Bula Cruiser Advanced

acessos
Thiamethoxam
3314
Syngenta

Composição

Fludioxonil 25 g/L Fenilpirrol
Metalaxil-M 20 g/L Acilalaninato
Tiabendazol 150 g/L Benzimidazóis
Tiametoxam 350 g/L Neonicotinóide

Classificação

Fungicida, Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada para Tratamento de Sementes (FS)
Sistêmico
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amarelecimento de fusarium
(Fusarium oxysporum f.sp. phaseoli)
200 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. As doses maiores deverão ser utilizadas nas situações de alta incidência de patógenos nas sementes. Não especificado devido à modalidade de emprego. Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. As doses maiores deverão ser utilizadas nas situações de alta incidência de patógenos nas sementes
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
200 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. As doses maiores deverão ser utilizadas nas situações de alta incidência de patógenos nas sementes. Não especificado devido à modalidade de emprego. Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. As doses maiores deverão ser utilizadas nas situações de alta incidência de patógenos nas sementes
Mancha de alternaria
(Alternaria alternata)
200 a 300 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. As doses maiores deverão ser utilizadas nas situações de alta incidência de patógenos nas sementes. Não especificado devido à modalidade de emprego. Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. As doses maiores deverão ser utilizadas nas situações de alta incidência de patógenos nas sementes
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 a 400 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. A dose maior deverá ser usada em áreas ou épocas com histórico de alta incidência das pragas. Não especificado devido à modalidade de emprego. Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. A dose maior deverá ser usada em áreas ou épocas com histórico de alta incidência das pragas
Podridão das sementes
(Aspergillus flavus)
200 a 300 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. As doses maiores deverão ser utilizadas nas situações de alta incidência de patógenos nas sementes. Não especificado devido à modalidade de emprego. Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. As doses maiores deverão ser utilizadas nas situações de alta incidência de patógenos nas sementes
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
200 a 300 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. A dose maior deverá ser usada em áreas ou épocas com histórico de alta incidência das pragas. Não especificado devido à modalidade de emprego. Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. A dose maior deverá ser usada em áreas ou épocas com histórico de alta incidência das pragas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum truncatum)
100 a 125 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. As doses maiores deverão ser utilizadas nas situações de alta incidência de patógenos nas sementes. Não especificado devido à modalidade de emprego. Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. As doses maiores deverão ser utilizadas nas situações de alta incidência de patógenos nas sementes
Cupim
(Procornitermes triacifer)
100 a 200 mL/100 kg de sementes até 500 mL de calda/100 kg de sementes - - - vide observação
Fungo de pós colheita
(Aspergillus spp)
100 a 125 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. As doses maiores deverão ser utilizadas nas situações de alta incidência de patógenos nas sementes. Não especificado devido à modalidade de emprego. Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. As doses maiores deverão ser utilizadas nas situações de alta incidência de patógenos nas sementes
Fusariose
(Fusarium pallidoroseum)
100 a 125 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. As doses maiores deverão ser utilizadas nas situações de alta incidência de patógenos nas sementes. Não especificado devido à modalidade de emprego. Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. As doses maiores deverão ser utilizadas nas situações de alta incidência de patógenos nas sementes
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
100 a 125 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. As doses maiores deverão ser utilizadas nas situações de alta incidência de patógenos nas sementes. Não especificado devido à modalidade de emprego. Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. As doses maiores deverão ser utilizadas nas situações de alta incidência de patógenos nas sementes
Podridão seca
(Phomopsis sojae)
100 a 125 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. As doses maiores deverão ser utilizadas nas situações de alta incidência de patógenos nas sementes. Não especificado devido à modalidade de emprego. Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. As doses maiores deverão ser utilizadas nas situações de alta incidência de patógenos nas sementes

Balde - metal - 5; 10; 15; 20; 25L
Bag-in-box - plástico ou papelão - 5; 10; 15; 20; 25; 100; 180; 200; 220; 500 e 1000l
Bombona - plástico - 5; 10; 15; 20; 25; 100; 180 e 200L
Frasco - plástico - 0,1; 0,25; 0,5; 1; 1,5; 2L
IBC - plástico - 500; 600; 750; 1000L
Lata - metálica - 0,25; 0,5; 1; 1,5; 2; 5L
Tambor - metal ou plástico - 100; 180; 200 e 200L
Tanque - 5000 e 20000L

MODO DE APLICAÇÃO:
Volumes de calda recomendados:
Diluir o produto na dose recomendada em água até completar o volume de calda suficiente para tratar 100 kg de sementes, conforme abaixo:
Feijão e soja: 500 mL de calda para 100 kg de sementes.
Instruções para preparo da calda:
Passo 1 - colocar a quantidade de produto desejada em um recipiente próprio para o preparo da calda;
Passo 2 - colocar parte da água desejada gradativamente, misturando e formando uma pasta homogênea;
Passo 3 - completar com a quantidade de água restante até atingir o volume de calda recomendado.
Importante:
Manter a calda em agitação permanente, para evitar decantação.
Equipamentos de aplicação:
Utilizar equipamentos que propiciem uma distribuição uniforme da calda sobre as sementes. Existem máquinas específicas para tratamento de sementes fornecidas pelos seguintes fabricantes: Momesso, MecMaq, Niklas, Gustafson, etc.
Manutenção:
Os mecanismos dosadores e pulverizadores destes equipamentos devem ser revisados e limpos diariamente ou a cada parada do equipamento. Resíduos de calda podem reduzir a capacidade das canecas ou copos dosadores ou afetar a regulagem de bicos e ou mecanismos de aplicação da calda sobre as sementes.
Operação de tratamento de sementes:
Com equipamentos de tratamento de batelada ou lotes, dos tipos Amazone Transmix, Arktos Africa, tambores rotativos, betoneiras ou similares:
Passo 1 - colocar um peso de sementes conhecido;
Passo 2 - adicionar o volume de calda desejada para este peso de sementes;
Passo 3 - proceder à agitação/operação do equipamento de forma a obter uma distribuição uniforme da calda sobre as sementes durante um tempo de 1 a 2 minutos por batelada.
Com equipamentos de tratamento com fluxo contínuo de sementes:
Passo 1 - aferir o fluxo de sementes (peso) em um determinado período tempo;
Passo 2 - regular o volume de calda desejado para este peso de sementes no mesmo período de tempo.
Importante:
Aferir periodicamente o fluxo de sementes e de calda, a fim de evitar erros na aplicação.
Não tratar as sementes diretamente sobre lonas, sacos ou mesmo nas caixas de sementes das máquinas semeadoras.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
CULTURA DIAS
Feijão Não especificado devido à modalidade de emprego (tratamento de sementes)
Soja Não especificado devido à modalidade de emprego (tratamento de sementes) LIMITAÇÕES DE USO:
Na operação de semeadura mecanizada com sementes tratadas, estas apresentam uma redução no fluxo, comparativamente a sementes não tratadas. Para evitar utilizar uma quantidade menor de sementes que a usual e recomendada, deve-se regular a semeadura com as sementes já tratadas. As semeadoras e seus kits de distribuição de sementes devem ser limpos diariamente para evitar o acúmulo de resíduos nas paredes e engrenagens das mesmas. A falta deste tipo de manutenção pode alterar o fluxo de semeadura ou até mesmo provocar o bloqueio do equipamento. A não observância destas indicações pode resultar em baixa população de plantas, falha no plantio, excesso de sementes por metro ou outras irregularidades no plantio.
FITOTOXICIDADE PARA AS CULTURAS INDICADAS:
O produto não apresenta qualquer efeito fitotóxico nas culturas e nas doses recomendadas. Outras restrições a serem observadas:
No estabelecimento de lavouras em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo sobre palhadas (restevas) é comum a ocorrência do ataque de diversas espécies de lagartas (como por exemplo: Agrotis spp. (lagarta rosca), Spodoptera spp. (lagarta-do-cartucho) que migram destas restevas (restos culturais) ou de plantas tigüeras, muitas vezes, em grande quantidade, para as culturas recém instaladas. Nestes casos, recomenda-se aplicar um inseticida específico para o controle destas lagartas, junto à operação de manejo antes da semeadura da nova cultura. Esta estratégia de dessecação da cultura anterior e das ervas daninhas deve ser realizada uma semana antes da semeadura, reduzindo as chances de ocorrência do ataque de lagartas grandes na emergência da cultura, pois estas lagartas, pelo porte avantajado, escapam ao controle do tratamento de sementes.
As sementes tratadas não devem ficar expostas ao sol.
As sementes tratadas não devem ser usadas para alimentação humana, animal ou para fins
industriais.
Armazenar as sementes tratadas em local seguro, separado de alimentos e rações e fora do
alcance de crianças e animais.
Após o tratamento das sementes, possíveis sobras do produto devem retornar a embalagem original de Cruiser Advanced.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA: ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO. PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animai pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto Extremamente Irritante para os Olhos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃÓ:
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais 'roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do
fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacão
com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência, levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente
e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
A pessoa que ajudar ,deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR TIAMETOXAM + TIABENDAZOL + METALAXIL-M + FLUDIOXONIL -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico: Tiametoxam Neonicotenoide
Benzamidazol Tiabendazol
Acilalaninato Metalaxil-M
vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética:
Tiametoxam: em estudos em ratos e camundongos após a administração oral do tiametoxam, a absorção foi rápida, assim como a sua excreção através da urina (94%) e fezes (4%), nas primeiras 24 horas. Entre 30-60% em camundongos e 20-30% em ratos foi excretado em forma de metabólitos. Ocorreu ampla distribuição e não houve evidências de bioacumulação. Os principais processos metabólicos foram demetilação e quebra do anel oxadiazina. O metabolismo em camundongos resultou ser mais rápido que em ratos. A absorção dérmica em ratos e camundongos foi baixa (< 3% em 48 h). Quase 1% foi encontrado no leite de cabras expostas.
Tiabendazol: foi rapidamente absorvido e excretado. Após uma única. dose oral de 1g de Tiabendazol administrada a quatro voluntários humanos foram encontrados picos plasmáticos entre 1-2 horas depois. Foi metabolizado no fígado e rapidamente excretado pela urina (40% em 4 horas e 80% em 24 horas); pouca excreção foi observada nas fezes. Os principais processos metabólicos foram: hidroxilação e conjugação com glucoronídeos e sulfatos.
Metalaxil-M: em ratos, após administração oral foi rapidamente absorvido, metabolizado e eliminado, com diferenças por sexo. Houve evidências de circulação enterohepática com excreção extensa pela bile (maior em machos). A metabolização ocorreu através de demetilação, oxidação, hidroxiiação e conjugação a glucoronídeos e sulfatos. A máxima concentração sanguínea foi atingida entre 20 - 40 minutos após a administração oral. Não houve evidências de bioacumulação. Foi encontrado Metalaxil-M praticamente em todos os tecidos, exceto no cérebro. A excreção foi rápida e extensa (95-100%) em 72h; na urina (aprox. 50-70%) em 24 h (maior em fêmeas); nas fezes (aprox. 60%) (maior em machos). A absorção dérmica em ratos (40%) foi rápida atingindo o pico máximo no sangue 1 hora após a exposição com diminuição das concentrações em 24-48 horas. A absorção dérmica estimada foi de
10% em seres humanos com base em estudos in vitro com pele humana e in vivo, com ratos.
Fludioxonil: após administração oral em ratos, a absorção foi rápida, bem distribuído, extensivamente metabolizado e rapidamente excretado dentro das primeiras 24 horas, principalmente via biliar (>67%) e pequena quantidade através da urina e fezes 10-30%. A máxima concentração sanguínea foi atingida em 0,5-1 hora da exposição. A eliminação foi bifásica com tempo de meia vida da 1 fase entre 2 - 5 h e da 2 fase de 30 - 60 h. Tem baixo potencial de acumulação. Os maiores níveis foram encontrados no fígado, rins, pulmões e sangue. Circulação enterohepática foi de pouca importância. A metabolização em ratos ocorreu por oxidação do anel pirrol, com transformação em um metabólito oxopirrol principal (posição 2). Conjugados excretados pela bile foram desconjugados no trato intestinal.
Mecanismos de
Toxicidade:
Tiametoxam: os neonicotinóides sãoagoni_s_taj_ dos receptores nicotínicos da acetilcolina (ACh) no sistema nervoso central (SNC), mimetizam a acetilcolina, mas não são inativados pela acetilcolinesterase, causando assim hiperestimulação nervosa. São de relativamente baixa toxicidade devido a que apresentam baixa afinidade pelos subtipos de receptor nicotínico dos vertebrados quando comparados aos dos insetos e não penetram a barreira hematoencefálica. Efeitos no SNC não deveriam ser esperados em seres humanos a baixos níveis de exposição.
Tiabendazol: os mecanismos de toxicidade em humanos não são bem conhecidos. Nos helmintos parece que atua interferindo na captação de nutrientes por forte união às tubulinas das células absortivas do intestino dos parasitas. O ser humano deve ser menos su,sceptível a esta ação, devido a que a união do Tiabendazol às
tubulinas é menos forte e reversível.
Metalaxil-M: não se conhece o mecanismo de toxicidade específico para humanos. Age inibindo o crescimento dos micélios e a formação de esporos nos fungos. Fludioxonil: não se conhece o mecanismo de toxicidade específico para humanos. O modo de ação do Fludioxonil nos fungos é por bloqueio da proteinoquinase, enzima que catalisa a fosforilação de uma enzima regulatória da síntese de glicerol.
Sintomas e sinais
clínicos: Toxicidade a uda: não há dados derivados de intoxicações em seres humanos.
Em ratos, mostrou baixa toxicidade aguda. Não foi sensibilizante dérmico.
• Em altas doses causou convulsões, ptose e redução da atividade locomotora. Toxicidade crônica: Não há dados disponíveis sobre toxicidade crônica em humanos. Em ratos, o fígado foi o órgão-alvo.
Tiabendazol:
Toxicidade aguda: nas intoxicações em humanos tem se observado
Dérmica:
Sinais e sintomas Dermatite alérgica de contato; reações de hipersensibilidade sistêmica. Náuseas, vômitos, tonturas, diarréia, epigastralgia, zumbidos. Podem ocorrer alterações visuais, xerostomia, sonolência, vertigem, cefaléia e anorexia. Menos frequentemente: febre, alterações neurológicas (convulsões, zumbidos, parestesias, alteração da coordenação, irritabilidade, letargia, confusão, depressão, alucinações); hipersensibilidade (exantema, eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson, choque anafiláctico); cardiovasculares (hipotensão, bradicardia, choque); hepatotoxicidade (icterícia colestásica, insuficiência hepática); nefrotoxicidade (litíase, insuficiência); óbito.
População em risco: pacientes com doenças renais e hepáticas.
Toxicidade crônica: pessoas expostas repetidas vezes ao Tiabendazol podem desenvolver dermatite alérgica.
Metalaxil-M:
Toxicidade aguda: não há relatos de intoxicação grave por Metalaxyl-M em
trabalhadores ou usuários do produto, a não ser os efeitos locais dérmicos. Os estudos em animais de experimentação sugerem uma moderada toxicidade pela via oral e irritação ocular. Não foi sensibilizante dérmico. O principal órgão-alvo foi o fígado (hipertrofia). Sintomas inespecíficos poderão ser esperados quando grandes quantidades do produto forem ingeridas. Tem potencial de irritação ocular e dérmico. Toxicidade crônica: em animais, o principal órgão afetado foi o fígado.
Fludioxonil:
Toxicidade aguda: dados de intoxicação em humanos não estão disponíveis. A toxicidade para mamíferos é baixa: pode produzir irritação ocular leve; não é sensibilizante dérmico.
Diagnóstico: diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico
compatível.
• Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda,
trate o paciente imediatamente.
Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: Tratamento: as medidas gerais são orientadas à remoção da fonte de exposição, descontaminação do paciente, proteção das vias respiratórias, prevenção de aspiração de conteúdo gástrico, tratamento sintomático e de suporte.
• Diluição: imediatamente diluir com 120-240 ml de água ou leite (não exceder 120 ml em crianças), quando ingerido em pequenas quantidades
Exposição Oral (após ingestão de grandes quantidades):
• Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessária.
Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
• Carvão ativado: liga-se a maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção
sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 h)
Dose: suspensão (240 ml de água/30 g de carvão). Dose: 25 a 100 g em adultos,
25 a 50 g em crianças de 1-12 anos e 1 g/kg em menores de 1 ano.
Convulsões: indicado benzodiazepínicos IV: Diazepam (adultos = 5-10 mg; crianças = 0,2-0,5 mg/kg, é repetir a cada 10-15 minutos) ou Lorazepam (adultos: 2-4 mg; crianças: 0,05-0,1 mg/kg). Considerar Fenobarbital ou Propofol na recorrência das
convulsões em maiores de 5 anos.
• Reação alérgica
1. Leve moderada: anti-histamínicos com ou sem f32-agonistas via inalatória;
corticosteróides ou epinefrina via parenteral.
2. Grave: oxigênio, suporte respiratório vigoroso, epinefrina (Adulto: 0,3-0,5 ml de solução 1:1000 via SC; Crianças: 0,01 ml/kg, 0,5 ml no máximo; pode-se repetir em 20 a 30 minutos), corticosteróides, anti-histamínicos, ECG e fluidos I.V.
• Monitorar sintomas do SNC.
• Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas
permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar, se necessário. Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assistida, se requerido. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos, ECG, etc.
• Hipotensão: infundir 10-20 ml/kg de líquido isotônico. Se persistir' Dopamina (5- 20 pg/kg/min) ou Norepinefrina (adulto: começar infusão de 0,5-1 pg/min;
crianças: começar com 0,1 .i.g/kg/min). Tratar acidose metabólica severa com Bicarbonato de sódio.
Contra indicação:
A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
• O uso de Tiabendazol pode aumentar os níveis séricos dos derivados de xantinas (teofilina, teobromina, aminofilina), de forma que pode causar intoxicação por estes compostos. Inibe o sistema fumarato-redutase e se liga a macromoléculas, é recomendável evitar altas doses de medicamentos que possam inibir o ciclo do ácido tricarboxílico ou afetar o metabolismo secundário.
Efeitos
Sinérgicos: Tiametoxan pode apresentar efeitos sinérgicos se associado com outros neonicotinóides.
Metalaxil-M é um indutor de enzimas hepáticas, pulmonares e renais de metabolização de xenobióticos.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT— ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação
(SINAN / MS)
Telefone de emergência da empresa: 0800-7044304
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos agudos (Produto Formulado):
DL50 oral em ratos: 5000 mg/kg.
DL50 dérmica em ratos: > 5050 mg/kg. CL50 inalatória em ratos: > 2,55 mg/kg.
Irritação ocular em coelhos: Irritação severa. Irritação dérmica em coelhos: Não irritante. Sensibilização cutânea: Não sensibilizante.
Efeitos crônicos (Produto Técnico):
Tiametoxan: em estudos de longo prazo realizados com ratos e camundongos foi observada perda do ganho do peso corpóreo nas fêmeas na maior concentração testada. O fígado foi o principal órgão-alvo (hipertrofia, necrose, apoptose, pigmentação), mas atingiu também os rins (lesões tubulares, em ratos), o sistema hematopoiético (hematopoiese extramedular, hemosiderose), a tireóide (hipertrofia), o timo (atrofia) e os testículos (atrofia dos túbulos a altas doses). Os resultados dos .exames histopatológicos nos estudos crônicos, associados com os resultados dos estudos de mecanismo de ação, mostraram que o Tiametoxam não seria carcinogênico para os seres humanos.
Tiabepdazol: a administração crônica de Tiabendazol em animais Causou alterações hematológicas (hipoplasia da medula óssea), hiperplasia da tireoide, hepatotoxicidade, eritropoiese e hemosiderose esplênica, nefropatia (vacuolização do epitélio renal tubular, hidronefrose e alterações na bexiga).
Metalaxil-M: a administração crônica oral de Metalaxil-M em animais de experimentação foi bem tolerada. Os dados mostraram que o principal órgão-alvo é o fígado e que os cães são a espécie mais sensível. As altas doses o produto provocaram redução no peso Corporal em machos, anemia, toxicidade do fígado (hipertrofia) e do rim (aumento no peso) e óbitos. Irritações da pele e do trato respiratório ocorreram após longa exposição.
Fludioxonil: após administração crônica do Fludioxonil pela via oral, observou-se diminuição do consumo da dieta e do peso corporal, associados a alterações histopatológicas no fígado e no rim (ratos, camundongos), diarreia e hepatotoxicidade
(cães).

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamentos com vazamentos.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis, para envolver adequadamente embalagens
Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação Estadual e Municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA - PLANTÃO SYNGENTA 24 HORAS - TELEFONE DE EMERGÊNCIA:
borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou cursos de águas naturais.
Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto derramado com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em um recipiente lacrado e identificado devidamente.
O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa
registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo - A:11 fr: • em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido no Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens padronizadas - modelo ABNT)
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento
onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGENS SACARIAS - utilizadas para acondicionar as sementes tratadas com
CRUISER ADVANCED
- AS EMBALAGENS-SACARIAS NÃO PODEM SER REUTILIZADAS PARA OUTROS FINS.
- AS EMBALAGENS-SACARIAS NÃO PODEM SER LAVADAS.
- ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
O armazenamento das embalagens-SACARIAS vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio das SACARIAS.
As embalagens-SACARIAS vazias devem ser armazenadas separadamente, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
- DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS-SACARIAS VAZIAS:
Devem ser devolvidas, em conjunto, com a embalagem do agrotóxico CRUISER ADVANCED.
PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS:
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.


O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento da população de plantas infestantes resistentes a produtos com este mecanismo de ação. Como prática de manejo de resistência de plantas espontâneas, deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Os herbicidas deverão estar registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.



Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se
um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados
devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
• Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
• Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP)
como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser
encaminhadas ao IRAC-BR (www.irac-br.orq.br), ou ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.aqricultura.qov.br).
Recomendações para o manejo de pragas:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas, controle biológico, destruição dos restos culturais, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
INFORMAÇOES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA DE DOENÇAS:
Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência à Fungicidas — Brasil) — Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou do mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno,
no ciclo da cultura.
• Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as
recomendações locais para o manejo de resistência.