Análise de Mercado
Arquivo · página 299
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SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja termina a semana em forte queda de 1,90% no dia, mas alta de 0,64% na semana, de acordo coma TF Agroeconômica. “O contrato de soja para maio22, mês de referência para a comercialização da soja brasileira, em grão fechou em leve queda de 1,90% ou 32,75 cents/bushel a $ 1686,75. A cotação de maio23, que já está sendo negociada no Brasil, fechou em queda de 1,29%, ou $ 19,50 cents/bushel a $ 1492,0. O contrato de farelo de soja fechou em queda de 2,13% ou 10,0/ton curta a $ 458,9 e o contrato de óleo de soja fechou em alta de 1,74% ou $ 1,42/libra-peso a $ 82,92”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja do Rio Grande do Sul, a oleaginosa continua perdendo força e assusta vendedores que negociam 20mil toneladas no encerramento da semana, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O dólar subiu em expressivos 4%, a soja grão caiu 1,9%, ainda deixando uma margem bastante considerável para a mudança nos preços. A evolução é muito próxima dessa diferença. Ijuí, Cruz Alta e Passo Fundo subiram de forma muito próxima em 1,5%, elevando os preços e, R$ 3,00/saca e indo respectivamente a R$ 195,00, R$ 195,00 e R$ 196,00, Santa Rosa ficou levemente atrás, subindo em 1,04% e alcançando o preço de R$ 194,00”, comenta.
SojaAgrolink · Mesmo com a Bolsa de Chicago cotando a soja em alta, os preços da oleaginosa no Brasil não sobem, de acordo com informações da TF Agroeconômica. Nesse cenário, a consultoria levanta um questionamento: será que ainda vale a pena vender?
AvesAgrolink · O preço médio mensal da carne de frango está em alta nesta parcial de abril, segundo dados do Cepea. A conjuntura internacional de menor oferta desse produto – por conta dos conflitos no leste europeu e casos de gripe aviária em países produtores como os Estados Unidos – tem aumentado a demanda pela carne de frango nacional.
LaranjaCepea/Esalq · A disponibilidade de lima ácida tahiti continua elevada no estado de São Paulo, cenário que tem mantido os preços baixos, de acordo com pesquisadores do Cepea. Na parcial desta semana (de segunda a quarta-feira), os valores recuaram 0,6% frente ao período anterior, com média de R$ 15,34/cx de 27 kg, colhida.
MilhoAgrolink · O milho fechou em forte queda na Bolsa de Chicago, derrubado por realização de lucros e vendas de exportação menores, segundo o que informa a TF Agroeconômica. “A cotação do milho para maio22 fechou em queda de 2,10% ou 17,25 cents/bushel a $ 798,50. A cotação de julho22, importante para as exportações brasileiras, fechou em queda de 1,91% ou $ 15,50 cents/bushel a $ 794,50”, comenta.
MilhoAgrolink · Assim como na soja, o dia foi marcado por alguns movimentos para o milho de safra nova do Paraguai que será colhido em algumas semanas, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “No início do dia, mesmo com as quedas, os compradores mantiveram as ideias em patamares semelhantes ao fechamento do dia anterior, o que estimulou negócios específicos”, comenta.
SojaAgrolink · A soja fechou em leve alta pelo sétimo dia consecutivo na Bolsa de Chicago, mas o farelo fechou em queda e óleo em alta, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para maio22, mês de referência para a comercialização da soja brasileira, em grão fechou em leve alta de 0,16% ou 2,75 cents/bushel a $ 1749,50. A cotação de maio23, que já está sendo negociada no Brasil, fechou em alta de 0,32%, ou $ 4,75 cents/bushel a $ 1510,50. O contrato de farelo de soja fechou em queda de 0,56% ou 2,8/ton curta a $ 468,6 e o contrato de óleo de soja fechou em alta de 0,90% ou $ 0,73/libra-peso a $ 81,54”, comenta.
TrigoAgrolink · Um artigo publicado no Financial Times, da Inglaterra, indicou que os produtores brasileiros estão aproveitando os preços altos para plantas mais trigo. No entanto, o artigo indica que o Brasil está sendo imprudente, já que está passando por uma seca e importa quase todo o seu fertilizante.
MilhoAgrolink · O milho volta a fechar em alta, pelo 6º dia consecutivo na Bolsa de Mercadorias (B3), mas ainda não recuperou o que perdeu, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Puxados, novamente, pela alta em Chicago (que pode incentivar as exportações e, com isto iniciar uma disputa pelo grão e elevar as cotações) e pelas compras de oportunidade dos investidores as cotações do milho no mercado futuro de São Paulo voltaram a fechar novamente em alta, nesta quarta- feira", comenta.
MilhoAgrolink · Com alta em Chicago, os preços do milho argentino voltam a subir entre US$ 1-5/tonelada, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Os preços FOB UpRiver, do trigo argentino voltaram a subir, nesta quarta-feira, puxadas pelas altas das cotações de Chicago (+1,30% para maio)”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul segue totalmente andando de lado, com indicações de comprador bem distantes das ofertas, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Comprador referenciou a R$ 89,00 CIF Santo Ângelo, R$ 86,00 Chapecó, R$ 89,00 Marau e R$ 90,00 CIF Arroio do Meio. Já o vendedor posiciona ofertas que partem de R$ 92,00 interior”, comenta.
Agrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja fechou em leve alta pelo 6º dia consecutivo pro otimismo com a demanda, de acordo com o que nos informa a TF Agroeconômica. “O contrato de soja para maio22, mês de referência para a comercialização da soja brasileira, em grão fechou em forte alta de 1,75% ou 30,0 cents/bushel a $ 1746,50. A cotação de maio23, que já está sendo negociada no Brasil, fechou em alta de 0,43%, ou $ 6,50 cents/bushel a $ 1504,75. O contrato de farelo de soja fechou em alta de 1,64% ou 7,6/ton curta a $ 472,0 e o contrato de óleo de soja fechou em alta de 0,81% ou $ 0,65/libra-peso a $ 80,86”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul voltou a perder força no pré-feriado de Tiradentes, com os preços da oleaginosa caindo cerca de um real cada saca de 60 kg, segundo as informações da TF Agroeconômica. “Colheita seguiu de forma muito intensa, mas com a chuva de amanhã, deve parar. Dados divulgados pela Emater indicam que a colheita já chegou em 55%, o que explica algumas variações de preços no Estado, como será abordado a seguir. Ademais os rendimentos estão em linha com as expectativas, a safra apontada é de 9,5 MT, quebra bem expressiva”, comenta.
CaféMelão Martini - Café · O dólar fechou em queda de 1,03%, cotado a R$ 4,6194. O dólar liderou os ganhos entre as principais divisas emergentes, beneficiada por fluxos em busca de retorno mais alto e com risco controlado. No exterior, os mercados seguem pautados pelas renovadas apostas de juros mais altos nos Estados Unidos, em meio à inflação em disparada e de um menor crescimento da economia global.
MamãoAgrolink · Os valores do mamão havaí e do formosa recuaram no Sul da Bahia na semana passada (de 11 a 14 de abril), de acordo com dados do Hortifruti/Cepea. O havaí tipo 12 a 18 foi vendido por R$ 2,30/kg, queda de 33% com relação à semana anterior.
CaféAgrolink · As cotações domésticas do café arábica voltaram a recuar, pressionadas pela queda dos futuros da variedade. O Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, posto na capital paulista, fechou a R$ 1.233,88/saca de 60 kg, baixa de 3,45% entre 12 e 19 de abril.
AlgodãoAgrolink · Os preços do algodão em pluma voltaram a subir no mercado brasileiro, conforme apontam dados do Cepea. Entre 12 e 19 de abril, o Indicador CEPEA/ESALQ subiu 0,24%, fechando a R$ 7,1885/lp na terça-feira, 19.
ArrozAgrolink · O ritmo de negócios de arroz em casca está reduzido no Rio Grande do Sul, devido à retração de agentes por conta dos feriados de abril, de acordo com informações do Cepea. As oscilações da taxa de câmbio e as incertezas quanto ao ritmo de compras por parte de atacadistas/varejistas também diminuíram a liquidez.
MilhoAgrolink · O milho voltou a fechar em alta na Bolsa de Mercadorias (B3), buscando seu ponto de equilíbrio, segundo o que informa a TF Agroeconômica. “Puxados, novamente, pela forte alta em Chicago (que pode incentivar as exportações e, com isto iniciar uma disputa pelo grão e elevar as cotações) e pelas compras de oportunidade dos investidores as cotações do milho no mercado futuro de São Paulo voltaram a fechar novamente em alta, nesta segunda- feira", comenta.

