Bula Engeo Pleno S - Syngenta

Bula Engeo Pleno S

acessos
Thiamethoxam + Lambdacyhalothrin
6105
Syngenta

Composição

Lambda-Cialotrina 106 g/L Piretróide
Tiametoxam 141 g/L Neonicotinóide

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Ingestão, Sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo
(Anthonomus grandis)
200 a 250 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Fazer bateria seqüencial de 3 aplicações com intervalo de 7 dias. 21 dias. Iniciar as aplicações quando o nível de infestação, obtido através do monitoramento, atingir no máximo 5% de botões florais atacados
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do pescoço vermelho
(Stegasta bosquella)
100 a 150 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Reaplicar a cada 7 dias, se ocorrer reinfestação. 42 dias. Aplicar no início da infestação
Tripes do bronzeamento
(Enneothrips flavens)
100 a 150 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Reaplicar a cada 7 dias, se ocorrer reinfestação. 42 dias. Aplicar no início da infestação
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo do arroz
(Oebalus poecilus)
150 a 200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 78 dias. Aplicar no início da infestação
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
75 a 100 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha - Reaplicar a cada 6 a 7 dias, se ocorrer reinfestação. 10 dias. Aplicar no início da infestação
Vaquinha das solanáceas
(Epicauta atomaria)
75 a 100 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha - Reaplicar a cada 6 a 7 dias, se ocorrer reinfestação. 10 dias. Aplicar no início da infestação
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
75 a 100 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha - Reaplicar a cada 6 a 7 dias, se ocorrer reinfestação. 10 dias. Aplicar no início da infestação
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo da cana de açúcar
(Sphenophorus levis)
2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Uma aplicação. 30 dias. Fazer uma pulverização em cana soca, logo no início da brotação, aplicando o produto dirigido à base da soqueira; posicionar o jato de pulverização à base das touceiras, de forma que atinja aproximadamente 70% as plantas e 30% o solo. Pulverizar em ambos os lados da fileira de plantas
Bicudo da cana de açúcar
(Sphenophorus levis)
2 a 2,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Uma aplicação. 30 dias. Fazer uma aplicação em cana planta, na operação de plantio, aplicando o produto sobre os toletes de cana (mudas) no interior do sulco de plantio, fechando o sulco imediatamente após o tratamento. Realizar o tratamento nas áreas onde a amostragem prévia identificar a presença da praga. A maior dose deve ser utilizada em caso de alta pressão da praga ou em áreas com histórico de ataque
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
150 a 200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Reaplicar em caso de reinfestação, mas não antes de 14 dias de intervalo. 30 dias. A época mais adequada para controle é quando coincide a infestação com o período de formação de colmos, quando o ataque é mais severo e a cultura é mais sensível. A maior dose deve ser utilizada quando as lagartas estiverem em estádio de desenvolvimento entre o 2º e 3º ínstar ou em condições de alta população da praga e condições de clima favorável ao ataque (alta umidade)
Cascudo preto
(Euetheola humilis)
2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Uma aplicação 30 dias. Fazer uma aplicação na operação de plantio, direcionando o jato de pulverização no interior do sulco sobre os colmos/toletes de cana (mudas), fechando o sulco imediatamente após o tratamento
Cigarrinha das raízes
(Mahanarva fimbriolata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Uma aplicação. 30 dias. Pulverizar quando forem encontradas as primeiras ninfas nas brotações das soqueiras. Pulverizar preferencialmente no início do desenvolvimento da cultura, quando o ataque é mais severo
Cupim
(Heterotermes tenuis)
1,2 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Uma aplicação. 30 dias. Fazer uma aplicação na operação de plantio, direcionando o jato de pulverização no interior do sulco sobre os colmos/toletes de cana (mudas), fechando o sulco imediatamente após o tratamento
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
250 a 300 mL p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Reaplicar após 7 dias, se houver reinfestação. 3 dias. Aplicar no início da infestação/Presença de tripes na bainha das folhas
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha
(Dilobopterus costalimai)
15 a 25 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha - Reaplicar em caso de reinfestação, se necessário. Usar a dose maior em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. 14 dias. Aplicar no aparecimento dos primeiros insetos no pomar
Cigarrinha
(Oncometopia facialis)
15 a 25 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha - Reaplicar em caso de reinfestação, se necessário. Usar a dose maior em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. 14 dias. Aplicar no aparecimento dos primeiros insetos no pomar
Cigarrinha dos citros
(Acrogonia gracilis)
15 a 25 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha - Reaplicar em caso de reinfestação, se necessário. Usar a dose maior em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. 14 dias. Aplicar no aparecimento dos primeiros insetos no pomar
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
15 a 25 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha - Reaplicar em caso de reinfestação, se necessário. A maior dose deve ser utilizada em caso de alta pressão da praga ou condições climáticas favoráveis ao ataque. De acordo com a prática agrícola, pode-se acrescentar 0,25% v/v de óleo mineral à calda de pulverização. 14 dias. Pulverizar no início da infestação, procurando atingir toda a copa da planta de citros, inclusive caule e pernadas, a fim de atingir a praga no interior da planta. Fazer aplicação dirigida nas árvores infestadas utilizando jato com pistola
Psilideo
(Diaphorina citri)
15 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha - Reaplicar em caso de reinfestação, se necessário. 14 dias. Inspecionar periodicamente a cultura através do monitoramento e pulverizar quando forem constatados os primeiros insetos (adultos ou ninfas)
Pulgão preto dos citros
(Toxoptera citricida)
15 a 25 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha - Reaplicar em caso de reinfestação, se necessário. Usar a dose maior em situação de alta infestação, ou quando o clima for favorável ao ataque. 14 dias. Aplicar no início da infestação
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
100 a 125 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar a cada 7 dias, se ocorrer reinfestação. 15 dias. Aplicar no início da infestação
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do girassol
(Chlosyne lacinia saundersii)
100 a 300 mL p.c./ha 150 L de calda/ha - Reaplicar em caso de reinfestação, mas não antes de 7 dias. 40 dias. Inspecionar periodicamente a cultura e pulverizar quando forem constatadas as primeiras lagartas nas folhas. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população da praga e condições de clima favorável ao seu desenvolvimento
Percevejo marrom
(Euschistus heros)
300 a 400 mL p.c./ha 150 L de calda/ha - Reaplicar em caso de reinfestação, mas não antes de 7 dias. 7 dias. Inspecionar periodicamente a cultura e pulverizar quando forem constatados os primeiros percevejos nos órgãos florais (capítulos). A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população da praga e condições de clima favorável ao seu desenvolvimento
Percevejo verde
(Nezara viridula)
300 a 400 mL p.c./ha 150 L de calda/ha - Reaplicar em caso de reinfestação, mas não antes de 7 dias. 7 dias. Inspecionar periodicamente a cultura e pulverizar quando forem constatados os primeiros percevejos nos órgãos florais (capítulos). A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população da praga e condições de clima favorável ao seu desenvolvimento
Percevejo verde pequeno da soja
(Piezodorus guildinii)
300 a 400 mL p.c./ha 150 L de calda/ha - Reaplicar em caso de reinfestação, mas não antes de 7 dias. 7 dias. Inspecionar periodicamente a cultura e pulverizar quando forem constatados os primeiros percevejos nos órgãos florais (capítulos). A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população da praga e condições de clima favorável ao seu desenvolvimento
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
300 a 400 mL p.c./ha 150 L de calda/ha - Fazer duas aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações quando forem constatados os insetos adultos na área e início de danos nas folhas. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população da praga e condições de clima favorável ao seu desenvolvimento
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
200 a 250 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Número máximo de duas aplicações. 40 dias. Pulverizar quando houver 20% de plantas com sintomas de ataque, isto é, folhas raspadas pelo inseto
Percevejo barriga verde
(Dichelops melacanthus)
150 a 250 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Número máximo de duas aplicações. 40 dias. Pulverizar no início do desenvolvimento da cultura, quando o ataque é mais severo. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população da praga, em áreas com histórico ou em plantios em que a cultura anterior foi o trigo
Tripes
(Frankliniella williamsi)
200 a 250 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Número máximo de duas aplicações. 40 dias. Pulverizar no início do desenvolvimento da cultura, quando o ataque é mais severo
Palma forrageira Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cochonilha-do-carmim
(Dactylopius opuntiae)
70 a 100 mL p.c./ha 1000 L de calda/ha - 10 a 14 dias e tratar somente cada planta atacada e as plantas imediatamente ao redor desta. 7 dias. Inspecionar as plantas freqüentemente. O nível de controle da cochonilha-do-carmim é menos de 10 colônias/planta e o combate deve ser iniciado logo após a detecção das primeiras colônias da praga no cultivo. Na primeira aplicação, tratar em área total. Voltar à área num intervalo de 10 a 14 dias e tratar somente cada planta atacada e as plantas imediatamente ao redor desta
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha das pastagens
(Deois flavopicta)
200 mL p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação. 3 dias. Pulverizar na detecção da praga na área, através da observação da presença de adultos ou da formação de espuma na base das plantas
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
10 a 20 mL p.c./100L água 500 a 800 L de calda/ha - Reaplicar a cada 7 dias, se ocorrer reinfestação. 1 dia. Usar dose maior em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
10 a 20 mL p.c./100L água 500 a 800 L de calda/ha - Reaplicar a cada 7 dias, se ocorrer reinfestação. 1 dia. Usar dose maior em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
150 a 200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Número máximo de duas aplicações. 30 dias. Inspecionar periodicamente a cultura com batidas de pano e pulverizar quando constatadas as primeiras lagartas
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
250 mL p.c./ha 20 a 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar com 10 dias de intervalo visando quebrar o ciclo da praga. 30 dias. Aplicar no início da infestação da praga
Percevejo marrom
(Euschistus heros)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Número máximo de duas aplicações. 30 dias. Inspecionar periodicamente a lavoura com batida de pano após o florescimento e pulverizar quando forem encontrados de 2 a 4 percevejos por batida
Percevejo verde
(Nezara viridula)
150 a 180 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Número máximo de duas aplicações. 30 dias. Inspecionar periodicamente a lavoura com batida de pano após o florescimento e pulverizar quando forem encontrados de 2 a 4 percevejos por batida
Percevejo verde pequeno da soja
(Piezodorus guildinii)
150 a 180 mL p.c./ha até 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Número máximo de duas aplicações. 30 dias. Inspecionar periodicamente a lavoura com batida de pano após o florescimento e pulverizar quando forem encontrados de 2 a 4 percevejos por batida
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
75 a 100 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Número máximo de duas aplicações. 30 dias. Aplicar no início da infestação
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
150 a 200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Reaplicar com intervalos de 7 dias em caso de reinfestação. 7 dias. Aplicar no início da infestação
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
50 a 100 mL p.c./100L água 500 a 800 L de calda/ha - Reaplicar, se necessário, a cada 5 a 7 dias. 5 dias. Aplicar no início do desenvolvimento da cultura
Pulgão verde
(Myzus persicae)
50 a 75 mL p.c./100L água 500 a 600 L de calda/ha - Reaplicar a cada 7 dias, se ocorrer reinfestação. 5 dias. Aplicar no início da infestação
Tripes
(Frankliniella schultzei)
50 a 75 mL p.c./100L água 500 a 600 L de calda/ha - Reaplicar, se necessário, a cada 5 a 7 dias. 5 dias. Aplicar no início do desenvolvimento da cultura
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
50 a 75 mL p.c./100L água 500 a 800 L de calda/ha - Reaplicar a cada 7 dias, se ocorrer reinfestação. 5 dias. Aplicar no início da infestação
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo barriga verde
(Dichelops melacanthus)
150 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Número máximo de duas aplicações. 42 dias. Aplicar no início do desenvolvimento da cultura
Pulgão verde dos cereais
(Rhopalosiphum graminum)
40 a 50 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Número máximo de duas aplicações. 42 dias. A partir do perfilhamento da cultura

Bombonas plásticas de 10; 20; 25; 50; 100; 150; 200; 250; 500; 550 e 1000 Litros.
Frascos plásticos de 250; 500 ml; 1; 2; 3; 4 e 5 Litros.
Tanque de aço ou plástico de 1000, 1500, 2000, 10000, 18000, 20000, 25000 e 26000 Litros.
Tambor de aço ou plástico de 200, 250, 500, 550 e 1000 Litros.
Isotanque de aço rígido lavável de 21000; 22000; 24000; 25000; 26000; 28000 Litros.
Tanque de plástico rígido lavável de 21000; 22000; 24000; 28000 Litros.
Tanque de metal rígido lavável de 21000; 22000; 24000; 28000 Litros.

INSTRUÇÕES DE USO:
AGITE ANTES DE USAR

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ALGODÃO:
NÚMERO: máximo 3 aplicações. ÉPOCA: Iniciar as aplicações quando o nível de infestação, obtido através do rnonitoramento, atingir no máximo 5% de botões florais atacados. Fazer bateria seqüencial de 3 aplicações com intervalo de 7 dias. Usar a dose major em situação de maior pressão da praga ou quando o clima for favorável ao ataque.
Para aplicação aérea seguir as instruções abaixo.


AMENDOIM:
NÚMERO: máximo 3 aplicações. Usar dose vermelho maior em situação de condições de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. ÉPOCA: Aplicar no inicio da infestação. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar a cada 7 dias, se ocorrer reinfestação.

ARROZ :
NÚMERO: máximo 1 aplicação. Usar dose maior em situação de condições de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. ÉPOCA: Aplicar no inicio da infestação, com a detecção da praga na lavoura.

BATATA:
NUMERO: Não exceder a 3 aplicações. Usar dose maior em situação de condições de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque.
ÉPOCA: Aplicar no inicio da infestação. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar a cada 6 a 7 dias, se ocorrer reinfestação.

CANA-DE-AÇÚCAR:
Broca-da-cana (Diatraea saccharalis): Número máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Pulverizar em área total quando o nível de infestação atingir entre 3 e 5% de colmos com presença de lagartas vivas, antes de penetrarem no colmo. A época mais adequada para controle é quando coincide a infestação com o período de formação de colmos, quando o ataque é mais severo e a cultura é mais sensível. A maior dose deve ser utilizada quando as lagartas estiverem em estádio de desenvolvimento entre o 2º e 3º instar ou em condições de alta população da praga e condições de clima favorável ao ataque (alta umidade). INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar em caso de reinfestação, mas não antes de 14 dias de intervalo. Para aplicação aérea seguir as instruções abaixo.

Cigarrinha-das-raizes (Mahanarva fimbriolata): Número máximo 1 aplicação. ÉPOCA:
Pulverizar quando forem encontradas as primeiras ninfas nas brotações das soqueiras. Pulverizar preferencialmente no inicio do desenvolvimento da cultura, quando o ataque é mais severo. Posicionar o jato de pulverização direcionando-o à base das touceiras, de forma que atinja aproximadamente 70% as plantas e 30% o solo. Pulverizar em ambos os lados da fileira de plantas. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população da praga e condições de clima favorável ao seu desenvolvimento (quente e úmido). Para aplicação aérea seguir as instruções abaixo.

Cupins (Heterotermes tenuis): Número máximo 1 aplicação. ÈPOCA: Fazer uma aplicação na operação de plantio, direcionando o jato de pulverização no interior do sulco sobra os colmos/toletes de cano, (mudas), fechando o sulco imediatamente após o tratamento. Realizar o tratamento nas áreas onde a amostragem prévia identificar a presença da praga. A maior dose deve ser utilizada em caso de área reconhecidamente com alto nível de infestação detectado antes do plantio através do monitoramento ou em áreas de primeiro ano de plantio, após pastagem.

Pão-de-galinha (Euetheola humilis): Número máximo 1 aplicação. ÉPOCA: Fazer uma aplicação na operação de plantio, direcionando o jato de pulverização no interior do sulco sobre os colmos/toletes de cana (mudas), fechando o sulco imediatamente após o tratamento. Realizar o tratamento nas áreas onde a amostragem prévia identificar a presença da praga.

Gorgulho-da-cana-de-açúcar (Sphenophorus levis): Número máximo 1 aplicação. ÉPOCA: Fazer uma aplicação em cana planta, na operação de plantio, aplicando o produto sobre os toletes de cana (mudas) no interior do sulco de plantio, fechando o sulco imediatamente após o tratamento. Realizar o tratamento nas áreas plantios novos onde a amostragem prévia identificar a presença da praga. A maior dose deve ser utilizada em caso alta pressão da praga ou em áreas com histórico de ataque.

Gorgulho-da-cana-de-açúcar (Sphenophorus levis): Número máximo 1 aplicação. ÉPOCA: Fazer uma pulverização em cana soca. logo no inicio da brotação. aplicando o produto dirigido à base da soqueira; posicionar o jato de pulverização à base das touceiras, de forma que atinja aproximadamente 70% as plantas e 30% o solo. Pulverizar em ambos os lados da fileira de plantas.


CEBOLA:
NÚMERO: máximo 4 aplicações. Usar dose maior em situação de condições de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. ÉPOCA: Aplicar no início da infestação, presença de tripes na bainha das folhas. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar após 7 dias, se houver reinfestação.


CITROS:
Psilideo (Diaphorina citri): Número máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Inspecionar periodicamente a cultura através do monitoramento e pulverizar quando forem constatados os primeiros insetos (adultos ou ninfas). INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar em caso de reinfestação, se necessário.

Pulgão-preto (Toxoptera citricida): Número máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Aplicar no início da infestação. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar em caso de reinfestação, se necessário. Usar a dose maior em situação de alta infestação, ou quando o clima for favorável ao ataque.

Cochonilha-orthezia (Orthezia praelonga): Número máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Pulverizar no inicio da infestação, procurando atingir toda a copa da planta de citros, inclusive caule e pernadas, a fim de atingir a praga no interior da planta. Fazer aplicação dirigida nas árvores infestadas utilizando jato com pistola. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar em caso de reinfestação, se necessário. A maior dose deve ser utilizada em caso de alta pressão da praga ou condições climáticas favoráveis ao ataque. De acordo com a prática agrícola, pode-se acrescentar 0,25% v/v de óleo mineral à calda de pulverização.

Cigarrinhas-dos-citros (Acrogonia gracilis), (Dilobopterus costalimai), (Oncometopia facialis): Número máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Aplicar no aparecimento dos primeiros insetos no pomar. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar em caso de reintestação, se necessário. Usar a dose maior em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque.


FEIJÃO:
NÚMERO: máximo 2 aplicações. Usar dose maior em situação de alta infestação, áreas
com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. ÉPOCA: Aplicar no inicio da infestação. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar a cada 1 dias, se ocorrer reinfestação


GIRASSOL:
Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa): Número máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Iniciar as aplicações quando forem constatados os insetos adultos na área e início de danos nas folhas. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população da praga e condições de clima favorável ao seu desenvolvimento. INTERV. APLICAÇÃO: Fazer duas aplicações com intervalo de 7 dias.

Lagarta-preta-das-folhas (Chlosyne lacinia saundersii): Número máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Inspecionar periodicamente a cultura e pulverizar quando forem constatadas as
primeiras lagartas nas folhas. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população da praga e condições de clima favorável ao seu desenvolvimento. INTERV.
APLICAÇÃO: Reaplicar em caso de reinfestação. mas não antes de 7 dias.

Percevejo-verde-pequeno (Piezodorus guildinii), Percevejo-da-soja (Nezara viridula), Percevejo-marrom (Euchistus heros): Número máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Inspecionar periodicamente a cultura e pulverizar quando forem constatados os primeiros percevejos nos órgãos florais (capítulos). A maior dose deve ser utilizada em
condições de alta população da praga e condições de clima favorável ao seu desenvolvimento. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar em caso de reinfestação, mas não
antes 7 dias.


MILHO:
Lagarta-militar, Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda): Número máximo 2 aplicações. A maior dose deve ser utilizada quando as lagartas estiverem em estádio de desenvolvimento entre o 2º e 3º instar ou em condições de alta população da praga ou, independente das demais situações, quando as plantas de milho estiverem no estádio de 6 a 8 folhas. ÉPOCA: Pulverizar quando houver 20% de plantas com sintomas de ataque, isto é. folhas raspadas pelo inseto.

Percevejo barriga-verde (Dichelops melacanthus): Número máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Pulverizar no inicio do desenvolvimento da cultura, quando o ataque é mais severo. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população da praga, em áreas com histórico ou em plantios em que a cultura anterior foi o trigo.

Tripes (Frankiniella williamsi): Número máximo 2 aplicações. A maior dose deve ser utilizada em caso de alta pressão da praga ou condições climáticas favoráveis a ataque. ÉPOCA Pulverizar no início do desenvolvimento da cultura, quando o ataque é mais severo.


PALMA FORRAGEIRA:
NÚMERO: máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Inspecionar as plantas freqüentemente. O nível de controle da cochonilha-do-carmim é menos de 10 colônias/planta e o combate deve ser iniciado logo após a detecção das primeiras colônias da praga no cultivo. Na primeira aplicação, tratar em área total. Voltar à área num intervalo de 10 a 14 dias e tratar somente cada planta atacada e as plantas imediatamente ao redor desta. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 10 a 14 dias e tratar somente cada planta atacada e as plantas imediatamente ao redor desta.


PASTAGENS:
NÚMERO: máximo 1 aplicação. ÉPOCA: Pulverizar na detecção da praga na área, através da observação da presença de adultos ou da formação de espuma na base das plantas.


PEPINO:
NÚMERO: máximo 5 aplicações. Usar dose maior em situação de alta infestação, áreas
com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. ÉPOCA: Aplicar no inicio da infestação INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar a cada 7 dias, se ocorrer reinfestação.


SOJA:
Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora (Anticarsia gemmatalis): Número máximo 2 aplicações. Utilizar a dose mais alta em caso de alta pressão da praga. ÉPOCA: Inspecionar periodicamente a cultura com batidas de pano e pulverizar as primeiras lagartas.

Percevejo-da-soja, Percevejo-verde (Nezara viridula), Percevejo-marrom (Euschistus heros) e Percevejo-verde-pequeno, Percevejo-pequeno (Piezodorus guildinii): Número máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Inspecionar periodicamente a lavoura com batida de pano após o florescimento e pulverizar quando forem encontrados de 2 a 4 percevejos por batida.

Vaquinha-verde-amarela, Larva-alfinete (Diabrotica speciosa): Número máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Aplicar no início da infestação da praga.

Mosca-branca (Bemisia tabaci): Número máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Aplicar no início da infestação da praga. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar com 10 dias de intervalo visando quebrar o ciclo da praga.


SORGO:
NÚMERO: máximo 3 aplicações. A maior dose deve ser utilizada em caso de alta pressão da praga ou condições climáticas favoráveis ao ataque. ÉPOCA: Pulverizar no início da infestação. Lagartas menores são mais facilmente controladas pelo produto. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar com intervalos de 7 dias em caso de reinfestação.


TOMATE:
Mosca-branca (Bemisia tabaci): Número máximo 6 aplicações. A maior dose deve ser utilizada em caso de alta pressão da praga ou condições climáticas favoráveis ao ataque. ÉPOCA: Pulverizar no inicio do desenvolvimento da cultura, quando o ataque é mais severo e a suscetibilidade da cultura é maior. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar, se necessário, a cada 5 a 7 dias.

Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro (Myzus persicae): Número máximo 3 aplicações. Usar a dose maior em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. ÉPOCA: Aplicar no inicio da infestação. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar a cada 7 dias, se ocorrer reinfestação.

Tripes (Frankliniella schultzei): Número máximo 6 aplicações. A maior dose deve ser utilizada em caso de alta pressão da praga ou condições climáticas favoráveis ao ataque. ÉPOCA: Pulverizar no início do desenvolvimento da cultura, quando o ataque é mais severo e a suscetibilidade da cultura é maior. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar. Se necessário, a cada 5 a 7 dias.

Vaquinha-verde-amarela, Larva-alfinete (Diabrotica speciosa): Número máximo 3 aplicações. Usar a dose maior em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. ÉPOCA: Aplicar no inicio da infestação. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar a cada 7 dias, se ocorrer reinfestação.


TRIGO:
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus): Número máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Pulverizar no inicio do desenvolvimento da cultura, quando o ataque é mais severo.

Pulgão-verde-dos-cereais, Pulgão-da-espiga (Rhopalosiphum graminum): Número máximo 2 aplicações. A maior dose deve ser utilizada em caso de alta pressão da praga. ÉPOCA: Iniciar as pulverizações a partir do perfilhamento da cultura.


MODO DE APLICAÇÃO:

1) Pulverização terrestre:

-Amendoim, Arroz, Feijão, Milho, Soja, Sorgo e Trigo: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volumes de aplicação ao redor de 200 L/ha.

-Batata: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volumes de aplicação entre 200 e 500 L/ha, dependendo do tamanho da cultura, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação.

-Tomate e Pepino: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volumes de aplicação entre 500 e 800 L/ha, dependendo do tamanho da cultura, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação.

-Cebola e Pastagem: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volumes de aplicação entre 300 e 400 L/ha, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação.

Algodão: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de
aplicação ao redor de 150 L/ha, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação.

Cana-de-açúcar: Pulverização foliar em área total: Utilizar pulverizador costa[ ou tratorizado com volume de aplicação ao redor de 200 L/ha, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação.
Pulverização dirigida à base da soqueira: posicionar o jato de pulverização direcionando-o à base das touceiras, de forma que atinja aproximadamente 70% as plantas e 30% o solo. Pulverizar em ambos os lados da fileira de plantas, utilizando bicos em pingente. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de aplicação ao redor de 150 L/ha.
Pulverização no sulco de plantio: Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de aplicação ao redor de 150 L/ha. Direcionar o jato de pulverização sobre os colmos (mudas) no momento da operação de plantio. Efetuar o fechamento do sulco imediatamente após o tratamento.

Citros: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de aplicação ao redor de 2000 L/ha, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação.

Girassol: Pulverização em área total, procurando atingir folhas e ou capítulos. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de aplicação ao redor de 150 L/ha, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação.

Palma Forrageira: Diluir o produto na dose recomendada por ha em volume de água suficiente para aplicação de 1000 litros/hectare. Usar pulverizador costal manual ou equipamento tratorizado corretamente calibrado e adaptado para pulverização foliar objetivando atingir toda a planta, distribuindo uniformemente o produto até o ponto de molha, antes que comece a escorrer da planta.

Utilizar pulverizador costal ou tratorizado provido de pontas de jato leque com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada.


2) Aplicação aérea:
-Feijão, Pastagem, Soja e Trigo:

Equipamento de pulverização:
a) Bicos hidráulicos do tipo “CÔNICO VAZIO” da série “D” com difusor “45”;
b) Ângulo do jato à 135° ou 45° para trás;
c) Atomizador rotativo “MICRONAIR (AU-5000)” com ângulo das pás de hélice
ajustados em 65°;
c) Diâmetro mediano de gotas (DMV) - Gotas médias - (200 a 400 µm);
d) Cobertura no alvo, com densidade de gotas: 30 a 40 gotas/cm²;
e) Volume ou taxa de aplicação: ao redor de 10 - 30 L/ha.

Largura da faixa de aplicação:
Aeronaves do tipo Ipanema, Cessna Agwagon ou Pawnee:15 m
Aeronaves do tipo Trush ou Airtractor: 20 m
Aeronaves do tipo Dromader: 25 m
Altura do vôo: 2 a 4 m acima do alvo, ajustado em função da velocidade do vento: Se o vento tender para velocidades maiores, reduzir a altura de vôo, se o vento tender para velocidades menores, aumentar a altura de vôo.

Condições meteorológicas:
Temperatura do ar: Abaixo de 30°C
Umidade relativa do ar: Acima de 55%
Velocidade do vento: Mínima de 3 km/h até 18 km/h

Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termohigrômetro.

Algodão:
Os parâmetros básicos recomendados são:

Aplicação a baixo volume (BV)
1. Volume de calda ------------------------------------------------10 a 30 L/ha.
2. Diâmetro Mediano Volumétrico de gotas (DMV) --------------------------200 a 400 µm
3. Largura da faixa de aplicação (IPANEMA)----------------------------15 m
4. Altura devôo -------------------------------------------------------- 2 a 4 m
5. Cobertura no alvo ------------------------------------ 30 a 40 gotas/cm²

Aplicação a ultra baixo volume (UBV) diluído em óleo vegetal
1. Volume de calda ----------------------------------------------------2 a 5 L/ha
2. Diâmetro Mediano Volumétrico de gotas (DMV) --------------------------100 a 200 µm.
3. Largura da faixa de aplicação -----------------------------------15 a 18 m.
4. Altura devôo ------------------------------------------------------2 a 4 m.
5. Cobertura no alvo ---------------------------------------30 a 40 gotas/cm²

Parâmetros meteorológicos recomendados durante a aplicação:
1. Velocidade do vento de través-------------------------------Até 20 km/h.
2. Temperatura atmosférica-------------------------------- Abaixo de 30° C
3. Umidade relativa do ar -------------------------------------Acima de 55 %

Observação: Quando utilizar óleo vegetal como veículo, verifique se a calda está homogênea e se a estabilidade é suficiente para aplicar.

Equipamentos de pulverização para Avião Ipanema:
1. Para aplicação a baixo volume (BV) a 30 L/ha, faixa de 15 m e velocidade de vôo 110 mph (milhas por hora), utilizar:
• 37 Bicos hidráulicos da série "D" – D/10 conjugado com difusor DC45,
Pressão de 2,0 bar (29 psi), com jato posicionado à 90°, ou
• 8 atomizadores rotativos "Micronair AUS000" com angulo das pás entre
55° a 65° e com o VRU selecionado no orifício N.° 14 com pressão de
2,53 bar (36,7 psi)
2. Para aplicação (UBV) a 5,0 L/ha , faixa de 18 m e velocidade de vôo a 110
mph utilizar:
• 28 bicos hidráulicos da série "D", D4 conjugado com difusor DC25 e com
pressão de 2,0 bar e jato direcionado a 135°(seja 45°para frente), ou
• 8 atomizadores rotativos "Micronair AU5000" com ângulo das pás a 45°e
com o VRU selecionado no orifício N° 7 com uma pressão de 1,72 bar (25
psi).

Cana-de-açúcar
Os parâmetros básicos recomendados são:

Aplicação a baixo volume (BV)
1. Volume de calda ----------------------------------------10 a 30 L/ha.
2. Diâmetro Mediano Volumétrico de gotas (DMV) -----------------200 a 400 µm.
3. Largura da faixa de aplicação (IPANEMA)------------------------------------15 m
4. Altura de vôo -------------------------------------------------2 a 4 m
5. Cobertura no alvo ----------------------------- 30 a 40 gotas/cm²
Aplicação a ultra baixo volume (UBV) diluído em óleo vegetal
1. Volume de calda ------------------------------------------- 2 a 5 L/ha
2. Diâmetro mediano volumétrico de gotas (DMV) ------------------100 a 200 µm.
3. Largura da faixa de aplicação ---------------------------15 a 18 m.
4. Altura de vôo ------------------------------------------------- 2 a 4 m.
5. Cobertura no alvo ------------------------------30 a 40 gotas/cm²
Parâmetros meteorológicos recomendados durante a aplicação:
1. Velocidade do vento calmo; -------------------------Até 20 km/h.
2. Temperatura atmosférica------------------------------Abaixo de 30° C
3. Umidade relativa doar -------------------------------- Acima de 55%

Obs.: Quando utilizar óleo vegetal como veículo, verifique se a calda está homogênea
e se a estabilidade é suficiente para aplicar.

Equipamentos de pulverização para Avião Ipanema:
1. Para aplicação a baixo volume (BV) 30 L/ha, faixa de 15 m e velocidade de
vôo 110 mph (milhas por hora), utilizar:
• 40 Bicos hidráulicos da série “D” - D12 conjugado com difusor DC45,
pressão de 15 bar, com jato posicionado à 900; ou
• 8 atomizadores rotativos 'Micronair AU5000" com angulo das pás entre
55° a 65° e com o VRU selecionado no orifício N° 14
2. Para aplicação a ultra baixo volume (UBV) a 5,0 L/ha ,faixa de 18 m e de
vôo a 110 mph utilizar:
• 28 bicos hidráulicos da série “D”, D4 conjugado com difusor DC25 e com
pressão de 2,0 bar e jato direcionado a 45° para frente; ou
• 8 atomizadores rotativos "Micronair AU5000" com ângulo das pás a 45°e
com o VRLJ selecionado no orifício N° 7 e com uma pressão de 1,72 bar
(25 psi).


INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão (foliar): 21 dias;
Amendoim (foliar): 42 dias;
Arroz (foliar): 21 dias;
Batata (foliar): 10 dias;
Cana-de-açúcar (foliar): 205 dias;
Cana-de-açúcar (solo): (1)*;
Cebola (foliar): 3 dias;
Citros: 14 dias;
Feijão (foliar): 15 dias;
Girassol (foliar): 7 dias;
Milho (foliar): 40 dias;
Palma forrageira: 7 dias;
Pastagens (foliar): 3 dias;
Pepino (foliar): 1 dia;
Sorgo (foliar): 7 dias;
Soja (foliar): 30 dias;
Tomate (foliar): 5 dias;
Trigo (foliar): 42 dias.

* (1) - Não determinado devido à modalidade de Emprego.


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.


LIMITAÇÕES DE USO:
- Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Nas culturas e doses recomendadas não houve qualquer efeito fitotóxico.

- Deriva:
Não permitir que ocorra deriva da calda aplicada ou que esta atinja as plantas
daninhas em floração, cercas vivas ou culturas em floração nas proximidades da área a
ser tratada.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

Precauções Gerais:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão hidrorepelente com CA do Ministério do Trabalho com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro mecânico, protetor ocular, touca árabe e luvas de nitrila.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Precauções no manuseio:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão hidrorepelente com CA do Ministério do Trabalho com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado, protetor ocular; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

Precauções durante a aplicação:
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costa\. Se utilizar trator aplique o produto contra o vento.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão hidrorepelente com CA do Ministério do Trabalho com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado, protetor ocular; touca árabe e luvas de nitrila.

Precauções após a aplicação:
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

INTOXICAÇÃO POR ENGEO PLENO
Informações Médicas

Grupo Químico:
Neonicotinoide (Tiametoxam) e Piretróide (Lambda-cialotrina)

Classe Toxicológica:
III-MEDIANAMENTE TÓXICO

Vias de exposição:
Oral, inalatória, ocular, dérmica.

Toxicocinética:
Tiametoxam - Absorção, distribuição, excreção e metabolismo foram estudados em ratos, camundongos, cabras e galinhas. Tiametoxam é rapidamente distribuído e rapidamente eliminado. No rato, aproximadamente 90% é excretados na urina e 4% nas fezes dentro de 24 horas. A principal reação metabólica é a clivagem do anel oxadiazine para o composto correspondente nitroguanidine. Em adição, o composto parental, os metabólitos CGA 322,704 (10%) e CGA 265,307 (1%) são de significância toxicológica. Toxicocinética e metabolismo não foram afetados pela via de administração, nível de dose (na faixa de 0,5 100 mg/kg/dia), pré-tratamento, local de administração ou sexo dos animais. Em ratos a degradação de Tiametoxam contabilizou por cerca de 20 a 30% da dose aplicada. Como Tiametoxam é rapidamente absorvido e excretrado, a maioria do composto é excretado inalterado devido a sua exposição limitada às enzimas biotrnasformadoras. Em camundongos, cerca de 30 e 60% da dose é degradada. o maior caminho metabólico (CGA 322,704 e CGA 265,307) são essencialmenteos mesmo s em ambos ratos e camundongos.

Lambda-cialotrina:
Estudos efetuados com animais de laboratório possibilitam fornecer as seguintes informações sobre mecanismo de ação, absorção e excreção:
Absorção aprincipal rota de de absorção é pela via oral, sendo as demais vias secundárias. Após a administração oraldo produto, a sua absorção é da ordem de 50% da dose inicial.
Distribuição: Os produtos do mecanismo de distribuição oral foram distribuidos pela maioria dos tecidos dos animais testados, sendo que os maiores níveis de resíduos foram encontrados no tecido adiposo.
Ação: A maior parte do produto absorvido é rapidamente metabolizado em mamíferos através da hidrólise da ligação éster, oxidação e conjugação, e excretado pela urina, quase na sua totalidade após 48 horas. a principal rota de metabolismo é a hidrólise.
Excreção: A Lambda-cialotrina é rapidamente excretado pela urinaem forma de conjugados polares (metabólitos da clivagem éster e seus conjugados). A eliminação é precedida pela eficiente clivagem da ligação éster.
Quqndo o produto foi aplicado sobre a pele de coelhos, não forma observados achados hematológicos, química clinica e e histopatológicos que pudessem ser atribuídos à administração em doses repetidas do produto.

Sintomas e Sinais Clínicos:
Tiametoxam possui baixa toxicidade aguda. Intoxicações sérias somente seriam esperadas no caso de ingestão de grande quantidade (> 10 g/pessoa). Em estudos com animais, sintomas de intoxicação agudaindicaram efeito no sistema nervosocentral em altas doses ou foram não-específicos, mas sempre somente com curta duração. O mesmo pode ser esperado para humanos.

Lambda-cilotrina: Não há sintomas específicos indicativos de intoxicação por piretróides. Ingestão: Pode causar irritação gastrintestinal, náusea e vômito; resultando em pneumonite química, Inalação: Pode causar irritação do trato respiratório; Contato com a pele: Pode causar formigamento e dormência em áreas expostas (parestesia); Contato com os olhos Pode irritar os olhos.

Diagnóstico:
O diagnóstico pode ser efetuado com base na exposição comprovada, sintomas correspondentes a exclusãoracional de outras eventuais doenças.
Sintomas em caso de intoxicações leves a moderadospor piretróides podem incluir: parestesia anormal, pápulas ou dermatite de contato, e sintomas como dor de cabeça, náusea, falta de apetite, fadiga. Casos de intoxicações severas podem ser caracterizadas pelo agravo dos sintomas anteriores, distúrbios de consciência e contração muscular nos membros. Finalmente o diagnóstico só pode ser confirmado pela mensuração de piretróides ou sdeus metabólitos nos fluidos corpóreos.

Tratamento:
Cessar a exposição, remover a pessoa dop local de derrame ou outra forma de contaminação.
Ver item primeiros socorros acima.
Antídotos ou tratamento médico Não há antídoto espécífico. O tratamento deve ser sintomático em finção do quadro clínico.
No caso de contato com a pele/olhos: descontaminação.
No caso de ingestçao acidental: caso se considere que a quantidade do produto pe menor que a dose potencialmente tóxica, empregar medidas terapêuticasde suporte. Usar carvão ativado para decontaminação gastro-intestinal. Se a lavagem gástrica for considerada necessária, prevenir aspiração.
Tratamento de parestesia: tendo sido defendido que o uso de cremes contendo vitamina E ou óleos aliviam os sintomas de parestesia. No entanto não háevidênicas conclusivasde que estes tratamentos sejam efetivos. Na maioria das pessoas, os sintomas serão levesem casos e irão regredir espontaneamente, geralmente dentro de 24 horas.

Contr-indicações:
Não se conhece interações medicamentosas ou contra-indicações no tratamento de intoxicados com este produto.
A indução de vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite químca.

ATENÇÃO:
Ligue para o Disque -Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o saco e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informaçãoe Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 7044304

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide acima no item Toxicocinética

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:
AGUDOS:
DL50 aguda oral para ratos: 310 mg/kg (intervalo de 174 a 550 mg/kg). DL50 aguda dérmica para ratos: maior que 2000 mg/kg.
Irritação dérmica: não irritante.
Irritação ocular: irritante leve.
Toxicidade aguda inalatória: maior que 2,15 mg/L. Sensibilização dérmica (cobaias): não sensibilizante.

CRÔNICOS:

Tiametoxam: Em estudos realizados com animais de laboratório não foram registradas evidências de efeitos crônicos que representem risco si~lnificativo ao homem. A administração do ingrediente ativo na dieta de ratos por período de 2 anos não revelou alterações relevantes quanto a sinais clínicos, toxicidade ocular, hematologia e parâmetros de urina e peso de órgãos. Exames macroscópicos não revelaram alterações relacionadas ao tratamento. Não houve efeitos no nível de 500 ppm para ratos machos e 1000 ppm para fêmeas. O produto foi também testado em camundongos em várias doses, sendo que, não houve alteração na taxa de mortalidade e sobrevivência nos animais tratados, comparado ao controle. Os sinais clínicos observados nos animais foi "abdomen estendido" em machos em dose de 2500 ppm e em fêmeas na dose de 1250 ppm. A maior dose tolerada foi de 500 ppm na dieta. O Nível sem efeito observado para estudo crônico neste animal foi de 20 ppm, equivalente a 2,63 a 3,6 mg/kg de peso cospóreo para machos e fêmeas, respectivamente. Portanto nestas doses e abaixo delas não houve efeito nos animais testados.

Lambdacialotrina: estudos realizados com camundongos resultou em um nível sem êf' ~
20 ppm, para camundongos mantidos durante 104 semanas em dietas contendo várias concentrações do produto.
Quando o produto foi administrado na dieta de animais de laboratório, não se detectou efeitos no sistema nervoso, efeitos carcinogênicos ou mutagênicos nas avaliações crônicas. Foram notados aumento no ganho de peso corpóreo e aumento no peso do fígado durante os estudos de carcinogenicidade.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU DO MUNiCípIO:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis)

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE I).
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concementes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇOES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÀO CONTRA ACIDENTES:

Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver as embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇOES EM CASO DE ACIDENTES:

Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÀO DE CULTIVOS LTDA. ¬telefone de emergência: 08007044304.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado acima.
Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade de produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó quimico, ficando a favor vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÀO, TRANSPORTE E DESTINAÇÀO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÀO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo;

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRASNPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O arrnazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÀO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seeis) meses após o término do prazo de alidade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÀO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Titular do Registro ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÀO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÀO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÀO OU EM DESUSO:

Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇOES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:

(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis).

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de pragas pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos inseticidas e acaricidas:
Qualquer produto para controle de pragas da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponiveis e apropriados.