Bula Clorpirifós Fersol 480 EC

CI
Clorpirifós
7097
Ameribrás

Composição

Clorpirifós 480 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida
3 - Produto Moderadamente Tóxico
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão

Algodão

Dosagem Calda Terrestre
Alabama argillacea (Curuquerê) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Eutinobothrus brasiliensis (Broca do algodoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Café

Calda Terrestre Dosagem
Hypothenemus hampei (Broca do café) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Leucoptera coffeella (Bicho mineiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Planococcus minor (Cochonilha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cevada

Calda Terrestre Dosagem
Metopolophium dirhodum (Pulgão das folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sitobion avenae (Pulgão das espigas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Citros

Calda Terrestre Dosagem
Ceratitis capitata (Mosca do mediterrâneo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diaphorina citri (Psilideo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Orthezia praelonga (Cochonilha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Parlatoria cinerea (Cochonilha parlatoria) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Selenaspidus articulatus (Cochonilha pardinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Empoasca kraemeri (Cigarrinha verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Etiella zinckenella (Lagarta das vagens) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Michaelus jebus (Lagarta das vagens) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maçã

Calda Terrestre Dosagem
Bonagota cranaodes (Lagarta enroladeira) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milho

Calda Terrestre Dosagem
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Elasmopalpus lignosellus (Broca do colo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Mocis latipes (Curuquerê dos capinzais) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pastagens

Calda Terrestre Dosagem
Deois flavopicta (Cigarrinha das pastagens) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Epinotia aporema (Broca das axilas ) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Nezara viridula (Percevejo verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Sorgo

Calda Terrestre Dosagem
Contarinia sorghicola (Mosca do sorgo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Trigo

Calda Terrestre Dosagem
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Elasmopalpus lignosellus (Broca do colo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Metopolophium dirhodum (Pulgão das folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rhopalosiphum graminum (Pulgão verde dos cereais) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rhopalosiphum padi (Pulgão das folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sitobion avenae (Pulgão das espigas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Bag in box- Fibra celulósica com bolsa plástica interna: 1; 5; 10; 15; 20; 25; 50 L.
Balde- Metálico/Plástico: 1; 5; 10; 15; 20; 25; 50; 100; 150; 200; 250; 500; 1.000 L.
Bombona- Plástico: 1; 5; 10; 15; 20; 25; 50; 100; 150; 200; 250; 500; 1.000 L.
Frasco- Plástico: 0,5; 1; 5; 10; 15; 20; 25; 50; 100; 150; 200; 250; 500; 1.000 L.
Tambor- Metálico: 100; 200 L.

INSTRUÇÕES DE USO

MODO DE APLICAÇÃO E EQUIPAMENTOS

FORMA DE APLICAÇÃO

Terrestre/aérea
- Cevada, Citros, Maçã, Pastagem e Sorgo.
Terrestre
- Algodão, Batata, Café, Feijão, Milho, Soja e Trigo.
O produto deve ser diluído em água e pulverizado através de equipamento manual, motorizado, tratorizado com barras, sendo:
Para as culturas do feijão, milho, soja, trigo, algodão, batata e café:
- Volume de calda: 100 a 400 L/ha.
- Tipo de bico: D2 25 cone vazio ou similar
- Pressão: 80-100 psi
Para a cultura da batata:
- Volume de calda: 800 L/ha.
- Tipo de bico: Cone cheio
- Pressão: 45 Ib/poI2
Para a cultura do café:
- Volume de calda: utilizar alto volume de calda de aproximadamente 1300 L/ha.
Para a cultura de algodão, cevada, citros, maçã, pastagens, sorgo:
- Volume de calda: 100 a 300 L/ha.
- Tipo de bico: JA2 ou similares
- Pressão: 150 a 300 lb/pol2
Obs.: Para lagarta-do-cartucho em milho e sorgo, recomenda-se o uso de bico leque série 80.03 ou 80.04 sobre a linha de cultura, procurando obter gotas de pulverização com tamanho de 100 a 400 micra e densidade mínima de 40gotas/cm2.
Outros equipamentos sugeridos para aplicação: aeronaves agrícolas equipadas com barra ou "micronair" e através de equipamentos de irrigação tipo pivot central. Para aplicação aérea utilizar equipamento com GPS, não utilizar balizamento com bandeirinhas.
Obs.: o Engenheiro Agrônomo poderá alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o numero máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinados na bula.

INTERVALO DE SEGURANÇA

- Feijão: 25 dias
- Milho foliar, Café, Trigo, Batata, Soja, Algodão, Citros, Sorgo: 21 dias
- Cevada, Maçã: 14 dias
- Pastagem: 13 dias

INTERVALO DE REENTRADA DAS PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entrar na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

• Fitotoxicidade:
Não é fitotóxico às culturas indicadas, dentro das doses e usos recomendados.
• Compatibilidade:
O produto é incompatível com substâncias alcalinas, tais como: calda bordaleza e calda sulfocálcica. Não aplicar com outros agrotóxicos.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de pragas (ex.: controle cultural, biológico etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.

Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência.
Recomendam-se as seguintes estratégias de manejo e resistência, pode-se prolongar a vida útil dos inseticidas e acaricidas:
• Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga;
• Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre recomendações locais para o manejo de resistência.

Inflamável 1B




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