Bula Elite - Bayer

Bula Elite

CI
Tebuconazol
10499
Bayer

Composição

Tebuconazol 200 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Fungicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico

Abacaxi

Calda Terrestre Dosagem
Fusarium subglutinans (Fusariose)

Álamo

Calda Terrestre Dosagem
Melampsora medusae (Ferrugem do álamo)

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides (Ramulose)

Alho

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria porri (Mancha púrpura)
Puccinia allii (Ferrugem)

Amendoim

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora arachidicola (Mancha castanha)
Pseudocercospora personata (Mancha preta)

Arroz

Calda Terrestre Dosagem
Bipolaris oryzae (Mancha parda)
Pyricularia grisea (Brusone)

Aveia

Calda Terrestre Dosagem
Drechslera avenae (Helmintosporiose)
Puccinia coronata var. avenae (Ferrugem da folha)

Banana

Calda Terrestre Dosagem
Mycosphaerella fijiensis (Sigatoka negra)
Mycosphaerella musicola (Mal da sigatoka)

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande)

Berinjela

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande)

Beterraba

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora beticola (Cercosporiose)

Cacau

Dosagem
Crinipellis perniciosa (Vassoura de bruxa)

Café

Calda Terrestre Dosagem
Ascochyta coffeae (Mancha das folhas)
Cercospora coffeicola (Olho pardo)
Hemileia vastatrix (Ferrugem do cafeeiro)
Phoma costaricensis (Seca de ponteiros)

Cebola

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria porri (Mancha púrpura)

Cenoura

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria dauci (Mancha de alternaria)

Cevada

Calda Terrestre Dosagem
Bipolaris sorokiniana (Mancha marrom)
Blumeria graminis f.sp. hordei (Oídio)
Drechslera teres (Mancha angular)
Puccinia hordei (Ferrugem)

Crisântemo

Calda Terrestre Dosagem
Puccinia horiana (Ferrugem branca)

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria alternata (Mancha de alternaria)
Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular)
Uromyces appendiculatus (Ferrugem)

Figo

Calda Terrestre Dosagem
Cerotelium fici (Ferrugem da figueira)

Gladíolo

Calda Terrestre Dosagem
Uromyces transversalis (Ferrugem)

Goiaba

Calda Terrestre Dosagem
Puccinia psidii (Ferrugem)

Mamão

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Manga

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Oidium mangiferae (Oídio)

Maracujá

Calda Terrestre Dosagem
Cladosporium herbarum (Verrugose)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Melancia

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum orbiculare (Antracnose)
Didymella bryoniae (Crestamento gomoso do caule)
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Melão

Calda Terrestre Dosagem
Didymella bryoniae (Crestamento gomoso do caule)
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Milho

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora zeae-maydis (Cercosporiose)
Exserohilum turcicum (Mancha foliar)
Puccinia polysora (Ferrugem polisora)
Puccinia sorghi (Ferrugem)

Morango

Calda Terrestre Dosagem
Mycosphaerella fragariae (Mancha foliar)

Pepino

Calda Terrestre Dosagem
Leandria momordicae (Mancha zonada)
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Pêssego

Calda Terrestre Dosagem
Monilinia fructicola (Podridão parda)
Tranzschelia discolor (Ferrugem)

Pimentão

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora melongenae (Cercosporiose)

Rosa

Calda Terrestre Dosagem
Diplocarpon rosae (Mancha negra)

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora kikuchii (Mancha púrpura da semente)
Microsphaera diffusa (Oídio)
Septoria glycines (Mancha parda)

Sorgo

Calda Terrestre Dosagem
Claviceps africana (Ergot)

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande)
Septoria lycopersici (Septoriose)

Trigo

Calda Terrestre Dosagem
Bipolaris sorokiniana (Mancha marrom)
Blumeria graminis f.sp. tritici (Oídio)
Drechslera tritici-repentis (Mancha amarela)
Fusarium graminearum (Fusariose)
Puccinia graminis (Ferrugem do colmo)
Puccinia triticina (Ferrugem da folha)
Pyricularia grisea (Brusone)
Septoria tritici (Mancha salpicada)
Stagonospora nodorum (Mancha das glumas)

Uva

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Phakopsora euvitis (Ferrugem da videira)
Uncinula necator (Oídio)

Frasco plástico de polietileno com 1,0 L.

Bombona plástica com 5,0 L.

Embalagem plástica tipo COEX de 20 L.

Embalagens metálicas de 20, 100 e 200 L.

INSTRUÇÕES DE USO

O ELITE é um fungicida sistêmico do grupo dos triazóis com ação preventiva e curativa.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

- Abacaxi - iniciar aos 40 dias após a indução floral e repetir a cada 15 dias até o fechamento total das flores. São feitas normalmente três aplicações. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura.
- Algodão - iniciar o controle preventivamente no final da fase vegetativa da cultura ou na ocorrência dos primeiros sintomas de ramulose (estrelinha). Repetir a aplicação a cada 7-14 dias, utilizando o menor intervalo em condições meteorológicas e de infecção muito favorável ao fungo. Realizar no máximo 3 aplicações.
- Alho, cebola, cenoura, figo, pepino e rosa - recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 4 aplicações.
- Álamo - iniciar as aplicações nos primeiros sintomas da ferrugem. A aplicação deve ser repetida 21 dias após a primeira aplicação, ou, em fases de menor pressão de doença, quando houver re-infecção.
- Amendoim, beterraba, crisântemo e gladíolo - Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e repetir as mesmas a cada 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura.
- Arroz - fazer no máximo 2 aplicações logo após o aparecimento dos sintomas nas folhas, com intervalo de 14 dias.
- Aveia - quando forem encontrados no máximo 5% da superfície foliar infectada pelas doenças. Uma segunda aplicação será necessária se o nível crítico for atingido novamente.
- Banana - Mal-de-sigatoka: iniciar as aplicações em novembro e repeti-las a cada 30-40 dias, até o final do período crítico. Sigatoka-negra: Iniciar a aplicação preventiva na época de ocorrência das chuvas e reaplicar se necessário, a cada 14 dias. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura.
- Batata - o controle deve ser no aparecimento dos primeiros sintomas a partir do final do desenvolvimento foliar, fase que coincide com o fechamento das linhas e início do desenvolvimento dos tubérculos. Realizar de 3 a 4 aplicações.
- Berinjela - a primeira aplicação deve ser feita no início do florescimento, preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir a aplicação a cada 15 dias. Realizar no máximo 4 aplicações.
- Cacau - Iniciar o controle a partir de abril/maio, época que coincide com o início das chuvas. Realizar no máximo 5 aplicações com intervalos de 30 dias.
- Café - Ferrugem: recomenda-se iniciar a aplicação quando a infecção atingir 5% e repetir a mesma se esse nível for novamente atingido. Cercosporiose: aplicações preventivas, iniciando-se em dezembro/janeiro, com um total de duas aplicações, até março, que, em condições normais, é o período crítico da doença. Mancha de Ascochyta: a aplicação deve ser feita no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença na folha e repetida 60 dias após. Seca dos ponteiros: o controle é preventivo iniciando-se as aplicações logo após a florada (flor murcha). Efetuar uma 2ª aplicação 30 dias após e uma 3ª, se as condições favoráveis à doença persistirem.
Quando for constatada a doença atacando ponteiros no final do período das chuvas (abril/maio), fazer uma a duas aplicações, com intervalo de 30 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura.
- Cevada - Ferrugem-da-folha e Mancha-reticular: quando forem encontrados no máximo 5% da superfície foliar infectada pelas doenças. Uma segunda aplicação será necessária se o nível crítico for atingido novamente.
Mancha-marrom e oídio: começar o monitoramento das doenças a partir da fase de afilhamento. A aplicação deverá ser efetuada a partir dos primeiros sintomas das doenças. A partir de 15 dias após a aplicação, continuar o monitoramento da lavoura e, em condições meteorológicas propícias ao reaparecimento das doenças, quando necessário, realizar uma segunda aplicação.
- Feijão - A partir do começo do florescimento, no início da infecção podendo ser feitas mais uma ou duas aplicações com intervalo de 15 - 20 dias. Realizar no máximo 3 aplicações.
- Goiaba - iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas. Caso necessário, reaplicar uma ou duas vezes com intervalo de 15 dias.
- Mamão - iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas. Caso necessário, fazer no máximo 6 aplicações por ciclo de produção, com intervalo de 14 dias.
- Manga - Os tratamentos devem ser iniciados antes da abertura das flores, continuando em intervalos quinzenais até início da formação dos frutos. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de produção.
- Maracujá - recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.
- Melancia - Pulverizações a partir do início do florescimento, no aparecimento dos sintomas, com intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura.
- Melão e morango - Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e repetir as mesmas a cada 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.
- Milho - Ferrugens e Helmintosporiose: recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.
Mancha-de-cercospora: realizar a primeira aplicação de maneira preventica, próxima à fase de pendoamento da cultura ou quando aparecerem os primeiros sintomas da cercospora nas folhas, repetindo a aplicação 15-20 dias após, caso necessário. Realizar no máximo 3 aplicações.
- Pêssego - contra a ferrugem iniciar as aplicações com o aparecimento das primeiras pústulas e repetir se persistirem as condições favoráveis à doença. Para a podridão parda, que ocorre em dois períodos distintos da cultura, sendo o primeiro na fase de floração e fixação de frutos, são necessárias de 2 a 3 pulverizações, com intervalos de 15 dias, desde a época da abertura das flores até queda dos cálices. O segundo período ocorre na pré-colheita, onde novamente são necessárias de 2 a 3 pulverizações de fungicida iniciando aos 30 dias antes da colheita. Se necessário mais de 3 aplicações de ELITE por ciclo da cultura, alternar com produto de diferente mecanismo de ação.
- Pimentão - Iniciar as aplicações preventivamente ou quando aparecerem os primeiros sintomas, o que geralmente ocorre por cerca de 30 dias após o transplante. Repetir as aplicações a cada 7 dias, sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença, realizando no máximo 4 aplicações.
- Soja - Para controle de crestamento-foliar e septoriose, realizar 2 aplicações, ambas na fase reprodutiva da cultura, sendo a primeira nos estádios R2 a R3 (floração até a formação das primeiras vagens) e a segunda no estádio R5.1 (início de formação de grãos). Utilizar a maior dose em condições de alta pressão das doenças.
- Sorgo - Uma única aplicação deve ser feita na florada.
- Tomate - o controle deve ser realizado a partir do início do florescimento, no aparecimento dos primeiros sintomas e são feitas 4 aplicações de 14 em 14 dias. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura.
- Trigo - Oídio - o controle deve ser iniciado quando a incidência, em folhas, durante o estádio de afilhamento situar-se entre 10 -15%.
Ferrugens e manchas foliares - iniciar o controle a partir do estádio de alongamento, quando as doenças alcançarem o valor de 5% da área foliar ou 80% de incidência.
Pulverizações preventivas contra giberela devem ser realizadas quando se observar o maior número de flores abertas. Contra a brusone, a primeira aplicação preventiva deve ser feita no início do espigamento, complementada por mais uma num intervalo de 10 a 12 dias. Para todas as situações, realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.
- Uva - Oídio e podridão-da-uva-madura: recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias. Realizar de 3 a 4 aplicações por ciclo da cultura. Ferrugem: Iniciar o controle na ocorrência dos primeiros sintomas de nas folhas. Repetir a aplicação a cada 7 dias.

MODO DE APLICAÇÃO

O produto deve ser emulsionado em água e aplicado na forma de pulverização, utilizando equipamentos terrestres ou aeronaves.
- Aplicação terrestre: usar pulverizadores de barra com bicos cônicos (D2), com pressão de 80 a 100 lb/pol² e vazão de 200 a 300 L de calda/ha para as culturas de amendoim, arroz, aveia, cevada, feijão, milho, soja, sorgo e trigo.
Nas culturas de abacaxi, berinjela, crisântemo, figo, gladíolo, goiaba, maracujá, morango, pêssego, pimentão, rosa e uva empregam-se de 800 a 1000 L de calda/ha, em manga, utilizam-se pulverizadores de pistola com consumo de 1000 a 2000 L de calda/ha.
Nas culturas de alho, batata, beterraba, cebola, cenoura, melancia, melão, pepino e tomate, recomenda-se usar 500 a 1000 L de calda/ha.
Na cultura de café empregam-se atomizadores e o volume de calda varia de 250 - 500 L/ha. Em cacau, o produto é aplicado na forma de pulverização com equipamento costal motorizado, empregando-se um volume de calda suficiente para promover uma boa cobertura das plantas tratadas.
Na cultura de banana aplica-se a dose do produto diluído em 15 L de óleo mineral.
Para as culturas de álamo e mamão e dose recomendada deve ser diluída em água e aplicada na forma de pulverização com qualquer tipo de equipamento terrestre: pulverizadores costais, (manual, pressurizado ou motorizado), ou tratorizados com barra. Os equipamentos devem ser dotados com pontas que promovam uma perfeita cobertura da área tratada da planta. O volume de calda para a cultura do álamo é de 2600 L/ha, ou maior, para plantas mais desenvolvidas. No mamão, recomenda-se volume de calda de 1000 L/ha.

- Aplicação aérea nas culturas de algodão, aveia, banana, cevada, milho, soja e trigo: usar micronair ou barra equipada com bicos cônicos D6 a D12, altura de vôo de 2 a 4 m, pressão da bomba 30 a 50 L b/pol², vazão de 10 a 20 L/ha para micronair e 20 a 30 L/ha quando se emprega barra, largura da faixa de deposição 15 a 18 m, com densidade mínima de 80 gotas/cm².
Nas culturas de alho e cebola, recomenda-se adicionar espalhante adesivo na calda.
Para a cultura do álamo, recomenda-se aplicação aérea em áreas onde a cultura esteja muito desenvolvida.
Nestes casos, recomenda-se usar micronair ou barra equipada com bicos cônicos D6 a D12, altura de vôo que permita distribuição uniforme, pressão da bomba de 30 a 50 Lb/pol², vazão de 10 a 20 L/ha para micronair e 20 a 30 L/ha no uso de barra, largura da faixa de distribuição de 15 a 18 m, com densidade de gotas igual ou superior a 80 gotas/cm².

Condições Meteorológicas:
- Aplicação aérea: Temperatura: < 30°C
Velocidade do vento: entre 2,0 km/h e 10 km/h Umidade relativa: superior a 60%
- Aplicação terrestre:
Temperatura: < 30°C
Velocidade do vento: < 15 km/h
Umidade relativa: superior a 60%

INTERVALO DE SEGURANÇA

Abacaxi, alho, cacau, cebola, cenoura, feijão, figo, melancia, melão e uva: 14 dias;
Algodão, amendoim, batata, café e soja: 30 dias;
Arroz, aveia, cevada e trigo: 35 dias;
Banana, pepino e morango: 05 dias;
Berinjela, beterraba, mamão, maracujá, pêssego pimentão e tomate: 07 dias;
Goiaba e manga: 20 dias;
Álamo, crisântemo, gladíolo e rosa: Uso não alimentar;
Milho e sorgo: 15 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação).
Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Além dos intervalos de segurança e reentrada na cultura, não aplicar o produto na cultura de feijão e tomate antes da floração. Na cultura de batata não aplicar o produto antes da fase final de desenvolvimento foliar, fase que coincide com o fechamento das linhas e início do desenvolvimento dos tubérculos.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.