Análise de Mercado
Arquivo · página 298
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MilhoAgrolink · Foi vista uma oferta de milho paraguaio em Cascavel, no Paraná, a US$ 275 CPT, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Compradores no mercado FAS mais retraídos durante o dia, acompanhando os movimentos da CBOT e a ausência de referência no mercado FOB UPRVR, tivemos um dia bastante calmo no início da semana, com poucos interesses comerciais”, comenta.
MilhoAgrolink · Os preços do milho continuam estáveis no estado do Rio Grande do Sul, com compradores abastecidos, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Mercado de milho segue totalmente andando de lado, com indicações de comprador bem distantes das ofertas. Comprador voltou a oferecer R$ 90,00 CIF Santo Ângelo, R$ 87,00 Chapecó, R$ 89,00 Marau e R$ 90,00 CIF Arroio do Meio e vendedor posiciona ofertas que partem de R$ 92,00 interior. Devido as baixas nos prêmios em todos os portos, exportação nem sequer sondou o mercado hoje”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago a soja reverteu as quedas e fechou em leve alta, puxada pelo petróleo e óleos vegetais, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para maio22, mês de referência para a comercialização da soja brasileira, em grão fechou em alta de 0,10% ou 1,75 cents/bushel a $ 1705,25. A cotação de maio23, que já está sendo negociada no Brasil, fechou em alta de 0,49%, ou $ 7,25 cents/bushel a $ 1489,75. O contrato de farelo de soja fechou em nova queda de 1,55% ou 7,0/ton curta a $ 445,0 e o contrato de óleo de soja fechou em forte alta de 2,85% ou $ 2,36/libra-peso a $ 85,10”, comenta.
SojaAgrolink · A alta do dólar e da Bolsa de Chicago acabou elevando o preço da soja nesse início de semana, com os valores do Rio Grande do Sul chegando a R$ 200,00, com mais 30 mil toneladas foram negociadas, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O preço do interior passa por um dia de evoluções consideravelmente mais expressivas do que o porto com todas as posições subindo acima de 2% e alcançando Paranaguá. Ijuí e Cruz Alta marcaram as altas mais expressivas, subindo em 2,56%, valor equivalente a R$ 5,00/saca, Passo Fundo Marcou melhora de R$ 4,00/saca, mas todas estas posições alcançaram o preço de R$ 200,00 pela saca, Santa Rosa por sua vez subiu também R$ 4,00/saca, mas como estava um pouco atrás seu preço máximo foi de R$ 198,00”, comenta.
TrigoAgrolink · Agentes brasileiros estão atentos ao início da semeadura no País e, principalmente, a sinais de que a área com o cereal na Argentina pode ter ligeira redução. Segundo colaboradores do Cepea, a possibilidade de o país vizinho – que é o maior fornecedor de trigo ao Brasil – ter menor produção somada à continuidade do conflito entre Rússia e Ucrânia, importantes players mundiais, vêm deixando agentes brasileiros em alerta.
MilhoAgrolink · O milho voltou a fechar em alta, pelo 8º dia consecutivo, mas ainda não voltou aos R$ 100/saca, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os preços do milho voltaram a subir, nesta segunda-feira, continuando a recuperar parte do terreno pedido nos últimos 45 dias, como mostra nosso gráfico ao lado. A possibilidade de a exportação voltar a ser competitiva, com as altas de 0,85% da CBOT e de 1,46% do dólar, está fazendo os compradores internos se posicionarem”, comenta.
Agrolink · Os prêmios do milho argentino recuaram, mas, a cotações da Bolsa de Chicago (CBOT) subiram, puxando os preços FOB, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Os preços FOB UpRiver, do trigo argentino começam a semana em alta, puxados pelas altas das cotações de Chicago (+0,85% para maio), apesar da queda dos prêmios. Para navios Handysize os preços do dia subiram US$ 5/t para US$ 315 para maio; US$ 3/t para US$ 314 para junho; subiram também US$ 3/t para US$ 314, para julho; subiram US$ 2/t para US$ 303 para agosto e US$ 2/t para US$ 303 para setembro”, comenta.
MilhoAgrolink · No mercado de milho do Rio Grande do Sul, os preços começam a semana estáveis, com compradores abastecidos, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Mercado de milho segue totalmente andando de lado, com indicações de comprador bem distantes das ofertas. Comprador voltou a oferecer R$ 90,00 CIF Santo Ângelo, R$ 87,00 Chapecó, R$ 89,00 Marau e R$ 90,00 CIF Arroio do Meio e vendedor posiciona ofertas que partem de R$ 92,00 interior. Devido as baixas nos prêmios em todos os portos, exportação nem sequer sondou o mercado hoje”, comenta.
SojaAgrolink · O contrato de soja para maio22, mês de referência para a comercialização da soja brasileira, em grão fechou em queda de 0,95% ou 16,25 cents/bushel a $ 1699,75, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A cotação de maio23, que já está sendo negociada no Brasil, fechou em queda de 0,67%, ou $ 10,0 cents/bushel a $ 1481,25. O contrato de farelo de soja fechou em queda de 1,46% ou 6,7/ton curta a $ 458,7 e o contrato de óleo de soja fechou em queda de 0,90% ou $ 0,75/libra-peso a $ 82,51”, comenta.
SojaAgrolink · O câmbio melhorou nos últimos dias, o que fez com que o preço da soja atingisse R$ 200/saca no porto do Rio Grande do Sul e 10 mil toneladas foram negociadas, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os preços do interior passam por um dia totalmente parado, a colheita segue muito forte e a situação das fábricas ainda não mudou, seguem abastecidas, logo com o aumento da oferta, mas em aumento de demanda os preços caem e portanto, mesmo em um dia em que o dólar sobe bem os preços sobem de forma mínima ou fazem manutenção”, comenta.
TrigoCEEMA/UNIJUI · As cotações do trigo, em Chicago, após ultrapassarem os US$ 11,00/bushel durante a semana, não se sustentaram e fecharam a quinta-feira (21) em US$ 10,68/bushel, contra US$ 10,96 uma semana antes. Mas o mercado continua com viés altista. Isso porque, além da continuidade da guerra entre Rússia e Ucrânia, nos EUA o clima continua ruim para o cereal, com o plantio do trigo de primavera atingindo apenas 8% da área esperada, contra a média histórica de 9% e um total de 18% semeado em igual momento do ano passado. Já o trigo de inverno apresenta apenas 30% das lavouras em boas condições, contra 53% um ano atrás. Este patamar de 30% é o pior desde 1996.
CEEMA/UNIJUI · As cotações do milho, em Chicago, para o primeiro mês cotado, romperam o teto dos US$ 8,00/bushel nesta semana, porém, cederam um pouco na quinta-feira (21), quando o fechamento ficou em US$ 7,99/bushel, contra US$ 7,90 uma semana antes. O mercado chegou a atingir US$ 8,15 no dia 20/04, nível de preço que não era visto desde 2012.
SojaCEEMA/UNIJUI · As cotações da soja, em Chicago, trabalharam nesta semana, para o primeiro mês cotado, acima dos US$ 17,00/bushel durante todos os dias úteis. O fechamento da quinta-feira (21) ficou em US$ 17,48, contra US$ 16,82/bushel uma semana antes. Além dos fatores já conhecidos, o mercado trabalhou com a preocupação do clima nos EUA, o qual apresenta situação de seca em muitas regiões produtoras, o que dificultaria o início do plantio da nova safra de soja naquele país. Tanto é verdade que até o dia 17/04 o mesmo atingia a 1% da área esperada, contra 2% na média histórica e também na expectativa do mercado. No ano passado, nesta época, o plantio chegava a 3% da área.
MandiocaAgrolink · Com a oferta abaixo da demanda industrial, os valores da raiz registraram novas altas, de acordo com dados do Cepea. O preço médio nominal a prazo da tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 830,75 (R$ 1,4448 por grama de amido) na semana passada, elevação de 1,4% frente ao período anterior.
MilhoAgrolink · As cotações do cereal estavam em forte queda nas principais regiões brasileiras desde o início de abril; no entanto, já houve pequena reação em algumas regiões, especialmente as consumidoras. Entre 14 e 22 de abril, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (base Campinas-SP) avançou 0,72%, a R$ 87,93/saca de 60 kg nessa sexta-feira, 22.
SojaAgrolink · A firme demanda mundial por óleo de soja tem elevado os preços domésticos do grão. Entre 14 e 22 de abril, os Indicadores ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá (PR) e CEPEA/ESALQ – Paraná avançaram 3,16% e 3,39%, com respectivos fechamentos de R$ 192,57 e de R$ 186,62/saca de 60 kg na sexta-feira, 22.
MilhoAgrolink · O milho voltou a fechar em alta, pelo 7º dia consecutivo na Bolsa de Chicago, enquanto o preço na semana subiu de R$3-5/saca, segundo informações divulgadas pela TF Agroecinômica. “Os preços do milho voltaram a subir, nesta sexta-feira, para recuperar parte do terreno pedido nos últimos 45 dias. Os preços tinham caído excessivamente e estão, aos poucos, retornando ao seu ponto de equilíbrio, mais próximos dos R$ 100,00/saca, embora não tenham força, pelo menos neste momento para subir muito mais que isto”, comenta.
MilhoAgrolink · Os preços FOB UpRiver, do trigo argentino voltaram a recuar, nesta sexta-feira, puxados pelas quedas das cotações de Chicago (-0,94% para maio), apesar da boa alta dos prêmios. As informações foram divulgadas pela TF Agroeconômica.
MilhoAgrolink · Os preços do milho no estado do Rio Grande do Sul voltaram a subir R$ 1,00 que tinham perdido no dia anterior, segundo a TF Agroeconômica. “Mercado de milho segue totalmente andando de lado, com indicações de comprador bem distantes das ofertas. Comprador voltou a oferecer R$ 90,00 CIF Santo Ângelo, R$ 87,00 Chapecó, R$ 89,00 Marau e R$ 90,00 CIF Arroio do Meio e vendedor posiciona ofertas que partem de R$ 92,00 interior”, comenta.
MilhoAgrolink · As exportações brasileiras de milho nas duas primeiras semanas de abril foram 224,13% maiores que todo o mês de abril de 2021, de acordo com informações da TF Agroeconômica. Nesse contexto, os preços do cereal devem subir, puxados justamente por essas vendas externas. “Se o volume das exportações continuar a subir no Brasil, poderá ser um fator de alta para os preços, porque as Tradings disputarão o cereal com as indústrias consumidoras locais, mantendo-os elevados”, comenta.

