Bula Tutor - Basf
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Bula Tutor

Hidróxido de cobre
2908
Basf

Composição

Equivalente em cobre metálico 450 g/kg
Hidróxido de cobre 691 g/kg

Classificação

Terrestre
Fungicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato

Abacate

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora purpurea (Cercosporiose)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Sphaceloma perseae (Verrugose)

Abacaxi

Calda Terrestre Dosagem
Phytophthora parasitica (Mela)

Abóbora

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides f. sp. cucurbitae (Antracnose)

Abobrinha

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum orbiculare (Antracnose)
Pseudoperonospora cubensis (Míldio)

Açaí

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Acerola

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Alho

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria porri (Mancha púrpura)
Peronospora destructor (Míldio)
Puccinia porri (Ferrugem)

Ameixa

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Amora preta

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Anonáceas

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Azeitona

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande)
Erwinia carotovora ssp carotovora (Podridão mole)
Phytophthora infestans (Requeima)

Batata yacon

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria alternata (Mancha de alternaria)

Batata-doce

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria bataticola (Queima-das-folhas)

Berinjela

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Phomopsis vexans (Podridão dos frutos)
Phytophthora capsici (Requeima)
Xanthomonas campestris pv. vesicatoria (Pústula)

Beterraba

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria spp (Pinta preta)

Cacau

Calda Terrestre Dosagem
Crinipellis perniciosa (Vassoura de bruxa)
Phytophthora spp (Gomose)

Café

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora coffeicola (Olho pardo)
Hemileia vastatrix (Ferrugem do cafeeiro)

Caju

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Caqui

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Cará

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Carambola

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Castanha-do-Pará

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora bertholletiae (Mancha parda das folhas)

Cebola

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria porri (Mancha púrpura)

Cenoura

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria dauci (Mancha de alternaria)

Chalota

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria porri (Mancha púrpura)

Chuchu

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum orbiculare (Antracnose)
Pseudoperonospora cubensis (Míldio)

Citros

Calda Terrestre Dosagem
Elsinoë australis (Verrugose da laranja doce)
Phyllosticta citricarpa (Mancha preta)

Cupuaçu

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Figo

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Framboesa

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Gengibre

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora beticola (Cercosporiose)

Goiaba

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Guaraná

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum guaranicola (Antracnose-do-guaraná)

Inhame

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Jiló

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Phytophthora capsici (Requeima)
Xanthomonas campestris pv. vesicatoria (Pústula)

Kiwi

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Maçã

Calda Terrestre Dosagem
Glomerella cingulata (Podridão amarga da macieira)

Macadâmia

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Mamão

Calda Terrestre Dosagem
Asperisporium caricae (Varíola)

Mandioca

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Mandioquinha-salsa

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria dauci (Mancha de alternaria)

Manga

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Elsinoë mangiferae (Verrugose)
Xanthomonas campestris pv. mangiferaeindicae (Mancha-angular)

Mangaba

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Maracujá

Calda Terrestre Dosagem
Cladosporium herbarum (Verrugose)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Marmelo

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Maxixe

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum orbiculare (Antracnose)
Pseudoperonospora cubensis (Míldio)

Melancia

Calda Terrestre Dosagem
Cladosporium cucumerinum (Queima)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Melão

Calda Terrestre Dosagem
Pseudoperonospora cubensis (Míldio)

Mirtilo

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Morango

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum spp (Antracnose)

Nabo

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria raphani (Mancha-de-Alternaria)

Nectarina

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Nêspera

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Pepino

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum orbiculare (Antracnose)
Pseudoperonospora cubensis (Míldio)

Pera

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Pêssego

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Pimenta

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum spp (Antracnose)
Xanthomonas campestris pv. vesicatoria (Pústula)

Pimentão

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Phytophthora capsici (Requeima)
Xanthomonas campestris pv. vesicatoria (Pústula)

Pitanga

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Plantas ornamentais

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria spp (Pinta preta)
Cercospora spp (Cercosporiose)
Colletotrichum spp (Antracnose)
Erwinia carotovora (Podridão mole)
Phytophthora sp (Podridão do fruto)

Pupunha

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Quiabo

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora abelmoschi (Cercosporiose)

Rabanete

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria raphani (Mancha-de-Alternaria)

Romã

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Seriguela

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande)
Clavibacter michiganensis subsp michiganensis (Cancro bacteriano)
Phytophthora infestans (Requeima)
Xanthomonas campestris pv. vesicatoria (Pústula)

Uva

Calda Terrestre Dosagem
Elsinoë ampelina (Antracnose)
Plasmopara viticola (Míldio)

Caixas, sacos e frascos elaborados com papelão, papel multifoliado e polietileno, com capacidade de 1,0; 2,5; 3,0; 4,0; 5,0; 25,0 e 50,0 Kg.

O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.

CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS

- Velocidade do vento: A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
- Temperatura e umidade: Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva. Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30ºC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.

As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região.

O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.

LIMPEZA DE TANQUE

Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas.
Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, para evitar riscos de corrosão, observando as recomendações abaixo
- Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque.
- Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas.
- A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Encher novamente o tanque com água limpa e manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. - Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.

Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de pragas.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Sem restrições.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Não há limitação de uso quando utilizado de acordo com as recomendações constantes na bula.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

A integração de medidas de controle é premissa básica para um bom manejo de doenças nas plantas cultivadas. As diferentes medidas de controle visam desacelerar, integradamente o ciclo das relações patógeno-hospedeiro. O uso de fungicidas adequados, variedades resistentes, rotação de culturas e controle do ambiente devem ser vistos como métodos de controle mutuamente úteis. Dentro deste princípio, todas as vezes que seja possível devemos associar as boas práticas agrícola como: Uso racional de fungicidas e aplicação no momento e doses indicadas, fungicidas específicos para um determinado fungo, utilização de cultivares resistentes ou tolerantes, semeadura em épocas menos propícias para o desenvolvimento dos fungos, eliminação de plantas hospedeiras, rotação de culturas, adubação equilibrada, escolha do local para implantação da cultura, etc. Manejo de Doenças de plantas cultivadas deve ser entendido como a utilização de métodos químicos, culturais e biológicos necessários para manter as doenças abaixo do nível de dano econômico.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
? Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M01 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
? Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
? Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
? Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
? Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), ao Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org) e ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO M01 FUNGICIDA

O produto fungicida Tutor® é composto por Cobre, que apresenta mecanismo de ação das atividades de contato multi-sítio, pertencente ao Grupo M01, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).