Bula Elite

acessos
Tebuconazole
10499
Bayer

Composição

Tebuconazole 200 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico
Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Fusariose
(Fusarium subglutinans)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar a cada 15 dias. Máximo 4 aplicações. 14 dias. 40 dias após a indução floral
Álamo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do álamo
(Melampsora medusae)
0,75 L p.c./ha 2600 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar após 21 dias. UNA Primeiros sintomas da ferrugem
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramulose
(Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides)
0,75 L p.c./ha - 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar a cada 7 a 14 dias. Máximo 3 aplicações. 30 dias. Preventivamente no final da fase vegetativa, ou quando aparecer primeiros sintomas de ramulose
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia allii)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar a cada 15 dias. Máximo 4 aplicações. 14 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicando a cada 15 dias. Máximo 4 aplicações. 14 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Reaplicar a cada 7 dias. Máximo 4 aplicações. 30 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha preta
(Cercospora personata)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Reaplicar a cada 7 dias. Máximo 4 aplicações. 30 dias Aparecimento dos primeiros sintomas
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 14 dias. Máximo 2 aplicações. 35 dias. Aparecimento de sintomas nas folhas
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 14 dias. Máximo 2 aplicações. 35 dias. Aparecimento de sintomas nas folhas
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia coronata var. avenae)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Segunda aplicação necessária se o nível crítico for atingido novamente. 35 dias. Máximo de 5 % da superfície foliar infectada pela doença
Helmintosporiose
(Drechslera avenae)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Segunda aplicação necessária se o nível crítico for atingido novamente. 35 dias. Máximo de 5 % da superfície foliar infectada pela doença
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
0,5 L p.c./ha 15 L óleo min 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar de 30 a 40 dias até o final do período crítico. 5 dias. Inicar em novembro
Sigatoka negra
(Mycosphaerella fijiensis)
0,5 L p.c./ha 15 L óleo min 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar se necessário. 5 dias. Aplicação preventiva, época de ocorrência das chuvas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar de 3 a 4 aplicações. 30 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas, final do desenvolvimento foliar
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1 L p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar a cada 15 dias. Máximo 4 aplicações. 7 dias. Preventiva no início do florescimento, ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Beterraba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora beticola)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar a cada 7 dias. Máximo 4 aplicações. 7 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vassoura de bruxa
(Crinipellis perniciosa)
1,2 L p.c./ha - - 30 dias. Máximo 5 aplicações. 14 dias. Abril/maio, início das chuvas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - Reaplicar se atingir esse nível novamente. 30 dias. Quando a infecção atingir ca. 5%
Mancha das folhas
(Ascochyta coffeae)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - Reaplicar após 60 dias. 30 dias. Início do aparecimento dos primeiros sintomas
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - 2 aplicações. 30 dias. Preventiva, dezembro/janeiro,
Seca de ponteiros
(Phoma costaricensis)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - 2ª aplicação 30 dias após e 3ª se as condições favoráveis a doença persistirem. 30 dias. Preventivo, logo após a florada
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 15 dias, máximo 4 aplicações. 14 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. Máximo 4 aplicações. 14 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia hordei)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Segunda aplicação necessária se atingir nível crítico novamente. 35 dias. Máximo 5 % da superfície foliar infectada
Mancha angular
(Drechslera teres)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Segunda aplicação necessária se atingir nível crítico novamente. 35 dias. Máximo 5 % da superfície foliar infectada pela doença
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Se necessário uma segunda aplicação após 15 dias. 35 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem branca
(Puccinia horiana)
75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar a cada 7 dias. Máximo 4 aplicações. UNA Aparecimento dos primeiros sintomas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. Máximo 3 aplicações. 14 dias. Começo do florescimento
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. Máximo 3 aplicações. 14 dias. Começo do florescimento
Mancha de alternaria
(Alternaria alternata)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. Máximo 3 aplicações. 14 dias. Começo do florescimento, início da infecção
Figo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da figueira
(Cerotelium fici)
0,75 a 75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. Máximo 4 aplicações. 14 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Gladíolo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces transversalis)
0,75 a 75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. Máximo 4 aplicações. UNA Aparecimento dos primeiros sintomas
Goiaba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia psidii)
0,75 a 75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar 1 ou 2 vezes com intervalo de 15 dias. 20 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
1 L p.c./ha 1000 L de calda/ha - 14 dias. Máximo 6 aplicações. 7 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
100 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - 15 dias, até início da formação dos frutos. Máximo 3 aplicações. 20 dias. Antes da abertura das flores
Oídio
(Oidium mangiferae)
100 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - 15 dias, até a formação dos frutos. Máximo 3 aplicações. 20 dias. Antes da abertura das flores
Maracujá Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. Máximo 3 aplicações. 7 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Verrugose
(Cladosporium herbarum)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. Máximo 3 aplicações. 7 dias. aparecimento dos primeiros sintomas
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. Máximo 4 aplicações. 14 dias. Início do florescimento, aparecimento dos sintomas
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. Máximo 4 aplicações. 14 dias. Início do florescimento, aparecimento dos primeiros sintomas
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. Máximo 4 aplicações. 14 dias. Início do florescimento, aparecimento dos primeiros sintomas
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. Máximo 3 aplicações. 14 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. Máximo 3 aplicações. 14 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia sorghi)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. Máximo 3 aplicações. 15 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Ferrugem polisora
(Puccinia polysora)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. Máximo 3 aplicações. 15 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha foliar
(Exserohilum turcicum)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. Máximo 3 aplicações. 15 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha foliar
(Mycosphaerella fragariae)
75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. Máximo 3 aplicações. 5 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha zonada
(Leandria momordicae)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. Máximo 4 aplicações. 5 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. Máximo 4 aplicações. 5 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Tranzschelia discolor)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 2 a 3 pulverizações com intervalos de 15 dias. Pré colheita 30 dias antes da colheita. 7 dias. Fase de floração e fixação de frutos. Pré-colheita
Podridão parda
(Monilinia fructicola)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 2 a 3 pulverizações com intervalos de 15 dias. Pré colheita 30 dias antes da colheita. 7 dias. Fase de floração e fixação de frutos. Pré-colheita
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora melongenae)
1 L p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. Máximo 4 aplicações. 7 dias. Preventivas, ou aparecimento dos primeiros sintomas
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha negra
(Diplocarpon rosae)
75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. Máximo 4 aplicações. UNA Aparecimento dos primeiros sintomas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Duas aplicações, faase reprodutiva R2/R3 e R5.1
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Fase reprodutiva. Primeira R2/R3, segunda R5.1
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar se atingir nível de dano novamente. Máximo 3 aplicações. 30 dias. Nível de infecção máximo de 20 % da área foliar da planta
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ergot
(Claviceps africana)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Única. 15 dias. A aplicação deve ser feita na florada
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 4 aplicações de 14 em 14 dias. Máximo 5 aplicações. 7 dias. Ínicio do florescimento, aparecimento dos primeiros sintomas
Septoriose
(Septoria lycopersici)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 4 aplicações de 14 em 14 dias. Máximo 5 aplicações. 7 dias. Início do florescimento, aparecimento dos primeiros sintomas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Complementar 10 a 12 dias. Máximo 3 aplicações. 35 dias. Preventiva, início do espigamento
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 35 dias. Estádio de alongamento, 5 % da área foliar ou 80 % de incidência
Ferrugem do colmo
(Puccinia graminis)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 35 dias. Estádio de alongamento, 5 % da área foliar ou 80 % de incidência
Fusariose
(Fusarium graminearum)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 35 dias. Preventivas, maior número de flores abertas
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 35 dias. Estádio alongamento, atingirem 5 % da área foliar ou 80 % de incidência
Mancha das glumas
(Stagonospora nodorum)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 35 dias. Estádio de alongamento, 5 % de área foliar infectada ou 80 % de incidência
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 35 dias. -
Mancha salpicada
(Septoria tritici)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 35 dias. Estádio de alongamento, 5 % de área foliar infectada ou 80 % de incidência
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 35 dias. Incidência nas folhas de 10 a 15 % no afilhamento
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. Máximo 4 aplicações. 14 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Oídio
(Uncinula necator)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. Máximo 4 aplicações. 14 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas

Frasco plástico de polietileno com 1,0 L.
Bombona plástica com 5,0 L.
Embalagem plástica tipo COEX de 20 L.
Embalagens metálicas de 20, 100 e 200 L.

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO: O ELITE é um fungicida sistêmico do grupo dos triazóis com ação preventiva e curativa.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
. Abacaxi: Iniciar aos 40 dias após a indução floral e repetir a cada 15 dias até o fechamento total das flores. São feitas normalmente três aplicações.

. Algodão:
Iniciar o controle preventivamente no final da fase vegetativa da cultura ou na ocorrência dos primeiros sintomas de ramulose (estrelinha). Repetir a aplicação a cada 7 - 14 dias, utilizar o menor intervalo em condições climáticas e de infecção muito favorável ao fungo. Realizar no máximo 3 aplicações.

. Alho, cebola, cenoura, figo, milho, maracujá, pepino, rosa e uva:
Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com
intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura.

.Álamo: Iniciar as aplicações nos primeiros sintomas da ferrugem. A aplicação deve ser repetida 21 dias após a primeira aplicação, ou, em fases de menos pressão de doença, quando houver re-infecção.

. Amendoim, beterraba, crisântemo, gladíolo, melão e morango:
Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e repetir as mesmas a cada
7 dias.

. Arroz:
Fazer 2 aplicações logo após o aparecimento dos sintomas nas folhas, com intervalo de 14
dias.

. Aveia:
Quando forem encontrados no máximo 5% da superfície foliar infectada pelas doenças. Uma
segunda aplicação será necessária se o nível crítico for atingido novamente.

. Banana:
Mal-de-sigatoka: iniciar as aplicações em novembro e repetir-las a cada 30-40 dias, até o final do período crítico.
Sigatoka-negra: iniciar a aplicação preventiva na época de ocorrência das chuvas se necessário, a cada 14 dias. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura.

. Batata:
O controle deve ser no aparecimento dos primeiros sintomas a partir do final do
desenvolvimento foliar, fase que coincide com o fechamento das linhas e início do
desenvolvimento dos tubérculos. São feitas de 3 a 4 aplicações.

.Berinjela:
A primeira aplicação deve ser feita no inicio do florescimento, dinal do desenvolvimento foliar, fase que coincide com o fechamento das linhas e início do desenvolvimento dos tubérculos, Realizar de 3 a 4 aplicações, com intervalos de 15 dias.

. Cacau:
Iniciar o controle a partir de abril/maio, época que coincide com o início das chuvas, são feitas 5 aplicações com intervalos de 30 dias.

. Café:
- Ferrugem: recomenda-se iniciar a aplicação quando a infecção atingir ca. 5% e repetir a
mesma se esse nível for novamente atingido.
- Cercosporiose: aplicações preventivas, iniciando-se em dezembro/janeiro, com um total de
duas aplicações, até março, que, em condições normais, é o período crítico da doença.
- Mancha de Ascochvta: a aplicação deve ser feita no início do aparecimento dos primeiros
sintomas da doença na folha e repetida 60 dias após.
- Seca dos Donteiros: o controle é preventivo iniciando-se as aplicações logo após a fiorada (flor murcha). Efetuar-se uma 2º aplicação 30 dias após e uma 3º, se as condições favoráveis à doença persistirem.
Quando for constatada a doença atacando ponteiros no final do período das chuvas
(abril/maio), fazer uma a duas aplicações, com intervalo de 30 dias.

. Cevada:
ferrugem-da-folha e MAncha-reticular:
Quando forem encontrados no máximo 5% da superfície foliar infectada pelas doenças. Uma segunda aplicação será necessária se o nível crítico for atingido novamente.
Mancha-marrom e Oídio:
começar o monitoramento das doenças a partir da fase de afilhamento. A aplicação deverá ser efetuada a partir dos primeiros sintomas das doenças. A partir de 15 dias após a aplicação, continuar o monitoramento da lavoura e, em condições climáticas propícias ao reaparecimento das doenças, quando necessário, realizar uma segunda aplicação.

. Citros:
As aplicações, em número de duas, devem ser feitas antes da abertura das flores, sendo a 1a
aplicação realizada logo após o aparecimento dos botões florais ( cabeça de fósforo) e a 2a na
fase de cotonete.

. Feijão:
A partir do começo do fiorescimento, no início da infecção, podendo ser feitas mais uma ou
duas aplicações com intervalo de 15-20 dias.

. Goiaba:
Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas. Caso necessário, reaplicar
uma ou duas vezes com intervalo de 15 dias.

Mamão:
Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas. Caso necessário, reaplicar uma ou duas vezes com intervalo de 14 dias.

. Manga:
Os tratamentos devem ser iniciados antes da abertura das flores, continuando em intervalos
quinzenais até início da formação dos frutos.

. Melancia:
Pulverizações a partir do início do fiorescimento, no aparecimento dos sintomas, com intervalos
de 15 dias.

. Pêssego:
Contra a ferrugem iniciar as aplicações com o aparecimento das primeiras pústulas e repetir se
persistirem as condições favoráveis à doença. Para a podridão parda, que ocorre em dois
períodos distintos da cultura, sendo o primeiro na fase de fioração e fixação de frutos, são
necessárias de 2 a 3 pulverizações, com intervalos de 15 dias, desde a época da abertura das
flores até a queda dos cálices. O segundo período ocorre na pré-colheita, onde novamente são necessárias de 2 a 3 pulverizações, iniciando aos 30 dias antes da colheita.

.Pimentão:
Iniciar as aplicações preventivamente ou quando aparecerem os primeiros sintomas, o que geralmente ocorre por cerca de 30 dias após o transplante. Repetir as aplicações a cada 7 dias, sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença, realizando no máximo 4 aplicações.

. Soja:
- Contra oídio, iniciar as pulverizações quando 50% da área foliar apresentar sintomas, repetindo sempre quando este índice for atingido novamente.
Para o controle das "doenças de final de ciclo", cercospora e mancha parda, fazer a primeira
aplicação no início da granação (estádio 5.2 a 5.4) e uma segunda pulverização no final da
granação, vagens verdes com volume máximo (estádio 6. a 7.1).
- Para a ferrugem na fase vegetativa da cultura aplicação deve ser feita no início dos primeiros
sintomas. Na fase reprodutiva, a época de aplicação é variável com a data de semeadura. Nos
primeiros plantios ( meados para final de outubro ), deve- se fazer a primeira aplicação no início de formação de grãos (R5.1) e a segunda, na fase de "meia granação" (R5.3). Á medida que for atrasando a semeadura ( após o início de novembro), deve-se antecipar as 2 aplicações para a fase de "canivetinho" ( R 3) e de início de formação de grãos ( R 5.1).

. Sorgo:
A aplicação deve ser feita na fiorada.

. Tomate:
O controle deve ser realizado a partir do início do fiorescimento, no aparecimento dos primeiros sintomas e são feitas 4 aplicações de 14 em 14 dias.

. Trigo: Oídio -o controle deve ser iniciado quando a incidência em folhas, durante o estádio de
afilhamento, situar -se entre 10 -15%.
Ferrugens e manchas foliares -iniciar o controle a partir do estádio de alongamento, quando as doenças alcançarem o valor de 5% da área foliar ou 80% de incidência.
Pulverizações preventivas contra giberela devem ser realizadas quando se observar o maior
número de flores abertas. Contra a brusone, a primeira aplicação preventiva deve ser feita no
início do espigamento, complementada por mais uma num intervalo de 10 a 12 dias.

MODO DE APLICAÇÃO:

O produto deve ser emulsionado em água e aplicado na forma de pulverização, utilizando
equipamentos terrestres ou aeronaves.

- Aplicação terrestre: usar pulverizadores de barra com bicos cônicos (D2), com pressão de 80
a 100 Ib/pol² e vazão de 200 a 300 L de calda/ha para as culturas de amendoim, arroz, aveia,
cevada, feijão, milho, sorgo, soja e trigo.
Nas culturas de abacaxi, berinjela, crisântemo, figo, gladíolo, goiaba, maracujá, morango, pêssego, pimentão, rosa e uva empregam-se de 800 a 1000 L de calda/ha, em maçã e manga, utilizam-se pulverizadores de pistola com consumo de 1000 a 1200 L de calda/ha para maçã e 1000 a 2000 L de caldalha para manga.
Nas culturas de alho, batata, beterraba, cebola, cenoura, melancia, melão, pepino e tomate,
recomenda-se usar 500 a 1000 L de calda/ha. Em citros 2000 L/ha.
Na cultura de café empregam-se atomizadores e o volume de calda varia de 250 -500 L/ha.
Em cacau, o produto é aplicado na forma de pulverizaçãocom equipamento costal motorizado,
empregando-se um volume de calda suficiente para promover uma boa cobertura das plantas
tratadas.
Na cultura de banana aplica-se a dose do produto diluído em 15 L de óleo mineral.
Para a cultura de álamo e mamão a dose recomendada deve ser diluída em água e aplicada na forma de pulverização com qualquer tipo de equipamento terrestre: pulverizadores costais, (manual, pressurizado ou motorizado), ou tratorizados com barra. Os equipamentos deve ser dotados com pontas que promovam uma perfeita cobertura da área tratada da planta. O volume de calda para a cultura do álamo é d 2600 l/ha, ou maior para plantas mais desenvolvidas. No mamão, recomenda-se volume de calda de 1000 l/ha.

Aplicação aérea nas culturas de aveia, banana, cevada e trigo: usar micronair ou barra
equipada com bicos cônicos D6 a D12, altura de vôo de 2 a 4 m, pressão da bomba 30 a 50
lb/pol2, vazão de 10 a 20 L/ha para micronair e 20 a30 L/ha quando se emprega barra, largura da faixa de deposição 15 a 18 m, com densidade mínima de 80 gotas/cm2.
Nas culturas de alho, cebola, citros, recomenda-se adicionar espalhante adesivo na calda.
Para a cultura do álamo, recomenda-se aplicação aérea onde a cultura esteja muito desenvolvida. Neste casos recomenda-se usar micronair ou barra de equipada com bicos cônicos D6 a D12, altura de vôode que permita destribuição uniforme, pressão da bomba de 30 a 50 lb/pol@, vazão de 10 a 20 l/ha para micronair e 20 a 30 l/ha no uso de barra, largura de faixa de distribuição de 15 a 18 mm, com densidade de gotas igual ou superior a 80 gotas/ cm².

Condições climáticas:
- Aplicação aérea:
Temperatura: <30%
Velocidade do vento: entre 2,0 km/h e 10 km/h
Umidade relativa:> 60%

- Aplicação terrestre:
Temperatura: <30%
Velocidade do vento: <15 km/h
Umidade relativa: superior a 60 %

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Abacaxi, alho, cacau, cebola, cenoura, feijão, figo, melancia, melão e uva: 14 dias;
Algodão, Amendoim, batata, café e soja: 30 dias;
Arroz, aveia, cevada e trigo: 35 dias;
Banana, pepino e morango: 5 dias;
Berinjela, beterraba, mamão, maracujá, pêssego, pimentão e tomate: 7 dias;
Citros, goiaba e manga: 20 dias;
Álamo, crisântemo, rosa e gladíolo: U.N.A.; milho e sorgo: 15 dias.
U.N.A.: Uso Não Alimentar.

LIMITAÇÕES DE USO:
Além dos intervalos de segurança e reentrada na cultura, não aplicar o produto na cultura de
feijão e tomate antes da floração. Na cultura de batata não aplicar o produto antes da fase final de desenvolvimento foliar, fase que coincide com o fechamento das linhas e início do
desenvolvimento dos tubérculos.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola..
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; luvas; botas de borracha; máscara com filtro de carvão ativado, cobrindo nariz e a boca e óculos de proteção.
- Manuseie o produto em local arejado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; luvas; botas de borracha; touca árabe; máscara com filtro de carvão ativado, cobrindo nariz e a boca; e óculos de proteção.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Não entre na área tratada com o produto até o término do intervalo de reentrada (24h).
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha.

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico
Triazol

Classe toxicológica
III – Medianamente Tóxico

Mecanismos de toxicidade
Não são conhecidos em humanos

Vias de absorção
Oral, inalatória e dérmica.

Sintomas e sinais clínicos
Em humanos há irritação dermal leve e não há evidência de toxicidade sistêmica. Pode ocorrer irritação ocular após exposição ao triazol.
Baseado nos estudos de toxicidade animal do ingrediente ativo, tebuconazol, pode haver efeitos tóxicos nos seguintes órgãos: baço, fígado, adrenais e cristalino dos olhos.

Toxicocinética
Após administração oral de tebuconazol a ratos, 65-80% da dose foi eliminada pelas vias biliar e fecal, ao passo que a eliminação urinária contabilizou em torno de 16-35%.
Biotransformação: Ocorrem reações de oxidação, resultando em metabólitos de hidroxilas, carboxilas, trióis e cetoácidos, bem como conjugados (por exemplo, o triazol).

Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamento
No envenenamento agudo, as medidas de urgência consistem no esvaziamento gástrico com o emprego de cfarvão ativado. Não existe antídoto ou antagonistas específicos para os fungicidas triazóicos. O tratamento médico é sintomático.

Contra-indicações
O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração

Atenção
As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de Emergência PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/MS
Telefone de Emergência da empresa: (0xx21) 2761-4023

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Em ratos, o Tebuconazole tem ação sobre: fígado (indução das enzimas microsomáticas, vacúolos nos hepatócitos, assim como proliferações no duto biliar); sangue (redução dos eritrócitos, nível de hemoglobina, valor dos hematócritos e aumento dos reticulócitos) e glândulas suprarenais (vacúolos na camada externa).
Após ingestão oral, o produto é rapidamente absorvido pelo trato gastro-intestinal, alcançando concentração máxima no plasma em menos de duas horas. No organismo é metabolizado principalmente por oxidação.
A eliminação do produto nos órgãos e tecidos também ocorre de forma rápida, principalmente pela via biliar/fecal e pela via urinária. Quantidades pequenas são eliminadas pelo ar exalado. O produto não se acumula no organismo, sendo eliminado em até 72 horas.
Via dermal, o produto é rapidamente absorvido alcançando o equilíbrio em menos de uma horas e, em seguida, declinando durante as 24 horas de exposição. Foram encontradas baixas concentrações do produto no sangue, indicando que somente uma pequena quantidade do produto absorvido pela pele atinge o sangue.


EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Em ratos, não foram observadas indicações de lesões aos órgãos, induzidas pelo produto administrado via oral ou dérmica observando-se sinais de apatia, diminuição da motibilidade e dispnéia. Em coelhos, o produto não mostrou capacidade de irritação à pele e aos olhos. Não é sensibilizante dérmico à pele de cobaias.

EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Nos estudos realizados com ratos em laboratório durante dois anos, observou-se na dose máxima testada (1000 ppm), uma leve influência no consumo de ração e água, bem como um retardamento no crescimento dos animais.
Para os demais parâmetros requeridos neste tipo de estudo, não foram observados nenhuma anormalidade ou efeitos significativos.
A dose sem efeito tóxico foi de 300 ppm para ratos machos e fêmeas.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando o meio ambiente, a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BAYER CROPSCIENCE LTDA- telefone de emergência: 0800 24 33 34.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado – absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate o registrante por meio do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Solo - retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, redolha este material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contate o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.


PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O Armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, com piso impermeável, ou no local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devolução deverá ocorrer até o fim do seu prazo de validade.

O usuário deve aguardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM SECUNDÁRIA (CAIXA DE TRANSPORTE - NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os
princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de
semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor
equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de fungo pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
• Incluir outros métodos de controle de doença (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID), quando disponível e apropriado.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.