Bula Keyzol EC

acessos
Tebuconazol
26517
Avgust Crop Protection

Composição

Tebuconazol 250 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Preventivo, Sistêmico, Curativo

Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Fusariose
(Fusarium subglutinans)
80 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intevalo de 15 dias. 14 dias. Iniciar a aplicação aos 40 dias após a indução floral e repetir a cada 15 dias até o fechamento total das flores
Álamo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do álamo
(Melampsora medusae)
0,6 L p.c./ha 2600 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 21 dias. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações nos primeiros sintomas da ferrugem
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramulose
(Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 - 14 dias. 30 dias. Iniciar o controle preventivamente no final da fase vegetativa da cultura ou na ocorrência dos primeiros sintomas de Ramulose (estrelinha)
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia allii)
0,8 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
0,8 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
0,4 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e reaplicar com intervalos de 7 dias
Mancha preta
(Pseudocercospora personata)
0,4 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e reaplicar com intervalos de 7 dias
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 14 dias. 35 dias. Realizar a primeira aplicação logo após o aparecimento dos sintomas nas folhas
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 14 dias. 35 dias. Realizar a primeira aplicação logo após o aparecimento dos sintomas nas folhas
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia coronata var. avenae)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 35 dias. Iniciar a aplicação quando forem encontrados no máximo 5% da superfície foliar infectada pelas doenças. Uma segunda aplicação será necessária se o nível de controle for atingido novamente
Helmintosporiose
(Drechslera avenae)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 35 dias. Iniciar a aplicação quando forem encontrados no máximo 5% da superfície foliar infectada pelas doenças. Uma segunda aplicação será necessária se o nível de controle for atingido novamente
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
0,4 L p.c./ha 15 L óleo min - Realizar no máximo cinco aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 30 - 40 dias. 5 dias. Iniciar as aplicações em novembro e repeti-las a cada 30-40 dias até o final do período crítico
Sigatoka negra
(Mycosphaerella fijiensis)
0,4 L p.c./ha 15 L óleo min - Realizar no máximo cinco aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 14 dias. 5 dias. Iniciar a aplicação preventiva na época de ocorrência das chuvas e reaplicar, se necessário, a cada 14 dias
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
0,8 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar de três a quatro aplicações por ciclo da cultura. 30 dias. O controle deve ser no aparecimento dos primeiros sintomas a partir do final do desenvolvimento foliar, fase que coincide com o fechamento das linhas e início do desenvolvimento dos tubérculos
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
0,8 L p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 15 dias. 1 dia. A primeira aplicação deve ser feita no início do florescimento, preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Beterraba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora beticola)
0,8 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e reaplicar com intervalos de 7 dias
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vassoura de bruxa
(Crinipellis perniciosa)
0,96 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 30 dias. 14 dias. Iniciar o controle a partir de abril/maio, época que coincide com o início das chuvas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
0,8 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações por ciclo da cultura. 30 dias. Recomenda-se iniciar a aplicação quando a infecção c.a 5% e repetir a mesma se esse nível for novamente atingido
Mancha das folhas
(Ascochyta coffeae)
0,8 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações por ciclo da cultura. 30 dias. A aplicação deve ser feita no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença na folha e repetir a aplicação após 60 dias
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
0,8 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações por ciclo da cultura. 30 dias. Realizar aplicações preventivas, iniciando-se em dezembro/ janeiro, com total de 2 aplicações, até março, que, em condições normais, é o período crítico da doença
Seca de ponteiros
(Phoma costaricensis)
0,8 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 30 dias. 30 dias. Realizar controle preventivo iniciando-se as aplicações logo após a florada (flor murcha). Efetuar uma 2a aplicação 30 dias após e uma 3a, se as condições favoráveis à doença persistirem
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
0,8 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
0,8 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia hordei)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 35 dias. Recomenda-se iniciar as aplicações quando forem encontrados no máximo 5% da superfície foliar infectada pela doença. Uma segunda aplicação será necessária se o nível crítico for atingido novamente
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 35 dias. Recomenda-se iniciar as aplicações quando forem encontrados no máximo 5% da superfície foliar infectada pela doença. Uma segunda aplicação será necessária se o nível crítico for atingido novamente
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. hordei)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 35 dias. Recomenda-se iniciar as aplicações quando forem encontrados no máximo 5% da superfície foliar infectada pela doença. Uma segunda aplicação será necessária se o nível crítico for atingido novamente
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
60 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações por safra da cultura. 20 dias. Iniciar as aplicações logo após o aparecimento dos botões florais. Realizar a primeira aplicação na fase cabeça-defósforo e a segunda na fase de cotonete
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem branca
(Puccinia horiana)
60 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e reaplicar com intervalos de 7 dias
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 - 20 dias. 14 dias. Realizar a aplicação a partir do começo do florescimento, no início da infecção podendo ser feitas mais uma ou duas aplicações com intervalo de 15 - 20 dias
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
0,8 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 - 20 dias. 14 dias. Realizar a aplicação a partir do começo do florescimento, no início da infecção podendo ser feitas mais uma ou duas aplicações com intervalo de 15 - 20 dias
Mancha de alternaria
(Alternaria alternata)
0,8 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 - 20 dias. 14 dias. Realizar a aplicação a partir do começo do florescimento, no início da infecção podendo ser feitas mais uma ou duas aplicações com intervalo de 15 - 20 dias
Figo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da figueira
(Cerotelium fici)
60 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas
Gladíolo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces transversalis)
60 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e reaplicar com intervalos de 7 dias
Goiaba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia psidii)
60 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 20 dias. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e reaplicar com intervalos de 7 dias
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
0,8 L p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo seis aplicações com intervalo de 14 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
80 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 20 dias. Os tratamentos devem ser iniciados antes da abertura das flores, continuando em intervalos de 15 dias até início da formação dos frutos
Oídio
(Oidium mangiferae)
80 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 20 dias. Os tratamentos devem ser iniciados antes da abertura das flores, continuando em intervalos de 15 dias até início da formação dos frutos
Maracujá Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
80 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas e reaplicar com intervalos de 15 dias
Verrugose
(Cladosporium herbarum)
80 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas e reaplicar com intervalos de 15 dias
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
0,8 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações a partir do início do florescimento e/ou no aparecimento dos sintomas
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
0,8 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações a partir do início do florescimento e/ou no aparecimento dos sintomas
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
0,8 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações a partir do início do florescimento e/ou no aparecimento dos sintomas
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
0,8 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e reaplicar a cada 7 dias
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
0,8 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e reaplicar a cada 7 dias
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora zeae-maydis)
0,8 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 - 20 dias. 15 dias. Realizar a primeira aplicação de maneira preventiva, próxima à fase de pendoamento da cultura ou quando aparecerem os primeiros sintomas nas folhas, repetindo a aplicação 15-20 dias após, caso necessário
Ferrugem
(Puccinia sorghi)
0,8 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 15 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicar com intervalos de 15 dias
Ferrugem polisora
(Puccinia polysora)
0,8 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 15 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicar com intervalos de 15 dias
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha foliar
(Mycosphaerella fragariae)
60 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e reaplicar a cada 7 dias
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha zonada
(Leandria momordicae)
0,8 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 5 dias. Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
0,8 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 5 dias. Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Tranzschelia discolor)
80 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Iniciar as aplicações com o aparecimento das primeiras pústulas e repetir a aplicação se persistirem as condições favoráveis à doença. 7 dias. Iniciar as aplicações com o aparecimento das primeiras pústulas e repetir a aplicação se persistirem as condições favoráveis à doença
Podridão parda
(Monilinia fructicola)
80 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Conforme explicado na época. 7 dias. Realizar o controle em dois períodos distintos da cultura. O primeiro na fase de floração e fixação de frutos, onde são necessárias de 2 a 3 aplicações, com intervalos de 15 dias, desde a época da abertura das flores até queda dos cálices. O segundo período, na pré-colheita, onde novamente são necessárias de 2 a 3 aplicações, iniciando aos 30 dias antes da colheita, respeitando o intervalo de segurança do produto. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, alternar com produto de diferente mecanismo de ação
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha negra
(Diplocarpon rosae)
60 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 15 dias. Uso não alimentar. Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações por ciclo da cultura. 30 dias. Realizar 2 aplicações, ambas na fase reprodutiva da cultura, sendo a primeira nos estádios R2 a R3 (floração até a formação das primeiras vagens) e a segunda no estádio R5.1 (início de formação de grãos)
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações por ciclo da cultura. 30 dias. Realizar 2 aplicações, ambas na fase reprodutiva da cultura, sendo a primeira nos estádios R2 a R3 (floração até a formação das primeiras vagens) e a segunda no estádio R5.1 (início de formação de grãos)
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,4 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações por ciclo da cultura. 60 dias. Realizar a aplicação quando o nível de infecção atingir, no máximo, 20% da área foliar da planta
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ergot
(Claviceps africana)
0,8 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Realizar apenas 1 aplicação na florada
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
0,8 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 14 dias. 7 dias. Realizar a primeira aplicação a partir do início do florescimento, no aparecimento dos primeiros sintomas
Septoriose
(Septoria lycopersici)
0,8 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 14 dias. 7 dias. Realizar a primeira aplicação a partir do início do florescimento, no aparecimento dos primeiros sintomas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações por ciclo da cultura. 35 dias. Contra a brusone, a primeira aplicação preventiva deve ser feita no início do espigamento, complementada por mais uma num intervalo de 10 a 12 dias
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,48 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações por ciclo da cultura. 35 dias. Iniciar o controle a partir do estádio de alongamento, quando as doenças alcançarem o valor de 5% da área foliar ou 80% de incidência
Ferrugem do colmo
(Puccinia graminis)
0,48 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações por ciclo da cultura. 35 dias. Iniciar o controle a partir do estádio de alongamento, quando as doenças alcançarem o valor de 5% da área foliar ou 80% de incidência
Fusariose
(Fusarium graminearum)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações por ciclo da cultura. 35 dias. Pulverizações preventivas contra giberela devem ser realizadas quando se observar o maior número de flores abertas
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,48 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações por ciclo da cultura. 35 dias. Iniciar o controle quando a incidência, em folhas, durante o estádio de afilhamento situar-se entre 10 e 15%
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
80 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicar com intervalos de 15 dias
Ferrugem da videira
(Phakopsora euvitis)
60 a 80 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 14 dias. Iniciar o controle na ocorrência dos primeiros sintomas nas folhas
Oídio
(Uncinula necator)
80 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicar com intervalos de 15 dias

CONTEÚDO: 0,5; 1,0; 2,0; 5,0; 10; 15; 20; 25; 50; 100; 150; 200; 400; 450; 500; 550 e 600 litros.

O produto KEYZOL EC é um fungicida de ação sistêmica do grupo dos triazóis que atua na inibição da
biossíntese do ergosterol, substância importante para manutenção da integridade da membrana celular dos
fungos, com ação preventiva e curativa.

MODO DE APLICAÇÃO:

KEYZOL EC deve ser diluído em água e aplicado por pulverização na dose recomendada sobre as plantas
a proteger de modo que haja uma boa cobertura. Pode ser aplicado por meio de pulverizadores terrestres
manuais, pressurizados, motorizados, tratorizados, turbo atomizadores e/ou através de aeronaves.

Antes da pulverização, certificar-se que os pulverizadores estejam em boas condições e calibrados
corretamente.

Devem ser respeitadas condições de velocidade do vento inferior a 10 km/h, temperatura menor que 30ºC e
umidade relativa maior que 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação. Cuidados
neste sentido devem ser redobrados quando da aplicação em volumes de calda de 20 L/ha, sob pena de
comprometer os resultados. Não aplicar quando houver orvalho nas folhas, ou quando elas estiverem
molhadas pela chuva. Sob ameaça de chuva, suspenda a aplicação. Caso ocorra chuva nas primeiras
horas após a aplicação, a eficiência do produto pode diminuir.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja as culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios
e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na
legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao
equipamento de pulverização e o clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores
quando da decisão de aplicar.

EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.

Modo de preparo da calda:

Para preparação da calda, abasteça o pulverizador até 3/4 de sua capacidade com água limpa, adicione a
dose recomendada do produto mantendo um mínimo de agitação para uniformização da calda. Coloque a
dose indicada do fungicida KEYZOL EC em um recipiente com água limpa a parte para se obter uma pré-
diluição do produto e adicione ao tanque do pulverizador, após isso complete o volume restante do
pulverizador com água limpa. Prepare somente a quantidade necessária de calda para uma aplicação,
pulverizando o mais rápido possível após o seu preparo. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a
agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar
vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:

APLICAÇÃO TERRESTRE: Aplique uniformemente com equipamento terrestre manual ou motorizado
corretamente calibrado. Regular o equipamento de maneira a proporcionar boa cobertura de pulverização e
menor deriva do produto, atentando para as indicações do fabricante.

APLICAÇÃO AÉREA: As pontas e bicos devem ser apropriadas para o tipo de aplicação de maneira que
proporcionem uma cobertura uniforme. Largura da faixa deve ser definida por teste, dependendo da altura
do vôo. O comprimento da barra não deve exceder ¾ da asa, barras maiores aumentam o potencial da
deriva. A altura da barra deve ser regulada de acordo com as instruções do fabricante a fim de proporcional
cobertura mais uniforme e menor deriva possível. Atentar para os padrões de ventos locais e como eles
afetam a deriva.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas Dias
Abacaxi 14
Álamo UNA
Algodão 30
Alho 14
Amendoim 30
Arroz 35
Aveia 35
Banana 5
Batata 30
Berinjela 1
Beterraba 7
Cacau 14
Café 30
Cebola 14
Cenoura 14
Cevada 35
Citros 20
Crisântemo UNA
Feijão 14
Figo 14
Gladíolo UNA
Goiaba 20
Mamão 7
Manga 20
Maracujá 7
Melancia 14
Melão 14
Milho 15
Morango 1
Pepino 5
Pêssego 7
Rosa UNA
Soja 30
Sorgo 15
Tomate 7
Trigo 35
Uva 14
UNA = Uso Não Alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção
individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
• Não aplicar o produto na cultura de feijão e tomate antes da floração.
• Na cultura de batata não aplicar o produto antes da fase final de desenvolvimento foliar, fase que
coincide com o fechamento das linhas e início do desenvolvimento dos tubérculos.
• Não há limitação de uso quando utilizado de acordo com as recomendações constantes na bula.


INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES

PRODUTO PERIGOSO

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO
PRECAUÇÕES GERAIS:

• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com
tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

• PRODUTO IRRITANTE OCULAR.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; avental, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores
orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e
luvas de nitrila.

• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Verifique a direção do vento e aplique de forma a evitar se expor à névoa do produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; avental, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores
orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e
luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize
os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as
roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com
tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo,
bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa
de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho.


Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas, por exemplo.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:

MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de
250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais
e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.


3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa AVGUST CROP PROTECTION IMPORTAÇÃO
E EXPORTAÇÃO LTDA. - Telefone de Emergência: (11) 3151.5557.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de
uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não
deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado
no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
• Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a
serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em
questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO,
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o
seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.


Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através
do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental componente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem
ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO
FEDERAL OU DOS MUNICÍPIOS:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:

A integração de medidas de controle é premissa básica para um bom manejo de doenças nas plantas
cultivadas. As diferentes medidas de controle visam desacelerar, integradamente o ciclo das relações
patôgeno-hospedeiro. O uso de fungicidas adequados, variedades resistentes, rotação de culturas e
controle do ambiente devem ser vistos como métodos de controle mutuamente úteis.
Dentro deste princípio, todas as vezes que seja possível devemos associar as boas práticas agrícola como:
uso racional de fungicidas e aplicação no momento e doses indicadas, fungicidas específicos para um
determinado fungo, utilização de cultivares resistentes ou tolerantes, semeadura nas épocas menos
propícias para o desenvolvimento dos fungos, eliminação de plantas hospedeiras, rotação de culturas,
adubação equilibrada, escolha do local para implantação da cultura, etc.
Manejo de doenças de plantas cultivadas deve ser entendido como a utilização de métodos químicos,
culturais e biológicos necessários para manter as doenças abaixo do nível de dano econômico.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:

GRUPO G1 FUNGICIDA

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo
de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
O produto fungicida KEYZOL EC é composto por tebuconazol, que apresenta mecanismo de ação de C14
desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51), pertencente ao Grupo G1, segundo classificação
internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicida).

Como prática de manejo a resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem
algumas recomendações:

• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G1 para o controle do
mesmo alvo, sempre que possível;

• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas,
tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gente de resistência quando
disponíveis, etc.;

• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;

• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos
fungicidas;

• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos
devem ser consultados e, ou, informado à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia
(www.sbfito.com.br), Comitê de Ação â Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org),
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).