Análise de Mercado
Arquivo · página 479
Arquivo · página 479
SuínosAgrolink · O impulso veio das exportações da proteína, que bateram recorde (101,1 mil toneladas), e do aumento da procura interna. Nesse contexto, os preços do vivo e da carne dispararam, atingindo, em setembro, recordes reais em todas as praças acompanhadas pelo Cepea e renovando as máximas nos meses seguintes.
AvesAgrolink · Apesar da valorização da proteína e do animal vivo na média do ano, as altas nos preços foram menos intensas do que as registradas para as principais substitutas – no acumulado de 2020 (de 2 de janeiro a 28 de dezembro), enquanto as carnes bovina e suína se valorizaram expressivos 35% e 32%, respectivamente, as cotações da de frango avançaram menos, 9%.
Gado de CorteAgrolink · Além da reposição, a forte valorização do dólar em 2020 elevou os preços de importantes insumos pecuários que são importados. Ainda, as cotações de insumos de alimentação, como milho e farelo de soja, também subiram com força ao longo de 2020. No caso da indústria, enquanto as exportações aquecidas e o dólar elevado ajudaram na receita em Reais, as unidades que têm como foco apenas o mercado doméstico se depararam com a matéria-prima em preço recorde e a demanda por carne bovina um pouco enfraquecida.
TrigoAgrolink · A greve portuária da Argentina deve causar um aumento no preço do trigo brasileiro e, consequentemente, das farinhas, segundo o que afirmou a TF Agroeconômica. “Se tinha alguém que pensava que os preços do trigo e, com ele, os preços das farinhas, iriam cair no primeiro semestre de 2021, pode tirar o cavalo da chuva”, disse a consultoria.
MilhoAgrolink · A forte alta das cotações em Chicago, segundo a grande demanda internacional pelo produto e que poderá ter reflexos no mercado brasileiro voltou a impulsionar os preços da B3, que subiram pela terceira vez consecutiva. As informações são da TF Agroeconômica.
SojaAgrolink · As expectativas positivas em relação à resolução do conflito que paralisa as atividades portuárias na Argentina foram diluídas e a incerteza voltou a ser a tônica na Bolsa de Chicago. Foi isso que afirmou a TF Agroeconômica. “Aproximadamente 162 navios estariam esperando para carregar grãos e subprodutos. Por sua vez, as retrações de duas sessões significaram uma oportunidade de compra e o mercado mais uma vez validou aumentos significativos em um contexto de taxa de consumo de estoque apertado globalmente”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado internacional de subprodutos da soja registrou alta no preço do óleo na China e baixa na Europa, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “No porto chinês de Dallian a soja recuou para US$ 860,49 contra US$ 863,71 do dia anterior; o farelo de soja recuou para US$ 492,04, como os US$ 494,75 do dia anterior e o óleo de soja recuou para US$ 1.311,18 como os US$ 1.322,80 do dia anterior”, comenta.
Gado de CorteAgrolink · O preço da soja vai subir ainda mais em 2021? Esta é uma das perguntas que tanto os produtores, quanto os compradores e toda a cadeia mundial está se fazendo neste momento. “Mercados emergentes e commodities em particular têm alta probabilidade de ter um bom ano em 2021”, responde Germán Fermo, diretor do Mestrado de Finanças da Universidade de San Andrés (Argentina).
SojaAgrolink · Os preços da soja no estado do Rio Grande do Sul voltaram a subir nesta terça-feira, com a fortíssima alta em Chicago compensando a queda do dólar no Brasil, segundo a TF Agroeconômica. “O preço futuro também subiu 0,66% para R$ 151,50/saca no porto, equivalente a R$ 145,00 no interior e R$ 139,00/saca para o agricultor, queda de 0,75%, mas, ainda, com uma lucratividade em relação aos custos de produção de aproximadamente 66%”, comenta a consultoria.
ArrozInfoarroz · Em novembro, os preços mundiais do arroz aumentaram dentro de um mercado mais animado, principalmente graças às novas demandas de importação da China, Filipinas e Bangladesh. Este último, afetado pelas más condições climáticas na época da colheita em agosto, faria um retorno significativo ao mercado de importação em 2021, após dois anos de ausência. Essas novas demandas tendem a reforçar os preços, especialmente no Vietnã, onde a oferta é fraca. A Índia, por outro lado, continua a exportar massivamente e é o principal beneficiário da retomada da demanda de importação. Os perdedores do dinamismo comercial da Índia são a Tailândia e o Vietnã, que verão suas vendas externas caírem este ano cerca de 30% e 15%, respectivamente.
Agrolink · A maioria das empresas do setor de agronegócio projetam uma forte recuperação da economia brasileira no ano que vem, aponta pesquisa da Consultoria Deloitte. De acordo com o levantamento, 54% das companhias da cadeia produtiva rural, bem como de alimentos e bebidas, prevêem que a atividade econômica no país em 2021 voltará aos níveis pré-pandemia de COVID-19.
Cana-de-açúcarAgrolink · Agentes do setor sucroenergético iniciaram o ano otimistas, esperando um cenário promissor para o consumo de etanol na temporada 2020/21 e animados com o Renovabio. No entanto, a safra 2020/21 foi marcada por muitas incertezas, devido à pandemia de covid-19, que acabou limitando a demanda por etanol e resultando em quedas de preços na maior parte do ano, mesmo diante da menor produção do biocombustível.
Cana-de-açúcarAgrolink · Mesmo diante da maior produção de açúcar na safra 2020/21, o Indicador CEPEA/ESALQ do cristal, cor Icumsa de 130 a 180, mercado paulista, atingiu recorde nominal no início de novembro/20, quando passou a operar acima de R$ 100/saca de 50 kg. Nos dias que se seguiram, as máximas foram renovadas, alcançando R$ 111,96/sc em 10 de dezembro de 2020.
CaféAgrolink · O ano de 2020 foi marcado por preços elevados dos cafés arábica e robusta. No primeiro semestre, as cotações foram sustentadas por incertezas quanto à oferta de café. Naquele período, além da menor produção de arábica de 2019/20, a pandemia de coronavírus trazia preocupações relacionadas à logística mundial, e alguns países, como a Colômbia, tiveram problemas de mão de obra para colheita.
TrigoAgrolink · Os preços do trigo e de seus derivados oscilaram com maior intensidade ao longo de 2020, mas, no geral, se mantiveram elevados frente a anos anteriores. No caso da matéria-prima, os valores iniciaram o ano em alta, movimento que teve início em outubro de 2019 e que foi influenciado pelo dólar valorizado, por dificuldades na importação e, mais recentemente, pela firme demanda interna.
Gado de CorteAgrolink · As commodities agrícolas têm ganhado cada vez mais visibilidade e importância nesse momento de pandemia. Se antes a compra e venda dessas mercadorias era reservado a agricultores, traders, distribuidores e vendedores finais, hoje em dia ganha popularidade entre o investidor chamado “urbano”, que não tem uma aparente conexão com o campo, mas está investindo na bolsa de valores.
TrigoAgrolink · A importação de trigo pelo Brasil deverá despencar mais de 50% em dezembro ante o volume adquirido no mesmo mês de 2019, pressionada por uma greve de trabalhadores portuários na Argentina que afeta o escoamento do principal fornecedor do cereal aos moinhos brasileiros. Foi isso que afirmou a TF Agroeconômica, citando a agência de notícias Reuters.
MilhoAgrolink · A retomada do mercado futuro de milho na B3, nesta segunda-feira, culminou com alta geral para todos os meses, impulsionados pelo dólar mais elevado durante a sessão, mesmo tendo caído depois. De acordo com a TF Agroeconômica, a cotação de janeiro fechou em alta de R$ 2,11 a R$ 81,98/saca; a cotação de março fechou em alta de R$1,92 a R$ 81,78 e a de maio em alta de R$ 1,44 a R$ 76,80. Veja acima os demais fechamentos.
SojaAgrolink · A possibilidade de acordo que findará a greve dos portuários na Argentina e as chuvas no Brasil pressionaram as cotações da soja nesta segunda-feira na Bolsa de Chicago, de acordo com o que afirmou a TF Agroeconômica. “No mês anterior, os futuros da soja trabalharam mais baixos depois de algumas negociações agitadas”, comenta.
SojaAgrolink · De acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica, o preço dos subprodutos, principalmente do óleo de soja, subiu na Europa, na Índia e na China. “No porto chinês de Dallian a soja avançou para US$ 863,71 contra US$ 843,43 do dia anterior; o farelo de soja recuou para US$ 494,75, como os US$ 496,79 do dia anterior e o óleo de soja avançou para US$ 1.322,80 como os US$ 1.275,84 do dia anterior”, comenta.

