Bula Actigard

acessos
Acibenzolar-s-methyl
9414
Syngenta

Composição

Acibenzolar-S-metílico 500 g/kg Benzotiadiazol

Classificação

Ativador de planta
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Ativador de plantas
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Xanthomonas axonopodis pv. malvacearum)
15 a 25 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 8 aplicações/safra, com intervalos de 7 dias. 21 dias. O início das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva. Iniciar as aplicações no início do desenvolvimento vegetativo
Ramularia
(Ramularia areola)
15 a 25 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 8 aplicações/safra, com intervalos de 7 dias. 21 dias. O início das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva. Iniciar as aplicações no início do desenvolvimento vegetativo
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
25 g p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações/safra, com intervalos de 7 dias. 14 dias. O início das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva. Iniciar as aplicações no início do desenvolvimento vegetativo
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vassoura de bruxa
(Crinipellis perniciosa)
300 g p.c./100 L de água 30 a 50 mL de calda/planta - Reaplicar a cada 60 dias, totalizando 3 aplicações ao ano. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Uso recomendado para aplicações na produção de mudas. Iniciar as aplicações com um período de antecedência de cerca de 30 dias em relação ao início da época crítica de infecção da vassourade-bruxa
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
50 a 100 g p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar 6 aplicações com intervalo de 30 dias. 28 dias Realizar as aplicações de forma preventiva, no início do desenvolvimento vegetativo
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Clorose Variegada dos Citros
(Xylella fastidiosa)
80 g p.c./100 L de água 30 a 50 mL de calda/planta - Repetir em intervalos de 45 dias, totalizando 4 aplicações ao ano. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Uso recomendado para aplicações na produção de mudas. Iniciar as aplicações nos períodos de maior crescimento vegetativo
Eucalipto (Viveiro) Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bacteriose
(Xanthomonas axonopodis)
25 g p.c. / 100 L de calda 200 L de calda/ha - Realizar 8 aplicações com intervalos de 7 dias. Uso não alimentar. Realizar aplicações preventivamente, iniciando aos 15 dias após o estaqueamento
Mancha bacteriana
(Pseudomonas cichorii)
25 g p.c. / 100 L de calda 200 L de calda/ha - Realizar 8 aplicações com intervalos de 7 dias. Uso não alimentar. Realizar aplicações preventivamente, iniciando aos 15 dias após o estaqueamento
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
25 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Reaplicar a cada 14 dias, totalizando no máximo 3 aplicações/safra. 14 dias. O início das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva. Iniciar as aplicações no início do desenvolvimento vegetativo
Crestamento bacteriano comum
(Xanthomonas axonopodis pv. phaseoli)
25 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Reaplicar a cada 14 dias, totalizando no máximo 3 aplicações/safra. 14 dias. O início das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva. Iniciar as aplicações no início do desenvolvimento vegetativo
Mosaico dourado
(Bean Golden Mosaic Virus)
25 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Reaplicar a cada 14 dias, totalizando no máximo 3 aplicações/safra. 14 dias. O início das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva. Iniciar as aplicações no início do desenvolvimento vegetativo
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha aquosa
(Acidovorax avenae ssp citrulli)
25 g p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha - Realizar 4 aplicações com intervalo de 7 dias. 1 dia Realizar as aplicações de forma preventiva, no início do desenvolvimento vegetativo
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha bacteriana
(Pseudomonas syringae pv. tomato)
5 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar a cada 5-7 dias, totalizando no máximo 10 aplicações/safra. 5 dias. O início das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva. Em tomate envarado, iniciar as aplicações quando as plantas ultrapassarem a altura do primeiro amarrio. Em tomate rasteiro, iniciar as aplicações quando a cultura atingir cerca de 30 dias de idade
Mancha-bacteriana
(Xanthomonas vesicatoria)
5 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar a cada 5-7 dias, totalizando no máximo 10 aplicações/safra. 5 dias. O início das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva. Em tomate envarado, iniciar as aplicações quando as plantas ultrapassarem a altura do primeiro amarrio. Em tomate rasteiro, iniciar as aplicações quando a cultura atingir cerca de 30 dias de idade
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
5 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar a cada 5-7 dias, totalizando no máximo 10 aplicações/safra. 5 dias. O início das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva. Em tomate envarado, iniciar as aplicações quando as plantas ultrapassarem a altura do primeiro amarrio. Em tomate rasteiro, iniciar as aplicações quando a cultura atingir cerca de 30 dias de idade
Requeima
(Phytophthora infestans)
5 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar a cada 5-7 dias, totalizando no máximo 10 aplicações/safra. 5 dias. O início das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva. Em tomate envarado, iniciar as aplicações quando as plantas ultrapassarem a altura do primeiro amarrio. Em tomate rasteiro, iniciar as aplicações quando a cultura atingir cerca de 30 dias de idade
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
25 g p.c./ha 150 L de calda/ha - Realizar 3 aplicações com intervalo de 14 dias. 21 dias Realizar as aplicações de forma preventiva, no início do desenvolvimento vegetativo

Tipo: Barrica *
Material: Aço/Ferro/Fibra de papelão/Plástico
Capacidade: 5,0; 10; 20; 40 kg.

Tipo: Caixa
Material: Cartão revestido de plástico com saco(s) interno(s) de plástico, alumínio ou material hidrossolúvel.
Capacidade: 0,1; 0,25; 0,5; 1,0; 1,2; 2,0; 3,0 kg.

Tipo: Cartucho
Material: Papelão com saco(s) interno(s) de plástico, alumínio ou material hidrossolúvel.
Capacidade: 0,1; 0,25; 0,5; 1,0; 1,2; 2,0; 3,0; 5,0 kg.

Tipo: Cartucho
Material: Papelão com frascos internos de plástico
Capacidade: 0,1; 0,25; 0,5; 1,0; 1,2; 2,0; 3,0 kg.

Tipo: Fibrolata *
Material: Fibra de papel
Capacidade: 0,5; 1,0 kg.

Tipo: Frasco
Material: Plástico(polietileno de alta densidade)
Capacidade: 0,1; 0,25; 0,5; 1,0 kg.

Tipo: Saco *
Material: Plástico (polietileno ou polipropileno)/Papel kraft
Capacidade: 1,0; 5,0; 10; 20 kg.

Tipo: Saco
Material: Alumínio com embalagem interna hidrossolúvel
Capacidade: 0,005; 0,01; 0,015; 0,025 kg.

Tipo: Saco interno
Material: Plástico/Alumínio/Hidrossolúvel
Capacidade: 0,005; 0,01; 0,015; 0,025; 0,1; 0,25; 0,5; 1,0; 1,2; 2,0; 3,0; 5,0; 10; 20; 40 kg.

INSTRUÇÕES DE USO:
ACTIGARD é um ativador de plantas e não tem ação direta contra os patógenos. Aplicado na parte aérea das plantas, ele ativa os seus próprios mecanismos naturais de defesa e aumenta sua resistência às doenças. Devido ao seu modo de ação particular, o produto deve ser aplicado antes da entrada dos patógenos, de forma preventiva. O produto é rapidamente absorvido pelos tecidos foliares e se transloca sistemicamente, tanto para as folhas quanto para as raízes, ativando assim a planta de forma generalizada. Efetuar as aplicações do ACTIGARD mantendo o programa rotineiro de fungicidas. Devido às suas características, o produto é indicado para o Manejo Integrado de Doenças.
Para os controles da Ramularia(Ramularia aréola) e da Mancha-angular(Xanthomonas axonopodis pv. malvacearum) na cultura do Algodão, recomenda-se a utilização da dose de 15 a 25 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 a 300 L/ha. O início das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva. Iniciar as aplicações no início do desenvolvimento vegetativo. Reaplicar a cada 7 dias, totalizando no máximo 8 aplicações por safra. Utilizar a dose mais alta em condições de alta pressão, especialmente de Ramularia(alta suscetibilidade varietal, plantios tardios). Efetuar as aplicações de ACTIGARD dentro do programa rotineiro de fungicidas e bactericidas para o controle de doenças do algodoeiro.
Para o controle da Requeima(Phytophthora infestans) na cultura da Batata, recomenda-se a utilização da dose de 25 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 300 a 500 L/ha. O início das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva. Iniciar as aplicações no início do desenvolvimento vegetativo. Reaplicar a cada 7 dias, totalizando no máximo 6 aplicações por safra. Efetuar as aplicações de ACTIGARD dentro do programa rotineiro de fungicidas e bactericidas para o controle de doenças da batata.
Para o controle da Vassoura-de-bruxa(Crinipellis perniciosa) na cultura do Cacau(mudas), recomenda-se a utilização da dose de 300 g do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 30 a 50 mL/planta, conforme o desenvolvimento das mudas. Uso recomendado para aplicações na produção de mudas. Iniciar as aplicações com um período de antecedência de cerca de 30 dias em relação ao início da época crítica de infecção da vassoura-de-bruxa. Reaplicar a cada 60 dias, totalizando 3 aplicações ao ano.
Para o controle da Ferrugem(Hemileia vastatrix) na cultura do Café, recomenda-se a utilização da dose de 50 a 100 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 400 L/ha. O início das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva, antes do aparecimento da doença na área. Reaplicar a cada 30 dias, totalizando no máximo 6 aplicações por safra. Efetuar as aplicações de ACTIGARD dentro do programa rotineiro de fungicidas para o controle das doenças do café.
Para o controle da Clorose-variegata-dos-citros(Xylella fastidiosa) na cultura dos Citros(mudas), recomenda-se a utilização da dose de 80 g do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 30 a 50 mL/planta, conforme o desenvolvimento das mudas. Uso recomendado para aplicações na produção de mudas. Iniciar as aplicações nos períodos de maior crescimento vegetativo, repetindo-se em intervalos de 45 dias, totalizando 4 aplicações ao ano.
Para o controle das Bacterioses(Xanthomonas axonopodis e Pseudômonas cichori) na cultura do Eucalipto(viveiro), recomenda-se a utilização da dose de 25 g do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 20 mL/m² ou 200 L/ha. Realizar 8 aplicações preventivamente, iniciando aos 15 dias após o estaqueamento. Repetir as aplicações em intervalos de 7 dias.
Para os controles da Antracnose(Colletotrichum lindemuthlanum), do Crestamento-bacteriano-comum(Xanthomonas axonopodis pv. phaseoli) e do Mosaico-dourado(Bean Golden Mosaic Vírus) na cultura do Feijão, recomenda-se a utilização da dose de 25 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 a 300 L/ha. O início das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva. Iniciar as aplicações no início do desenvolvimento vegetativo. Reaplicar a cada 14 dias, totalizando no máximo 3 aplicações por safra. Efetuar as aplicações de dentro do programa rotineiro de fungicidas e bactericidas para o controle de doenças do feijoeiro. No caso do mosaico dourado, efetuar as aplicações de ACTIGARD dentro do programa rotineiro de inseticidas para o controle.
Para o controle da Mancha-aquosa(Acidovorax avenae subsp. citrulli) na cultura do Melão, recomenda-se a utilização da dose de 25 g do produto comercial/ha, com volume de calda de
300 a 500 L/ha. O início da aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva. Iniciar as aplicações no início do desenvolvimento vegetativo. Reaplicar a cada 7 dias, totalizando no máximo 4 aplicações por safra. Efetuar as aplicações de ACTIGARD dentro do programa rotineiro de fungicidas e bactericidas para o controle de doenças do Meloeiro.
Para os controles da Requeima(Phytophthora infestans), da Pinta-preta(Alternaria solani), da Mancha-bacteriana(Xanthomonas vesicatoria) e da Pinta-bacteriana(Pseudômonas syringae pv. tomato) na cultura do Tomateiro, recomenda-se a utilização da dose de 5 g do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 500 a 1.000 L/ha, conforme o desenvolvimento das plantas. O início das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva. Em tomate envarado, iniciar as aplicações quando as plantas ultrapassarem a altura do primeiro amarrio. Em tomate rasteiro, iniciar as aplicações quando a cultura atingir cerca de 30 dias de idade. Reaplicar a cada 5 a 7 dias, totalizando no máximo 10 aplicações por safra. Efetuar as aplicações de ACTIGARD dentro do programa rotineiro de fungicidas para o controle de doenças do tomateiro.
Para o controle do Oídio(Blumeria graminis f. sp. tritici) na cultura do Trigo, recomenda-se a utilização da dose de 25 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 150 L/ha. O início das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva. Iniciar as aplicações no início do desenvolvimento vegetativo. Reaplicar a cada 14 dias, totalizando no máximo 3 aplicações por safra. ACTIGARD não substitui as aplicações estabelecidas para o manejo fitossanitário da cultura, as quais devem ser mantidas.

MODO DE APLICAÇÃO:
ACTIGARD deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as culturas registradas.

Equipamentos:
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; estacionário com mangueira; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido. Os tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio ou jato planto (leque), que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 µm (micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20 gotas/cm². A velocidade do trator deverá ser de acordo com a topografia do terreno. A pressão de trabalho deve estar de acordo com as recomendações do fabricante do bico utilizado, variando entre 100 a 1000 Kpa(= 15 a 150 PSI).
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30ºC, com umidade relativa acima de 50% e ventos de 3 a 15 km/hora.

INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):
Algodão: 21 dias
Batata: 14 dias
Cacau e citros: Intervalo de segurança não especificado por se tratar de aplicação em mudas.
Café: 28 dias
Eucalipto(viveiro): UNA - Unidade Não Alimentar
Feijão: 14 dias
Melão: 1 dia
Tomate: 5 dias
Trigo: 21 dias.

LIMITAÇÕES DE USO:
Não há casos de incompatibilidade conhecidos.

- Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Quando aplicado segundo as recomendações, o produto pode ser aplicado sem risco particular de fitotoxicidade.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamento com vazamento ou com defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- O produto é moderadamente irritante para os olhos.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar formação de poeira.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e rias horas mais quentes do dia. • A aplicação do produto deverá acontecer de forma a evitar o contato com a névoa do produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita)
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha: óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Caso seja necessário entrar na lavoura antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar (uvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
• No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha).

PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorrer naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contata, lave com água corrente durante 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leva a pessoa para um local aberto e ventilado.

- INTOXICAÇÕES POR ACTIGARD
INFORMAÇÕES MEDICAS
Grupo químico: Benzotiadiazol -
Classe toxicológica: III - MEDIANAMENTE TÓXICO
Vias de exposição: Oral, ínalatória e dérmica
Toxicocinética: Em ratos, doses orais de acibenzolar-S-metílico foram absorvidas completamente e rapidamente e também eliminadas com a urina, independentemente do sexo, nível de dose e pré-tratamento com a substância-teste não radiomarcada. O acibenzolar-S-rnetílico foi, prontamente metabolizado em ratos. Foram isolados 2 metabólitos da urina (ácido carboxilico e conjugado da glicina) e totalizou 90% da dose administrada. Não foi detectado o composto parental não modificado na urina.Pequenas quantidades do acibenzolar-S-metílico original não modificado foram encontrados nas fezes. O metabolismo foi, independente do sexo, dose ou pré-tratamento com o composto original não marcado.

Mecanismos de toxicidade: O ingrediente ativo, acibenzolar-S-metilico induz nas plantas a reação de defesa natural que aumenta a habilidade fisiológica da planta para acentuar a saúde da planta e para prevenir contra doenças. Por causa de seu modo de ação único, a ISO (International Standards Organization) criou uma nova categoria para este ingrediente ativo, chamado de Ativador de Planta Não foi identificado mecanismo de ação em humanos.

Sintomas e sinais clínicos: Não existem sintomas de intoxicação específicos para o produto para humanos com acibenzolar-S-metilico. Em estudos com animais, os sintomas de intoxicação foram inespecíficos e apenas passageiros. O mesmo pode ser esperado em humanos, Porém, não foi observado até hoje, nenhum caso de intoxicação aguda com acibenzolar-S-metilico.

Diagnóstico: Devido à falta de informação dos sintomas específicos, o diagnóstico deve ser feito baseado no histórico documentado de ingestão do produto.

Tratamento:Tratamento sintomático em função do quadro clínico deve ser aplicado nas pessoas com sintomas de intoxicação após exposição ao acíbenzolar-S-metilico. Não existe antidoto conhecido. Medidas terapêuticas devem considerar a rápida absorção do trato gastro intestinal e a excreção praticamente exclusiva pelos rins. A pele contaminada deve ser lavada com água e sabão. Uma terapia apropriada de assistência de reposição do fluido parenteral deve ser dada, junto com outras medidas de assistência requeridas tais como a manutenção da pressão de sangue e da funcionalidade respiratória apropriada, como
indicado pela avaliação clínica.

Contra-indicações: Não induzir o vômito

Efeitos sinérgicos: Não conhecidos.

ATENÇÃO: Ligue para o Disque-intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-7044304 (24 horas)

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO:
Estudos realizados em animais de laboratório, com administração de Acibenzolar-S-Methyl por via oral, mostraram que cerca de 90% do produto ingerido, é rapidamente absorvido pelo traio gastro-intestinal, prontamente metabolizado e excretado (cerca de 90% pela urina e cerca de 5% pelas fezes). Não houve bioacúmulo do produto nos órgãos e em tecidos. Os resíduos em órgãos e tecidas decresceram rapidamente com meia vida menor que 5 horas. O metabolismo foi similar em machos e fêmeas e independente da dose ou pré-tratamento.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:
Dados agudos da formulação:
Estudos realizados com animais de laboratório evidenciaram baixo grau de toxicidade aguda oral, derma 1 e inalatória, leve irritação para pele e olhos e ausência de sensibilização.

Toxicidade aguda oral (ratos): maior que 5 000 mg/kg. Não houve sintomas de
intoxicação.
• Toxicidade aguda dérmica (ratos): maior que 2.000 mg/kg. Não houve sintomas de intoxicação.
• Toxicidade aguda inalatória (ratos): maior que 276 mg/L. Os animais apresentaram atividade reduzida e píloereção.
• Irritação a olhos (coelhos): Irritação moderada reversível em 72 horas
• Irritação a pele (coelhos): Irritação leve, reversível em 7 dias.
• Sensibilidade dérmica (porquinhos da índia): Não sensibilizante.

Efeitos crônicos do ingrediente ativo:
No animal mais sensível, o cão, Acibenzoar-S-MethyI não provocou efeitos adversos até o nível de 5 mg/dia do produto por kg de peso corpóreo do animal testado.
Na dose mais alta, 200 mg/dia do produto por kg de peso corpóreo do animal testado, foi observada uma leve depressão no ganho de peso corpóreo em fêmeas, uma anemia hipocrônica moderada com reticulócitos e aumento da hematopoiesis extramedular e sinais morfológicos de aumento da ciclagem de células vermelhas do sangue, uma toxicidade ao fígado moderada, uma diminuição dos parâmetros das células brancas do sangue e mudanças nos eletrólitos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
• Este produto é PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇAO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada. -
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇAO DE CULTIVOS LTDA- telefone de emergência: 0800-704-4304.
• Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtro).
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado.
Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das
características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de AGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou P0 QUIMICO, etc, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água:
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição. introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RIGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA;
- O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

-TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente(Embalagens Padronizadas- modelo ABNT) devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDARIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÔXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos).

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

Actigard é um ativador de plantas e não tem ação direta sobre os patógenos. Não é requerida instrução de manejo de resistência, pois o produto ativa múltiplos mecanismos de defesa das plantas sobre os microorganismos.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.