Bula Lousal

CI
Tebuconazol
9719
TradeCorp

Composição

Tebuconazol 200 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Fungicida
4 - Produto Pouco Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico

Algodão

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides (Ramulose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Alho

Dosagem Calda Terrestre
Puccinia allii (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Amendoim

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora arachidicola (Mancha castanha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Arroz

Dosagem Calda Terrestre
Bipolaris oryzae (Mancha parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Banana

Dosagem Calda Terrestre
Mycosphaerella musicola (Mal da sigatoka) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Berinjela

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Café

Dosagem Calda Terrestre
Hemileia vastatrix (Ferrugem do cafeeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cebola

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria porri (Mancha púrpura) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cenoura

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria dauci (Mancha de alternaria) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Citros

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Crisântemo

Dosagem Calda Terrestre
Puccinia horiana (Ferrugem branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão

Dosagem Calda Terrestre
Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Goiaba

Dosagem Calda Terrestre
Puccinia psidii (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mamão

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Manga

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maracujá

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melancia

Dosagem Calda Terrestre
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melão

Dosagem Calda Terrestre
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milho

Dosagem Calda Terrestre
Puccinia polysora (Ferrugem polisora) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Morango

Dosagem Calda Terrestre
Mycosphaerella fragariae (Mancha foliar) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimentão

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora melongenae (Cercosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Soja

Dosagem Calda Terrestre
Microsphaera diffusa (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tomate

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Trigo

Dosagem Calda Terrestre
Puccinia triticina (Ferrugem da folha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Uva

Dosagem Calda Terrestre
Uncinula necator (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Frasco de polietileno de 1 L;
Bombona de polietileno de 5 L;
Bombona de COEX de 20 L;
Tambor metálico de 20; 100 e 200 L.

MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

O produto deve ser emulsionado em água e aplicado na forma de pulverização, utilizando equipamentos terrestres ou aeronaves.
- Aplicação terrestre: usar pulverizadores de barra com bicos cônicos (D2), com pressão de 80 a 100 lb/pol², pulverizadores costais manual ou motorizado.
*Na cultura de banana aplica-se a dose do produto diluído em 15 L de óleo mineral. *Na cultura do café empregam-se atomizadores.
Para a cultura de mamão a dose recomendada deve ser diluída em água e aplicada na forma de pulverização com qualquer tipo de equipamento terrestre: pulverizadores costais (manual, pressurizado ou motorizado), ou tratorizados com barra. Os equipamentos devem ser dotados com pontas que promovam uma perfeita cobertura da área tratada da planta.
- Aplicação aérea: nas culturas de algodão, banana, milho, soja e trigo usar micronair ou barra equipada com bicos cônicos D6 a D12, altura de voo de 2 a 4 m, pressão da bomba 30 a 50 L b/pol², vazão de 10 a 20 L/ha para micronair e 20 a 30 L/ha quando se emprega barra, largura da faixa de deposição 15m a 18m, com densidade mínima de 80 gotas/cm².
Nas culturas de alho, cebola, citros, recomenda-se adicionar espalhante adesivo na calda.

Condições Climáticas:
Aplicação aérea:
Temperatura: < 30ºC
Velocidade do vento: entre 2,0 km/h e 10 km/h
Umidade relativa: superior a 60%
Aplicação terrestre:
Temperatura: < 30ºC
Velocidade do vento: < 15 km/h
Umidade relativa: superior a 60%

INTERVALO DE SEGURANÇA

Alho, cebola, cenoura, feijão, melancia, melão, uva 14 dias
Algodão, amendoim, batata, café, soja 30 dias
Arroz, trigo 35 dias
Banana, morango 05 dias
Berinjela, mamão, maracujá, pimentão, tomate 07 dias
Citros, goiaba, manga 20 dias
Crisântemo Uso não alimentar
Milho 15 dias


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Além dos intervalos de segurança e reentrada na cultura, não aplicar o produto na cultura de feijão e tomate antes da floração. Na cultura da batata não aplicar o produto antes da fase final de desenvolvimento foliar, fase que coincide com o fechamento das linhas e início do desenvolvimento dos tubérculos.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível.
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO G1 FUNGICIDA




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