Análise de Mercado
Arquivo · página 297
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MilhoCEEMA/UNIJUI · A cotação do milho, para o primeiro mês, voltou a superar os US$ 8,00/bushel nesta semana, tendo o fechamento desta quinta-feira (28) ficado em US$ 8,16, contra US$ 7,99/bushel uma semana antes. O mercado está muito atento ao comportamento do clima nos EUA, neste momento de plantio da nova safra. O tempo seco vem atrasando igualmente o plantio, tendo o mesmo atingido apenas a 7% da área esperada até o dia 24/04, contra 16% um ano atrás nesta época, e 15% na média histórica para o período. Sendo que, da área plantada, 2% emergiu, contra 3% na média histórica para a época.
SojaCEEMA/UNIJUI · O plantio da soja nos EUA caminha lentamente, dificultado pela falta de chuvas em algumas regiões. Assim, até o dia 24/04 o mesmo chegava apenas a 3% da área, contra 7% no mesmo período do ano passado e 15% na média histórica. Esta realidade mantém o mercado em alta e com forte volatilidade. Além disso, há problemas de logística nos EUA e, especialmente, continua a pressão da guerra entre Rússia e Ucrânia, a qual fez disparar novamente os preços do óleo de soja (em Chicago o mesmo atingiu seu recorde histórico de 90,60 centavos de dólar por librapeso neste dia 28/04, com um aumento de 14,8% em apenas oito dias úteis). Mesmo com as cotações do farelo recuando, a alta expressiva do óleo sustenta igualmente as cotações do grão na Bolsa. Nesta área, além da manutenção de preços elevados do petróleo, há preocupação diante das dificuldades de exportação de óleo de palma pela Indonésia, grande produtor do produto.
MilhoAgrolink · A B3 registrou novas quedas duplas no milho, para maio, tanto no dia e na semana, provocadas por incertezas, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Tomadas de lucro e incertezas quanto à próxima safra de inverno, além de recuos nas demandas do setor de carnes, fizeram as cotações do mercado futuro de milho em São Paulo aprofundarem as quedas nesta quinta-feira. Problemas climáticos no Oeste do Paraná, cujos danos ainda não foram confirmados, intensificaram as movimentações dos compradores nesta semana em busca de mais informações (e confirmações) sobre o desenrolar da safra”, comenta.
AlgodãoAgrolink · A UPL anunciou Thales Facanali Martins para liderar a gerência de marketing de biocontrole da empresa no Brasil. A gigante de agroquímicos mira o mercado de produtos biológicos, que vem aumentando significativamente ano após ano no país. Nesta entrevista, publicada originalmente no portal especializado AgroPages, o executivo fala sobre o mercado atual, seus objetivos, planos e perspectivas, confira:
MilhoAgrolink · O mercado do milho continuou reagindo no estado do Rio Grande do Sul, com compradores mais ativos e negócios, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado de milho seguiu reagindo hoje, com compradores mais ativos e vendedores mais escondidos. Indicação de compras em R$ 93,00 Santo Ângelo, R$ 95,00 Ch ofertas que partem de R$ 95,00 interior. Chapecó, R$ 97,00 Marau e R$ 98,00 Arroio do Meio.. E vendedor posiciona. Os preços de pedra em Panambi, subiram para R$ 86,00 a produtor”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja recuou por tomada de lucros e possível transferência de área do milho para a soja, enquanto o óleo sobe, de acordo com a TF Agroeconômica. “O contrato de soja para maio22, mês de referência para a comercialização da soja brasileira, em grão fechou em queda de 0,91% ou 15,75 cents/bushel a $ 1710,75. A cotação de maio23, que já está sendo negociada no Brasil, fechou em queda de 0,33%, ou $ 5,0cents/bushel a $ 1502,50. O contrato de farelo de soja fechou em queda de 2,31% ou 10,4/ton curta a $ 446,6 e o contrato de óleo de soja fechou em nova forte alta de 3,14% ou $ 2,76/libra-peso a $ 90,56”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja do Rio Grande do Sul foram vistas quedas gerais e mais seis mil toneladas foram vendidas, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Colheita segue parada, devido às chuvas, que não cessam. O mercado, por outro lado, se inverteu e, com as quedas simultâneas de Chicago e do dólar, recuou firme. Ademais, muito se fala sobre as especulações que envolvem as cotações cambiais”, comenta.
CaféMelão Martini - Café · O dólar fechou em queda de 0,53%, cotado a R$ 4,9414. ronavírus na China. No exterior, as bolsas da Europa subiam e o petróleo era negociado em queda. Os mercados globais seguem guiados pelas apostas de uma alta mais agressiva dos juros nos EUA e por preocupações com os impactos da guerra na Ucrânia e das restrições de combate ao coronavírus na China. Os EUA divulgaram que o PIB do país registrou uma surpreendente retração de 1,4% no primeiro trimestre, em dados anualizados. Por outro lado, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 5.000, para 180.000 na semana encerrada em 23 de abril. “A inflação, a verdadeira preocupação nos dias de hoje, viu o índice de preços do PCE subir 5,2% em relação ao ano anterior e isso está começando a pressionar o poder de compra das famílias, com a taxa de poupança caindo pouco mais de 1% neste trimestre”, observou o economista-chefe do Canadian Imperial Bank of Commerce (CIBC), Avery Shenfeld.
AveiaAgrolink · As sanções econômicas impostas por diversos países ao mercado russo vão provocar novas altas que podem impactar os preços das commodities no Brasil. É o que aponta análise do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em parceria com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP).
MilhoAgrolink · Na B3, tomadas de lucro fazem cotação do milho recuar às vésperas de atingir R$ 100/saca, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Tomadas de lucro, depois de três sessões seguidas de alta fizeram as cotações de milho no mercado futuro da Be, em São Paulo, recuarem bem às vésperas de atingir R$ 100,00/saca. Problemas climáticos no Oeste do Paraná porém, fizeram os preços do mercado físico para a Safrinha podem refletir positivamente, dentro de alguns dias, sobre as cotações”, comenta.
MilhoAgrolink · A logística do milho paraguaio joga contra o Brasil e espanta vendedores, mas há compradores, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado de milho também não apresentou movimentos significativos durante o dia, com o mercado da FAS Assunção mantendo patamares abaixo do que o vendedor acredita que estaria o número adequado e que enfrentaria as indicações do mercado brasileiro. Muitos, além dos valores, levam em conta a maior qualidade da FAZ”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul o mercado de milho reagiu e os temporais no PR fizeram compradores voltar ao mercado, de acordo com a TF Agroeconômica. “Finalmente o mercado de milho reagiu. Temporais registrados no noroeste do Paraná retiraram eventuais ofertas de milho safrinha que poderia entrar em maio e forçaram as indústrias a vir ao mercado. O mercado que elas encontraram estava vazio de ofertas, obrigando-as a corrigir os preços para R$ 93,00 CIF Santo Ângelo, R$ 90,00 Chapecó, R$ 96,00 Marau e R$ 98,00 CIF Arroio do Meio. O vendedor posiciona ofertas que partem de R$ 95,00 interior”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja amplia a alta por forte elevação dos óleos vegetais e demanda firme, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para maio22, mês de referência para a comercialização da soja brasileira, em grão fechou em alta de 1,39% ou 23,75 cents/bushel a $ 17,29,0. A cotação de maio23, que já está sendo negociada no Brasil, fechou em alta de 1,11%, ou $ 16,50cents/bushel a $ 1509,0. O contrato de farelo de soja fechou em alta de 1,44% ou 6,4/ton curta a $ 451,35 e o contrato de óleo de soja fechou em nova forte alta de 3,21% ou $ 2,77/libra- peso a $ 88,06”, comenta.
SojaAgrolink · Essa quarta-feira foi um dia em que a alta de Chicago (1,39%) superou a queda do dólar (-0,47%), mas assustou alguns vendedores que resolveram garantir o preço e negociaram mais 10 mil toneladas no Rio Grande do Sul, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “O preço no interior passa por um dia de evoluções, mas dessa vez menos expressivas do que no porto: a maioria das posições evoluíram 1,50%, isso vale para Ijuí, Cruz Alta e Passo Fundo, este valor é relativo a R$ 3,00/saca e os preços seguem emparelhados a R$ 203,00. Santa Rosa por sua vez subiu ainda mais, marcando evolução de 2,02%, valor relativo a R$ 4,00/saca e diminuindo a diferença com as demais posições ao chegar a R$ 202,00”, comenta.
AlgodãoAgrolink · A agricultura brasileira está prestes a receber “27 navios russos”, informou o presidente brasileiro Jair Bolsonaro, que “estão navegando para trazer fertilizantes”. A informação foi revelada em discurso do mandatário durante evento essa semana em Brasília, no qual defendeu uma “posição de equilíbrio nessa questão conflituosa”, referindo-se à guerra na Ucrânia.
CaféMelão Martini - Café · O dólar fechou em queda de 0,45%, cotado a R$ 4,9675. Por aqui, o IBGE divulgou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) – considerado uma prévia da inflação oficial do país – ficou em 1,73% em abril, a maior taxa para o mês desde 1995, quando ficou em 1,95%. Com o resultado, a taxa bateu 12,03% em 12 meses. "O repique do dólar, caso não seja interrompido, tenderá a aumentar a pressão para que o Copom estenda o ciclo de ajuste da taxa básica Selic para além de maio - ainda mais num contexto em que as expectativas de mercado para a inflação doméstica continuam a se deslocar para cima", destacou em relatório a LCA Consultores.
AlgodãoAgrolink · O Indicador CEPEA/ESALQ do algodão em pluma (pagamento em oito dias) vem oscilando no mercado brasileiro, diante da forte disparidade entre os valores de compra e de venda no spot. Ao longo da semana passada, essa “queda de braço” e o feriado da quinta-feira, 21 (Tiradentes), mantiveram baixa a liquidez doméstica.
CaféAgrolink · Os preços do café arábica estão oscilando com certa força, contexto que tem intensificado a retração de agentes no mercado spot nacional. No começo da semana passada, as cotações do arábica caíram, pressionadas pela forte desvalorização externa, que, por sua vez, refletiu a queda do dólar e perspectivas de menor demanda global por café.
ArrozAgrolink · O avanço da colheita pressionou as cotações do arroz em casca por mais uma semana no mercado spot do Rio Grande do Sul. Segundo colaboradores do Cepea, com um bom volume já colhido, compradores têm optado por adquirir os lotes que estão mais próximos das unidades de beneficiamento, que têm preços e custo mais atrativos.
MilhoAgrolink · Os preços do milho voltaram a subir, nesta terça-feira, continuando a recuperar parte do terreno pedido nos últimos 45 dias, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “As causas continuam as mesmas: a possibilidade de a exportação voltar a ser competitiva, com as altas de 0,44% da CBOT e de 2,26% do dólar, está fazendo os compradores internos se posicionarem”, comenta.

