Bula Evidence 700 WG

acessos
Imidacloprid
6294
Bayer

Composição

Imidacloprido 700 g/kg Neonicotinóide

Classificação

Inseticida
IV - Pouco tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Sistêmico

Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cochonilha do abacaxi
(Dysmicoccus brevipes)
30 g p.c./100 L de água 30 a 50 mL de calda/planta - 1 aplicação por ano. 75 dias. 30 dias após o transplante
Cupim de montículo
(Syntermes molestus)
30 g p.c./100 L de água 30 a 50 mL de calda/planta - 1 aplicação por ano. 75 dias. 30 dias após o transplante
Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 g p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 40 dias. Logo após a emergência das plantas
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
200 g p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 40 dias. Logo após a emergência das plantas
Tripes
(Thrips palmi)
200 g.p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 40 dias. Logo após a emergência das plantas
Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 g.p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 40 dias. Logo após a emergência da planta
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
200 g.p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 40 dias. Logo após a emergência da planta
Tripes
(Thrips palmi)
200 g.p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 40 dias. Logo após a emergência da planta
Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 g.p.c./ha 600 a 1200 L de calda/ha - - 14 dias. Logo após o transplante
Pulgão da alface
(Dactynotus sonchi)
300 g.p.c./ha 600 a 1200 L de calda/ha - - 14 dias. Logo após o transplante
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
70 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - 30 dias. Controlar quando 7 de 10 plantas examinadas estiverem começando a se deformar e existirem pulgões vivos
Tripes
(Frankliniella schultzei)
100 g.p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - - 30 dias. Controlar quando 7 de 10 plantas examinadas estiverem começando a se deformar e existirem pulgões vivos
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
100 g.p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - - 30 dias. Logo após o aparecimento das pragas
Almeirão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 g.p.c./ha 600 a 1200 L de calda/ha - - 14 dias. Logo após o aparecimento das pragas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
360 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - - 21 dias. Logo após a emergência da cultura
Tripes
(Thrips palmi)
100 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - - 21 dias. Logo após o aparecimento das pragas
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
200 g.p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 7 dias. Logo após o transplante
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 g.p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 7 dias. Logo após o transplante
Pulgão verde
(Myzus persicae)
200 g.p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 7 dias. Logo após o transplante
Tripes
(Thrips palmi)
200 g.p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 7 dias. Logo após o transplante
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 g.p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 82 dias. Logo após o transplante
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
200 g.p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 82 dias. Logo após o transplante
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cupim
(Heterotermes tenuis)
400 g.p.c./ha - - - Não determinado. Toletes no sulco de plantio
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
100 g.p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - - 21 dias. Logo após o aparecimento das pragas
Chicória Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 g.p.c./ha 600 a 1200 L de calda/ha - - 14 dias. Logo após o aparecimento das pragas
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha
(Oncometopia facialis)
5 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - - 21 dias. Logo após o aparecimento das pragas
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
10 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - - 21 dias Logo após o aparecimento das pragas
Cochonilha cabeça de prego
(Chrysomphalus ficus)
10 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - - 21 dias. 4 a 10 dias antes do transplante para o local definitivo
Cochonilha escama farinha
(Pinnaspis aspidistrae)
10 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - - 21 dias. Logo após o aparecimento das pragas
Cochonilha pardinha
(Selenaspidus articulatus)
10 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - - 21 dias. Logo após o aparecimento das pragas
Cochonilha verde
(Coccus viridis)
10 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - - 21 dias. Logo após o aparecimento das pragas
Minadora da folhas
(Phyllocnistis citrella)
5 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - - 21 dias. 50 % das plantas estiverem brotando
Psilideo
(Diaphorina citri)
0,5 a 1 g/muda 10 a 20 mL de calda/muda - - 21 dias. 4 a 10 dias antes do transplante para local definitivo
Pulgão preto dos citros
(Toxoptera citricida)
5 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - - 21 dias. Logo após o aparecimento das pragas
Pulgão preto dos citros
(Toxoptera citricida)
0,5 a 1 g/muda 10 a 20 mL de calda/muda - - 21 dias. Logo após o aparecimento das pragas
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 g.p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 14 dias. Logo após o transplante
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
200 g.p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 14 dias. Logo após o transplante
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 g.p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 82 dias. Logo após o transplante
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
200 g.p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 82 dias. Logo após o transplante
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
360 g.p.c./ha 600 a 1200 L de calda/ha - Reaplicar a cada 20 dias. UNA Logo após o aparecimento da praga
Tripes
(Thrips palmi)
100 g.p.c./ha 600 a 1200 L de calda/ha - Reaplicar a cada 20 dias. UNA Logo após o aparecimento da praga
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cupim de montículo
(Syntermes molestus)
500 g p.c./100 L de água 25 mL de calda/planta - Reaplicar se necessário. UNA Antes ou após o plantio
Cupim do chifre
(Cornitermes bequaerti)
500 a 750 g p.c./100 L de água 25 mL de calda/planta - - UNA Antes ou após o plantio
Vespa-da-galha
(Leptocybe invasa)
150 a 750 g p.c./100 L de água 25 mL de calda/planta - Reaplicar se necessário. UNA Antes ou após o plantio
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
150 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - 21 dias. Logo após o aparecimento das pragas
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
250 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - 21 dias. Logo após o aparecimento das pragas
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
150 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - 21 dias. Logo após o aparecimento das pragas
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do fumo
(Faustinus cubae)
360 g.p.c./ha 180 a 240 L de calda/ha - - UNA Logo após o transplante
Pulgão verde
(Myzus persicae)
360 g.p.c./ha 180 a 240 L de calda/ha - - UNA Logo após o transplante
Gérbera Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
30 g p.c./100 L de água 600 a 1200 L de calda/ha - Reaplicar a cada 20 dias. UNA Logo após o aparecimento das pragas
Jiló Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 g.p.c./ha 10 a 15 mL calda / planta - - 7 dias. Logo após o transplante
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
200 g.p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 7 dias. Logo após o transplante
Pulgão verde
(Myzus persicae)
200 g.p.c./ha 10 a 15 mL calda / planta - - 7 dias. Logo após o transplante
Tripes
(Thrips palmi)
200 g.p.c./ha 10 a 15 mL calda / planta - - 7 dias. Logo após o transplante
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 g.p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 40 dias. Logo após a emergência da planta
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
200 g.p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 40 dias. Logo após a emergência da planta
Tripes
(Thrips palmi)
200 g.p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 40 dias. Logo apoós a emergência da planta
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 g.p.c./ha 10 a 15 mL calda / planta - - 14 dias. Logo após o transplante
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
200 g.p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 14 dias. Logo após o transplante
Tripes
(Thrips palmi)
200 g.p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 14 dias. Logo após o transplante
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 g.p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 40 dias. Logo após o transplante
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
200 g.p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 40 dias. Logo após o transplante
Tripes
(Thrips palmi)
200 g.p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 40 dias. Logo após o transplante
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
200 g.p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 7 dias. Logo após o transplante
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 g.p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 7 dias. Logo após o transplante
Pulgão verde
(Myzus persicae)
200 g.p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 7 dias. Logo após o transplante
Tripes
(Thrips palmi)
200 g.p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 7 dias. Logo após o transplante
Pinus Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão do pinus
(Cinara atlantica)
37,5 a 75 g p.c./100 L de água 25 mL de calda/planta - - UNA. Após o plantio
Pulgão do pinus
(Cinara atlantica)
37,5 a 75 g p.c./100 L de água 25 mL de calda/planta - - UNA. Após o plantio
Poinsétia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
30 g p.c./100 L de água - - 20 dias. UNA Logo após o aparecimento das pragas
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 g p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 50 dias. Após o transplante com jato dirigido
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
200 g.p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 50 dias. Após o transplante
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
200 g.p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 7 dias. Logo após o transplante
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 g.p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 7 dias. Logo após o transplante
Pulgão verde
(Myzus persicae)
200 g.p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 7 dias. Logo após o transplante
Tripes
(Thrips palmi)
200 g.p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 7 dias. Logo após o transplante

Sache plástico 0,015 e 0,030 kg.
Saco - Polietileno, polipropileno, PET, alumínio, papel, fibra de papelão: 0,020; 0,025; 0,05; 0,10; 0,15; 0,20; 0,25; 0,5; 1; 2; 3; 4; 5; 6; 7; 8; 9; 10; 15; 20; 25; 50 e 100 kg
Frasco - Polietileno: 0,25; 0,5; 1; 2; 5 e 10 kg
Bombona - Polietileno: 3; 4; 5; 6; 7; 8; 9; 10 e 15 kg
Barrica - Papelão: ; 4; 5; 6; 7; 8; 9; 10 e 15 kg
Tambor - Plástico, fibra, papel, metal: 20; 25; 50; 10; 150; 200; 300; 400 e 500 kg
Big Bag - Plástico, fibra, tecido de rafia: 300; 400; 500; 600; 700; 800; 900 e 1000 kg

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Na cultura de fumo, no tratamento de canteiro, são feitas duas aplicações: a primeira logo após a semeadura e a segunda, 45 dias após.

Em algodão, iniciar o controle quando, em 7 das 10 plantas examinadas, as folhas estiverem começando a se deformar e existirem pulgões vivos. É importante o controle até 50 - 60 dias após a emergência das plantas.

Nas aplicações em jato dirigido no colo das plantas nas culturas de alface, berinjela, brócolis, couve, couve-flor, fumo, jiló, pimentão, pepino, repolho e tomate, e também para as aplicações via irrigação por gotejo nas culturas de melão e tomate, a aplicação deve ser feita logo após o transplante, e em abóbora, abobrinha, melancia, melão e pepino, logo após a emergência da planta.

Nos usos em bandejas ainda no viveiro de mudas, nas culturas de alface, couve-flor, melão, pimentão e tomate, aplicar a emergência das plantas de 24 horas antes do transplante definitivo no campo.

Nas pulverizações foliares em alface, alho, almeirão, batata (tripes), cebola, citros (pulgão, cochonilhas e cigarrinha), chicória e feijão, aplicar logo após o aparecimento das pragas.

Em batata, para controle de pulgão, a aplicação é feita sobre a linha de plantio logo após a emergência da cultura.

Na cultura do citros, as aplicações em jato dirigido no colo das plantas do viveiro devem ser feitas entre 4 a 10 dias antes do transplante para o local definitivo.
Para a minadora-da-folha do citros, deve-se proteger a brotação logo no início. A aplicação deve ser iniciada quando 50% das plantas estiverem brotando e dirigido às lagartas do 1º e 2º instar.

Em crisântemo, Euphorbia e gérbera aplicar logo após o aparecimento das pragas e repetir a aplicação a cada 20 dias.

Em cana-de-açúcar a aplicação é feita sobre os toletes colocados no sulco de plantio.

Em abacaxi a aplicação é feita cerca de 30 dias após o transplante. Aplicar no início da estação chuvosa, sendo uma aplicação por ano suficiente para o controle da praga.

Em pinus, aplicação no viveiro, através de imersão ou rega das bandejas de mudas, ou tratamento no campo, através de imersão das mudas antes do plantio ou rega das mudas após plantio.

Em eucalipto, aplicação através de imersão das mudas antes do plantio ou rega das mudas após o plantio para controle de cupins. Para controle da vespa-das galhas fazer aplicação via rega ou imersão das mudas. Utilizar a menor dose para controles preventivos e doses maiores para controle curativo. Reaplicar se necessário.

MODO DE APLICAÇÃO:
Na cultura do fumo o produto deverá ser diluído em água e aplicado nas seguintes formas:

Canteiro - dilui-se a dose recomendada em 40 L de água e fazem-se aplicações na forma de rega.

Lavoura: coloca-se 1 saquinho (30 g) em um pulverizador costal, faz-se uma única aplicação logo após o transplante com jato dirigido planta a planta (esguicho) de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo. Recomenda-se de 10 - 15 ml de calda/planta gastando-se 180 a 240 L calda/ha, o que corresponde a 12 cargas de 15 ou 20 L do pulverizador costal, respectivamente.

Em abacaxi, cerca de 30 dias após o transplante, o produto adicionado de espalhante adesivo é aplicado no colo da planta, utilizando-se 30 a 50 ml de calda por planta.

Em alface, almeirão, chicória, crisântemo, Euphorbia e gérbera, o produto é aplicado na forma de pulverização utilizando 600 a 1200 L de calda/ha.

Nas culturas de algodão, batata, cebola e feijão empregam-se pulverizadores de barra com bicos cônicos, utilizando-se 400 - 500 L de calda para cebola, 500 - 1000 L para batata e 200 - 300 L para algodão e feijão.

Na cultura de alho recomenda-se adicionar espalhante adesivo e a aplicação é feita com pulverizadores de barras equipadas com bicos cônicos utilizando-se 400 - 500 L de calda/ha.

Na cultura de citros, para as aplicações foliares, recomenda-se o emprego de turboatomizadores, e uso de adjuvantes, óleo mineral ou óleo metilado de soja e 2000 L de calda/ha. Para as aplicações no viveiro, em forma de esguicho no colo das mudas (no saquinho), diluir o produto em água, gastando de 10 a 20 ml de calda por muda.

Nas culturas de alface, brócolis, couve, couve-flor, berinjela, jiló, pimentão, repolho e tomate a aplicação é feita logo após o transplante com jato dirigido planta a planta, utilizando-se 10 - 15 ml de calda por planta, de forma a atingir o caule e escorrer para o chão.

Em abóbora, abobrinha, melancia, melão e pepino, realiza-se a aplicação (esguicho) logo após a emergência das plantas, empregando-se também 10 - 15 ml de calda/planta.

Em cana-de-açúcar a aplicação é feita sobre os toletes colocados no sulco de plantio.

Na cultura de pinus, o produto deverá ser diluído em água e aplicado nas seguintes formas:

Viveiro:
- proceder a imersão das bandejas com as mudas durante um período de 30 segundos. Em seguida, retirá-las e deixar escorrer o excesso de calda por um período de 2 minutos. Aguardar secagem das bandejas antes de efetuar o plantio das mudas; ou,

- através de rega das bandejas contendo as mudas, aplicando-se 1 litro de calda inseticida por m² de bandeja, utilizando-se um regador comum.

Campo:
- antes do plantio, proceder a imersão das bandejas com as mudas durante um período de 30 segundos. Em seguida, retirá-las e deixar escorrer o excesso de calda por um período de 2 minutos. Aguardar secagem das bandejas antes de efetuar o plantio das mudas; ou,

- aplicação após o plantio de 25 ml de calda na base de cada planta, com a utilização de pulverizador costal.

Na cultura do eucalipto, o produto deverá ser diluído em água e aplicado das seguintes formas:

- antes do plantio, proceder a imersão das bandejas com as mudas durante um período de 30 segundos. Em seguida, retirá-las e deixar escorrer o excesso de calda por um período de 2 minutos. Aguardar secagem das bandejas antes de efetuar o plantio das mudas; ou;

- aplicação após o plantio de 25 ml de calda na base de cada planta, com a utilização de pulverizador costal.

(*) No controle de cupins, dilui-se o produto em água na proporção de 30 g/100 L de água. Faz-se uma perfuração no topo do ninho até atingir o núcleo com uma barra de aço (varão) de 25 mm de diâmetro e coloca-se um litro da calda preparada.

Aplicações Especiais:

Aplicação sobre as bandejas de mudas: Para as culturas de alface, couve-flor, melão, pimentão e tomate o produto também pode ser aplicado diretamente sobre as bandejas de mudas com o auxílio de um pulverizador costal manual dotado de bico de jato plano (leque) com um consumo de 250 ml de calda inseticida para cada bandeja de 200 alvéolos. Logo após a aplicação recomenda-se repetir a aplicação da mesma forma com o mesmo volume de água para que seja feito o arraste do produto das folhas e ramos para o substrato, facilitando a absorção radicular.
O cálculo da quantidade de produto a ser aplicada em cada bandeja deverá ser feito previamente e proporcional ao número de plantas a ser transplantada por hectare dependendo da cultura e espaçamento adotado. Visando um melhor e mais rápido aproveitamento do produto aplicado é aconselhável a interrupção do fornecimento de água às mudas 24 horas antes da aplicação do produto.

Junto à irrigação por gotejo: Para as culturas de tomate e melão, o produto pode ser aplicado diluído na água de irrigação, respeitando-se a dose de produto recomendada por hectare.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Abacaxi...................................................................................................................................................... 75 dias
Alface, almeirão, chicória, melão e couve.................................................................................................. 14 dias
Algodão e alho........................................................................................................................................... 30 dias
Batata, cebola, citros e feijão..................................................................................................................... 21 dias
Berinjela, jiló, pimentão e tomate............................................................................................................... 07 dias
Cana-de-Açúcar......................................................................................................................................... *
Couve-flor, brócolis e repolho..................................................................................................................... 82 dias
Crisântemo, eucalipto, euphorbia (poinsétia), gérbera, pinus e fumo......................................................... UNA
Melão, pepino, melancia, abóbora e abobrinha ......................................................................................... 40 dias

UNA - Uso não alimentar.
* Não determinado devido à modalidade de aplicação: tratamento do sulco de plantio.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período utilize os EPI’s recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Não há outra limitação além de seguir criteriosamente as instruções de uso do produto.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTO E TRATAMENTO:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES

PRECAUÇÕES GERAIS:

- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.


PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:

- Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.

- Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.

- Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.

- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar derrames.

- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, protetor ocular ou viseira facial, máscara descartável para vapores orgânicos cobrindo nariz e boca e luvas/botas de borracha).

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

- Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação.

- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.

- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança.

- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, touca árabe, protetor ocular ou viseira facial, máscara descartável para vapores orgânicos cobrindo nariz e boca e luvas/botas de borracha).

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

- Não reutilize a embalagem vazia.

- Evite o máximo possível, o contato com a área aplicada com o produto até o término do intervalo de reentrada.

- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.

- Tome banho, troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.

- Ao lavar as roupas utilizadas/contaminadas , utilize luvas e avental impermeável.

- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas e luvas/botas de borracha).


PRIMEIROS SOCORROS:

Ingestão: Não provoque vômito. Beba 1 a 2 copos de água com 10 g ou mais de carvão medicinal e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.

Olhos: Lave com água em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.

Pele: Lave com água e sabão em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.

Inalação: Procure local arejado. Vá ao médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.


TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA/ANTÍDOTO:

Não específico - Tratamento sintomático conforme as ocorrências clínicas surgirem e segundo sua gravidade.








MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Não existem informações específicas para seres humanos. Em ratos, o produto tem ação reversível sobre o sistema nervoso, observando-se efeitos sobre sistema respiratório e muscular. É rapidamente absorvido pelo trato gastro intestinal, porém pouco via dérmica e via inalatória, não apresentando lesões dérmicas e nem nas vias respiratórias.
O produto é rápida e uniformemente distribuído nos órgãos e tecidos. As concentrações mais elevadas foram observadas nos órgãos de eliminação: fígado e rins.

A biotransformação ocorre principalmente em duas vias. A primeira através da oxidação da molécula, formando o ácido 6-cloronicotínico, que reage posteriormente com glicina para formar o conjugado ácido hipúrico e, a segunda, pela hidroxilação do anel imidazolidina na posição 4 ou 5.

O produto é eliminado rapidamente e de forma completa dentro de 48 horas após a aplicação, tendo como principal via de excreção a urina.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:

Agudos: em ratos, via oral, em altas doses, os efeitos do produto se manifestam de 30 a 60 minutos após a aplicação desaparecendo completamente após 2 dias. Via dérmica e inalatória, os estudos demonstram que o produto não ocasiona lesões/irritação local ou sistêmica, também não apresentou irritação dermal ou a olhos de coelhos e não é sensibilizante dérmico à pele de cobaias.

Crônicos: nos estudos realizados com ratos em laboratório durante 2 anos, observou-se na dose máxima testada (900 ppm) um retardamento no ganho de peso nos animais. O estudo também mostrou que, com relação a observação de partículas mineralizadas no colóide de folículos da tiróide, os ratos machos se mostraram mais sensíveis que as fêmeas.

Com relação aos demais parâmetros requeridos neste tipo de estudo não foram observados nenhumas anormalidades ou efeitos significativos.
As doses sem efeito, foram, respectivamente, 300 ppm para ratos fêmeas e 100 ppm para ratos machos.

SINTOMAS DE ALARME:

Em ratos, sob altas doses, foram observados distúrbios respiratórios, passos cambaleantes, tremor e cãibras.

TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:

Da empresa - ligações gratuitas: (0xx21) 2761-4023
Centro de Informações Toxicológicas: 0800.410148 (PR)

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é:
q Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
q Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
n PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
q Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para aves.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo afetar outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.


INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.


INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Bayer CropScience Ltda. - telefone de emergência: 0800 243334.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).

- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

. Piso pavimentado - recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.

. Solo - retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha este material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

. Corpos d'água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2, OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.


PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.


- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado neste prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.


- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.


EMBALAGEM SECUNDÁRIA (CAIXA DE TRANSPORTE - NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.


- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.


- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.


- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.


- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.


RESTRIÇÕES ESTADUAIS, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAIS:

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
- Incluir outros métodos de controle de insetos (ex: controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Intergrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver algum tipo de mecanismo de resistência.
Implementando as seguintes estratégias de Manejo de Resistência a Inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de insetos da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo / bula.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.