Cofenrin / Orsa / Insectrin / Indotrin
| Geral | ||
|---|---|---|
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Nome Técnico:
Bifentrina
Registro MAPA:
6922
Empresa Registrante:
Rainbow Defensivos |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Bifentrina | 400 g/L | |
| Classificação | ||
|---|---|---|
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Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre
Classe Agronômica:
Inseticida, Acaricida
Toxicológica:
3 - Produto Moderadamente Tóxico
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Concentrado Emulsionável (EC)
Modo de Ação:
Contato, Ingestão
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Acácia negra | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Oncideres impluviata (Cascudo serrador) | veja aqui | |||
| Arroz | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Rhyzopertha dominica (Gorgulho dos cereais) | veja aqui | |||
| Sitophilus zeamais (Gorgulho) | veja aqui | |||
| Batata | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) | veja aqui | |||
| Liriomyza huidobrensis (Larva minadora) | veja aqui | |||
| Cana-de-açúcar | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Heterotermes tenuis (Cupim) | veja aqui | |||
| Mahanarva fimbriolata (Cigarrinha das raízes) | veja aqui | |||
| Migdolus fryanus (Broca da cana) | veja aqui | |||
| Procornitermes triacifer (Cupim) | veja aqui | |||
| Sphenophorus levis (Bicudo da cana de açúcar) | veja aqui | |||
| Canola | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Plutella xylostella (Traças das crucíferas) | veja aqui | |||
| Cevada | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Rhyzopertha dominica (Gorgulho dos cereais) | veja aqui | |||
| Citros | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Brevipalpus phoenicis (Ácaro da leprose) | veja aqui | |||
| Diaphorina citri (Psilideo) | veja aqui | |||
| Ecdytolopha aurantiana (Bicho furão) | veja aqui | |||
| Orthezia praelonga (Cochonilha) | veja aqui | |||
| Panonychus citri (Ácaro purpureo) | veja aqui | |||
| Coco | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Brassolis sophorae (Lagarta das palmeiras) | veja aqui | |||
| Hyalospila ptychis (Traça das flores e dos frutos novos) | veja aqui | |||
| Crisântemo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) | veja aqui | |||
| Liriomyza huidobrensis (Larva minadora) | veja aqui | |||
| Tetranychus urticae (Ácaro rajado) | veja aqui | |||
| Eucalipto | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Glycaspis brimblecombei (Psilideo de concha) | veja aqui | |||
| Leptocybe invasa (Vespa-da-galha) | veja aqui | |||
| Thaumascotocoris peregrinus (Percevejo-bronzeado) | veja aqui | |||
| Feijão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Acanthoscelides obtectus (Caruncho) | veja aqui | |||
| Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) | veja aqui | |||
| Empoasca kraemeri (Cigarrinha verde) | veja aqui | |||
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Fumo / Tabaco | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) | veja aqui | |||
| Epitrix fasciata (Pulga do fumo) | veja aqui | |||
| Faustinus cubae (Broca do fumo) | veja aqui | |||
| Mamão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Empoasca spp (Cigarrinha verde) | veja aqui | |||
| Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) | veja aqui | |||
| Manga | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Selenothrips rubrocinctus (Tripes) | veja aqui | |||
| Melancia | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) | veja aqui | |||
| Melão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) | veja aqui | |||
| Milho | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) | veja aqui | |||
| Rhyzopertha dominica (Gorgulho dos cereais) | veja aqui | |||
| Sitophilus zeamais (Gorgulho) | veja aqui | |||
| Rosa | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Tetranychus urticae (Ácaro rajado) | veja aqui | |||
| Soja | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja) | veja aqui | |||
| Chrysodeixis includens (Falsa-Medideira) | veja aqui | |||
| Nezara viridula (Percevejo verde) | veja aqui | |||
| Tomate | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Neoleucinodes elegantalis (Broca pequena do tomateiro) | veja aqui | |||
| Tuta absoluta (Traça do tomateiro) | veja aqui | |||
| Trigo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) | veja aqui | |||
| Rhyzopertha dominica (Gorgulho dos cereais) | veja aqui | |||
| Sitophilus zeamais (Gorgulho) | veja aqui | |||
| Uva | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Maecolaspis trivialis (Besouro verde) | veja aqui | |||
| Tetranychus urticae (Ácaro rajado) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Líquido | 1 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Plástico com estrutura metálica externa | Rígida | Líquido | 600/ 1.000 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 5 / 10 / 20 L |
INSTRUÇÕES DE USO:
COFENRIN; ORSA; INSECTRIN; INDOTRIN é um inseticida de contato e ingestão indicado para o controle de pragas nas culturas de algodão, acácia-negra, batata, cana-de-açúcar, canola, citros, coco, crisântemo, eucalipto, fumo, mamão, manga, melão, melancia, milho, rosa, soja, tomate, trigo e uva. Também, é recomendado para o controle de pragas de grãos armazenados nas culturas de arroz, cevada, feijão, milho e trigo.
MODO DE APLICAÇÃO:
COFENRIN; ORSA; INSECTRIN; INDOTRIN pode ser aplicado por via terrestre através de pulverizadores manuais, tratorizados e regador (para viveiro de eucalipto) e via aérea conforme indicado para cada cultura.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
Siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável.
Preparo da calda:
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ½ de sua capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
Aplicação terrestre:
Equipamento de aplicação:
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas.
Condições Climáticas:
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
• Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
• Umidade relativa do ar acima de 50%.
• Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
• As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
Para o EUCALIPTO (CAMPO): a pulverização deve ser feita utilizando pulverizadores de pistola ou turbo atomizadores. Pulverização com pistola: utilizar pressão de trabalho de 200 a 300 lb./pol² para plantas de até 6 metros de altura. Para alturas superiores, utilizar pressão superior e bicos com orifícios maiores.
Pulverização com turbo atomizador e nebulizadores florestais: a regulagem/distribuição dos bicos deve ser feita de maneira que o volume de calda a ser aplicado obedeça a uma relação com a massa foliar da árvore.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Via terrestre para citros: Deve-se utilizar pulverizados montado ou de arrasto com assistência de ar, ou por meio de pistola acoplada. Utilizar pontas que produzam jato cônico vazio, ou demais tecnologias de bicos que possibilitem a produção de gotas finas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. A faixa recomendada de pressão de calda nos bicos é de 3 a 10 bar. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca de pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas e pode gerar deriva, ajustes no volume de ar produzido pela turbina podem ser necessários dependendo do pulverizador, bem como nos direcionamentos do ar restrito ao formato da planta para que as gotas se depositem adequadamente no alvo, evitando problemas com deriva. A distância dos bicos até o alvo e o espaçamento entre os mesmos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos) conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologias e técnicas de aplicação que garantem a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um engenheiro agrônomo.
Aplicação aérea:
Aplicação aérea (algodão, acácia negra, batata, cana-de-açúcar, canola, citros, feijão, melancia, milho, soja, trigo e uva): Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Aplicação em grãos armazenados:
COFENRIN; ORSA; INSECTRIN; INDOTRIN deve ser aplicado sobre os grãos de arroz, cevada, feijão, milho e trigo, no momento do carregamento do armazém, na correia transportadora, e homogeneizá-los, de forma que todo grão receba o inseticida.
Recomenda-se utilizar para a pulverização, três ou cinco bicos, sobre a correia transportadora, no túnel ou na passarela. Em correia transportadora, recomenda-se também instalar tombadores para que os grãos sejam misturados quando estiverem passando sob a barra de pulverização. Durante este processo, devem ser verificadas a vazão dos bicos e a da correia transportadora. Recomenda-se diluir a dosagem de COFENRIN; ORSA; INSECTRIN; INDOTRIN em 1,0 a 2,0 litros de calda por tonelada, a ser pulverizada sobre os grãos.
Preparo da calda:
Fazer a diluição de COFENRIN; ORSA; INSECTRIN; INDOTRIN em água e pulverizar uniformemente sobre os grãos antes do armazenamento. Diluir a dosagem do inseticida em 1,0 a 2,0 litros de calda por tonelada de grãos.
Recomendações para evitar a deriva:
Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Seguir as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Temperatura e umidade
Evitar aplicações em condições extremas de temperatura e umidade. Regular o equipamento para produzir gotas maiores reduzindo o efeito da evaporação.
Inversão térmica
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Lavagem do equipamento de aplicação:
Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo que por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
3. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
4. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
-Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- O produto deve ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, respeitando o intervalo de segurança para cada cultura.
- Fitotoxicidade: Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, o produto não causa fitotoxicidade nas culturas registradas.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico etc.) dentro do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.
GRUPO 3A INSETICIDA
O COFENRIN; ORSA; INSECTRIN; INDOTRIN, inseticida e acaricida de contato e ingestão pertence ao grupo 3A (Piretróide) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do COFENRIN; ORSA; INSECTRIN; INDOTRIN como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do COFENRIN; ORSA; INSECTRIN; INDOTRIN. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar COFENRIN; ORSA; INSECTRIN; INDOTRIN, ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de COFENRIN; ORSA; INSECTRIN; INDOTRIN, podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do COFENRIN; ORSA; INSECTRIN; INDOTRIN, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico das dos piretróides não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do COFENRIN; ORSA; INSECTRIN; INDOTRIN ou outros produtos do grupo 3A quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).