Bula Tutor

acessos
Hidróxido de cobre
2908
Basf

Composição

Hidróxido de cobre 691 g/kg Inorgânico

Classificação

Fungicida
II - Altamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato
Abacate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 20 dias. sem restrições. Realizar a primeira aplicação antes da florada e mais 2 ou 3 na formação dos furtos
Cercosporiose
(Cercospora purpurea)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 20 dias. Sem restrições. Realizar a primeira aplicação antes da florada e mais 2 ou 3 na formação dos furtos
Verrugose
(Sphaceloma perseae)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 20 dias. Sem restrições. Realizar a primeira aplicação antes da florada e mais 2 ou 3 na formação dos furtos
Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides f. sp. cucurbitae)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. sem restrições. : Iniciar as aplicações preventivamente
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia porri)
1,5 a 3 kg p.c./ha 400 L de calda/ha - a 7 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
1,5 a 3 kg p.c./ha 400 L de calda/ha - 3 a 7 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas
Míldio
(Peronospora destructor)
1,5 a 3 kg p.c./ha 400 L de calda/ha - 3 a 7 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1,5 a 3 kg p.c./ha 500 L de calda/ha - 7 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas
Podridão-mole
(Pectobacterium subs. carotovorum)
1,5 a 3 kg p.c./ha 500 L de calda/ha - 7 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações preventivamente
Requeima
(Phytophthora infestans)
1,5 a 3 kg p.c./ha 500 L de calda/ha - 7 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações preventivamente
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
1,5 a 3 kg p.c./ha 400 L de calda/ha - 5 a 10 dias. sem restrições. Iniciar as pulverizações no aparecimento dos primeiros sintomas
Podridão dos frutos
(Phomopsis vexans)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 5a 10 dias. Sem restrições. Iniciar as pulverizações no aparecimento dos primeiros sintomas
Pústula
(Xanthomonas campestris pv. vesicatoria)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 5 a 10 dias. Sem restrições. Iniciar as pulverizações no aparecimento dos primeiros sintomas
Requeima
(Phytophthora capsici)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 5 a 10 dias. Sem restrições. Iniciar as pulverizações no aparecimento dos primeiros sintomas
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Gomose
(Phytophthora spp)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 30 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações preventivamente
Vassoura de bruxa
(Crinipellis perniciosa)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 30 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações preventivamente
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
2 a 2,5 kg p.c./ha 500 L de calda/ha - - Sem restrições. Realizar as aplicações preventivamente de preferência a partir do mês de novembro
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
2 a 2,5 kg p.c./ha 500 L de calda/ha - - Sem restrições. Realizar as aplicações preventivamente de preferência a partir do mês de novembro
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
1,5 a 3 kg p.c./ha 400 L de calda/ha - 7 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações preventivamente
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
1,5 a 3 kg p.c./ha 400 L de calda/ha - 7 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações quando as plantas atingirem 15 cm
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Phyllosticta citricarpa)
175 a 225 g p.c./100 L de água 200 L de calda/ha - 30 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações preventivamente quando 2/3 das pétalas da florada principal tiverem caído
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
175 a 225 g p.c./100 L de água 200 L de calda/ha - 30 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações preventivamente quando 2/3 das pétalas da florada principal tiverem caído
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão amarga da macieira
(Glomerella cingulata)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - - Sem restrições. É indicado para o tratamento de inverno. Efetuar uma aplicação por ocasião da queda de folhas e outra quando faltarem aproximadamente 40 dias para a quebra de dormência
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Varíola
(Asperisporium caricae)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 14 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros sintomas da doença nas folhas mais velhas
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 15 a 20 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações antes da abertura das flores
Mancha-angular
(Xanthomonas campestris pv. mangiferaeindicae)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 15 a 20 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações antes da abertura das flores
Verrugose
(Elsinöe mangiferae)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 15 a 20 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações antes da abertura das flores
Maracujá Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 10 a 15 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações no início do aparecimento dos sintomas
Verrugose
(Cladosporium herbarum)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 10 a 15 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações no início do aparecimento dos sintomas
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações preventivamente
Queima
(Cladosporium cucumerinum)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações preventivamente
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações preventivamente
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 7 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações preventivamente
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 7 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações preventivamente
Pimenta Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum spp)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações na formação de mudas e continuar após o transplante no campo
Pústula
(Xanthomonas campestris pv. vesicatoria)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações na formação de mudas e continuar após o transplante no campo
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 5 a 7 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações na formação de mudas e continuar no campo
Pústula
(Xanthomonas campestris pv. vesicatoria)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 7 dias. Sem restrição. Iniciar as aplicações na formação de mudas e continuar no campo
Requeima
(Phytophthora capsici)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 7 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações na formação de mudas e continuar no campo
Quiabo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora abelmoschi)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 15 dias. Sem restrições. Aplicar no aparecimento dos primeiros sintomas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cancro bacteriano
(Clavibacter michiganensis subsp michiganensis)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 7 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações preventivamente
Mancha-bacteriana
(Xanthomonas vesicatoria)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 7 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações preventivamente
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 7 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações preventivamente
Requeima
(Phytophthora infestans)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 7 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações preventivamente
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Elsinöe ampelina)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações preventivamente quando as brotações tiverem cerca de 10 cm
Míldio
(Plasmopara viticola)
1,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações preventivamente quando as brotações tiverem cerca de 10 cm

Caixas, sacos e frascos elaborados com papelão, papel multifoliado e polietileno, com capacidade de 1,0; 2,5; 3,0; 4,0; 5,0; 25,0 e 50,0 Kg.

MODO DE APLICAÇÃO:
Tutor® deve ser diluído em água e aplicado por pulverização sobre as plantas a proteger, de modo que haja uma boa cobertura.

- Aplicação terrestre:
Pulverizadores: costais, estacionários, montados ou tracionados por trator, turbinados ou pistolas de jato regulável. Usar bicos de jato cônico, com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100 gotas/cm2, com diâmetro entre 100 a 200 micra, bem como a aplicação dos volumes de calda indicados.Não deixar a calda de um dia para o outro no tanque do aparelho. Ao terminar o trabalho, lavar todas as partes do equipamento, para evitar ricos de corrosão.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Sem restrições

LIMITAÇÕES DE USO:
Não há limitações de uso quando utilizado de acordo com as recomendações constantes na bula.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.

• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção (EPI) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados • Não utilize equipamentos com vazamento ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não distribua os produtos com as mãos desprotegidas • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de proteção; touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

• Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Verifique a direção do vento, aplique o produto de forma a evitar o contato do aplicador com a névoa do produto, conforme equipamento de aplicação.
• Aplique o produto somente as doses recomendadas.
• A pulverização do produto produz neblina. Utilize equipamento de proteção individual - EPI:
macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de proteção; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.


• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto • Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: no caso de contato com o produto, procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Se a vítima estiver consciente, dar 2 a 3 copos de água. Nunca dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente. Caso o vômito ocorra naturalmente, não tente evitar. Em caso de vômito, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou coloque a pessoa de lado (se estiver deitada) para evitar a aspiração do conteúdo gástrico.

Olhos: Retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em abundância ou soro fisiológico durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

-INTOXICAÇÕES POR HIDRÓXIDO DE COBREINFORMAÇÕES MÉDICAS
As informações presentes nesta tabela são de uso exclusivo do profissional de saúde. Os procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde, etc.)

Grupo Químico: Inorgânico

Classe Toxicológica: III – Mediamente Tóxico

Vias de Exposição: Dérmica, inalatória, oral.

Toxicocinética:
O cobre é absorvido principalmente pelo trato gastrointestinal. Cerca de 20 a 60% do cobre é absorvido e excretado pelas fezes. Uma vez que o metal passa através da membrana basolateral, ele é transportado ao fígado através da albumina sérica. O fígado é o órgão crítico para a homeostase do cobre. A principal forma de excreção do cobre é através da bile. O transporte do cobre aos tecidos periféricos é realizado através da albumina plasmática, a ceruloplasmina e outros complexos de baixo peso molecular (WHO, EHC, 1998)

Mecanismos de toxidade
A toxicidade bioquímica dos sais de cobre, ocorre quando exceder-se a homeostase. Os efeitos ocorrem em estruturas biomoleculares tais como o DNA, membranas e proteínas ou através de mecanismos de formação de radicais livres (WHO, EHC, 1998).
Os compostos de cobre absorvidos são rapidamente transferidos para as hemoglobinas, m podendo causar edema renal, necrose hepática e renal.

Sintomas e sinais clínicos:
A sintomatologia é dose-dependente.
Ingestão: causa gosto metálico na boca, dor abdominal, náusea, vômito (líquido azulesverdeado), queimação epigástrica e do trato respiratório, diarréia, dor de cabeça, fraqueza muscular, disfunção hepática e renal, metahemoglobinemia e corpos de Heinz.
Inalação - irritação do trato respiratório, tosse. Irritação, náusea, vômito, salivação, dor abdominal, queimadura epigástrica, hemólise, sangramento gastrointestinal, hematemese, melena, anemia, hipotensão, coma, choque e mortepodem ocorrer em casos graves.
Metahemoglobinemia pode raramente ocorrer. O cobre pode produzir um gosto metálico ou adocicado na boca.
DERMAL - a exposição cutânea pode causar irritação, coceira, eczema, dermatite, hipersensibilidade e descoloração do cabelo, dos dentes e da pele.
CARDIOVASCULAR - hipotensão, disritmia e doença coronariana podem ocorrer em casos graves.
NEUROLÓGICO - depressão do SNC, dor de cabeça e desmaios.
GASTROINTESTINAL - gastroenterite, vômitos, erosões da mucosa gastrointestinal, gosto metálico, sensação de queimação epigástrica e diarréia.
HEPÁTICO - hepatomegalia, aumento nos níveis de transaminase.
GENITOURINÁRIO - falência renal, oligúria, hemoglobinúria podem ocorrer.
HEMATOLÓGICO - hemólise e anemia e raramente metahemoglobinemia.
TOXNET, acesso em 2007

Diagnóstico
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. Monitorar função hepática e função renal.

Tratamento
Em caso de contato com a pele, lavar as áreas atingidas com água corrente e sabão neutro em abundância A descontaminação do paciente, em casos de derramamento com risco de contaminação deve ser realizada por profissional provido de avental, botas impermeáveis e luvas de borracha nitrílica.
Não há antídoto específico. Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Medidas de esvaziamento gástrico tais como emese e lavagem gástrica não deverão ser realizadas, em virtude do potencial irritante do produto. Em caso de ingestão, carvão ativado e laxantes salinos não deverão ser úteis. O tratamento sintomático deverá compreender, sobretudo medidas de suporte como correção de distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória. Observar o aparecimento de sintomas respiratórios sugestivos de pneumonite química. Indicar radiografia de tórax. Em caso de pneumonite química deverá ser tratada sintomaticamente e quando necessário com antibióticos e corticoesteróides. Solicitar avaliação endoscópica precoce nos casos de ingestão com sintomatologia digestiva importante. Em caso de contato ocular, lavá-los abundantemente com soro fisiológico, após a descontam inação, proceder oclusão e solicitar avaliação oftalmológica.
Intoxicações com níveis séricos de cobre elevados podem requerer a administração de quelantes como o cuorime ou dimercaorol.

Tratamento

Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS

Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN 1 MS) Telefone de Emergência da Empresa: 08000-112273 ou Oxx12-31281357

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

EFEITOS AGUDOS
Nos estudos de toxicidade aguda em ratos, o produto apresentou dose letal oral (DL50) igual a 2037 mg/kg e dérmica superior a 4000 mg/kg. A concentração inalatória letal em ratos (CLso) foi superior a 5,29 mg/L (4h). No estudo de irritação dérmica em coelhos, o produto foi considerado como não irritante. Produto irritante ocular.

EFEITOS CRÔNICOS
A toxicidade crônica dos compostos de cobre não foi bem caracterizada. Foram observados efeitos como aumento da mortalidade e retardo no crescimento, efeito no fígado, rins e estômago foram observados em ratos após ingestão a longo prazo.

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é:
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).

Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do dolo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada.
Contacte as autoridades locais competentes e a Empresa BASF S.A. - Telefone de Emergência: 08000 11-2273 ou 12 528-1357.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

. Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir Ó < solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGENS FLEXÍVEIS

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua evolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio loca guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos canais de distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto com pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

- RESTRIÇÕES EST ABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL.

De acordo com as recomendações aprovadas pelos Órgãos Responsáveis.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Tutor é um fungicida protetivo de contato, eficiente sobre patógenos resistentes a outros ingredientes ativos, portanto constitui-se numa excelente alternativa para um programa de manejo de resistência.