Bula AUG 137

acessos
Tebuconazol
40017
Avgust Crop

Composição

Tebuconazol 250 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico
Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Fusariose
(Fusarium subglutinans)
80 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - - 14 dias. Iniciar a aplicação aos 40 dias após a indução floral e repetir a cada 15 dias até o fechamento total das flores. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Álamo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do álamo
(Melampsora medusae)
0,6 L p.c./ha 2600 L de calda/ha - - - Iniciar as aplicações nos primeiros sintomas da ferrugem. A aplicação deve ser repetida 21 dias após a primeira aplicação, ou, em fases de menor pressão da doença, quando houver reinfecção. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramulose
(Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - - Iniciar o controle preventivamente no final da fase vegetativa da cultura ou na ocorrência dos primeiros sintomas de Ramulose (estrelinha). Repetir a aplicação a cada 7-14 dias, utilizando o menor intervalo em condições climáticas e de infecção favoráveis ao fungo. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia allii)
0,8 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - - - Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura. Usar espalhante adesivo
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
0,8 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - - - Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura. Usar espalhante adesivo
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
0,4 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - - Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e reaplicar com intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Mancha preta
(Pseudocercospora personata)
0,4 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - - Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e reaplicar com intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - - Realizar a primeira aplicação logo após o aparecimento dos sintomas nas folhas, com intervalo de 14 dias. Fazer no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - - Realizar a primeira aplicação logo após o aparecimento dos sintomas nas folhas, com intervalo de 14 dias. Fazer no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia coronata var. avenae)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - - Iniciar a aplicação quando forem encontrados no máximo 5% da superfície foliar infectada pelas doenças. Uma segunda aplicação será necessária se o nível de controle for atingido novamente. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo mínimo de 15 dias entre as aplicações
Helmintosporiose
(Drechslera avenae)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - - Iniciar a aplicação quando forem encontrados no máximo 5% da superfície foliar infectada pelas doenças. Uma segunda aplicação será necessária se o nível de controle for atingido novamente. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo mínimo de 15 dias entre as aplicações
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
0,4 L p.c./ha 15 L óleo min - - - Iniciar as aplicações em novembro e repeti-las a cada 30-40 dias até o final do período crítico. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura
Sigatoka negra
(Mycosphaerella fijiensis)
0,4 L p.c./ha 15 L óleo min - - - Iniciar a aplicação preventiva na época de ocorrência das chuvas e reaplicar, se necessário, a cada 14 dias. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
0,8 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - - - O controle deve ser no aparecimento dos primeiros sintomas a partir do final do desenvolvimento foliar, fase que coincide com o fechamento das linhas e início do desenvolvimento dos tubérculos. Realizar de 3 a 4 aplicações por ciclo da cultura
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
0,8 L p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - - - A primeira aplicação deve ser feita no início do florescimento, preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir a aplicação a cada 15 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Beterraba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora beticola)
0,8 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - - - Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e reaplicar com intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vassoura de bruxa
(Crinipellis perniciosa)
0,96 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - - Iniciar o controle a partir de abril/maio, época que coincide com o início das chuvas. Realizar no máximo 5 aplicações com intervalos de 30 dias
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
0,8 L p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha - - - Recomenda-se iniciar a aplicação quando a infecção c.a 5% e repetir a mesma se esse nível for novamente atingido. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura
Mancha das folhas
(Ascochyta coffeae)
0,8 L p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha - - - A aplicação deve ser feita no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença na folha e repetir a aplicação após 60 dias. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
0,8 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - - - Realizar aplicações preventivas, iniciando-se em dezembro/ janeiro, com total de 2 aplicações, até março, que, em condições normais, é o período crítico da doença. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura
Seca de ponteiros
(Phoma costaricensis)
0,8 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - - - Realizar controle preventivo iniciando as aplicações logo após a florada (flor murcha). Efetuar uma 2ª aplicação 30 dias após e uma 3ª, se as condições favoráveis à doença persistirem. Quando for constatada a doença atacando ponteiros no final do período das chuvas (abril/maio), fazer uma a duas aplicações, com intervalo de 30 dias. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
0,8 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - - - Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura. Usar espalhante adesivo
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
0,8 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - - - Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia hordei)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - - Recomenda-se iniciar as aplicações quando forem encontrados no máximo 5% da superfície foliar infectada pela doença. Uma segunda aplicação será necessária se o nível crítico for atingido novamente. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo mínimo de 15 dias entre as aplicações
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - - Iniciar o monitoramento das doenças a partir da fase de afilhamento. A aplicação deverá ser efetuada a partir dos primeiros sintomas das doenças. A partir de 15 dias após a aplicação, continuar o monitoramento da lavoura e, em condições climáticas propícias ao reaparecimento das doenças, quando necessário, realizar uma segunda aplicação. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo mínimo de 15 dias entre as aplicações
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. hordei)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - - Iniciar o monitoramento das doenças a partir da fase de afilhamento. A aplicação deverá ser efetuada a partir dos primeiros sintomas das doenças. A partir de 15 dias após a aplicação, continuar o monitoramento da lavoura e, em condições climáticas propícias ao reaparecimento das doenças, quando necessário, realizar uma segunda aplicação. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo mínimo de 15 dias entre as aplicações
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
60 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha - - - Iniciar as aplicações logo após o aparecimento dos botões florais. Realizar a primeira aplicação na fase cabeça-de-fósforo e a segunda na fase de cotonete. Realizar no máximo 2 aplicações por safra da cultura
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem branca
(Puccinia horiana)
60 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - - - Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e reaplicar com intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - - Realizar a aplicação a partir do começo do florescimento, no início da infecção podendo ser feitas mais uma ou duas aplicações com intervalo de 15 - 20 dias. Realizar no máximo 3 aplicações
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
0,8 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - - Realizar a aplicação a partir do começo do florescimento, no início da infecção podendo ser feitas mais uma ou duas aplicações com intervalo de 15 - 20 dias. Realizar no máximo 3 aplicações
Mancha de alternaria
(Alternaria alternata)
0,8 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - - Realizar a aplicação a partir do começo do florescimento, no início da infecção podendo ser feitas mais uma ou duas aplicações com intervalo de 15 - 20 dias. Realizar no máximo 3 aplicações
Figo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da figueira
(Cerotelium fici)
60 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - - - Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Gladíolo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces transversalis)
60 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - - - Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e reaplicar com intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Goiaba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia psidii)
60 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - - - Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas. Caso necessário, realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultura com intervalo de 15 dias
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
0,8 L p.c./ha 1000 L de calda/ha - - - Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas. Caso necessário, fazer no máximo 6 aplicações por ciclo de produção, com intervalos de 14 dias
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
80 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - - - Os tratamentos devem ser iniciados antes da abertura das flores, continuando em intervalos de 15 dias até início da formação dos frutos. Realizar, no máximo de 3 aplicações por ciclo de produção
Oídio
(Oidium mangiferae)
80 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - - - Os tratamentos devem ser iniciados antes da abertura das flores, continuando em intervalos de 15 dias até início da formação dos frutos. Realizar, no máximo de 3 aplicações por ciclo de produção
Maracujá Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
80 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - - - Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas e reaplicar com intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura
Verrugose
(Cladosporium herbarum)
80 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - - - Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas e reaplicar com intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
0,8 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - - - Iniciar as aplicações a partir do início do florescimento e/ou no aparecimento dos sintomas, com intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
0,8 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - - - Iniciar as aplicações a partir do início do florescimento e/ou no aparecimento dos sintomas, com intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
0,8 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - - - Iniciar as aplicações a partir do início do florescimento e/ou no aparecimento dos sintomas, com intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
0,8 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - - - Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e reaplicar a cada 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
0,8 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - - - Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e reaplicar a cada 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora zeae-maydis)
0,8 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - - Realizar a primeira aplicação de maneira preventiva, próxima à fase de pendoamento da cultura ou quando aparecerem os primeiros sintomas nas folhas, repetindo a aplicação 15-20 dias após, caso necessário. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura
Ferrugem
(Puccinia sorghi)
0,8 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - - Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicar com intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura
Ferrugem polisora
(Puccinia polysora)
0,8 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - - Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicar com intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha foliar
(Mycosphaerella fragariae)
60 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - - - Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e reaplicar a cada 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha zonada
(Leandria momordicae)
0,8 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - - - Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
0,8 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - - - Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Tranzschelia discolor)
80 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - - - Iniciar as aplicações com o aparecimento das primeiras pústulas e repetir a aplicação se persistirem as condições favoráveis à doença
Podridão parda
(Monilinia fructicola)
80 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - - - Realizar o controle em dois períodos distintos da cultura. O primeiro na fase de floração e fixação de frutos, onde são necessárias de 2 a 3 aplicações, com intervalos de 15 dias, desde a época da abertura das flores até queda dos cálices. O segundo período, na pré-colheita, onde novamente são necessárias de 2 a 3 aplicações, iniciando aos 30 dias antes da colheita, respeitando o intervalo de segurança do produto. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, alternar com produto de diferente mecanismo de ação
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha negra
(Diplocarpon rosae)
60 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - - - Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - - Realizar 2 aplicações, ambas na fase reprodutiva da cultura, sendo a primeira nos estádios R2 a R3 (floração até a formação das primeiras vagens) e a segunda no estádio R5.1 (início de formação de grãos). Utilizar a maior dose em condições de alta pressão das doenças. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - - Realizar 2 aplicações, ambas na fase reprodutiva da cultura, sendo a primeira nos estádios R2 a R3 (floração até a formação das primeiras vagens) e a segunda no estádio R5.1 (início de formação de grãos). Utilizar a maior dose em condições de alta pressão das doenças. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,4 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - - Realizar a aplicação quando o nível de infecção atingir, no máximo, 20% da área foliar da planta. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ergot
(Claviceps africana)
0,8 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - - Realizar apenas 1 aplicação na florada
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
0,8 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - - - Realizar a primeira aplicação a partir do início do florescimento, no aparecimento dos primeiros sintomas, realizar 4 aplicações com intervalos de 14 dias. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura
Septoriose
(Septoria lycopersici)
0,8 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - - - Realizar a primeira aplicação a partir do início do florescimento, no aparecimento dos primeiros sintomas, realizar 4 aplicações com intervalos de 14 dias. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - - Contra a brusone, a primeira aplicação preventiva deve ser feita no início do espigamento, complementada por mais uma num intervalo de 10 a 12 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,48 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - - Iniciar o controle quando a incidência, em folhas, durante o estádio de afilhamento situar-se entre 10 e 15%. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura
Ferrugem do colmo
(Puccinia graminis)
0,48 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - - Iniciar o controle quando a incidência, em folhas, durante o estádio de afilhamento situar-se entre 10 e 15%. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura
Fusariose
(Fusarium graminearum)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - - Pulverizações preventivas contra giberela devem ser realizadas quando se observar o maior número de flores abertas. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,48 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - - Iniciar o controle quando a incidência, em folhas, durante o estádio de afilhamento situar-se entre 10 e 15%. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
80 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - - - Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicar com intervalos de 15 dias. Realizar máximo de 3 a 4 aplicações por ciclo da cultura
Ferrugem da videira
(Phakopsora euvitis)
60 a 80 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - - - Iniciar o controle na ocorrência dos primeiros sintomas nas folhas. Repetir a aplicação a cada 7 dias. Realizar máximo de 3 a 4 aplicações por ciclo da cultura
Oídio
(Uncinula necator)
80 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - - - Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicar com intervalos de 15 dias. Realizar máximo de 3 a 4 aplicações por ciclo da cultura

Conteúdo: 0,5; 1,0; 2,0; 5,0; 10; 15; 20; 25; 50; 100; 150; 200; 400; 450; 500; 550 e 600 litros.

O produto AUG 137 é um fungicida de ação sistêmica do grupo dos triazóis que atua na inibição da biossíntese do ergosterol, substância importante para manutenção da integridade da membrana celular dos fungos, com ação preventiva e curativa.
MODO DE APLICAÇÃO: AUG 137 deve ser diluído em água e aplicado por pulverização na dose recomendada sobre as plantas a proteger de modo que haja uma boa cobertura. Pode ser aplicado por meio de pulverizadores terrestres manuais, pressurizados, motorizados, tratorizados, turbo atomizadores e/ou através de aeronaves. Antes da pulverização, certificar-se que os pulverizadores estejam em boas condições e calibrados corretamente. Devem ser respeitadas condições de velocidade do vento inferior a 10 km/h, temperatura menor que 30ºC e umidade relativa maior que 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação. Cuidados neste sentido devem ser redobrados quando da aplicação em volumes de calda de 20 L/ha, sob pena de comprometer os resultados. Não aplicar quando houver orvalho nas folhas, ou quando elas estiverem molhadas pela chuva. Sob ameaça de chuva, suspenda a aplicação. Caso ocorra chuva nas primeiras horas após a aplicação, a eficiência do produto pode diminuir. Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja as culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Modo de preparo da calda: Para preparação da calda, abasteça o pulverizador até 3/4 de sua capacidade com água limpa, adicione a dose recomendada do produto mantendo um mínimo de agitação para uniformização da calda. Coloque a dose indicada do fungicida AUG 137 em um recipiente com água limpa a parte para se obter uma pré-diluição do produto e adicione ao tanque do pulverizador, após isso complete o volume restante do pulverizador com água limpa. Prepare somente a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após o seu preparo. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:
APLICAÇÃO TERRESTRE: Aplique uniformemente com equipamento terrestre manual ou motorizado corretamente calibrado. Regular o equipamento de maneira a proporcionar boa cobertura de pulverização e menor deriva do produto, atentando para as indicações do fabricante.
APLICAÇÃO AÉREA: As pontas e bicos devem ser apropriadas para o tipo de aplicação de maneira que proporcionem uma cobertura uniforme. Largura da faixa deve ser definida por teste, dependendo da altura do vôo. O comprimento da barra não deve exceder ¾ da asa, barras maiores aumentam o potencial da deriva. A altura da barra deve ser regulada de acordo com as instruções do fabricante a fim de proporcional cobertura mais uniforme e menor deriva possível. Atentar para os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• PRODUTO IRRITANTE OCULAR.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Verifique a direção do vento e aplique de forma a evitar se expor à névoa do produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. • Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas, por exemplo.
INTOXICAÇÃO POR TEBUCONAZOL INFORMAÇÕES MÉDICAS GRUPO QUÍMICO Triazol CLASSE TOXICOLÓGICA I – EXTREMAMENTE TÓXICO VIAS DE EXPOSIÇÃO Oral, inalatória, ocular e dérmica TOXICOCINÉTICA Em ratos tem ação sobre: fígado (indução das enzimas microssomáticas, vacúolos nos hepatócitos, assim como proliferações no duto biliar); sangue (redução dos eritrócitos, nível de hemoglobina, valor dos hematócritos e aumento dos reticulócitos) e glândulas suprarenais (vacúolos na camada externa). Após ingestão oral, o produto é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal, alcançando concentração máxima no plasma em menos de duas horas. No organismo, é metabolizado principalmente por oxidação. A eliminação dos órgãos e tecidos também ocorre de forma rápida, principalmente pelas vias biliar/fecal e pela urinária. Quantidades pequenas são eliminadas pelo ar exalado. O produto não se acumula no organismo, sendo eliminado em até 72 horas. Via dermal, o produto é rapidamente absorvido, alcançando o equilíbrio em menos de uma hora e, em seguida, declinando durante as 24 horas de exposição. Foram encontradas baixas concentrações do produto no sangue, indicando que somente uma pequena quantidade do produto absorvido pela pele atinge o sangue. MECANISMO DE TOXICIDADE O mecanismo de toxicidade em humanos é pouco conhecido. Bloqueia síntese de ergosterol em fungos agindo na enzima esterol 14a-demetilase. Muitos triazóis não são completamente específicos e podem inibir enzimas similares de mamíferos, algumas delas envolvidas na biossíntese de esteroides. SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS Em humanos há irritação dermal leve e não há evidência de toxicidade sistêmica. Pode ocorrer irritação ocular após exposição ao triazol. Baseado nos estudos de toxicidade animal do ingrediente ativo tebuconazol, pode haver efeitos tóxicos nos seguintes órgãos: baço, fígado, adrenais e cristalino dos olhos. DIAGNÓSTICO O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, devendo ser feito baseado no exame clínico e informações disponíveis. TRATAMENTO Tratamento: sintomático Emergência, suporte e tratamento sintomático: Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Fluidos intravenosos e monitorização de oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos, ECG, etc. Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Em caso de ingestão: Lavagem gástrica - Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1 hora após a ingestão). Carvão ativado - Se liga a maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir sua absorção sistêmica, se administrado logo após a ingestão (1 hora). Suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água/30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a 50 g em crianças de (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças < 1 ano. Exposição Inalatória: Se ocorrer tosse/dispneia, avalie quanto a irritação, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com ß2- agonistas via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral. Exposição Ocular: Lave os olhos expostos com quantidade abundante de agua ou solução salina 0,9%, a temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista. Exposição Dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água abundante e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem. CONTRA-INDICAÇÕES A indução do vômito é com contraindicada em razão do risco potencial de aspiração. EFEITOS SINÉRGICOS Não são conhecidos efeitos sinérgicos com outras substâncias. ATENÇÃO Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT – ANVISA/MS) Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS) Empresa: Avgust Crop Protection Importação e Exportação LTDA. Telefone de Emergência da empresa: (011) 3151-5557
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: Vide item Toxicocinética.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Efeitos agudos: DL50 oral em ratos igual a 1000 mg/kg de peso corpóreo. DL50 dermal em ratos maior que 2000 mg/kg de peso corpóreo. CL50 inalatória em ratos igual a 4,60 mg/L (4h). Irritação ocular em coelhos o produto causou irritação reversível em 21 dias. Irritação dérmica em coelhos o produto causou irritação leve (score igual a 0,74). Sensibilização cutânea o produto não causou sensibilização.
Efeitos crônicos: Nos estudos realizados com ratos em laboratório durante 2 anos, observou-se na dose máxima testada (1.000 ppm), uma leve influência no consumo de ração e água, bem como um retardamento no crescimento dos animais. Para os demais parâmetros requeridos neste tipo de estudo, não foram observadas nenhuma anormalidade ou efeitos significativos. O produto não foi mutagênico, carcinogênico ou embriofetotóxico para os animais testados. A dose sem efeito tóxico foi de 300 ppm para ratos machos e fêmeas.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
Altamente perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
X Muito perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
Pouco perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamento. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos da água. Evite a contaminação da água. - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a Empresa AVGUST CROP PROTECTION IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA - Telefone de Emergência: (11) 3151.5557. - Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA -O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

A integração de medidas de controle é premissa básica para um bom manejo de doenças nas plantas cultivadas. As diferentes medidas de controle visam desacelerar, integradamente o ciclo das relações patógeno-hospedeiro. O uso de fungicidas adequados, variedades resistentes, rotação de culturas e controle do ambiente devem ser vistos como métodos de controle mutuamente úteis. Dentro deste princípio, todas as vezes que seja possível devemos associar as boas práticas agrícola como: uso racional de fungicidas e aplicação no momento e doses indicadas, fungicidas específicos para um determinado fungo, utilização de cultivares resistentes ou tolerantes, semeadura nas épocas menos propícias para o desenvolvimento dos fungos, eliminação de plantas hospedeiras, rotação de culturas, adubação equilibrada, escolha do local para implantação da cultura, etc. Manejo de doenças de plantas cultivadas deve ser entendido como a utilização de métodos químicos, culturais e biológicos necessários para manter as doenças abaixo do nível de dano econômico.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. O produto fungicida AUG 137 é composto por tebuconazol, que apresenta mecanismo de ação de C14 desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51), pertencente ao Grupo G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicida). Como prática de manejo a resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gente de resistência quando disponíveis, etc.;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informado à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação â Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).