Bula Clorpirifós Fersol 480 EC - Ameribrás

Bula Clorpirifós Fersol 480 EC

acessos
Chlorpyrifos
7097
Ameribrás

Composição

Clorpirifós 480 g/L Organofosforado

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
1,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - 7 a 14 dias. 21 dias. Quando houver 40% das plantas com sinais de ataque
Broca do algodoeiro
(Eutinobothrus brasiliensis)
0,8 a 1,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - 7 dias. 21 dias. 20 dias após a germinação
Curuquerê
(Alabama argillacea)
0,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - 7 a 14 dias. 21 dias. Quando houver 10% das plantas atacadas
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - 7 a 14 dias. 21 dias. Quando houver 10% das plantas atacadas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
1 L p.c./ha 800 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 21 dias. Assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
1 L p.c./ha 800 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 21 dias. Assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
1 a 1,5 L p.c./ha - 100 a 400 L de calda/ha (aéreo) 30 a 45 dias. 21 dias. Período seco: encontradas lagartas vivas em 40 % das plantas amostradas. Período chuvoso: observado 20 % das folhas minadas
Broca do café
(Hypothenemus hampei)
1,5 L p.c./ha 1300 L de calda/ha - 20 a 30 dias. 21 dias. Quando a infestação for igual ou maior que 5 %
Cochonilha
(Planococcus minor)
1 a 1,5 L p.c./ha 1300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 21 dias. Início da infestação
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
0,8 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - 7 dias. 21 dias. Preventivo, durante o período vegetativo
Lagarta das vagens
(Etiella zinckenella)
1,25 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - 7 dias. 21 dias. Quando constatado ocorrência da praga
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 25 dias. No aparecimento da praga
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê dos capinzais
(Mocis latipes)
0,6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 21 dias. Após a germinação até 60 a 70 dias de idade da cultura
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,4 a 0,6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 21 dias. Após a germinação até 60 a 70 dias de idade da cultura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das axilas
(Epinotia aporema)
0,8 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - 7 a 14 dias. 21 dias. 20 % das plantas com ponteiros danificadas
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
0,4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - Único. 21 dias. Quando forem encontradas 20 lagartas/metro linear
Percevejo verde
(Nezara viridula)
1,25 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 21 dias. Aplicar da formação das vagens a maturação fisiológica. Lavoura de produção de grãos: controlar quando encontrar 4 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano. Lavoura de produção de sementes: controlar quando encontrar 2 percevejos por batida de pano
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão das folhas
(Metopolophium dirhodum)
0,3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 21 dias. 10 % das plantas apresentarem colônias em formação
Pulgão das folhas
(Rhopalosiphum padi)
0,3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 21 dias. 10 % das plantas atacadas com colônias em formação
Pulgão verde dos cereais
(Rhapalosiphum graminum)
0,3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 21 dias. Até 10 pulgões / perfilho

EMBALAGEM MATERIAL CAPACIDADE
Frasco Plástico,Polietileno 0,5;1;5;10;15;20;25;50;100;150;200;250;
(COEX/PEAD/PET) 500 e 1.000 L

Bombona Plástico,Polietileno 1;5;10;15;20;25;50;100;150;200;250;500 e
(COEX/PEAD/PET) 1.000 L

Tambor Metálico 100 e 200 L

Saco Metálico,Aço,Plástico 1;5;10;15;20;25;50;100;150;200;250;500;
Polietileno,(COEX/PEAD/PET) e 1.000 L

Saco Plástico COES ou PEAD 0,5;1,0;1,5 e 2 Litros(contendo saquinhos
plásticos de polímero extrusado de 0,05;0,1;
0,15;0,2;0,25;0,5;1;1,5 e 2 Litros

Saco Plástico 1;5;10;15;20;25 e 50 Litros

Contentor Aço com saco plástico interno em 20;25;50;100;150;200;250;500 e 1.000 L
polietileno/ Plástico em polietileno
de alta densidade

Bang-in-box Bolsa plástica de poly-nylon e/ou 1;5;10;15;20;25 e 50 Litros
polietileno,dotada de conjunto tampa
plástica,com selo de alumínio e/ou plástico
e válvula plástica produzida em polietileno
e gargalo roscado em polipropileno

Tanque Farm Pack,Fiber Glass,Carbono 500;1.000;2.000;5.000;7.500;10.000;
ou Aço, Aço inox 12.500;15.000;20.000 e 25.000L

Container Polietileno,Fiber Glass ou Carbono 25;50;100;150;200;250;300;
400;500;1.000;2.000;5.000;
7.500;10.000;12.500;15.000
20.000 e 25.000 L

Isotanque Farm Pack, Fiber Glass,Carbono ou 5.000;10.000;15.000;20.000;
Aço,Aço inox 25.000;30.000;35.000;40.000
45.000 e 50.000 L

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

VIDE: Instruções de Uso.

MODO DE APLICAÇÃO:

Pulverização das partes aéreas das culturas de feijão, milho, café e trigo utilizando-se pulverizadores costais ou tratorizados.

- Equipamentos de Aplicação:
O produto deve ser diluído em água e pulverizado através de equipamento manual, motorizado, tratorizado com barras, sendo:
• Volume de calda: 100 a 400 L/ha.
• Tipo de bico: D2 25 cone vazio ou similar
• Pressão: 80 - 100 psi
• Tamanho de gota: 110- 120 micra
• Densidade de gota: 60 gotas / cm2

Obs.: A critério do Eng. Agro. responsável, as condições de aplicaç o poderão ser alteradas.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
- Feijão: 21 dias.
- Milho, Café, Trigo: 21 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DAS PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana ANVISA / MS).

LIMITAÇÕES DE USO:

-Fitotoxicidade:
Não é fitotóxico às culturas indicadas, dentro das doses e usos recomendados.

-Compatibilidade:
O produto é incompatível com substâncias alcalinas, tais como: calda bordaleza e calda sulfocálcica. Não aplicar com outros agrotóxicos.

PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS QUANTO A PRIMEIROS ANTIDOTOS E TRATAMENTO NO QUE DIZ RESPEITO À SAÚDE HUMANA.

PRECAUÇÕES GERAIS:

Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

Produto irritante para os olhos
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventílado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Verifique a direção do vento, aplique o produto de forma a evitar o contato do aplicador com a névoa do produto, conforme o equipamento de aplicação.
Não fume, beba ou coma durante a aplicação do produto.
Não permita que crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto.
Não aplique o produto nas horas mais quente do dia.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Em caso de aplicação com trator de cabine aberta, utilize equipamento de proteção individual EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Em caso de aplicacão por trator de cabine fechada, verifique a vedacão perfeita da cabine de protecão.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO

Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Evite o máximo possível, o contato com a área aplicada com o produto até o término do intervalo de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS

PROCURE LOGO UM SERViÇO MÉDICO DE EMERGÊNCIA, levando a embalagem, rótulo, bula e/ou o receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, NÃO PROVOQUE VOMITO. Caso o vômito ocorre naturalmete deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato retire imediatamente a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (respirado), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Sulfato de Atropina é o antídoto de emergência em caso de intoxicação. Nunca administre Sulfato de Atropina antes do aparecimento dos sintomas da intoxicação. A pralidoxima é o antídoto específico para os organofosforados.

Grupo químico: Organofosforados.

Classe Toxicológica: I - Extremamente tóxico.

Mecanismos de toxicidade: Clorpirifós - inibe permanentemente a acetilcolinesterase, causando acúmulo de acetilcolina e superestimulação das terminações nervosas que atuam nas células musculares, glandulares, ganglionares e do Sistema Nervoso Central (SNC).

Xileno - promove a deslipidificação de pele e mucosas; deprime o sistema nervoso central.
Nonil fenol etoxilado - Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos Clorpirifós, xileno e Nonil fenol etoxilado são absorvidos pela via sistema respiratório, pele e mucosas.

Vias de exposição: Clorpirifós, xileno e nonil fenol são absorvidos pela via sistema respiratório, pele e mucosas.

Metabolismo e toxicocinética: Clorpirifós - Após absorção, os organofosforados são distribuídos por todos os tecidos do organismo, atingindo altas concentrações no fígado, onde são metabolizados, e nos rins, que os excretam. A meia-vida destes inseticidas varia muito, dependendo da natureza do composto. Alguns metabólitos são mais tóxicos que a substância que os originou.
Xileno - absorção rápida, 90% dele se ligam às proteínas sangüineas, se depositam no tecido adiposo (onde permanecem or ai umas horas após o fim da expoasição),no fígado, rins, pulmões, miocárdio, sistema nervoso central, 95% do absorvido são metabolisados no fígado por oxidação e conjugados com glicina para formar o ácido metil hipúrico. 90 a 95 % do xileno absorvido são eliminados na urina sob a forma de ácido metil hipúrico e uma parte é eliminada pela respiração sem modificação. Nonilfenol etoxilato - irritante para as conjuntivas e mucosas respiratórias e digestivas.

Sintomas e sinais clínicos: Clorpirifós - Os efeitos podem ocorrer minutos ou horas após exposição. Manifestações agudas:

Muscarinicas (sindrome parassimpaticomimética, muscarínica ou colinérgica): vômito, diarréia, cólicas abdominais, broncoespasmo, miose puntiforme e paralítica, bradicardia, hipersecreção (sialorréia, lacrimejamento, broncorréia e sudorese), cefaléia, incontinência urinária, visão borrada. Diaforese severa pode provocar desidratação e hipovolemia graves, resultando em choque.

Nicotínicas (síndrome nicotínica): midríase, mialgia, hipertensão arterial, fasciculações musculares, tremores e fraqueza, que são, em geral, indicativos de gravidade. Pode haver paralisia de musculatura respiratória levando à morte. Taquicardia e hipertensão arterial podem manifestar-se, e serem alteradas pelo efeito muscarínico.
Efeitos em SNC (síndrome neurológica): ansiedade, agitação, confusão mental, ataxia, depressão de centros cardio-respiratórios, convulsões e coma. Manifestações tardias:

- Síndrome intermediária: aparece 1-4 dias após a exposição e a resolução da crise colinérgica aguda. É caracterizada por paresia dos músculos respiratórios e debilidade muscular que acomete principalmente a face, o pescoço e as porções proximais dos membros. Também pode haver comprometimento de pares cranianos e diminuição de reflexos tendinosos. A crise cede após 4-21 dias de assistência ventilatória adequada, mas pode prolongar-se, às vezes, por meses após a exposição.

- Neuropatia retardada induzida por Organofosforados: ela aparece em 14 a 28 dias após a exposição e é desencadeada por dano aos axônios de nervos periféricos e centrais. A crise se caracteriza por paresias ou paralisias simétricas de extremidades, sobretudo inferiores, podendo persistir durante semanas ou anos. São casos raros, após exposições agudas e intensas.

- Outros efeitos sobre o Sistema Nervoso Central: déficit residual de natureza neuropsiquiátrica, com depressão, ansiedade, irritabilidade, comprometimento da memória, concentração e iniciativa podem observar-se.

Xileno - pode produzir dores de cabeça, náusea, vômitos, ansiedade, perda de memória, dificuldade de concentração, retardo do tempo de reação a estímulos, falta de coordenação motora, alteração do equilíbrio e tontura, confusão. Localmente, pode causar irritação da pele, dos olhos, do nariz e da garganta. A inalação causa irritação respiratória, podendo chegar ao edema pulmonar nos casos mais graves. Possivelmente alterações do fígado e dos rins.

Níveis de xileno muito altos (abertura de embalagens em local fechado e/ou mal ventilado) podem levar a perda de consciência e ao óbito. Estudos em animais de laboratórios mostraram que concentrações altas de xileno podem causar retardo do crescimento e desenvolvimento do feto e morte fetal. Estas concentrações também podem prejudiciais para as mães.
Xilo é "não classificável como carcinógeno humano (Grupo 3 -IARe)".
Nonilfenol etoxilato - conjuntivite, tosse, dificuldade respiratória; se for ingerido,
pode causar náusea e vômito.

Diagnóstico: Clorpirifós - confirmação da exposição e quadro clíníco compatível, assocíados ou não a queda na atividade das colinesterases. Queda em 25% ou mais de sua atividade original indica exposição importante. Queda de 50% é geralmente assocíada com exposição intensa. A pseudocolinesterase é um indicador sensível, mas não específico. Ambas podem demorar de 3-4 meses para se normalizar.
Outros controles incluem: eletrólitos, glicemía, creatinina, amílase pancreática, enzimas hepáticas, gasometria, ECG (prolongamento de QT), RX tórax (edema pulmonar e aspiração).
Xileno - confirmação da exposição e quadro clínico compatível, dosagem do metabólico do ácido meti I hipúrico na urina pode ser feita, colhendo-se amostras de urina 4 a 8 horas após a exposição devido à excreção rápida do produto e seus derivados. No entanto, considerar que pode haver aumento do ácido metil hipúrico na urina; e redução do ácido meti I hipúrico na urina em caso de absorção concomitante de álcool ou aspirina, ou de exposição a outros solventes que inibem o metabolismo do xileno.
Nonilfenol etoxilato - O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamento: Descontaminação

- Remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas cutâneas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água corrente abundante e sabão neutro. Remover a vítima para local bem ventilado.
- Se houver exposição ocular,irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água corrente, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.

- Em caso de ingestão recente, proceder à lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração, por intubação. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos, 25-50 g em crianças de 1-12 anos e 1 g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.
ADVERTÊNCIA: A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamentos de segurança (luvas de nitrila e avental impermeável), de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Emergência, suporte e tratamento sintomático
Manter vias aéreas permeáveis, evitar a pneumonite química devida, principalmente ao xileno, a través de intubação oro • tragueal,aspirar secreções e oxigenar. Atenção especial para fraqueza de musculatura respiratória e parada respiratória repentina, hipotensão e arritmia cardíaca. Adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário.
Monitorar: oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, pH, eletrólitos, amilase sérica.
CLORPIRIFÓS
Antagonista e antidoto:

- Atropina - agonista antimuscarínico - reverte os sintomas muscarínicos, mas não os nicotínicos. A presença de taquicardia inicial e hipertensão não contra-indicam a atropinização. Em caso de dúvida, fazer teste diagnóstico com 0,25 a 1 mg de atropina: se a taquicardia ceder ou não se alterar, começar o tratamento imediatamente, pois sua causa é a hipóxia. A administração de atropina só deverá ser realizada quando houver sinais clínicos de efeitos anticolinesterásicos.
Dose de 2,0 - 4,0 mg em dose de ataque (adultos), e 0,05 mg/kg em crianças, EV, diluídos em soro fisiológico 1 :2. Repetir, se necessário, a cada 5 a 10 minutos. As preparações de atropina disponíveis no mercado, normalmente têm a concentração de 0,25 ou 0,50 mg / ml.
O parâmetro para a manutenção ou suspensão do tratamento é clínico, e se baseia na reversão da broncorréia (ausculta pulmonar) e na constatação do desaparecimento da fase hipersecretora, ou no aparecimento de sintomas de intoxicação atropínica (hiperemia de pele, boca seca, pupilas dilatadas e taquicardia). Alcançados sinais de atropinização, ajustar a dose de manutenção destes efeitos por 24 horas ou mais.
Manter em observação por 72 horas, com monitorização cardio-respiratória e oximetria de pulso. A ação letal dos or anofosforados é comumente secundária à insuficiência respiratória, pelos mecanismos de broncoconstrição, secreçao pulmonar excessiva, falência da musculatura respiratória e depressão do centro respiratório por hipóxia.

- Pralidoxima - antídoto específico dos organofosforados. Sua ação visa restaurar a atividade da colinesterase, o que justifica coleta de amostra de sangue heparinizado prévia à sua administração, para estabelecimento da efetividade do tratamento. Age em todos os sítios afetados (muscarínicos, nicotínicos e provavelmente no SNC). Não reativa a colinesterase plasmática. A pralidoxima não substitui a atropina.
Dose de ataque:

Adultos: 1-2 g, preferencialmente endovenosa, podendo ser utilizada intramuscular ou subcutânea, em doses não maiores que 200 mg/minuto, diluídas em soro fisiológico. Pode ser repetida a partir de 2 horas após a primeira administração, não ultrapassando a dose máxima de 12 g/dia.
Crianças: 20 a 40 mg/kg, preferencialmente endovenosa, podendo ser utilizada intramuscular ou subcutânea, (não exceder 4 mg/kg/min).
Deve ser iniciada nas primeiras 24 h, para ser mais efetiva, mas pode ser realizada mais tarde, em especial no caso de compostos lipossolúveis.
Se ocorrer convulsões, o paciente pode ser tratado com benzodiazepínicos sob orientação médica.
Xlileno - não há tratamento específico.
Fazer radiografia de tórax; monitor gases sanguíneos ou oximetria de pulso. Prevenir e monitorar depressão do sistema nervoso central, edema pulmonar, equilíbrio hidreletrolítico (hipocalemia e acidose), ECG (arritmia) e sinais vitais, regularmente.
Em caso de exposição crônica, avaliar a função renal e hepática.
Nonilfenol etoxilato - Em caso de exposição oral •.. : dilua imediatamente com 120 a 240 ml de água ou leite, observe cuidadosamente os pacientes que ingeriram a substância quanto à possibilidade de desenvolvimento de irritações ou queimaduras no esôfago ou trato gastrintestinal. Caso estejam presentes sinais ou sintomas de irritação ou queimaduras esofágicas, considere a endoscopia para determinar a extensão dos danos. Em caso de exposição inalatória, cheque as alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com agonistas beta 2 via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.

Contra-Indicações: A diálise e a hemoperfusão são contra-indicadas.
O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de depressão do SNC e pneumonite química por aspiração pulmonar ..
Aminas adrenérgicas só devem ser usadas em indicações específicas, devido à possibilidade de hipotensão e fibrilação cardíaca (morfina, succinilcolina, teofilina,
fenotiazinas e reserpina).

Efeitos Sinérgicos: Com outros organofosforados ou carbamatos. Derivado do ácido dodecil benzeno sulfônico Óleo de mamona etoxilado

ATENÇÃO: Ligue para o DISQUE-INTOXICAÇÃO: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica - RENACIAT - ANVISAlMS
Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN I MS)
Centro de Informações Toxicológicas - PR:0800-410148
Empresa: 11 4026-6200

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÀO PARA O SER HUMANO

•Ação: O produto atua como inibidor da colinesterase, impedindo a atuação desta enzima sobre a acetilcolina.
•Absorção: O produto pode ser absorvido pelo trato gastrointestinal e em menor extensão via dérmica e inalatória.
•Excreção: O produto é rapidamente metabolizado e excretado pela urina e fezes.

SINTOMAS DE ALARME:

A ocorrência de irritação da pele e mucosas, falta de coordenação motora, salivação e sudorese excessiva, associada à confirmação de exposição ao produto, sugerem intoxicação.

EFEITOS AGUDOS COM O PRODUTO FORMULADO:

DL 50 oral em ratos - 322 mg/kg
DL 50 dermal em coelhos - 4592 mg/kg Irritação ocular em coelhos - irritante
Irritação dermal em coelhos - irritação leve para a pele. Sensibilização - não sensibilizante.

EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO.

Ratos de laboratório, tratados diariamente com Clorpirifós, em níveis de até 3 mg/kg/dia por dois anos por via oral, mostraram uma moderada depressão na atividade da colinesterase, primariamente a plasmática e secundariamente a eritrocitária. Nesse estudo os animais não apresentaram efeitos dignos de nota quanto ao seu comportamento, aparência, crescimento, mortalidade, hematologia, análises urinárias, de química sangüínea, histopatológicas de tecidos e órgãos ou incidência de neoplasmas.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTE ¬
AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é: ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE I).
Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos. bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser em alvenaria ou de material não combustivel. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO S/A., pelo telefone de Emergência (11) 4026-6200 ou Centro de Controle de Intoxicações: telefone (11) 5012-5311.
Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeavel, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
•Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água;
•Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e identificado devidamente. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
•Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE C02, OU PÓ QUíMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM,ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RIGIDA LAVÁVEL:

LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPl's Equipamentos de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto.

•Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até % do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem Sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em sua caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

o Armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuano, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RIGIDA NÃO LAVAVEL:

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

o usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL:

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

o armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
o usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

-ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

o armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuano, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:

A destinação inadequada de embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração, em fornos destinados para esse tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes aprovados pelo Órgão Ambiental Competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

•Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.

Qualquer agente de controle de pragas pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido
ao desenvolvimento de resistência.
Recomendam-se as seguintes estratégias de manejo de resistência, pode-se prolongar a vida útil dos inseticidas e acaricidas:
•Qualquer produto para controle de pragas da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga;
•Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula;
•Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência;

Compatibilidade

Incompatível com produtos alcalinos.