Análise de Mercado
Arquivo · página 432
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TrigoAgrolink · De acordo com a TF Consultoria Agroeconômica, a semana começou com dia de sair da posição, apurar lucros e reestudar o mercado futuro de trigo. “Como o mercado não caiu de repente (abriu em alta de 7,50 pontos) e depois ficou por um bom tempo com apenas 2,50 de queda, foi possível sair, praticamente intactos, de toda a nossa posição de excelentes lucros, que vínhamos mantendo até a última sexta-feira de US$ 4,262,50 em Chicago e US$ 5.387,50”, comenta.
MilhoAgrolink · Os problemas de escassez de milho no Brasil e no Mundo, para esta e para a próxima safra suplantaram a queda do dólar nesta segunda-feira, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com isto, a cotação de maio fechou em alta de R$ 1,44 no dia a R$ 104,64; a de julho avançou R$ 1,24 no dia para R$ 105,16 e a de setembro avançou R$ 1,55 no dia para R$ 103.71”, comenta.
MilhoAgrolink · Em algumas regiões do estado do Rio Grande do Sul não chove a 30 dias, o que acaba preocupando os participantes do mercado, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Na comercialização, um dia bastante lento de negócios, entre ofertas de vendedores a não menos do que R$ 105,00 FOB em diversas regiões. Não se viu a presença de grandes compradores, e as indicações permaneceram praticamente nos mesmos patamares: R$ 101,00 para CIF Tapejara e Erechim, e R$ 104,00 entre compradores da serra gaúcha. Não ouvimos reportes de negócios”, comenta.
SojaAgrolink · Os futuros da soja safra anterior fecharam no vermelho, enquanto a safra nova subiu no final da sessão, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Os contratos de maio e julho caíram dois dígitos no fechamento, mas a nova safra ganhou até 5 1/4 centavos. A soja encerrou a sessão $ 8,90 a $ 11 / t mais fraca. Os futuros do óleo de soja foram mistos, já que o mês de maio em entrega devolveu 15 pontos, mas os outros meses próximos subiram 67 a 96 pontos”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado de soja tem estado bastante instável nos últimos tempos, isso se deve a uma junção de fatores que vem desde rallys climáticos do EUA até a oscilação cambial da moeda brasileira, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Além disso, é momento para o pagamento de contratos antecipados do ano passado e sendo assim a atenção no mercado fica reduzida. O mercado reportou apenas 6.000 toneladas em todo o RS hoje”, comenta.
CaféAgrolink · Está em fase final a primeira pesquisa a apurar indicadores de adesão do cafeicultor brasileiro ao manejo nutricional, além de medir a percepção do produtor quanto a marcas de fertilizantes, produtos e dados estratégicos. O estudo é da consultoria Spark Inteligência Estratégica, que está em fase de finalização do levantamento de campo.
CaféMelão Martini - Café · A moeda norte-americana recuou 0,22%, vendida a R$ 5,4188. Na Europa, a atividade industrial da zona do euro atingiu uma máxima recorde em abril, enquanto as vendas no varejo da Alemanha registraram seu maior salto em março em relação ao mesmo período do ano anterior desde o início da pandemia. Na agenda doméstica, o Índice de Confiança Empresarial (ICE) subiu 4,3 pontos em abril, para 89,8 pontos, após seis quedas consecutivas, segundo a Fundação Getulio Vargas.
AvesAgrolink · O mercado de ovos seguiu sem grandes alterações nos últimos dias de abril. No entanto, embora os preços tenham continuado praticamente estáveis na maioria das regiões pesquisadas pelo Cepea.
MandiocaAgrolink · O clima seco no Centro-Sul do Brasil tem dificultado os trabalhos no campo, levando muitos produtores a interromper a colheita de mandioca. Além disso, parte dos mandiocultores consultados pelo Cepea indica que deve voltar a comercializar somente no segundo semestre. Do lado da demanda, a procura industrial por matéria-prima tem aumentado, inclusive entre empresas de regiões diferentes.
MilhoAgrolink · Atentos aos baixos estoques da safra 2019/20 e preocupados com o desenvolvimento das lavouras 2020/21, produtores limitam a oferta de milho no spot. Do lado da demanda, parte dos consumidores precisa recompor os estoques no curto prazo.
SojaAgrolink · Os preços da soja recuaram no mercado brasileiro na semana passada. Segundo pesquisadores do Cepea, a pressão veio da desvalorização do dólar frente ao Real e da redução da demanda interna – neste caso, muitas indústrias trabalham com a oleaginosa já contratada, enquanto outras unidades do Sul do País indicam importar a matéria-prima do Paraguai.
MilhoAgrolink · Depois da correção da última quinta-feira, as cotações voltaram a subir forte nesta sexta-feira, impulsionadas pela forte demanda chinesa, que aumentou consideravelmente as cotações em Chicago e na B3. As informações foram divulgadas pela TF Agroeconômica.
SojaAgrolink · O Deral-PR (Departamento de Economia Rural) da Secretaria de Agricultura do Paraná aponta uma quebra de 25 por cento na safrinha de feijão até agora, podendo chegar a 30 por cento. De acordo com o Ibrafe (Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses), essa diminuição na oferta vai provocar o aumento dos preços.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, a comercialização do milho avançou para 65%, com o mercado rodando em lotes pontuais, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “E nessa toada o mercado se manteve no dia de hoje. Com poucos negócios, os compradores mantiveram as indicações de ontem, e os pouquíssimos lotes apresentados, não valiam menos que R$ 100,00 a saca, na visão do vendedor. Nas indicações, 101,00 para CIF Marau; Arroio do Meio a R$ 98,00 no junho e Tapejara R$ 99,00 no maio. Não ouvimos reportes de negócios”, comenta.
SojaAgrolink · O Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais chinês lançou nesta última semana algumas recomendações às fábricas que visam diminuir o consumo de farelo de soja e milho, de acordo com informações da TF Agroeconômica.
SuínosAgrolink · Crescem os temores do mercado do milho sobre as perdas na safrinha que se aproxima no Brasil, à medida que o clima não ajuda. De acordo com a Consultoria TF Agroeconômica, os dados do País “chamaram a atenção, com consultores locais dando início a um período em que muitos deles se juntarão à Conab para detalhar suas perspectivas para a safra de safrinha que se aproxima - com muitos no setor agora temendo o pior”.
SojaAgrolink · Depois de três rodadas com alguma volatilidade, o mercado da soja em Chicago adicionou uma nova fatia de incerteza aos preços, com os futuros se recuperando com fundamentos rígidos , segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os temores em relação ao clima futuro nos EUA desencadearam compras, em um contexto de estoques finais apertados para a temporada e uma demanda muito ativa da China”, comenta.
SojaAgrolink · Os rumores continuaram a girar sobre mais cargas de soja sendo importadas do Brasil para os EUA, sustentando as preocupações sobre a situação do abastecimento doméstico, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “O suporte para a recuperação nos futuros da soja veio desses fundamentos, junto com os futuros do óleo de soja e do Brent em alta, que subiram 4,5% nas últimas três sessões para $ 68,56 / bbl no momento da publicação, o nível mais alto desde 16 de março”, comenta.
SojaAgrolink · Os preços da soja caíram mais um pouco no estado do Rio Grande do Sul, embora o dólar tenha melhorado e Chicago subido, durante a maior parte do pregão os valores estiveram baixos, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “A diferença de até R$2,50 pela saca e a diminuição de até R$6,00 no preços de pedra acenderam os interesses no mercado, foi portanto uma sexta-feira relativamente movimentada, com muitas compras por parte das cerealistas e cooperativas”, comenta.
CaféMelão Martini - Café · A bolsa de N.Y. finalizou a sexta-feira em baixa, a posição julho oscilou entre a máxima +2,75 pontos e mínima de -2,05 fechando com -1,55 acumulando na semana +2,95 pts. A moeda norte-americana avançou 1,76%, vendida a R$ 5,4310. No exterior, dados mostraram que o crescimento da atividade industrial da China desacelerou e ficou abaixo das expectativas em abril, uma vez que gargalos de oferta e aumento dos custos pesaram sobre a produção e a demanda externa perdeu força.

