Bula Tutor

CI
Hidróxido de cobre
2908
Basf

Composição

Equivalente em cobre metálico 450 g/kg
Hidróxido de cobre 691 g/kg

Classificação

Terrestre
Fungicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato

Abacate

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora purpurea (Cercosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sphaceloma perseae (Verrugose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abacaxi

Calda Terrestre Dosagem
Phytophthora parasitica (Mela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abóbora

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides f. sp. cucurbitae (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abobrinha

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum orbiculare (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Açaí

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Acerola

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Alho

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria porri (Mancha púrpura) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Peronospora destructor (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia porri (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Ameixa

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Amora preta

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Anonáceas

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Azeitona

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Erwinia carotovora ssp carotovora (Podridão mole) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phytophthora infestans (Requeima) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata yacon

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria alternata (Mancha de alternaria) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata-doce

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria bataticola (Queima-das-folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Berinjela

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phomopsis vexans (Podridão dos frutos) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phytophthora capsici (Requeima) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Xanthomonas campestris pv. vesicatoria (Pústula) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Beterraba

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria spp (Pinta preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cacau

Calda Terrestre Dosagem
Crinipellis perniciosa (Vassoura de bruxa) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phytophthora spp (Gomose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Café

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora coffeicola (Olho pardo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Hemileia vastatrix (Ferrugem do cafeeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Caju

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Caqui

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cará

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Carambola

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Castanha-do-Pará

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora bertholletiae (Mancha parda das folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cebola

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria porri (Mancha púrpura) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cenoura

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria dauci (Mancha de alternaria) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Chalota

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria porri (Mancha púrpura) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Chuchu

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum orbiculare (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Citros

Calda Terrestre Dosagem
Elsinoë australis (Verrugose da laranja doce) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phyllosticta citricarpa (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cupuaçu

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Figo

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Framboesa

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Gengibre

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora beticola (Cercosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Goiaba

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Guaraná

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum guaranicola (Antracnose-do-guaraná) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Inhame

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Jiló

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phytophthora capsici (Requeima) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Xanthomonas campestris pv. vesicatoria (Pústula) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Kiwi

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maçã

Calda Terrestre Dosagem
Glomerella cingulata (Podridão amarga da macieira) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Macadâmia

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mamão

Calda Terrestre Dosagem
Asperisporium caricae (Varíola) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mandioca

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mandioquinha-salsa

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria dauci (Mancha de alternaria) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Manga

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Elsinoë mangiferae (Verrugose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Xanthomonas campestris pv. mangiferaeindicae (Mancha-angular) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mangaba

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maracujá

Calda Terrestre Dosagem
Cladosporium herbarum (Verrugose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Marmelo

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maxixe

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum orbiculare (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melancia

Calda Terrestre Dosagem
Cladosporium cucumerinum (Queima) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melão

Calda Terrestre Dosagem
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mirtilo

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Morango

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum spp (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Nabo

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria raphani (Mancha-de-Alternaria) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Nectarina

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Nêspera

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pepino

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum orbiculare (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pera

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pêssego

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimenta

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum spp (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Xanthomonas campestris pv. vesicatoria (Pústula) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimentão

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phytophthora capsici (Requeima) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Xanthomonas campestris pv. vesicatoria (Pústula) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pitanga

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Plantas ornamentais

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria spp (Pinta preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cercospora spp (Cercosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum spp (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Erwinia carotovora (Podridão mole) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phytophthora sp (Podridão do fruto) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pupunha

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Quiabo

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora abelmoschi (Cercosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Rabanete

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria raphani (Mancha-de-Alternaria) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Romã

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Seriguela

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Clavibacter michiganensis subsp michiganensis (Cancro bacteriano) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phytophthora infestans (Requeima) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Xanthomonas campestris pv. vesicatoria (Pústula) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Uva

Calda Terrestre Dosagem
Elsinoë ampelina (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Plasmopara viticola (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Caixas, sacos e frascos elaborados com papelão, papel multifoliado e polietileno, com capacidade de 1,0; 2,5; 3,0; 4,0; 5,0; 25,0 e 50,0 Kg.

INSTRUÇÕES DE USO

Tutor® é um fungicida de uso preventivo com ação de contato, apresentando também um efeito bactericida. A eficácia é devida ao elemento cobre, que é lentamente liberado em forma de íons, na superfície das plantas tratadas, inibindo assim a germinação dos esporos dos fungos.

NÚMERO, ÉPOCA, INTERVALO DE APLICAÇÃO

Não há restrições em relação ao número de aplicação por ciclo da cultura.
Abacate: realizar a primeira aplicação antes da florada e mais 2 ou 3 na formação dos frutos. Repetir a intervalos de 20 dias, utilizando a dose maior sob condições favoráveis ao desenvolvimento das doenças.
Abacaxi, anonáceas, guaraná, kiwi, mamão e romã: iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros sintomas da doença nas folhas mais velhas e repetir em intervalos de 7 a 14 dias.
Açaí, castanha-do-Pará, macadâmia, melão e melancia, pupunha: iniciar as aplicações preventivamente. Repetir em intervalos de 7 a 10 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis à doença, aplicar com o intervalo menor e dose maior.
Acerola, ameixa, amora, azeitona, caju, caqui, carambola, figo, framboesa, goiaba, mangaba, marmelo, mirtilo, morango, nectarina, nêspera, pêra, pêssego, pitanga, siriguela: iniciar as aplicações preventivamente e repetir em intervalos de 7 a 10 dias
Abóbora, Abobrinha, chuchu e maxixe: iniciar as aplicações preventivamente e repetir em intervalos de 7 a 10 dias, desde o início da brotação
Alho: iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas e repetir em intervalos de 3 a 7 dias. Adicionar espalhante adesivo à calda.
Batata: iniciar as aplicações preventivamente. Repetir em intervalos de 7 dias ou conforme necessidade.
Batata doce, batata yacon, beterraba, cará, cenoura, gengibre, inhame, mandioca, mandioquinha-salsa, nabo, e rabanete: iniciar as aplicações quando as plantas atingirem 15 cm. Repetir em intervalos de 7 dias ou conforme a necessidade. Berinjela: iniciar as pulverizações no aparecimento dos primeiros sintomas, e repetir em intervalos de 5 a 10 dias.
Cacau e cupuaçu: iniciar as aplicações preventivamente e repetir a intervalos de 30 dias
Café: realizar as aplicações preventivamente de preferência a partir do mês de novembro e reaplicar mensalmente ou quando as condições forem favoráveis à ocorrência da doença.
Chalota e cebola: iniciar as aplicações preventivamente. Repetir em intervalos de 7 dias ou conforme a necessidade.
Citros: para o controle de Verrugose, iniciar as aplicações preventivamente quando 2/3 das pétalas da florada principal tiverem caído e repetir a aplicação ao redor de 30 dias, após.
Para o controle de Pinta-preta, iniciar as aplicações preventivamente quando 2/3 das pétalas da florada principal tiverem caído e reaplicar mensalmente ou quando as condições forem favoráveis à ocorrência da doença, visando proteger os frutos durante todo o período de predisposição a doença. Para um controle mais efetivo da Pinta-preta recomenda-se um programa em associação com óleo mineral.
Adicionar o adjuvante à calda após o produto. Para os menores volumes de aplicação, não exceder a concentração de 0,5% v/v da calda ou a recomendação descrita na bula do adjuvante.
Maçã: é indicado para o tratamento de inverno. Efetuar uma aplicação por ocasião da queda de folhas e outra quando faltarem aproximadamente 40 dias para a quebra de dormência.
Jiló e pimentão: iniciar as aplicações na formação de mudas e continuar no campo. As aplicações devem ser repetidas com intervalos de 5 a 7 dias.
Manga: iniciar as aplicações antes da abertura das flores, e repetir, durante o florescimento e na frutificação. Aplicar em intervalos de 15 a 20 dias.
Maracujá: iniciar as aplicações no início do aparecimento dos sintomas e repetir a intervalos de 10 a 15 dias. Adicionar espalhante adesivo à calda.
Pepino: iniciar as aplicações preventivamente. Repetir em intervalos de 7 dias.
Pimenta: iniciar as aplicações na formação de mudas e continuar após o transplante no campo. Realizar aplicações preventivas com intervalos de 7 a 10 dias.
Quiabo: iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, e repetir com intervalos de 15 dias.
Tomate: iniciar as aplicações preventivamente. Repetir em intervalos de 7 dias ou conforme a necessidade.
Uva: iniciar as aplicações preventivamente quando as brotações tiverem cerca de 10 cm. Repetir em intervalos de 7 a 10 dias. Pode ocorrer leve bronzeamento nas folhas de variedades sensíveis como Niágara, porém sem danos para os frutos e à produção.
Ornamentais (flores e plantas) - Amarílis, Antúrio, Azaléa, Boca de Leão, Camélia, Copo de leite, Crisântemo, Cróton variegado, Folhagens (Bastão do Imperador, Caladio, Cinamomo), Gérbera, Helicônia, Hibisco, Impatiens, Lírio, Lisianthus, Orquidea, Palmeiras (Areca Bambu, Palmeira Leque), Petúnia, Primavera, Rosa, Tango, Zinia, entre outras: Iniciar as aplicações preventivamente, quando as condições ambientais estiverem favoráveis à infecção. Repetir caso necessário com intervalos de 7 a 14 dias, dependendo da evolução da doença. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área). Utilizar volumes de calda conforme o porte da planta ornamental. Tutor é um fungicida seletivo às plantas cultivadas. Entretanto, devido à grande diversidade de espécies e cultivares de plantas ornamentais, recomenda-se uma validação prévia de isenção de fitotoxicidade em grupo representativo de plantas selecionadas, 7 dias antes da aplicação em área total.

MODO DE APLICAÇÃO

PREPARO DA CALDA:
O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Por se tratar de uma formulação do tipo WG (Granulado Dispersível), o produto deve ser adicionado lentamente no tanque do pulverizador sob agitação constante ou pré dissolvidos em recipiente adequado.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS

? APLICAÇÃO TERRESTRE
Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:
- Equipamento de aplicação:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
- Seleção de pontas de pulverização:
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem cobertura adequada das plantas hospedeiras e produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
- Velocidade do equipamento:
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
- Pressão de trabalho:
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
- Altura de barras de pulverização:
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.
- Aplicação com equipamento costal:
Para aplicações costais, manter constante a velocidade de trabalho e altura da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como a sobreposição entre as faixas de aplicação.
O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.

CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS

- Velocidade do vento:
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
- Temperatura e umidade:
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30°C). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região.
O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.

LIMPEZA DE TANQUE

Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, para evitar riscos de corrosão, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Encher novamente o tanque com água limpa e manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de pragas.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Sem restrições.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Não há limitação de uso quando utilizado de acordo com as recomendações constantes na bula.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

A integração de medidas de controle é premissa básica para um bom manejo de doenças nas plantas cultivadas. As diferentes medidas de controle visam desacelerar, integradamente o ciclo das relações patógeno-hospedeiro. O uso de fungicidas adequados, variedades resistentes, rotação de culturas e controle do ambiente devem ser vistos como métodos de controle mutuamente úteis.
Dentro deste princípio, todas as vezes que seja possível devemos associar as boas práticas agrícola como: Uso racional de fungicidas e aplicação no momento e doses indicadas, fungicidas específicos para um determinado fungo, utilização de cultivares resistentes ou tolerantes, semeadura em épocas menos propícias para o desenvolvimento dos fungos, eliminação de plantas hospedeiras, rotação de culturas, adubação equilibrada, escolha do local para implantação da cultura, etc.
Manejo de Doenças de plantas cultivadas deve ser entendido como a utilização de métodos químicos, culturais e biológicos necessários para manter as doenças abaixo do nível de dano econômico.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M01 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), ao Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org) e ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO M01 FUNGICIDA

O produto fungicida Tutor® é composto por Cobre, que apresenta mecanismo de ação das atividades de contato multi-sítio, pertencente ao Grupo M01, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).


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