Bula Folicur 200 EC

acessos
Tebuconazole
2895
Bayer

Composição

Tebuconazol 200 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico
Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Fusariose
(Fusarium subglutinans)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. Máximo 4 aplicações. 14 dias. 40 dias após a indução floral
Álamo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do álamo
(Melampsora medusae)
0,75 L p.c./ha - - 21 dias, quando necessário. UNA. Aparecimento dos primeiros sintomas
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramulose
(Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides)
0,75 L p.c./ha - 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) 7 a 14 dias. Máximo 3 aplicações. 30 dias. Preventivo no final da fase vegetativa ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia allii)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) 21 dias. Máximo 4 aplicações. 14 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. Máximo 4 aplicações. 14 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Máximo 4 aplicações. 30 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha preta
(Pseudocercospora personata)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Máximo 4 aplicações por ciclo. 30 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 14 dias. Máximo duas aplicações. 35 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 14 dias. Máximo duas aplicações. 35 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia coronata var. avenae)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Segunda aplicação se atingir o nível crítico novamente. 35 dias. Máximo 5 % da superfície foliar infectada
Helmintosporiose
(Drechslera avenae)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário. 35 dias. Máximo 5 % da superfície foliar infectada com a doença
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) 30 a 40 dias. 5 dias. Novembro
Sigatoka negra
(Mycosphaerella fijiensis)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. Máximo 5 aplicações. 5 dias. Preventiva, época de ocorrência das chuvas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - - 30 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas, a partir do final do desenvolvimento foliar
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1 L p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. Máximo 4 aplicações. 7 dias. Primeira aplicaçã no início do florescimento
Beterraba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora beticola)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. Máximo 4 aplicações. 7 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vassoura de bruxa
(Crinipellis perniciosa)
1,2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 30 dias. 14 dias. Abril/maio
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 30 dias. Quando a infecção atingir ca. 5 %
Mancha das folhas
(Ascochyta coffeae)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - 60 dias. 30 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas nas folhas
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - - 30 dias. Dezembro/janeiro
Seca de ponteiros
(Phoma costaricensis)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - 30 dias. 30 dias. Preventivo, após a florada
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. Máximo 4 aplicações. 14 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. Máximo 4 aplicações. 14 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia hordei)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. Máximo 5 % da superfície foliar infectada
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. A partir dos primeiros sintomas
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. hordei)
75 mL p.c./100L água 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. A partir dos primeiros sintomas
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem branca
(Puccinia horiana)
75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. Máximo 4 aplicações. UNA. Aparecimento dos primeiros sintomas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. Máximo 3 aplicações. 14 dias. Florescimento ou início da infecção
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. Máximo 3 aplicações. 14 dais. Começo do florescimento ou início da infecção
Mancha de alternaria
(Alternaria alternata)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. Máximo 3 aplicações. 14 dias. Começo do florescimento ou início da infecção
Figo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da figueira
(Cerotelium fici)
75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. Máximo 4 aplicações. 14 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Gladíolo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces transversalis)
75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. Máximo 4 aplicações. UNA. Aparecimento dos primeiros sintomas
Goiaba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia psidii)
75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. Máximo 4 aplicações. 20 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 14 dias. Máximo 6 aplicações. 7 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
100 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - 15 dias. Máximo 3 aplicações. 20 dias. Antes da abertura das flores
Oídio
(Oidium mangiferae)
100 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - 15 dias. Máximo 3 aplicações. 20 dias. Antes da abertura das flores
Maracujá Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. Máximo 3 aplicações. 7 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Verrugose
(Cladosporium herbarum)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. Máximo 3 aplicações. 7 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. Máximo 4 aplicações. 14 dias. Início do florescimento, aparecimento dos sintomas
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. Máximo 4 aplicações. 14 dias. Início do florescimento, aparecimento dos sintomas
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. Máximo 4 aplicações. 14 dias. Início do florescimento, aparecimento dos primeiros sintomas
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. Máximo 3 aplicações. 14 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. Máximo 3 aplicações. 14 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora zeae-maydis)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. Máximo 3 aplicações. 15 dias. Preventiva, próximo ao pendoamento ou quando aparecerem os primeiros sintomas
Ferrugem
(Puccinia sorghi)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. Máximo 3 aplicações. 15 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Ferrugem polisora
(Puccinia polysora)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. Máximo 3 aplicações. 15 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha foliar
(Mycosphaerella fragariae)
75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. Máximo 4 aplicações. 5 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha zonada
(Leandria momordicae)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. Máximo 4 aplicações. 5 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. Máximo 4 aplicações. 5 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Tranzschelia discolor)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 7 dias. Aparecimento das primeiras pústulas
Podridão parda
(Monilinia fructicola)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 2 a 3 aplicações. 7 dias. Abertura das flores até queda dos cálices
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora melongenae)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Máximo 4 aplicações. 7 dias. Preventivamente ou Aparecimento dos primeiros sintomas
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha negra
(Diplocarpon rosae)
75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. Máximo 4 aplicações. Uso não alimentar. Aparecimento dos primeiros sintomas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 2 aplicações, primeira em R2 a R3, segunda em R5.1. 30 dias. Fase reprodutiva
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Fase reprodutiva da cultura
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Reaplicar se atingir novamente nível crítico. Realizar no máximo 3 aplicações. 30 dias. Máximo 20 % da área foliar infectada
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ergot
(Claviceps africana)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Única aplicação. 15 dias. Florada
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 14 dias. Máximo 5 aplicações. 7 dias. Início do florescimento, ou aparecimento dos primeiros sintomas
Septoriose
(Septoria lycopersici)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 14 dias. Máximo 5 aplicações. 7 dias. Início do florescimento, ou aparecimento dos primeiros sintomas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) 10 a 12 dias. Máximo 3 aplicações. 35 dias. Preventiva, início dos espigamento
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 35 dias. Estádio do alongamento, com 5 % de área foliar ou 80 % de incidência
Ferrugem do colmo
(Puccinia graminis)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 35 dias. Estádio do alongamento, com 5 % de área foliar ou 80 % de incidência
Fusariose
(Fusarium graminearum)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 35 dias. Preventiva, maior número de flores abertas
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 35 dias. Incidência em folhas no estádio do afilhamento entre 10 e 15 %
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. Máximo 3 a 4 aplicações. 14 dias Aparecimento dos primeiros sintomas
Ferrugem da videira
(Phakopsora euvitis)
75 a 100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Ocorrência dos primeiros sintomas
Oídio
(Uncinula necator)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. Realizar 3 a 4 aplicações por cultura. 14 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas

Frascos de polietileno cilíndrico de 1 L; Bombonas plásticas em polietileno de 5 L; Embalagem plástica tipo Coex de 20 L; Embalagens metálicas de 20, 100 e 200 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

O FOLICUR 200 EC é um fungicida sistêmico do grupo dos triazóis com ação preventiva e curativa.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ABACAXI - iniciar aos 40 dias após a indução floral e repetir a cada 15 dias até o fechamento total das flores. São feitas normalmente três aplicações.

Algodão - iniciar o controle preventivamente no final da fase vegetativa da cultura ou na ocorrência dos primeiros sintomas de ramulose (estrelinha). Repetir a aplicação a cada 7-14 dias, utilizando o menor intervalo em condições climáticas e de infecção muito favorável ao fungo. Realizar no máximo 3 aplicações.

ALHO, CEBOLA, CENOURA, FIGO, PEPINO E ROSA - recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura.

MARACUJÁ, MILHO E UVA: Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.

ÁLAMO: Iniciar as aplicações nos primeiros sintomas da ferrugem. A aplicação deve ser repetida 21 dias após a primeira aplicação, ou, em fases de menor pressão de doença, quando houver re-infestação.

AMENDOIM, BETERRABA, CRISÂNTEMO E GLADÍOLO: - Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e repetir as mesmas a cada 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura.

MELÃO E MORANGO: Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e repetir as mesmas a cada 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.

ARROZ - fazer 2 aplicações logo após o aparecimento dos sintomas nas folhas, com intervalo de 14 dias.

BANANA - Mal-de-sigatoka: iniciar as aplicações em novembro e repeti-Ias a cada 30-40 dias, até o final do período crítico. Sigatoka-negra: Iniciar a aplicação preventiva na época de ocorrência das chuvas e reaplicar se necessário, a cada 14 dias. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura.

BATATA - o controle deve ser no aparecimento dos primeiros sintomas a partir do final do desenvolvimento foliar, fase que coincide com o fechamento das linhas e início do desenvolvimento dos tubérculos. São feitas de 3 a 4 aplicações.

CACAU - Iniciar o controle a partir de abril/maio, época que coincide com o início das chuvas. São feitas 5 aplicações com intervalos de 30 dias.

CAFÉ - Ferrugem: recomenda-se iniciar a aplicação quando a infecção atingir ca. 5% e repetir a mesma se esse nível for novamente atingido.

Cercosporiose: aplicações preventivas, iniciando-se em dezembro/janeiro, com um total de duas aplicações, até março, que, em condições normais, é o período crítico da doença.

Mancha de Ascochyta: a aplicação deve ser feita no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença na folha e repetida 60 dias após.

Seca dos ponteiros: o controle é preventivo iniciando-se as aplicações logo após a florada (flor murcha). Efetuar-se uma 2ª aplicação 30 dias após e uma 3ª, se as condições favoráveis à doença persistirem.
Quando for constatada a doença atacando ponteiros no final do período das chuvas (abril/maio), fazer uma a duas aplicações, com intervalo de 30 dias.

CEVADA - - Ferrugem-da-folha e Mancha-reticular: quando forem encontrados no máximo 5% da superfície foliar infectada pelas doenças. Uma segunda aplicação será necessária se o nível crítico for atingido novamente. Mancha-marrom e oídio: começar o monitoramento das doenças a partir da fase de afilhamento. A aplicação deverá ser efetuada a partir dos primeiros sintomas das doenças. A partir de 15 dias após a aplicação, continuar o monitoramento da lavoura e, em condições climáticas propícias ao reaparecimento das doenças, quando necessário, realizar uma segunda aplicação.

FEIJÃO - A partir do começo do florescimento,no início da infecção podendo ser feitas mais uma ou duas aplicações com intervalo de 15 - 20 dias.

GOIABA - iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas. Caso necessário, reaplicar uma ou duas vezes com intervalo de 15 dias.

Podridão amarga: iniciar o controle com os frutos apresentando 3 cm de diâmetro até a fase de colheita, sempre que nos últimos 10 dias tenha ocorrido precipitações superiores a 50 mm.

MANGA - Os tratamentos devem ser iniciados antes da abertura das flores, continuando em intervalos quinzenais até início da formação dos frutos.

MELANCIA - Pulverizações a partir do início do florescimento, no aparecimento dos sintomas, com intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura.

Melão e morango - Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e repetir as mesmas a cada 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.

Milho - Ferrugens e Helmintosporiose: recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Mancha-de-cercospora: realizar a primeira aplicação de maneira preventiva, próxima à fase de pendoamento da cultura ou quando aparecerem os primeiros sintomas da cercospora nas folhas, repetindo a aplicação 15¬20 dias após, caso necessário. Realizar no máximo 3 aplicações.

PÊSSEGO - contra a ferrugem iniciar as aplicações com o aparecimento das primeiras pústulas e repetir se persistirem as condições favoráveis à doença. Para a podridão parda, que ocorre em dois períodos distintos da cultura, sendo o primeiro na fase de floração e fixação de frutos, são necessárias de 2 a 3 pulverizações, com intervalos de 15 dias, desde a época da abertura das flores até queda dos cálices. O segundo período ocorre na pré-colheita, onde novamente são necessárias de 2 a 3 pulverizações iniciando aos 30 dias antes da colheita.

Pimentão - Iniciar as aplicações preventiva ente ou quando aparecerem os primeiros sintomas, o que geralmente ocorre por erca de 30 dias após o transplante. Repetir as aplicações a cada 7 dias, sempre qu ocorrerem condições favoráveis à doença, realizando no máximo 4 aplicações.

SOJA - para o controle de crestamento foliar e mancha parda, realizar 2 aplicações, ambas na fase reprodutiva da cultura, sendo a primeira nos estádios R2 a R3 (floração até a formação das primeiras vagens) e a segunda no estádio R5.1 (início de formação de grãos). Utilizar a maior dose em condições de alta pressão das doenças.
Para o controle de ferrugem da soja, a aplicação deve ser feita imediatamente após a detecção dos primeiros sintomas da doença, ou preventivamente, conforme as recomendações da Comissão de Fitopatologia da Pesquisa de Soja, quais sejam, sob condições climáticas favoráveis à doença ou se já houver ocorrência de focos na mesma região.
Para o controle de oídio, a aplicação deve ser feita quando o nível de infecção atingir, no máximo, 20% da área foliar da planta. Para o oídio realizar no máximo 2 aplicações. Para o controle das demais doenças realizar no máximo 3 aplicações.
Para o controle das "doenças de final de ciclo", cercospora e mancha parda, fazer a primeira aplicação no início da granação (estádio 5.2 a 5.4) e uma segunda pulverização no final da granação, vagens verdes com volume máximo (estádio 6. a 7.1).

Para a ferrugem na fase vegetativa da cultura aplicação deve ser feita no início dos primeiros sintomas. Na fase reprodutiva, a época de aplicação é variável com a data de semeadura. Nos primeiros plantios ( meados para final de outubro ), deve- se fazer a primeira aplicação no início de formação de grãos (R5.1) e a segunda, na fase de "meia granação" (R5.3). Á medida que for atrasando a semeadura ( após o início de novembro), deve-se antecipar as 2 aplicações para a fase de "canivetinho" ( R 3) e de início de formação de grãos ( R 5.1).

SORGO - a aplicação deve ser feita na florada.

TOMATE - o controle deve ser realizado a partir do IniCIO do florescimento, no aparecimento dos primeiros sintomas e são feitas 4 aplicações de 14 em 14 dias. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura.

TRIGO - Oídio - o controle deve ser iniciado quando a incidência, em folhas, durante o estádio de afilhamento situar-se entre 10 -15%.
Ferrugens e manchas foliares - iniciar o controle a partir do estádio de alongamento, quando as doenças alcançarem o valor de 5% da área foliar ou 80% de incidência.

Pulverizações preventivas contra giberela devem ser realizadas quando se observar o maior número de flores abertas. Contra a brusone, a primeira aplicação preventiva deve ser feita no início do espigamento, complementada por mais uma num intervalo de 10 a 12 dias. Para todas as situações, realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.


MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

O produto deve ser emulsionado em água e aplicado na forma de pulverização, utilizando equipamentos terrestres ou aeronaves.
- Aplicação terrestre: usar pulverizadores de barra com bicos cônicos (D2), com pressão de 80 a 100 lb/pol2 e vazão de 200 a 300 L de calda/ha.
Nas culturas de abacaxi, crisântemo, figo, gladíolo, goiaba, maracujá, morango, pêssego, rosa e uva empregam-se de 800 a 1000 L de calda/ha, em manga,
utilizam-se pulverizadores de pistola com consumo de 1000 a 2000 L de calda/ha.
Nas culturas de alho, batata, beterraba, cebola, cenoura, melancia, melão, pepino e tomate, recomenda-se usar 500 a 1000 L de calda/ha. Em citros 2000 L/ha.
Na cultura de café empregam-se atomizadores e o volume de calda varia de 250 - 500 L/ha.
Na cultura de banana aplica-se a dose do produto diluído em 15 L de óleo mineral.
Aplicação aérea nas culturas de aveia, banana, cevada e trigo: usar micronair ou barra equipada com bicos cônicos D6 a D12, altura de vôo de 2 a 4 m, pressão da bomba 30 a 50 L b/pol2, vazão de 10 a 20 L/ha para micronair e 20 a30 L/ha quando se emprega barra, largura da faixa de deposição 15 a 18 m, com densidade mínima de 80 gotas/cm2.
Nas culturas de alho, cebola, recomenda-se adicionar espalhante adesivo na calda.

Para as culturas de álamo e mamão a dose recomendada deve ser diluída em água e aplicada na forma de pulverização com qualquer tipo de equipamento terrestre: pulverizadores costais, (manual, pressurizado ou motorizado), ou tratorizados com barra. Os equipamentos devem ser dotados com pontas que promovam uma perfeita cobertura da área tratada da planta. O volume de calda para a cultura do álamo é de 2600 L/ha, ou maior, para plantas mais desenvolvidas. No mamão, recomenda-se volume de calda de 1000 L/ha.

Para a cultura do álamo, recomenda-se aplicação aérea em áreas onde a cultura esteja muito desenvolvida. Nestes casos recomenda-se usar micronair ou barra de equipada com bicos cônicos D6 a D12, altura de vôo de que permita distribuição uniforme, pressão da bomba de 30 a 50 Lb/pol2, vazão de 10 a 20 L/ha para micronair e 20 a 30 L/ha no uso de barra, largura da faixa de distribuição de 15 a 18 m, com densidade de gotas igual ou superior a 80 gotas/cm2.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Abacaxi, alho, cacau, cebola, cenoura, feijão, figo,
melancia, melão e uva ...........................................................14
Amendoim, batata, café e soja.............................................. 30
Arroz, aveia, cevada, trigo .................................................... 35
Banana, pepino e morango ................................................... 05
Beterraba, mamão, maracujá,
pêssego, beringela, pimentão e tomate................................ 07
Goiaba, e manga ...................................................................20
Álamo, crisântemo, rosa e gladíolo ........................................UNA
Milho e sorgo.......................................................................... 15
UNA - Uso não alimentar


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO:
Além dos intervalos de segurança e reentrada na cultura, não aplicar o produto na cultura de feijão e tomate antes da floração. Na cultura de batata não aplicar o produto antes da fase final de desenvolvimento foliar, fase que coincide com o fechamento das linhas e início do desenvolvimento dos tubérculos.

PRECAUÇÕES GERAIS: Produto para uso exclusivamente agrícola. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados. Não utilize equipamento com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas. Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, avental impermeável, protetor ocular ou viseira facial, máscara descartável para vapores orgânicos cobrindo nariz e boca e luvas/botas de borracha).

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação. Não aplique o produto na presença de vento e nas horas mais quentes do dia. O produto produz neblina. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança. Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, avental impermeável, touca árabe, protetor ocular ou viseira facial, máscara descartável para vapores orgânicos cobrindo nariz e boca e luvas/botas de borracha).

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Evite o máximo possível, o contato com a área aplicada com o produto até o término do intervalo de reentrada. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas de proteção separadamente das demais roupas domésticas. Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção individual após cada uso. Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas/botas de borracha).

PRIMEIROS SOCORROS: INGESTÃO: Não provoque vômito e procure logo o médico,levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. OLHOS: Lave com água corrente em abundância e, se houver irritação, procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. PELE: Lave com água e sabão em abundância e,se houver irritação, procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. INALAÇÃO: Procure local arejado e vá ao médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA/ANTÍDOTO: Não específico - Tratamento sintomático.

TELEFONES DE EMERGÊNCIA: Bayer CropScience Ltda: (0xx51) 562-1250 / 0800 701 0450 / (0xx21) 2761-4023. Centro de Informações Toxicológicas: 0800-410148 (PR).

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Até 48 h após a aplicação, para reentrar nas lavouras aplicadas, usar macacão de mangas compridas, chapéu impermeável de aba larga e botas.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: Não se dispõe de dados referentes ao ser humano. Em ratos, o produto é excretado via urina (15,5 a 35%) e fezes (65 a 84,5%) até 72 horas após a aplicação.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: O produto formulado apresenta dose letal oral aguda (DL50) para rato fêmea igual a 3230 mg/Kg e dérmica maior que 4000 mg/Kg. O nível sem efeito tóxico foi de 300 ppm no ensaio crônico em ratos.

EFEITOS COLATERAIS: Não existem informações sobre efeitos colaterais específicos para o ser humano.

SINTOMAS DE ALARME: Quando ingerido: distúrbios no comportamento, respiração e motilidade; movimentos não coordenados.

Quando inalado: motilidade reduzida.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Muito Perigoso ao Meio Ambiente (Classe II). Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamentos com vazamento. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. Não execute aplicações aéreas de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local de ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BAYER CROPSCIENCE LTDA - Telefone de Emergência: (0xx51) 562-1250 ou 0800-243334. Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d' água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, pelo telefone indicado acima, para a sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

TRÍPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO:

AO UTILIZAR PULVERIZADORES DOTADOS DE EQUIPAMENTOS DE LAVAGEM SOB PRESSÃO SEGUIR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

AO UTILIZAR EQUIPAMENTO INDEPENDENTE PARA LAVAGEM SOB PRESSÃO ADOTAR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, com piso impermeável, ou no local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devolução deverá ocorrer até o fim do seu prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de 1 ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (CAIXA DE TRANSPORTE - NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Para as culturas que, durante o ciclo, exigem um elevado número de aplicações, recomenda-se:
-realizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos, visando prevenir o aparecimento de fungos resistentes e prolongar a vida útil dos fungicidas na agricultura; utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados na bula;
-incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados
-consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das recomendações locais para o manejo de resistência.