
1 a 1,5 kg p.c./ha 400 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Os tratamentos dever ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
200 a 250 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Os tratamentos dever ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
150 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Os tratamentos dever ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
200 a 250 g p.c./100 L de água 800 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Os tratamentos dever ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
250 g p.c./100 L de água 600 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Os tratamentos dever ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
250 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Os tratamentos dever ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
250 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Os tratamentos dever ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
250 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Os tratamentos dever ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia adultera)
1 a 1,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 14 dias. Os tratamentos dever ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento

Saco plástico de polietileno:
1 kg.

Saco aluminizados:
1 kg.

Saco de papel, plástica ou metálica ou cartucho de papelão:
0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 1; 1,5; 2; 2,5; 3; 4. 5; 8; 10; 15; 20 e 25 kg.

Caixa ou frasco plástica ou metálica ou cartucho de papelão:
0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 1,5; 2; 2,5; 3; 4; 5; 8; 10; 15; 20 e 25

Tambor metálico (com revestimento anti-corrosivo)ou plástico:
25; 50; 100; 110; 150; 200; 250; 300; 500 e 1.000 kg.

Tambor de fibra:
25; 50; 110; 150; 200; 300; 500; 1.000 kg.

Contêiner metálico ou em estrutura de maderite naval com bolha de polietileno:
100; 200; 500; 1.000; 1.100; 1.200; 1.300; 1.500 e 20.000 kg.

Big-Bag em tecido com proteção impermeável:
100; 200; 250; 500; 1.000; 1.500; 2.000; 5.000; 10.000; 15.000; 20.000 e 25.000 kg.

EQUIPAMENTO / MODO DE APLICAÇÃO: VIA TERRESTRE: Utilizar pulverizadores tratorizados de barra, dotados de bicos cônicos D2 e D3, ou equipamentos com pressão de 100 lb/pol2. Usando-se outros tipos de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme da parte aérea da planta.

VIA AÉREA: Uso de barra ou atomizador rotativo Micronair Au 9000. Volume de aplicação: 20 - 30 l/ha Altura de vôo com barra: 2 - 3 m Com micronair: 3 - 4 m. Largura da faixa de deposição efetiva: 15 m Tamanho/densidade de gotas: 100 - 200 micra com mínimo de 40 gotas/cm2.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: o diâmetros de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação (l/ha), para proporcionar uma adequada densidade de gotas, obedecendo os ventos de até 8 km/h, temperatura inferior a 27oC e umidade relativa acima de 70%, visando reduzir ao mínimo perdas por deriva ou evaporação. No caso de barra, usar bicos cônicos, pontas D6 e D12 (core) inferior a 45º usando Micronair, o número de atomizadores deve ser de quantro, onde o ajuste do regulador de vazão (VRU), pressão e ângulo da pá, seguir a tabela sugerida pela fabricante. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Obs.: seguir essas condições de aplicação, caso contrário consultar um engenheiro Agrônomo.

INÍCIO/NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Os tratamentos devem ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento de pragas, pulverizando-se plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se em intervalos de sete dias, dependendo do grau de infestação e das condições da planta. No caso de algodão, iniciar os tratamentos quando atingir o nível de dano econômico e não ultrapassar de duas aplicações seguidas. No caso do café, na aplicação usar espalhante adesivo. No controle da doença "ferrugem" do feijoeiro, efetuar as aplicações com intervalos de sete dias.

LIMITAÇÃO DE USO / INTERVALO DE SEGURANÇA:

PERÍODO DE CARÊNCIA (dias): Pepino, melão e melancia: 3 dias. Para as demais culturas indicadas, suspender as aplicações 14 dias antes da colheita.

FITOTOXICIDADE: Para a cultura do algodão, não efetuar mais do que duas aplicações seguidas.

OUTRAS RESTRIÇÕES: Não misturar com produtos altamente alcalinos (calda sulfocálcica, calda bordaleza) e cúpricos (oxicloreto de cobre).

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS: Mantenha afastados das áreas de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas até o completo secamento do produto sobre as plantas pulverizadas.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamentos com vazamentos. Não desentupa bicos, orifícios, válvulas, tubulações com a boca. Não distribua o produto da própria embalagem com as mãos desprotegidas.

MANUSEIO DO PRODUTO: Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use máscaras cobrindo o nariz e a boca. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha: Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação. Não aplique o produto contra o vento. O produto produz neblina; use máscara cobrindo o nariz e a boca.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Provoque vômito e procure logo o médico. Olhos: Lave-os com água em abundância e procure logo o médico. Pele: Lave com água e sabão em abundância e, se houver irritação procure o médico. Inalação: Procure lugar arejado. Obs.: Ao procurar o médico leve a embalagem, o rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA: Esvaziamento estomacal, e utilização de carvão ativado. Para irritação cutâneo-mucosa, tratamento sintomático. No caso de risco de colapso, oxigenoterapia e vaso constritores por via parenteral.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Nos estudos realizados, observou-se que aproximadamente 48 horas após a administração oral, os animais excretaram pelo trato urinário cerca de 83% da dose.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: Dose letais da formulação: DL50 oral para ratos (machos): 380 mg/kg. DL50 oral para ratos (fêmeas): 390 mg/kg. DL50 dérmica para coelhos: > 819 mg/kg, Nos estudos crônicos realizados em animais de laboratórios, não se observaram efeitos adversos.

EFEITOS COLATERAIS: Não são conhecidos os efeitos colaterais.

SINTOMAS DE ALARME: Os ditiocarbamatos são irritantes das mucosas, causando faringite, rinite, laringite, traqueobronquite e conjuntivite. Em contato prolongado com a pele, pode causar dermatite. Em caso de ingestão, causa irritação da mucosa gástrica, com ardor epigástrico, náuseas e vômito.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é MUITO PERIGOSO ao meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos. Evite contaminação ambiental - Preserve a natureza. Não utilize equipamentos com vazamentos. Aplique somente as doses recomendadas. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância mínima de 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público; e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos animais e culturas suscetíveis a danos. Observe as disposições constantes na Legislação Estadual e Municipal concernentes ás atividades aeroagrícolas. Não lave as embalagens ou o equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e os restos do produto - siga as instruções da bula. Em caso de acidente, siga corretamente as instruções constante na bula.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO: Mantenha o produto em sua embalagem original. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e Ter piso impermeável. Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis, para envolver adequadamente as embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns maiores, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Contate as autoridades locais competentes e a Empresa. Utilize o EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Isole e sinalize a área contaminada. Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou cursos de água naturais, e siga as instruções: Piso pavimentado: Absorver o produto derramado com terra ou serragem. Recolher o material com auxílio de uma pá e colocar em tambores ou recipientes devidamente lacrados e identificados. Remover para área de descarte de lixo químico. Lave o local com grande quantidade de água. Solo: Retirar as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado e adotar os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada. Corpos d'água: Interromper imediatamente o consumo humano e animal e contactar o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINAÇÃO ADEQUADA DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: As embalagens deverão ser enxaguadas três vezes e a calda e a calda resultante acrescentada á preparação para ser pulverizada (tríplice lavagem). Nos locais onde estiver operando o PROGRAMA NACIONAL DE RECOLHIMENTO E DESTINAÇÃO ADEQUADA DE EMBALAGENS deverão ser observadas suas diretrizes. Consulte seu agrônomo. As embalagens, após enxaguadas, devem ser destruídas e enterradas em fosso para lixo tóxico. O local para construção do fosso deve ser distante de casas, de instalações ou de qualquer fonte de água, fora do transito de pessoas ou animais, porém de fácil acesso e onde não se preveja o aproveitamento agrícola, mesmo a longo prazo. O local não deve ser sujeito a inundações ou acumulo de água. O solo deve ser profundo e de permeabilidade média para permitir uma percolação lenta e degradação biológica do agrotóxico. Abrir um fosso de 1 a 2 metros de profundidade, comprimento e largura, não devendo exceder a 3 metros, de acordo com as necessidades. Ao redor do fosso cavar uma valeta, com escoadouro, para impedir a penetração de enxurradas. Reservar uma área suficiente para instalação de mais fossos, de acordo com a necessidade. Isolar a área com cerca de tela, para impedir a entrada de animais e dificultar a entrada de pessoas. Colocar uma placa de advertência (CAVEIRA) com os dizeres: CUIDADO LIXO TÓXICO. Antes de iniciar o uso do fosso e, após cada 15 cm de material descartado, intercalar com camada de cal virgem, calcário ou carvão para promover a neutralização. Cobrir com lona ou plástico o fosso, enquanto não estiver completo. Completada a capacidade do fosso, cobrir com camada de 50 cm de terra e compactar bem. Uma camada adicional de 30 cm de terra deve ser colocada sobre o aterro, para que este fique acima do nível do terreno. Observar a legislação estadual e municipal específica. Fica proibido o enterrio de embalagens em áreas de abrangência do PROGRAMA NACIONAL DE RECOLHIMENTO E DESTINAÇÃO ADEQUADA DE EMBALAGENS DE AGROTÓXICOS, consulte o órgão estadual de meio ambiente.

Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência.

- Qualquer produto para controle de insetos da mesma classe ou mesmo modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o Manejo de Resistência.
- Incluir outros métodos de controle de doenças ( Ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponíveis e apropriados.

Compatibilidade

Incompatível com produtos alcalinos.