Bula Azamax

acessos
Azadiractina
14807
UPL

Composição

Azadiractina 12 g/L Tetranortriterpenóide

Classificação

Inseticida/Acaricida
III - Medianamente tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Não Classificado, Repelente de insetos e ácaros
Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
200 a 250 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir após 7 dias. Até duas aplicações por ano. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Pulgão verde
(Myzus persicae)
200 a 250 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir após 7 dias. Até duas aplicações por ano. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Tripes
(Thrips palmi)
200 a 250 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir após 7 dias. Até duas aplicações por ano. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
200 a 250 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir após 7 dias. Até duas aplicações por ano. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Pulgão verde
(Myzus persicae)
200 a 250 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir após 7 dias. Até duas aplicações por ano. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Tripes
(Thrips palmi)
200 a 250 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir após 7 dias. Até duas aplicações por ano. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Acelga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
150 a 250 mL p.c./100L água 200 a 1000 L de calda/ha - Repetir após 7 dias. Até duas aplicações por ano. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Agrião Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
150 a 250 mL p.c./100L água 200 a 1000 L de calda/ha - Repetir após 7 dias. Até duas aplicações por ano. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
150 a 250 mL p.c./100L água 200 a 1000 L de calda/ha - Repetir após 7 dias. Até duas aplicações por ano. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
300 a 400 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Repetir a aplicação após 10 dias. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Almeirão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
150 a 250 mL p.c./100L água 200 a 1000 L de calda/ha - Repetir após 7 dias. Até duas aplicações por ano. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
200 a 300 mL p.c./100L água 200 a 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação após 7 dias. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
150 a 300 mL p.c./100L água 200 a 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação após 7 dias. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
200 a 300 mL p.c./100L água 200 a 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação após 10 dias. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
200 a 250 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - 4 aplicações seqüenciais espaçadas de 21 dias ou a dose de 250 ml/100 litros de água em 3 aplicações também espaçadas de 21 dias. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Broca do café
(Hypothenemus hampei)
600 a 800 mL p.c./ha - - - - -
Broca do café
(Hypothenemus hampei)
600 a 800 mL p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir de 2 a 3 vezes as aplicações, com intervalo de 21 dias. Não determinado. No início do aparecimento da praga
Chicória Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
150 a 250 mL p.c./100L água 200 a 1000 L de calda/ha - Repetir após 7 dias. Até duas aplicações por ano. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Chuchu Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
200 a 250 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir após 7 dias. Até duas aplicações por ano. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Pulgão verde
(Myzus persicae)
200 a 250 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir após 7 dias. Até duas aplicações por ano. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Tripes
(Thrips palmi)
200 a 250 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir após 7 dias. Até duas aplicações por ano. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Minadora da folhas
(Phyllocnistis citrella)
100 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação se necessário após 10 dias. Realizar até 3 aplicações por ano. Não determinado. Aplicar logo no início da brotação, quando 50% das plantas estiverem brotando, dirigido as lagartas do 1º e 2º instar
Psilideo
(Diaphorina citri)
200 a 250 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Fazer 3 pulverizações sequenciais espaçadas de 7 dias repetindo se necessário após rotação com outros produtos. Realizar até 3 aplicações por ano. Não determinado. Início da infestação da praga quando da emissão de novos ramos
Pulgão preto dos citros
(Toxoptera citricida)
100 a 200 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - 3 aplicações sequenciais espaçadas de 14 dias. Realizar até 3 aplicações por ano. Não determinado. Início da infestação da praga
Côco Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da necrose do coqueiro
(Eriophyes guerreronis)
200 a 250 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação após 7 dias. Realizar até 2 aplicações por ano. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
150 a 300 mL p.c./100L água 200 a 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação após 7 dias. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
200 a 300 mL p.c./100L água 200 a 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação após 10 dias. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Couve-chinesa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
150 a 300 mL p.c./100L água 200 a 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação após 7 dias. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
200 a 300 mL p.c./100L água 200 a 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação após 10 dias. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Couve-de-bruxelas Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
150 a 300 mL p.c./100L água 200 a 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação após 7 dias. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
200 a 300 mL p.c./100L água 200 a 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação após 10 dias. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
150 a 300 mL p.c./100L água 200 a 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação após 7 dias. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
200 a 300 mL p.c./100L água 200 a 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação após 10 dias. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
200 a 300 mL p.c./100L água 200 a 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação após 7 dias. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Ervilha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
400 a 600 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar 3 aplicações sequenciais espaçadas de 7 dias.Realizar até 3 aplicações por ciclo da cultura. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
400 a 600 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar 3 aplicações sequenciais espaçadas de 7 dias.Realizar até 3 aplicações por ciclo da cultura. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Feijão vagem Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
400 a 600 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar 3 aplicações sequenciais espaçadas de 7 dias.Realizar até 3 aplicações por ciclo da cultura. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Feijão-caupi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
400 a 600 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar 3 aplicações sequenciais espaçadas de 7 dias.Realizar até 3 aplicações por ciclo da cultura. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva de mosca do float
(Bradysia impatiens)
400 a 500 mL p.c./100L água 50 mL de calda/bandeija - Fazer 3 regas espaçadas de 8 dias. Repetir se necessário após 3 semanas. Realizar até 3 aplicações por ciclo da cultura. Não determinado. A partir da emergência das mudas nas bandejas
Pulgão verde
(Myzus persicae)
200 a 300 mL p.c./100L água 200 L de calda/ha - 2 a 3 pulverizações seqüenciais com intervalo de 10 dias. Realizar até 3 aplicações por ciclo da cultura. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Jiló Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
200 a 300 mL p.c./100L água 200 a 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação após 7 dias. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
150 a 250 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação após 7 dias. Realizar até 2 aplicações por ano. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
200 a 300 mL p.c./100L água 200 a 300 L de calda/ha - Repetir a aplicação após 10 dias. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
200 a 300 mL p.c./100L água 200 a 300 L de calda/ha - Repetir a aplicação após 10 dias. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
300 a 500 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Repetir a aplicação após 10 dias. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. Não determinado. Início do aparecimento da praga quando as lagartas ainda estiverem raspando as folhas
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
200 a 300 mL p.c./100L água 200 a 1000 L de calda/ha - 3 aplicações sequenciais espaçadas de 7 dias, repetindo se necessário após rotação com outros produtos. Realizar até 3 aplicações por ciclo da cultura. Não determinado. Início da infestação da praga
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
200 a 250 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir após 7 dias. Até duas aplicações por ano. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Pulgão verde
(Myzus persicae)
200 a 250 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir após 7 dias. Até duas aplicações por ano. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Tripes
(Thrips palmi)
200 a 250 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir após 7 dias. Até duas aplicações por ano. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Pimenta Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
200 a 300 mL p.c./100L água 200 a 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação após 7 dias. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
200 a 300 mL p.c./100L água 200 a 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação após 7 dias. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
150 a 300 mL p.c./100L água 200 a 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação após 7 dias. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
200 a 300 mL p.c./100L água 200 a 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação após 10 dias. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Rúcula Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
150 a 250 mL p.c./100L água 200 a 1000 L de calda/ha - Repetir após 7 dias. Até duas aplicações por ano. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
400 a 600 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar 3 aplicações seqüenciais espaçadas de 7 dias. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
200 a 250 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir após 7 dias. Até duas aplicações por ano. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Pulgão verde
(Myzus persicae)
200 a 250 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir após 7 dias. Até duas aplicações por ano. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
200 a 250 mL p.c./100L água 200 a 1000 L de calda/ha - 3 a 4 pulverizações seqüenciais espaçadas de 7 dias. Realizar até 4 aplicações por ciclo da cultura. Não determinado. Início da infestação da praga
Tripes
(Thrips palmi)
200 a 250 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir após 7 dias. Até duas aplicações por ano. Não determinado. Início do aparecimento da praga
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes
(Selenothrips rubrocinctus)
250 a 300 mL p.c./100L água 200 a 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação após 10 dias. Realizar até 2 aplicações por ano. Não determinado. Início do aparecimento da praga

Frascos de polietileno de alta densidade: 10, 50, 100, 200, 250, 300 e 500mL. 1, 1,5, 2, 5 E 10L.
Frascos de polietileno de alta densidade com dosador acoplado: 500mL e 1L.
Bombonas de polietileno de alta densidade: 1, 5 e 10L.

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:

• MECANISMO DE AÇÃO EM RELAÇÃO AOS ALVOS BIOLÓGICOS:
O AzaMax é um inseticida/acaricida natural do grupo dos tetranortriterpenóides que atua como repelente e como inseticida/acaricida, através de inibição de alimentação e de crescimento de insetos/ácaros.

• CULTURA:
AzaMax é indicado para aplicação por pulverizações foliares nas culturas de alface, algodão, café, citros, coco, crisântemo, feijão, fumo, mamão, melão, milho, morango, pimentão, repolho, soja, tomate e uva.


NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Alface: iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga, repetindo após 7 dias. Fazer rotação com outros produtos e utilizar a maior dose quando houver infestações mais altas. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura.

Algodão: iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga, repetindo após 10 dias. Fazer rotação com outros produtos e utilizar a maior dose quando houver infestações mais altas. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura.

Café: iniciar as aplicações no início da infestação do bicho-mineiro, utilizando-se a dose de 200 ml/100 litros de água em 4 aplicações seqüenciais espaçadas de 21 dias ou a dose de 250 ml/100 litros de água em 3 aplicações também espaçadas de 21 dias. Para a broca-do-café iniciar também as aplicações de forma preventiva no início da infestação, repetindo de 2 a 3 vezes, com intervalo de 21 dias. Utilizar a maior dose quando houver infestações mais altas. Realizar até 4 aplicações por ano.

Citros: para lagarta-minadora-dos-citros, aplicar logo no início da brotação, quando 50% das plantas estiverem brotando, dirigido as lagartas do 1º e 2º instar. Repetir a aplicação se necessário após 10 dias. Para pulgão-preto, iniciar as aplicações no início da infestação da praga, em 3 aplicações seqüenciais espaçadas de 14 dias. Para psilídeo, iniciar as aplicações no início da infestação da praga quando da emissão de novos ramos. Fazer 3 pulverizações seqüenciais espaçadas de 7 dias repetindo se necessário após rotação com outros produtos. Realizar até 3 aplicações por ano.

Coco: iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga, repetindo após 7 dias. Fazer rotação com outros produtos e utilizar a maior dose quando houver infestações mais altas. Realizar até 2 aplicações por ano.

Crisântemo: iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga, repetindo após 7 dias. Fazer rotação com outros produtos e utilizar a maior dose quando houver infestações mais altas.

Feijão: iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga, realizando 3 aplicações seqüenciais espaçadas de 7 dias. Utilizar a menor dose em baixas infestações, e a maior, quando houver incidência mais alta, fazendo a rotação com outros produtos no caso de reincidência. Realizar até 3 aplicações por ciclo da cultura.

Fumo: para o controle do pulgão-verde, iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga, em 2 a 3 pulverizações seqüenciais com intervalo de 10 dias. Para a larva-de-mosca no sistema float, fazer 3 regas espaçadas de 8 dias, a partir da emergência das mudas nas bandejas. Repetir se necessário após 3 semanas. Realizar até 3 aplicações por ciclo da cultura

Mamão: iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga, repetindo após 7 dias. Fazer rotação com outros produtos e utilizar a maior dose quando houver infestações mais altas. Realizar até 2 aplicações por ano.

Melão: iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga, repetindo após 10 dias. Fazer rotação com outros produtos e utilizar a maior dose quando houver infestações mais altas. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura.

Milho: iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga quando as lagartas ainda estiverem raspando as folhas, repetindo após 10 dias. Utilizar a maior dose quando da ocorrência de infestações mais altas, fazendo também rotação com outros produtos. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura.

Morango: iniciar as aplicações no início da infestação da praga, em 3 aplicações seqüenciais espaçadas de 7 dias, repetindo se necessário após rotação com outros produtos. Utilizar a maior dose quando houver infestações mais altas. Realizar até 3 aplicações por ciclo da cultura.

Pimentão: iniciar as aplicações no início da infestação da praga, em 4 aplicações seqüenciais espaçadas de 7 dias, repetindo se necessário após rotação com outros produtos. Utilizar a maior dose quando houver infestações mais altas. Realizar até 4 aplicações por ciclo da cultura.

Repolho: para o controle do pulgão-da-couve, iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga, repetindo após 7 dias. Para o controle da traça-das-crucíferas, iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga, repetindo após 10 dias. Para ambas as pragas, fazer rotação com outros produtos e utilizar a maior dose quando houver infestações mais altas. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura.

Soja: iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga, realizando 3 aplicações seqüenciais espaçadas de 7 dias. Utilizar a menor dose em baixas infestações, e a maior, quando houver incidência mais alta, fazendo a rotação com outros produtos no caso de reincidência. Realizar até 3 aplicações por ciclo da cultura.

Tomate: iniciar as aplicações no início da infestação das pragas recomendadas, fazendo de 3 a 4 pulverizações seqüenciais espaçadas de 7 dias, repetindo se necessário após rotação com outros produtos. Utilizar a maior dose quando houver infestações mais altas. Realizar até 4 aplicações por ciclo da cultura.

Uva: iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga, repetindo após 10 dias. Fazer rotação com outros produtos e utilizar a maior dose quando houver infestações mais altas. Realizar até 2 aplicações por ano.


MODO DE APLICAÇÃO:
AzaMax é indicado para aplicação em mistura com água. Recomenda-se agitar a embalagem do produto antes do preparo da calda. O produto deve ser utilizado em pulverizações terrestres com equipamentos tratorizados ou costais.
Alface, crisântemo, melão, morango, pimentão, repolho, tomate e uva: utilizar de 200 a 1000 litros de calda/ha dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas, com pulverizadores costais manuais ou motorizados, ou motor estacionário.
Café, citros, coco e mamão: utilizar de 400 a 1000 litros de calda/ha dependendo da idade e desenvolvimento das plantas, utilizando-se atomizadores costais ou tratorizados e pistolas.
Algodão, feijão, milho e soja: utilizar de 200 a 300 litros de calda/ha, utilizando-se de pulverizadores costais ou tratorizados, de modo a fazer uma boa cobertura de toda a planta.
Fumo: para pulgão-verde, utilizar 200 L/ha em aplicação costal ou tratorizada de barras. Para larva-de-mosca-do-float, fazer o tratamento em forma de rega, com consumo a partir de 50 ml de calda / bandeja de 200 mudas.
Melão: utilizar de 200 a 300 L/ha em aplicação costal ou tratorizada de barras.

PREPARO DA CALDA:
Adicionar o produto ao pulverizador, juntamente com água limpa. Ao completar a quantidade recomendada do produto, manter a calda sob agitação.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Aplicações costais manuais ou motorizadas: utilizar bicos de jato cônico da série “D” ou “TX”, com pressão de trabalho entre 30 a 60 psi, que proporcionem tamanhos de gotas entre 200 a 300 micras e densidade média acima de 50 gotas/cm², sem escorrimento.
Aplicações com atomizadores costais ou tratorizados e pistolas: utilizar bicos cônicos com difusor nos atomizadores e cônicos nas pistolas, com pressão de trabalho entre 100 e 200 psi, que proporcionem tamanhos de gostas entre 200 e 400 micras e densidade de média acima de 60 gotas/cm², sem escorrimento.
Aplicações tratorizadas de barra: utilizar bicos leque modelos “XR” ou “DG” ou cônicos modelos “”D” ou “TX”, espaçados de 50 cm trabalhando com pressão de trabalho entre 60 a 100 psi, que proporcionam tamanhos de gotas entre 100 a 200 micras e densidade média acima de 100 gotas/cm².
Condições climáticas: Temperatura abaixo de 30ºC e umidade relativa acima de 50%. Ventos de até 10 Km/h.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Sem restrições.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
24 horas após a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivo para culturas agrícolas.
• Não foi observado nenhum sintoma de fitotoxicidade na cultura tratada com as doses recomendadas.
• Não se recomenda o uso deste produto concomitantemente com produtos químicos.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS)

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Vide item MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA).

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

• Produto para uso exclusivamente agrícola;
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamento ou corn defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
• Não transporte o produto junto com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço medico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
• Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; Oculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original
em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: Oculos, botas, macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• Não descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI:
macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não de nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INFORMAÇÕES MÉDICAS

0 tratamento deve ser instituido a critério médico. No caso de ingestão proceder lavagem gástrica. Realizar a higienização das áreas do corpo do paciente atingidas, dando atenção especial as regiões que sofram maior depósito ou que podem reter o produto (cabelo, ouvido, axilas, umbigo, unhas e genitais). A seguir proceder tratamento sintomático. Não se conhece antídoto específico.
As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde. Os procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hosI, centro de saúde, etc.).

GRUPO QUÍMICO: Tetranortriterpenóides
CLASSE TOXICOLÓGICA: III - MEDIANAMENTE TÓXICO.
VIAS DE EXPOSIÇÃO: Principalmente dérmica e inalatória.
TOXICOCINÉTICA: Modo de ação desconhecido.
MECANISMOS DE TOXICIDADE: Azadiractina é estruturalmente similar aos hormônios de insetos que controlam o processo de metamorfose (passagem do estádio de larva para pupa e posteriormente para adultos).
A metamorfose requer a sincronia de muitos hormônios e diversas mudanças fisiológicas bem sucedidas e azadirachtin parece ser um bloqueador desses hormônios. Desta forma, os insetos não fazem a ecdise, quebrando seu ciclo de vida. Azadirachtin pode tambern servir como um impedimento para a alimentação de alguns insetos. Dependendo do estágio do ciclo de vida, a mode do inseto pode não ocorrer inicialmente. Entretanto, na ingestão de quantidades insignificantes, insetos tornam-se quietos e param de se alimentar. Essa atividade inseticida residual é evidente par 7 a 10 dias ou mais, dependendo do inseto e da taxa de aplicação.
SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS: Os sintomas ocasionados em função de exposições agudas podem não ser específicos, e estarem relacionados a odores fortes. Tais sintomas podem ser dores de cabeça, tonturas, fraqueza e náuseas. Irritações características ocasionadas por contato severo com produtos químicos podem ocorrer, principalmente nos olhos, pele e trato respiratório. Queimação e irritação do esôfago ou do trato gastrintestinal também podem ocorrer. Em alguns casos pode ocorrer reações de hipersensibilidade, como asmas e bronquites.
DIAGNÓSTICO: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível.
TRATAMENTO: Realizar tratamento sintomático.
CONTRA-INDICAÇÃO: O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.
EFEITOS SINÉRGICOS: Não há informações.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque - Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sabre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informações de agravos de notificação. (SINAN/MS).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 70 10 450 - (019) 3794- 5600

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).

MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS/MANEJO ECOLÓGICO DE PRAGAS:
Recomenda-se incluir métodos de controle de pragas (Ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas, quando disponível, viável e apropriado.

MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Qualquer agente de controle de insetos pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se o inseto desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação resistência à Inseticida – IRAC-BR, recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas:
• Qualquer produto para controle de inseto, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga.
• Usar somente doses recomendadas na bula/rótulo.
• Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre manejo de Resistência.

Compatibilidade

Vide a seção Aplicação/Uso