Bula Constant

acessos
Tebuconazole
9299
Bayer

Composição

Tebuconazol 200 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico
Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Fusariose
(Fusarium subglutinans)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar aos 40 dias após a indução floral e repetir a cada 15 dias até o fechamento total das flores
Álamo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do álamo
(Melampsora medusae)
0,75 L p.c./ha 2600 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalo de 21 dias. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações nos primeiros sintomas da ferrugem. A aplicação deve ser repetida 21 dias após a primeira aplicação, ou, em fases de menor pressão de
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramulose
(Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides)
0,75 L p.c./ha - 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 - 14 dias. 30 dias. Iniciar o controle preventivamente no final da fase vegetativa da cultura ou na ocorrência dos primeiros sintomas de ramulose (estrelinha), repetir a aplicação a cada 7 - 14 dias
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia allii)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar a cada 7 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e repetir as mesmas a cada 7 dias
Mancha preta
(Cercospora personata)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar a cada 7 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e repetir as mesmas a cada 7 dias
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar duas aplicações com intervalo de 14 dias. 35 dias. Fazer 2 aplicações logo após o aparecimento dos sintomas nas folhas, com intervalo de 14 dias
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar duas aplicações com intervalo de 14 dias. 35 dias. Fazer 2 aplicações logo após o aparecimento dos sintomas nas folhas, com intervalo de 14 dias
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia coronata var. avenae)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário reaplicar o produto. 35 dias. Quando forem encontrados no máximo 5% da superfície foliar infectada pelas doenças. Uma segunda aplicação será necessária se o nível crítico for atingido novamente
Helmintosporiose
(Drechslera avenae)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário reaplicar o produto. 35 dias. Quando forem encontrados no máximo 5% da superfície foliar infectada pelas doenças. Uma segunda aplicação será necessária se o nível crítico for atingido novamente
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
0,5 L p.c./ha - 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 5 aplicações com intervalo de 30 a 40 dias. 5 dias. Iniciar as aplicações em novembro e repeti-Ias a cada 30-40 dias, até o final do período crítico
Sigatoka negra
(Mycosphaerella fijiensis)
0,5 L p.c./ha - 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 14 dias. 5 dias. Iniciar a aplicação preventiva na época de ocorrência das chuvas e reaplicar se necessário, a cada 14 dias
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar até quatro aplicações. 30 dias. O controle deve ser no aparecimento dos primeiros sintomas a partir do final do desenvolvimento foliar, fase que coincide com o fechamento das linhas e início do desenvolvimento dos tubérculos
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1 L p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intevalo de 15 dias. 7 dias. A primeira aplicação deve ser feita no inicio do florescimento, preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir a aplicação a cada 15 dias
Beterraba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora beticola)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Caso necessário reaplicar com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e repetir as mesmas a cada 7 dias
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vassoura de bruxa
(Crinipellis perniciosa)
1,2 L p.c./ha - - Realizar no máximo cinco aplicações com intevalo de 30 dias. 14 dias. Iniciar o controle a partir de abril/maio, época que coincide com o início das chuvas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - Reaplicar quando o nível de dano for atingido novamente. 30 dias. recomenda-se iniciar a aplicação quando a infecção atingir 5% e repetir a mesma se esse nível for novamente atingido
Mancha das folhas
(Ascochyta coffeae)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. A aplicação deve ser feita no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença na folha e repetida 60 dias após
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - Realizar duas aplicações. 30 dias. Aplicações preventivas, iniciando-se em dezembro/janeiro, com um total de duas aplicações, até março, que, em condições normais, é o período crítico da doença
Seca de ponteiros
(Phoma costaricensis)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 30 dias. O controle é preventivo iniciando-se as aplicações logo após a florada (flor murcha). Efetua-se uma 2ª aplicação 30 dias após e uma 3ª, se as condições favoráveis à doença persistirem. Quando for constatada a doença atacando ponteiros no final do período das chuvas (abril/maio), fazer uma a duas aplicações, com intervalo de 30 dias
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia hordei)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 35 dias. Quando forem encontrados no máximo 5% da superfície foliar infectada pelas doenças. Uma segunda aplicação será necessária se o nível crítico for atingido novamente
Mancha angular
(Drechslera teres)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 35 dias. quando forem encontrados no máximo 5% da superfície foliar infectada pelas doenças. Uma segunda aplicação será necessária se o nível crítico for atingido novamente
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 35 dias. Começar o monitoramento das doenças a partir da fase de afilhamento. A aplicação deverá ser efetuada a partir dos primeiros sintomas das doenças. A partir de 15 dias após a aplicação, continuar o monitoramento da lavoura e, em condições climáticas propícias ao reaparecimento das doenças, quando necessário, realizar uma segunda aplicação
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. hordei)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 35 dias. Começar o monitoramento das doenças a partir da fase de afilhamento. A aplicação deverá ser efetuada a partir dos primeiros sintomas das doenças. A partir de 15 dias após a aplicação, continuar o monitoramento da lavoura e, em condições climáticas propícias ao reaparecimento das doenças, quando necessário, realizar uma segunda aplicação
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 20 dias. As aplicações, em número de duas, devem ser feitas antes da abertura das flores, sendo a 1ª aplicação realizada logo após o aparecimento dos botões florais (cabeça de fósforo) e a 2a na fase de cotonete
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem branca
(Puccinia horiana)
75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Caso necessário reaplicar a cada 7 dias. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e repetir as mesmas a cada 7 dias
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 - 20 dias. 14 dias. A partir do começo do florescimento, no início da infecção, podendo ser feitas mais uma ou duas aplicações com intervalo de 15-20 dias
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 - 20 dias. 14 dias. A partir do começo do florescimento, no início da infecção, podendo ser feitas mais uma ou duas aplicações com intervalo de 15-20 dias
Mancha de alternaria
(Alternaria alternata)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 - 20 dias. 14 dias. A partir do começo do florescimento, no início da infecção, podendo ser feitas mais uma ou duas aplicações com intervalo de 15-20 dias
Figo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da figueira
(Cerotelium fici)
75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias
Gladíolo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces transversalis)
75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Caso necessário reaplicar com intervalo de 7 dias. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e repetir as mesmas a cada 7 dias
Goiaba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia psidii)
75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 20 dias. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas. Caso necessário, reaplicar uma ou duas vezes com intervalo de 15 dias
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
1 L p.c./ha 1000 L de calda/ha - Caso necessário, fazer no máximo 6 aplicações por ciclo de produção, com intervalo de 14 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
100 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - Em intervalos quinzenais. 20 dias. Os tratamentos devem ser iniciados antes da abertura das flores, continuando em intervalos quinzenais até início da formação dos frutos
Oídio
(Oidium mangiferae)
100 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - Intervalos quinzenais. 20 dias. Os tratamentos devem ser iniciados antes da abertura das flores, continuando em intervalos quinzenais até início da formação dos frutos
Maracujá Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 15 dias. 7 dias. Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias
Verrugose
(Cladosporium herbarum)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 15 dias. 7 dias. Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalo de 15 dias. 14 dias. Pulverizações a partir do início do florescimento, no aparecimento dos sintomas, com intervalos de 15 dias
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L p.c./ha - Caso necessário, reaplicar com intervalo de 15 dias. 14 dias. Pulverizações a partir do início do florescimento, no aparecimento dos sintomas, com intervalos de 15 dias
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalo de 15 dias. 14 dias. Pulverizações a partir do início do florescimento, no aparecimento dos sintomas, com intervalos de 15 dias
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalo de 7 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e repetir as mesmas a cada 7 dias
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e repetir as mesmas a cada 7 dias
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora zeae-maydis)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 15 dias. 15 dias. Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias
Ferrugem
(Puccinia sorghi)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 15 dias. recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias
Ferrugem polisora
(Puccinia polysora)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 15 dias. recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias
Mancha foliar
(Exserohilum turcicum)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 15 dias. recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha foliar
(Mycosphaerella fragariae)
75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalo de 7 dias. 5 dias. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e repetir as mesmas a cada 7 dias
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha zonada
(Leandria momordicae)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 15 dias. 5 dias. Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 15 dias. 5 dias. Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Tranzschelia discolor)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar o produto. 7 dias. Iniciar as aplicações com o aparecimento das primeiras pústulas e repetir se persistirem as condições favoráveis à doença
Podridão parda
(Monilinia fructicola)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Conforme explicado na Época. 7 dias. Para a podridão parda, que ocorre em dois períodos distintos da cultura, sendo o primeiro na fase de floração e fixação de frutos, são necessárias de 2 a 3 pulverizações, com intervalos de 15 dias, desde a época da abertura das flores até a queda dos cálices. O segundo período ocorre na pré-colheita, onde novamente são necessárias de 2 a 3 pulverizações, iniciando aos 30 dias antes da colheita
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora melongenae)
1 L p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou quando aparecerem os primeiros sintomas, o que geralmente ocorre por cerca de 30 dias após o transplante
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha negra
(Diplocarpon rosae)
75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 15 dias. Uso não alimentar. Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. realizar 2 aplicações, ambas na fase reprodutiva da cultura, sendo a primeira nos estádios R2 a R3 (fio ração até a formação das primeiras vagens) e a segunda no estádio R5.1 (início de formação de grãos)
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. realizar 2 aplicações, ambas na fase reprodutiva da cultura, sendo a primeira nos estádios R2 a R3 (fio ração até a formação das primeiras vagens) e a segunda no estádio R5.1 (início de formação de grãos)
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 30 dias. A aplicação deve ser feita quando o nível de infecção atingir, no máximo, 20% da área foliar da planta
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ergot
(Claviceps africana)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - 15 dias. A aplicação deve ser feita na florada
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 14 dias. 7 dias. O controle deve ser realizado a partir do início do florescimento, no aparecimento dos primeiros sintomas e são feitas 4 aplicações de 14 em 14 dias
Septoriose
(Septoria lycopersici)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 14 dias. 7 dias. O controle deve ser realizado a partir do início do florescimento, no aparecimento dos primeiros sintomas e são feitas 4 aplicações de 14 em 14 dias
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 35 dias. a primeira aplicação preventiva deve ser feita no início do espigamento, complementada por mais uma num intervalo de 10 a 12 dias
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 35 dias. iniciar o controle a partir do estádio de alongamento, quando as doenças alcançarem o valor de 5% da área foliar ou 80% de incidência
Ferrugem do colmo
(Puccinia graminis)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 35 dias. iniciar o controle a partir do estádio de alongamento, quando as doenças alcançarem o valor de 5% da área foliar ou 80% de incidência
Fusariose
(Fusarium graminearum)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 35 dias. Pulverizações preventivas contra giberela devem ser realizadas quando se observar o maior número de flores abertas
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 35 dias. iniciar o controle a partir do estádio de alongamento, quando as doenças alcançarem o valor de 5% da área foliar ou 80% de incidência
Mancha das glumas
(Stagonospora nodorum)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 35 dia. iniciar o controle a partir do estádio de alongamento, quando as doenças alcançarem o valor de 5% da área foliar ou 80% de incidência
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 35 dias. iniciar o controle a partir do estádio de alongamento, quando as doenças alcançarem o valor de 5% da área foliar ou 80% de incidência
Mancha salpicada
(Septoria tritici)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 35 dias. iniciar o controle a partir do estádio de alongamento, quando as doenças alcançarem o valor de 5% da área foliar ou 80% de incidência
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 35 dias. O controle deve ser iniciado quando a incidência em folhas, durante o estádio de afilhamento, situar-se entre 10 -15%
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias
Ferrugem da videira
(Phakopsora euvitis)
75 a 100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias
Oídio
(Uncinula necator)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias

Frasco de polietileno: 1,0 L.
bombona plástica acondicionada em caixa de papelão para tranporte: 5,0 L.
Embalagem plástica (COEX): 20 L.
Embalagem metálica: 20, 100 e 200 L.

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO: O CONSTANT é um fungicida sistêmico do grupo dos triazóis com ação preventiva e curativa.

MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: O produto deve ser emulsionado em água e aplicado na forma de pulverização, utilizando equipamentos terrestres ou aeronaves. Aplicação terrestre: usar pulverizadores de barra com bicos cônicos (D2), com pressão de 80 a 100 lb/pol2 e vazão de 200 a 300 l de calda/ha para as culturas de amendoim, arroz, aveia, cevada, feijão, milho, sorgo, soja e trigo. Nas culturas de abacaxi, crisântemo, figo, gladíolo, goiaba, maracujá, morango, pêssego, rosa e uva empregam-se de 800 a 1000 l de calda/ha. Em maçã e manga, utilizam-se pulverizadores de pistola com consumo de 1000 a 1200 l de calda/ha para maçã e 1000 a 2000 l de calda/ha para manga. Nas culturas de alho, batata, beterraba, cebola, cenoura, melancia, melão, pepino e tomate, recomenda-se usar 500 a 1000 l de calda/ha. Em citros 2000 l/ha. Na cultura de café empregam-se atomizadores e o volume de calda varia de 250 - 500 l/ha. Em cacau, o produto é aplicado na forma de pulverização com equipamento costal motorizado, empregando-se um volume de calda suficiente para promover uma boa cobertura das plantas tratadas. Na cultura de banana aplica-se a dose do produto diluído em 15 l de óleo mineral. Aplicação aérea nas culturas de aveia, banana, cevada e trigo: usar micronair ou barra equipada com bicos cônicos D6 a D12, altura de vôo de 2 a 4 m, pressão da bomba 30 a 50 l b/pol2, vazão de 10 a 20 l/ha para micronair e 20 a30 l/ha quando se emprega barra, largura da faixa de deposição 15 a 18 m, com densidade mínima de 80 gotas/cm2. Nas culturas de alho, cebola e citros, recomenda-se adicionar espalhante adesivo na calda.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ABACAXI: Iniciar aos 40 dias após a indução floral e repetir a cada 15 dias até o fechamento total das flores. São feitas normalmente três aplicações.

ALHO, CEBOLA, CENOURA, FIGO, MILHO, MARACUJÁ, PEPINO, ROSA E UVA: Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura.

Álamo - iniciar as aplicações nos primeiros sintomas da ferrugem. A aplicação deve ser repetida 21 dias após a primeira aplicação, ou, em fases de menor pressão de
doença, quando houver re-infecção.


AMENDOIM, BETERRABA, CRISÂNTEMO, GLADÍOLO, MELÃO E MORANGO: Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e repetir as mesmas a cada 7 dias.

ARROZ: Fazer 2 aplicações logo após o aparecimento dos sintomas nas folhas, com intervalo de 14 dias.

AVEIA E CEVADA: Quando forem encontrados no máximo 5% da superfície foliar infectada pelas doenças. Uma segunda aplicação será necessária se o nível crítico for atingido novamente.

Banana - Mal-de-sigatoka: iniciar as aplicações em novembro e repeti-Ias a cada 30-40 dias, até o final do período crítico. Sigatoka-negra: Iniciar a aplicação preventiva na época de ocorrência das chuvas e reaplicar se necessário, a cada 14 dias. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura.

BATATA: O controle deve ser no aparecimento dos primeiros sintomas a partir do final do desenvolvimento foliar, fase que coincide com o fechamento das linhas e início do desenvolvimento dos tubérculos. São feitas de 3 a 4 aplicações.

Berinjela - a primeira aplicação deve ser feita no inicio do florescimento, preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir a aplicação a cada 15 dias. Realizar no máximo 4 aplicações

CACAU: Iniciar o controle a partir de abril/maio, época que coincide com o início das chuvas, são feitas 5 aplicações com intervalos de 30 dias.

CAFÉ: Ferrugem: recomenda-se iniciar a aplicação quando a infecção atingir 5% e repetir a mesma se esse nível for novamente atingido. Cercosporiose: aplicações preventivas, iniciando-se em dezembro/janeiro, com um total de duas aplicações, até março, que, em condições normais, é o período crítico da doença. Mancha de Ascochyta: a aplicação deve ser feita no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença na folha e repetida 60 dias após. Seca dos ponteiros: o controle é preventivo iniciando-se as aplicações logo após a florada (flor murcha). Efetua-se uma 2ª aplicação 30 dias após e uma 3ª, se as condições favoráveis à doença persistirem. Quando for constatada a doença atacando ponteiros no final do período das chuvas (abril/maio), fazer uma a duas aplicações, com intervalo de 30 dias.

CITROS: As aplicações, em número de duas, devem ser feitas antes da abertura das flores, sendo a 1ª aplicação realizada logo após o aparecimento dos botões florais (cabeça de fósforo) e a 2a na fase de cotonete.

Cevada - Ferrugem-da-folha e Mancha-reticular: quando forem encontrados no máximo 5% da superfície foliar infectada pelas doenças. Uma segunda aplicação será necessária se o nível crítico for atingido novamente. Mancha-marrom e oídio: começar o monitoramento das doenças a partir da fase de afilhamento. A aplicação deverá ser efetuada a partir dos primeiros sintomas das doenças. A partir de 15 dias após a aplicação, continuar o monitoramento da lavoura e, em condições climáticas propícias ao reaparecimento das doenças, quando necessário, realizar uma segunda aplicação.

FEIJÃO: A partir do começo do florescimento, no início da infecção, podendo ser feitas mais uma ou duas aplicações com intervalo de 15-20 dias.

GOIABA: Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas. Caso necessário, reaplicar uma ou duas vezes com intervalo de 15 dias.

Mamão - iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas. Caso necessário, fazer no máximo 6 aplicações por ciclo de produção, com intervalo de 14 dias.

MANGA: Os tratamentos devem ser iniciados antes da abertura das flores, continuando em intervalos quinzenais até início da formação dos frutos.

MELANCIA: Pulverizações a partir do início do florescimento, no aparecimento dos sintomas, com intervalos de 15 dias.

Milho - Ferrugens e Helmintosporiose: recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.

PÊSSEGO: Contra a ferrugem iniciar as aplicações com o aparecimento das primeiras pústulas e repetir se persistirem as condições favoráveis à doença. Para a podridão parda, que ocorre em dois períodos distintos da cultura, sendo o primeiro na fase de floração e fixação de frutos, são necessárias de 2 a 3 pulverizações, com intervalos de 15 dias, desde a época da abertura das flores até a queda dos cálices. O segundo período ocorre na pré-colheita, onde novamente são necessárias de 2 a 3 pulverizações, iniciando aos 30 dias antes da colheita.

Pimentão - Iniciar as aplicações preventivamente ou quando aparecerem os primeiros sintomas, o que geralmente ocorre por cerca de 30 dias após o transplante. Repetir as aplicações a cada 7 dias, sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença, realizando no máximo 4 aplicações.

Soja - Para controle de crestamento-foliar e septoriose, realizar 2 aplicações, ambas na fase reprodutiva da cultura, sendo a primeira nos estádios R2 a R3 (fio ração até a formação das primeiras vagens) e a segunda no estádio R5.1 (início de formação de grãos). Utilizar a maior dose em condições de alta pressão das doenças.
Para o controle de ferrugem da soja, a aplicação deve ser feita imediatamente após a detecção dos primeiros sintomas da doença, ou preventivamente, conforme as recomendações da Comissão de Fitopatologia da Pesquisa de Soja, quais sejam, sob condições climáticas favoráveis à doença ou se já houver ocorrência de focos na mesma região.
Para o controle de oídio, a aplicação deve ser feita quando o nível de infecção atingir, no máximo, 20% da área foliar da planta.
Realizar no máximo 3 aplicações.


SORGO: A aplicação deve ser feita na florada.

TOMATE: O controle deve ser realizado a partir do início do florescimento, no aparecimento dos primeiros sintomas e são feitas 4 aplicações de 14 em 14 dias.

TRIGO: Oídio - o controle deve ser iniciado quando a incidência em folhas, durante o estádio de afilhamento, situar-se entre 10 -15%. Ferrugens e manchas foliares - iniciar o controle a partir do estádio de alongamento, quando as doenças alcançarem o valor de 5% da área foliar ou 80% de incidência. Pulverizações preventivas contra giberela devem ser realizadas quando se observar o maior número de flores abertas. Contra a brusone, a primeira aplicação preventiva deve ser feita no início do espigamento, complementada por mais uma num intervalo de 10 a 12 dias.

Uva -. Oídio e podridão-da-uva-madura: recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias. Realizar de 3 a 4 aplicações por ciclo da cultura.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Abacaxi, alho, cacau, cebola, cenoura, feijão, figo, melancia, melão e uva: 14 dias; Amendoim, batata, café e soja: 30 dias; Arroz, aveia, cevada e trigo: 35 dias; Banana, pepino e morango 05 dias; Beterraba, maracujá, pêssego e tomate: 07 dias; Citros, goiaba e manga: 20 dias; Crisântemo, rosa e gladíolo: UNA - Uso não alimentar; Milho e sorgo: 15 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Até 48 h após a aplicação, para reentrar nas lavouras aplicadas, usar macacão de mangas compridas, chapéu impermeável de aba larga e botas.

LIMITAÇÕES DE USO: Além dos intervalos de segurança e reentrada na cultura, não aplicar o produto na cultura de feijão e tomate antes da floração. Na cultura de batata não aplicar o produto antes da fase final de desenvolvimento foliar, fase que coincide com o fechamento das linhas e início do desenvolvimento dos tubérculos.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamentos com vazamentos. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Use macacão com mangas compridas, chapéu impermeável de aba larga e botas.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação.Não aplique o produto na presença de ventos. Nos casos em que a aplicação produzir neblina, use máscara e viseira facial. Use macacão com mangas compridas, chapéu impermeável de aba larga, luvas, e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas. No descarte de embalagens use macacão de mangas compridas, luvas e botas.

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Não provoque vômito e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Olhos: Lave com água corrente em abundância e, se houver irritação, procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Pele: Lave com água e sabão em abundância e, se houver irritação, procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Inalação: Procure local arejado e vá ao médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Não se dispõe de dados referentes ao ser humano. Em ratos, o produto é absorvido via oral, dérmica e respiratória. É rapidamente distribuído pelo organismo e eliminado com a bílis/fezes e urina em até 72 horas após a aplicação.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: Agudos: o produto formulado apresenta dose letal oral aguda (DL50) para rato fêmea igual a 3230 mg/kg e dérmica maior que 4000 mg/kg. Não é irritante lesivo ao globo ocular, nem à pele de coelhos. Não apresenta efeito sensibilizante à pele de cobaias e não mostrou efeito mutagênico em testes com microorganismos e de micronúcleos. Crônicos: quando utilizado corretamente para fins agrícolas , não se espera efeitos crônicos para o ser humano. No estudo crônico com ratos, duração de 2 anos, o nível sem efeito tóxico foi de 300 ppm.

EFEITOS COLATERAIS: Não existem informações sobre efeitos colaterais específicos para o ser humano.

SINTOMAS DE ALARME: Quando ingerido: distúrbios no comportamento, respiração e motilidade; movimentos não coordenados. Quando inalado: motilidade reduzida.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA/ANTÍDOTO: Não específico - Tratamento sintomático conforme as ocorrências clínicas surgirem e segundo sua gravidade.

TELEFONES DE EMERGÊNCIA:
Bayer Cropscience: (Oxx21) 2761-4023
Centro de informações tôxicológicas: 0800.410148

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é MUITO PERIGOSO (Classe II) ao meio ambiente.
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamentos.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas suscetíveis a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
Descarte corretamente as embalagens e restos do produto.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa.
Utilize o Equipamento de Proteção Individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
Isole e sinalize a área contaminada.
Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos de águas, siga as instruções:
Piso pavimentado: coloque material absorvente (por exemplo: serragem ou terra) sobre o conteúdo derramado e recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. Remova conforme orientações de destinação adequada de resíduos e embalagens. Lave o local com grande quantidade de água; o produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada; Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para consumo humano e animal e contate o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido; Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagem adequada disponível, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação Estadual e Municipal.

INSTRUÇÕES DE TRANSPORTE:
O transporte é feito observando-se as normas da legislação vigente sobre cargas perigosas, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

MÉTODO DE DESATIVAÇÃO:
Recomenda-se a incineração em fornos destinados para esse tipo de operação e aprovados pelo órgão estadual responsável, equipado de câmaras para lavagem de gases efluentes. Para a desativação do produto, contate a Empresa e o Órgão Estadual do Meio Ambiente.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDALAVÁVEL
DEVOLUÇÃO, E RESTOS DE



- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPr s ¬Equipamentos de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto.
- Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 'l4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigi da diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (CAIXA DE TRANSPORTE - NÃO CONTAMINADA) - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM V AZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA ou O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Para as culturas que, durante o ciclo, exigem um elevado número de aplicações, recomenda-se:
·realizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos, visando prevenir o aparecimento de fungos resistentes e prolongar a vida útil dos fungicidas na agricultura; utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados na bula;
·incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados
·consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das recomendações locais para o manejo de resistência.