A doença é causada pelo fungo Alternaria raphani, o qual é transmitido por sementes infectadas.
Sintomas: A infecção pode iniciar pelas folhas das plântulas. Os esporos produzidos nestes tecidos são disseminados pelo vento e a doença se alastra com o molhamento proveniente de clima úmido na primavera. Inicialmente os sintomas aparecem como manchas arredondadas em formato de alvo nas folhas, mas podem se disseminar para caules e síliquas. As síliquas podem ficar tomadas de manchas causando chochamento de grãos. Alternaria acelera a secagem das síliquas infectadas, causa deiscência e conseqüentemente, a queda de grãos antes da colheita. Assim, na colheita já se observam plântulas de canola emergidas.
Controle: Recomenda-se usar sementes com sanidade garantida para evitar falhas no estande, durante e após a emergência. Além disto, recomenda-se fazer rotação com culturas não crucíferas por três anos no mínimo, bem como o controle de plantas espontâneas de canola neste período.
Recomenda-se o uso de produtos defensivos registrados para a cultura.
Oxicloreto de cobre 239.4 g/L, Hidróxido de cobre 223 g/L
Azoxistrobina 200 g/L, Difenoconazol 125 g/L
Boscalida 200 g/L, Cresoxim-metílico 100 g/L
Piraclostrobina 250 g/L
Piraclostrobina 250 g/L
Fluindapir 240 g/L, Difenoconazol 300 g/L
Azoxistrobina 200 g/L, Difenoconazol 125 g/L
Óxido cuproso 860 g/kg
Ciclobutrifluram 450
Hidróxido de cobre 691 g/kg, Equivalente em cobre metálico 450 g/kg
Ciclobutrifluram 450
Ciclobutrifluram 450 g/L
Fluopiram 500 g/L