Bula Captan SC - Adama
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Bula Captan SC

Captana
1908305
Adama

Composição

Captana 480 g/L

Classificação

Tratamento de sementes/aplicação foliar
Fungicida
4 - Produto Pouco Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Não sistêmico, Preventivo

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Aspergillus spp (Fungo de pós colheita)
Colletotrichum gossypii (Tombamento)
Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides (Ramulose)
Fusarium moniliforme (Fusariose)
Fusarium pallidoroseum (Fusariose)
Penicillium spp (Fungo de armazenamento)
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Phytophthora infestans (Requeima)

Cebola

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)
Peronospora destructor (Míldio)

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria spp (Pinta preta)
Aspergillus spp (Fungo de pós colheita)
Colletotrichum lindemuthianum (Antracnose)
Fusarium oxysporum f.sp. phaseoli (Amarelecimento de fusarium)
Fusarium solani f. sp. phaseoli (Podridão radicular seca)
Penicillium spp (Fungo de armazenamento)
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)

Maçã

Calda Terrestre Dosagem
Venturia inaequalis (Sarna da maçã)

Milho

Calda Terrestre Dosagem
Acremonium strictum (Tombamento)
Aspergillus spp (Fungo de pós colheita)
Fusarium moniliforme (Fusariose)
Penicillium oxalicum (Tombamento)
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)
Stenocarpella maydis (Podridão branca da espiga)

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Aspergillus spp (Fungo de pós colheita)
Colletotrichum dematium (Antracnose)
Diaporthe phaseolorum var. sojae (Seca da haste e da vagem)
Fusarium pallidoroseum (Fusariose)
Fusarium solani (Podridão vermelha da raiz)
Penicillium spp (Fungo de armazenamento)
Phomopsis sojae (Podridão seca)
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Phytophthora infestans (Requeima)

Uva

Calda Terrestre Dosagem
Elsinoë ampelina (Antracnose)
Plasmopara viticola (Míldio)

Tipo: balde
Material:metálico
capacidade:5;10;20 L

Tipo: Bombona
Material: Plástico
capacidade:3;5;3;10;15;20;25;30;40;50 L

Tipo:Frasco
Material:Plástico
capacidade:100;150;200;250;300;400;500;600ml; 1;1,5;2;2,2;2,5L

Tipo:Tambor
Material:métalico
capacidade:200L

Tipo: Tambor
Material :Plástico
capacidade:100;200 L

Tipo: bag in box
Material: Fibra celulósica com bolsa prática interna
capacidade:1;1,5;2;2,5;3;5;10;15;20;25;30;40;50 L

Tipo:Bulk
Material:Plástico
capacidade:100;200;500;1000 L

Tipo: Bulk
Material: metálico
capacidade:500;1000 L

Tipo:Bulk
Material:Plástico com estrutura metálica
capacidade:100;200;300;400;500;600;700;800;900;1000 L

Tipo: Sachê com Tampa
Material: Alumínio/Plástico
capacidade:1;1,5;2;2,5;3;5;10;15;20;25;30;40;50 L

Tipo:Tambor
Material: Plástico/metálico
capacidade:100;150;200;250;300;400;500 L

INSTURÇÕES DE USO

MODO DE APLICAÇÃO

A aplicação do fungicida CAPTAN SC poderá ser realizada através de pulverização foliar (terrestre) ou tratamento de sementes.
A boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas, é fundamental para o sucesso do controle das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre). Desta forma, o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem definir o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a serem utilizados.

APLICAÇÃO TERRESTRE

Para as culturas de batata, cebola, maçã, tomate e uva, o CAPTAN SC deve ser aplicado na parte aérea das plantas com equipamentos terrestres (pulverizador costal manual, pressurizado ou motorizado, tratorizado ou autopropelido) equipados com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico ou leque, que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que produzam pouca deriva.
- Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) VMD;
- Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm2;
- Volume de calda:
• Batata e tomate: 600 a 1000 L/ha;
• Cebola: 500 a 800 L/ha;
• Maçã: 1.500 L/ha;
• Uva: 1.000 L/ha.

MODO DE PREPARO DA CALDA PARA APLICAÇÃO FOLIAR

Colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque de pulverização. Em seguida, adicionar CAPTAN SC nas doses recomendadas, completando o tanque com água e mantendo a agitação da calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida, mantendo o sistema de agitação do tanque em funcionamento durante a aplicação. Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o processo de preparo da calda.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação, tais como:
- Temperatura ambiente até 30ºC;
- Umidade relativa do ar no mínimo de 50%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;

Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.

TRATAMENTO DE SEMENTES

O tratamento de sementes com CAPTAN SC para as culturas de algodão, feijão, milho e soja, deve ser realizado através de máquinas apropriadas para tal finalidade.

Volume de calda recomendado
• Algodão, feijão, milho e soja: Diluir a dose recomendada para cada cultura até o volume máximo de 600 mL/100 kg de sementes;

No tratamento de sementes de algodão, feijão, milho e soja destinados ao plantio, deve-se adicionar ao CAPTAN SC, corante específico para tratamento de sementes. O corante denominado Vermelho Sun, deve ser adicionado em água com o fungicida, misturando-se com as sementes que serão plantadas logo em seguida. Recomenda-se utilizar 15 mL de corante/100 kg de sementes.

Equipamentos de aplicação
Aplicar produto na dose e diluição recomendada, distribuindo homogeneamente sobre as sementes, podendo utilizar como equipamentos, tambor rotativo com eixo excêntrico, máquinas apropriadas para tratamento de sementes e o tratamento industrial de sementes.

Tambor rotativo: colocar as sementes e metade do produto na diluição recomendada, girar o mesmo algumas vezes e, em seguida colocar o restante do produto, girando novamente até que haja uma perfeita distribuição e cobertura das sementes. Após o tratamento deixar as sementes secarem a sombra e proceder a semeadura.

Máquinas para tratamento de sementes: verificar o rendimento do equipamento para a semente e colocar o produto na diluição recomendada no reservatório, calibrar a máquina e efetuar o tratamento. Após o tratamento deixar as sementes secarem a sombra e proceder a semeadura.

Tratamento de Sementes Industrial (TSI)
Com equipamentos de tratamento de sementes por batelada ou lotes:
• Colocar um peso de sementes conhecido.
• Adicionar o produto na diluição recomendada para este peso de sementes.
• Proceder à agitação/operação do equipamento de forma a obter uma distribuição uniforme do produto sobre as sementes durante um tempo de 1-2 minutos por batelada.
• Realizar um tratamento piloto (pequena quantidade) para avaliar a qualidade do tratamento com relação à liberação de poeira, determinação do ativo e recobrimento ou uniformidade do tratamento.

Com equipamentos de tratamento de sementes com fluxo contínuo (seguir as instruções do fabricante):
• Aferir o fluxo de sementes (peso) em um determinado período de tempo. Regular o volume de calda recomendado para este peso de sementes, no mesmo período de tempo.
• Realizar um tratamento piloto (pequena quantidade) para avaliar a qualidade do tratamento com relação à liberação de poeira, determinação do ativo e recobrimento ou uniformidade do tratamento.

Manutenção:
Os mecanismos dosadores e pulverizadores destes equipamentos devem ser revisados e limpos diariamente ou a cada parada do equipamento. Resíduos de calda podem reduzir a capacidade das canecas ou copos dosadores ou afetar a regulagem de bicos e ou mecanismos de aplicação da calda sobre as sementes.

MODO DE PREPARO DA CALDA PARA TRATAMENTO DE SEMENTES

Deve-se colocar a quantidade de produto desejada em um recipiente próprio para o preparo da calda. Em seguida, adicionar, gradativamente, o volume requerido de água, para formar uma pré-mistura homogênea. Completar com a quantidade de água, diluindo a pré-mistura até atingir o volume de calda recomendado para cada cultura. É importante manter a calda em agitação permanente, para evitar decantação durante o processo de tratamento de sementes.


INTERVALO DE SEGURANÇA
Algodão, feijão, milho e soja: Não determinado
Batata: 14 dias.
Cebola: 7 dias.
Maça, tomate e uva: 1 dia.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO
• As sementes tratadas destinam-se exclusivamente para a semeadura, não podendo sob hipótese alguma, serem destinadas para o consumo humano ou animal.
• Não utilizar em aplicação aérea.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Outras práticas de controle devem ser aplicadas sempre que disponíveis, visando à proteção das plantas e do meio ambiente. As táticas de controle devem incluir o monitoramento dos patógenos, o uso correto do produto quanto à época, princípio ativo, à dose, ao modo de aplicação e à tomada de decisão, visando assegurar resultados econômico, ecológico e sociologicamente favoráveis.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M4 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), ao Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org) e ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO M04 FUNGICIDA

O produto fungicida CAPTAN SC é composto por CAPTANA, que apresenta mecanismo de ação atividade de contato multissítio, pertencente ao Grupo M04 segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).