Bula Engeo Pleno S - Syngenta

Bula Engeo Pleno S

Tiametoxam; Lambda-Cialotrina
6105
Syngenta

Composição

Tiametoxam 141 g/L
Lambda-Cialotrina 106 g/L

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Ingestão, Sistêmico

Algodão

Anthonomus grandis (Bicudo)

Amendoim

Enneothrips flavens (Tripes do bronzeamento)
Stegasta bosquella (Lagarta do pescoço vermelho)

Arroz

Oebalus poecilus (Percevejo do arroz)

Batata

Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela)
Epicauta atomaria (Vaquinha das solanáceas)
Myzus persicae (Pulgão verde)

Cana-de-açúcar

Diatraea saccharalis (Broca do colmo)
Euetheola humilis (Cascudo preto)
Heterotermes tenuis (Cupim)
Mahanarva fimbriolata (Cigarrinha das raízes)
Sphenophorus levis (Bicudo da cana de açúcar)

Cebola

Thrips tabaci (Tripes do fumo)

Citros

Acrogonia gracilis (Cigarrinha dos citros)
Diaphorina citri (Psilideo)
Dilobopterus costalimai (Cigarrinha)
Oncometopia facialis (Cigarrinha)
Orthezia praelonga (Cochonilha)
Toxoptera citricida (Pulgão preto dos citros)

Feijão

Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela)
Diabrotica speciosa (larva alfinete) (Larva alfinete)

Girassol

Chlosyne lacinia saundersii (Lagarta do girassol)
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela)
Euschistus heros (Percevejo marrom)
Nezara viridula (Percevejo verde)
Piezodorus guildinii (Percevejo verde pequeno da soja)

Milho

Dichelops melacanthus (Percevejo barriga verde)
Frankliniella williamsi (Tripes)
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Palma forrageira

Dactylopius opuntiae (Cochonilha-do-carmim)

Pastagens

Deois flavopicta (Cigarrinha das pastagens)

Pepino

Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro)
Diaphania nitidalis (Broca dos frutos)

Soja

Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja)
Bemisia tabaci (Mosca branca)
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela)
Diabrotica speciosa (larva alfinete) (Larva alfinete)
Euschistus heros (Percevejo marrom)
Nezara viridula (Percevejo verde)
Piezodorus guildinii (Percevejo verde pequeno da soja)

Sorgo

Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Tomate

Bemisia tabaci (Mosca branca)
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela)
Diabrotica speciosa (larva alfinete) (Larva alfinete)
Frankliniella schultzei (Tripes)
Myzus persicae (Pulgão verde)

Trigo

Dichelops furcatus (Percevejo barriga verde)
Rhopalosiphum graminum (Pulgão verde dos cereais)

Bombonas plásticas de 10; 20; 25; 50; 100; 150; 200; 250; 500; 550 e 1000 Litros.
Frascos plásticos de 250; 500 ml; 1; 2; 3; 4 e 5 Litros.
Tanque de aço ou plástico de 1000, 1500, 2000, 10000, 18000, 20000, 25000 e 26000 Litros.
Tambor de aço ou plástico de 200, 250, 500, 550 e 1000 Litros.
Isotanque de aço rígido lavável de 21000; 22000; 24000; 25000; 26000; 28000 Litros.
Tanque de plástico rígido lavável de 21000; 22000; 24000; 28000 Litros.
Tanque de metal rígido lavável de 21000; 22000; 24000; 28000 Litros.

MODO DE APLICAÇÃO:
Pulverização terrestre:
Amendoim, Arroz, Feijão, Milho, Soja, Sorgo e Trigo: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volumes de aplicação ao redor de 200 L/hectare.
Batata:
Pulverização foliar.
Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volumes de aplicação entre 200 e 500 L/ha, dependendo do tamanho da cultura, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação. Tomate e Pepino: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volumes de aplicação entre 500 e 800 L/ha, dependendo do tamanho da cultura, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação. Cebola e Pastagem: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volumes de aplicação entre 300 e 400 L/ha, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação.
Algodão:
Pulverização foliar.
Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de aplicação ao redor de 150 L/ha, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação.
Cana-de-açúcar:
Pulverização foliar em área total:
Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de aplicação ao redor de 200 L/ha, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação.
Pulverização dirigida à base da soqueira:
Posicionar o jato de pulverização direcionando-o à base das touceiras, de forma que atinja aproximadamente 70% as plantas e 30% o solo. Pulverizar em ambos os lados da fileira de plantas, utilizando bicos em pingente. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de aplicação ao redor de 150 L/ha.
Pulverização no sulco de plantio:
Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de aplicação ao redor de 150 L/ha. Direcionar o jato de pulverização sobre os colmos (mudas) no momento da operação de plantio. Efetuar o fechamento do sulco imediatamente após o tratamento.
Citros:
Pulverização foliar.
Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de aplicação ao redor de 2000 L/ha, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação.
Girassol:
Pulverização em área total, procurando atingir folhas e ou capítulos. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de aplicação ao redor de 150 L/ha, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação.
Palma Forrageira:
Diluir o produto na dose recomendada por ha em volume de água suficiente para aplicação de 1000 litros/hectare. Usar pulverizador costal manual ou equipamento tratorizado corretamente calibrado e adaptado para pulverização foliar objetivando atingir toda a planta, distribuindo uniformemente o produto até o ponto de molha, antes que comece a escorrer da planta. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados.
Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada.
Aplicação aérea:
Soja e Trigo:
Equipamento de pulverização: Bicos hidráulicos do tipo “CÔNICO VAZIO” da série “D” com difusor “45”. Ângulo do jato à 135o ou 45o para trás. Atomizador rotativo “MICRONAIR (AU-5000)” com ângulo das pás de hélice ajustados em 65º.
Diâmetro mediano de gotas (DMV) - Gotas médias - (200 a 400 µm). Cobertura no alvo, com densidade de gotas: 30 a 40 gotas/cm².
Volume ou taxa de aplicação: ao redor de 10 - 30 L/ha
Largura da faixa de aplicação: Aeronaves do tipo Ipanema, Cessna Agwagon ou Pawnee:15 m. Aeronaves do tipo Trush ou Airtractor: 20 m. Aeronaves do tipo Dromader: 25 m.
Altura do voo: 2 a 4 m acima do alvo, ajustado em função da velocidade do vento: Se o vento tender para velocidades maiores, reduzir a altura de voo, se o vento tender para velocidades menores, aumentar a altura de voo.
Condições meteorológicas:
Temperatura do ar: Abaixo de 30o C.
Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: Mínima de 3 km/h até 18 km/h.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termohigrômetro.
Algodão
Os parâmetros básicos recomendados são: Aplicação a baixo volume (BV): 1. Volume de calda: 10 a 30 L/ha.
2. Diâmetro Mediano Volumétrico de gotas (DMV): 200 a 400 µm.
3. Largura da faixa de aplicação (IPANEMA): 15 m.
4. Altura de voo: 2 a 4 m.
5. Cobertura no alvo: 30 a 40 gotas/cm².
Aplicação a ultra baixo volume (UBV) diluído em óleo vegetal:
1. Volume de calda: 2 a 5 L/ha.
2. Diâmetro Mediano Volumétrico de gotas (DMV): 100 a 200 µm.
3. Largura da faixa de aplicação: 15 a 18 m.
4. Altura de voo: 2 a 4 m.
5. Cobertura no alvo: 30 a 40 gotas /cm².
Parâmetros meteorológicos recomendados durante a aplicação:
1. Velocidade do vento de través: Até 20 km/h.
2. Temperatura atmosférica: Abaixo de 30ºC.
3. Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Observação: Quando utilizar óleo vegetal como veículo, verifique se a calda está homogênea e se a estabilidade é suficiente para aplicar. Equipamentos de pulverização para Avião Ipanema:
1. Para aplicação a baixo volume (BV) a 30 L/ha, faixa de 15 m e velocidade de voo 110 mph (milhas por hora), utilizar:
• 37 Bicos hidráulicos da série “D” – D/10 conjugado com difusor DC45, pressão de 2,0 bar (29 psi), com jato posicionado à 90o , ou
• 8 atomizadores rotativos “Micronair AU5000” com ângulo das pás entre 55 a 65o e com o VRU selecionado no orifício N.o 14 com pressão de 2,53 bar (36,7 psi).
2. Para aplicação (UBV) a 5,0 L/ha, faixa de 18 m e velocidade de voo a 110 mph utilizar:
• 28 bicos hidráulicos da série “D”, D4 conjugado com difusor DC25 e com pressão de 2,0 bar e jato direcionado a 135o (seja 45o para frente), ou
• 8 atomizadores rotativos “Micronair AU5000” com ângulo das pás a 45o e com o VRU selecionado no orifício Nº 7 com uma pressão de 1,72 bar (25 psi).
Cana-de-açúcar
Os parâmetros básicos recomendados são:
Aplicação a baixo volume (BV):
1. Volume de calda: 10 a 30 L/ha.
2. Diâmetro Mediano Volumétrico de gotas (DMV): 200 a 400 µm .
3. Largura da faixa de aplicação (IPANEMA): 15 m.
4. Altura de voo: 2 a 4 m.
5. Cobertura no alvo: 30 a 40 gotas/cm².
Aplicação a ultra baixo volume (UBV) diluído em óleo vegetal:
1. Volume de calda: 2 a 5 L/ha.
2. Diâmetro mediano volumétrico de gotas (DMV): 100 a 200 µm.
3. Largura da faixa de aplicação: 15 a 18 m.
4. Altura de voo: 2 a 4 m.
5. Cobertura no alvo: 30 a 40 gotas /cm²
Parâmetros meteorológicos recomendados durante a aplicação:
1. Velocidade do vento calmo: Até 20 km/h.
2. Temperatura atmosférica: Abaixo de 30ºC.
3. Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Obs.: Quando utilizar óleo vegetal como veículo, verifique se a calda está homogênea e se a estabilidade é suficiente para aplicar.
Equipamentos de pulverização para Avião Ipanema: 1. Para aplicação a baixo volume (BV) 30 L/ha, faixa de 15 m e velocidade de voo 110 mph (milhas por hora), utilizar:
• 40 Bicos hidráulicos da série “D” - D12 conjugado com difusor DC45, pressão de 1,5 bar, com jato posicionado à 90º; ou
• 8 atomizadores rotativos “Micronair AU5000” com ângulo das pás entre 55 a 65º e com o VRU selecionado no orifício Nº 14. 2.
Para aplicação a ultra baixo volume (UBV) a 5,0 L/ha , faixa de 18 m e de voo a 110 mph utilizar:
• 28 bicos hidráulicos da série “D”, D4 conjugado com difusor DC25 e com pressão de 2,0 bar e jato direcionado a 45o para frente; ou
• 8 atomizadores rotativos “Micronair AU5000” com ângulo das pás a 45º e com o VRU selecionado no orifício Nº 7 e com uma pressão de 1,72 bar (25 psi).

INTERVALO DE SEGURANÇA (dias):
Algodão (foliar) 21
Amendoim (foliar) 42
Arroz (foliar) 21
Batata (foliar) 10
Cana-de-açúcar (foliar) 30
Cana-de-açúcar (solo) Não determinado devido à modalidade de emprego
Cebola (foliar) 3
Citros 14
Feijão (foliar) 15
Girassol (foliar) 7
Milho (foliar) 40
Palma forrageira 7
Pastagens (foliar) 3
Pepino (foliar) 1
Sorgo (foliar) 7
Soja (foliar) 30
Tomate (foliar) 5
Trigo (foliar) 42
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas: Nas culturas e doses recomendadas não houve qualquer efeito fitotóxico. Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador. Deriva: Não permitir que ocorra deriva da calda aplicada ou que esta atinja as plantas daninhas em floração, cercas vivas ou culturas em floração nas proximidades da área a ser tratada.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
• Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
• Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br). Engeo Pleno S é uma mistura de ativos classificados como grupo 3 e grupo 4 na classificação de Modo de Ação do IRAC.