Bula Fegatex

acessos
Cloreto de Benzalcônio
3001
Prtrade

Composição

Cloreto de Benzalcônio 100 g/L Amônio quaternário

Classificação

Bactericida, Fungicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Contato
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão-mole
(Pectobacterium subs. carotovorum)
200 a 280 mL p.c./100L água 600 a 800 L de calda/ha - Máximo 3 pulvarizações. Em tratamento preventio, iniciar imediatamente antes da amontoa. Utilizar o menor intervalo para alta incidência da doença. Pulverização na lavoura, com boa cobertura e distribuição uniforme. 7 dias. Nos primeiros sintomas da doença, repetir a cada 7 a 10 dias. Adicionar espalhante adesivo
Podridão-mole
(Pectobacterium subs. carotovorum)
400 mL p.c./100L água 600 a 800 L de calda/ha - - 7 dias. Antes da semeadura. Adicionar espalhante adesivo
Podridão-mole
(Pectobacterium subs. carotovorum)
200 a 280 ml/100 L de água + espalhante 600 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Em tratamento preventivo, iniciar imediatamente antes da amontoa e repetir cerca de mais 3 pulverizações com intervalo de 7 a 10 dias. Aplicar nos primeiros sintomas da doença e repetir cerca de mais 3 pulverizações com intervalo de 7 - 10 dias
Podridão-mole
(Pectobacterium subs. carotovorum)
400 ml/100 L de água + espalhante 600 a 800 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar antes da semeadura
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Aspergilose
(Aspergillus ochraceus)
400 mL p.c./L de água 350 L de calda/ha - - 14 dias. Aplicar o produto em toda área antes do café ser espalhado. Produto comercial em 20 L de água
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
300 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - - 14 dias. Aplicar no início da infestação ou re-infestação logo nos primeiros sintomas da doença
Fungo de armazenamento
(Penicillium spp)
400 mL p.c./L de água 350 L de calda/ha - - 14 dias. Aplicar o produto em toda área antes do café ser espalhado. Produto comercial em 20 L de água
Mofo preto
(Aspergillus niger)
400 mL p.c./L de água 350 L de calda/ha - - 14 dias. Aplicar o produto em toda área antes do café ser espalhado. Produto comercial em 20 L de água
Murcha de fusarium
(Fusarium spp.)
330 mL p.c./100L água 250 a 400 L de calda/ha - 30 dias. 14 dias. Quando o fruto atingir a fase verde cana e iniciar a maturação
Podridão das sementes
(Aspergillus flavus)
400 mL p.c./L de água 350 L de calda/ha - - 14 dias. Aplicar o produto em toda área antes do café ser espalhado. Produto comercial em 20 L de água
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão-mole
(Pectobacterium subs. carotovorum)
1,1 L/ha + espalhante adesivo 400 L de calda/ha - Realizar até seis pulverizações durante o ciclo da cultura com intervalo de 20 dias. 7 dias. Aplicar em tratamento preventivo, a partir de 30 dias após a semeadura e repetir a cada 20 dias
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Canela-preta
(Pectobacterium carotovorum subsp. carotovorum)
130 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - - 3 dias. Tratamento preventivo. Adicionar espalhante adesivo
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
130 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - - 3 dias. Tratamento preventivo. Adicionar espalhante adesivo
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cancro citrico
(Xanthomonas axonopodis pv. citri)
25 a 50 mL p.c./100L água - - - 3 dias. O produto é indicado para o uso em pós-colheita, por meio da imersão dos frutos por 2 minutos em calda preventivamente preparada ou pulverização
Cancro citrico
(Xanthomonas axonopodis pv. citri)
25 a 100 mL p.c./100L água - - - 3 dias. A aplicação pode ser feita por pulverização ou dependendo do material por imersão. É indicado como desinfestante aplicado sobre veículos de transporte, maquinário agrícola e instrumentos utilizados na colheita e transporte. 25 ml/100 L de água para superfícies não porosas (metais, plástico, etc...). 50 ml/ 100 L de água para superfícies porosas ( madeira). 100 ml/100 L de água para superfícies mais porosas (tecido)
Mancha preta
(Guignardia citricarpa)
100 mL p.c./100L água 1500 a 2000 L de calda/ha - 30 dias. 3 dias. Aplicações preventivas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
2 L p.c./ha 600 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 5 dias. Iniciar o tratamento no início dos primeiros sintomas da doença. Adicionar espalhante adesivo
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum spp)
200 a 300 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Aplicações preventivas
Fungo de Armazenamento
(Penicillium sp)
200 a 300 mL p.c./100L água - - - 3 dias. Aplicações preventivas
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
250 a 300 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 3 dias. Aplicações preventivas
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Streptopodium caricae)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 3 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações assim que aparecerem os primeiros sintomas
Maracujá Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha bacteriana oleosa
(Xanthomonas campestris pv. passiflorae)
1,5 a 2 L/ha + espalhante adesivo 300 L de calda/ha - Realizar até três aplicações com intervalo de 7 dias. - Iniciar as aplicações logo após o surgimento dos primeiros sintomas e repetir com intervalos de 7 dias
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha aquosa
(Acidovorax avenae ssp citrulli)
1,5 a 2 L/ha + espalhante adesivo 600 L de calda/ha - Realizar até três aplicações com intervalo de 5 - 7 dias. - Iniciar as aplicações preventivamente a partir do florescimento e repetir com intervalos de 5 a 7 dias
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha aquosa
(Acidovorax avenae ssp citrulli)
1,5 a 2 L/ha + espalhante adesivo 600 L de calda/ha - Realizar até três aplicações com intervalo de 5 - 7 dias. - Iniciar as aplicações preventivamente a partir do florescimento e repetir com intervalos de 5 a 7 dias
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha Branca do Milho
(Pantoea ananatis)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 25 dias. 3 dias. Iniciar o tratamento aos 40 a 60 dias após o plantio
Mancha de Phyllosticta
(Phyllosticta maydis)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 25 dias. 3 dias. Iniciar o tratamento aos 40 a 60 dias após o plantio
Queima das glumelas
(Phoma sorghina)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 25 dias. 3 dias. Iniciar o tratamento aos 40 a 60 dias após o plantio
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha foliar
(Mycosphaerella fragariae)
200 a 250 mL p.c./100L água 650 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente a partir do pré-florescimento e repetir com intervalos de 4 dias. em situação de alta pressão da doença e condições climáticas favoráveis, utilizar a maior dose recomendada
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Crestamento bacteriano
(Pseudomonas syringae pv. glycinea)
0,2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 14 dias. 5 dias. Iniciar as aplicações logo após o aparecimento dos primeiros sintomas
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
1,2 a 2 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha - 10 dias. 5 dias. Iniciar a primeira aplicação no início do florescimento
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha-bacteriana
(Xanthomonas vesicatoria)
250 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar a primeira aplicação no início do florescimento
Septoriose
(Septoria lycopersici)
250 mL p.c./100L água - - 7 dias. 7 dias. Iniciar a primeira aplicação no início do florescimento

Frasco plástico de polietileno: 1 L. Bombonas plásticas de polietileno: 5, 20, 25, 50, 60, 100 e 200 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

O Fegatex é indicado para o batata, café, cenoura, feijão e tomate.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO/ MODO DE APLICAÇÃO:

CAFÉ:
Pré-colheita:
-Hemilea vastatrix (ferrugem-do-cafeeiro): Aplicar no início da infecção ou re-infecção logo nos primeiros sintomas da doença e repetir em intervalos de 30 dias. Recomendado para uso em programa nos meses de dezembro e janeiro. O produto é eficiente apenas na fase inicial da ocorrência da Ferrugem-do-cafeeira e, portanto deve ser usado dentro de um programa de controle fitossanitário integrado. Não aplicar o produto nos meses de março e abril para o controle de ferrugem.
Pulverizar na lavoura, com boa cobertura e distribuição uniforme: 300 ml/100 L de água + espalhante adesivo 400 L calda/ha (1,20 L produto/ha) (120g i.a.1 ha). Produto de contato. No consumo considerar idade, variedade, adensamento e equipamento utilizado.

-Fusarium spp (Fusariose): 1ª aplicação - quando o fruto atingir a fase verde cana e iniciar a maturação, isto é, antes de 5% dos frutos da metade superior da planta atingirem a fase cereja. Repetir a aplicação a 30 dias, atingindo o fruto na fase cereja. Repetir a aplicação se surgirem floradas com intervalo superiores a 30 dias, uma das outras.
pulverizar na lavoura, com boa cobertura e distribuição uniforme: 330 ml/100 L de água (1:300) + espalhante adesivo; 250 a 400 L calda/ha (0,83 a 1 ,33 L produto/ha) (83 a 133 g i.a.1 ha). No consumo considerar idade, variedade, adensamento e equipamento utilizado.

Pós-colheita:

-Aspergillus flavus, Aspergillus ocraceus, Aspergillus niger, Fusarium spp., Penicillium spp. (fungos-de-qualidade): Fazer a assepsia de toda a área do terreiro, aplicando a calda por pulverização antes do café ser espalhado no terreiro. Repetir antes deste apresentar o início de branqueamento. Aplicar a calda por pulverização em todas as plantas do lavador diariamente e no secador semanalmente. Na tulha, antes de colocar o café.
Pulverização do terreiro, lavador, secador e tulha: 400 ml 20 L de água (1:50). Cobrir toda a superfície do terreiro, lavador, secador e tulha; 3,50 L calda/100 m² (70 ml produto ou 7 g i.a. 1100 m²).
Dosar no lavador de água retida. Ajustar a dose a cada adição de água. Adicionar no lavador de água retida: 100 ml/100 L (1:1000) de água do lavador. Trocar a água diariamente.
No caso de lavador de água corrente, realizar pulverização diretamente sobre o café, espalhando em camadas finas no próprio terreiro. Adotar este procedimento também no caso de café chuvado. Pulverizar no café no terreiro: 100 ml/20 L de água (1:200). Sobre o café no terreiro 6 L calda/100 m² (30 ml produto ou 3 g i.a. 1100 m²).

BATATA:
-Antes da semeadura, fazer pulverização da batata semente com boa cobertura (400 ml / 100 L de água). (40 g i.a. / 100 L água).
-Em tratamento preventivo, iniciar imediatamente antes da amontoa e repetir cerca de mais 3 pulverizações com intervalo de 7 a 10 dias.
-Nos primeiros sintomas da doença e repetir cerca de mais 3 pulverizações com intervalo de 7 a 10 dias. Utilizar o menor intervalo para alta incidência da doença. Pulverizar na lavoura, com boa cobertura e distribuição uniforme (200 a 280 ml / 100 L de água + espalhante adesivo). Utilizar 600 a 800 L calda / ha (1,20 a 2,24 L produto / ha) (120 a 224 g i.a. / ha). No consumo considerar incidência da doença, desenvolvimento da cultura e equipamento utilizado.

CENOURA:
- Erwinia carotovora subsp. Carotovora (Podridão-mole): Aplicar no pós-colheita, ao final da lavagem. Após a aplicação, secar à sombra antes de embalar. Modo de aplicação: imersão (130 ml / 100 L de água) (13 g i.a. / 100 L água).

- Alternaria dauci (Mancha-de-alternaria): aplicar preventivamente iniciando após 7 dias da emergência, repetindo cerca de 4 a 5 aplicações com intervalo de 7 dias. Pulverizar na lavoura, com boa cobertura e distribuição uniforme (130 ml / 100 L de água + espalhante adesivo). Utilizar 400 L calda / ha (0,52 L produto / ha)(52 g i.a. / ha).

FEIJÃO:
Sclerotinia sclerotiorum (Mofo-Branco): Iniciar o tratamento no início dos primeiros sintomas e repetir a pulverização com intervalos de 7 a 15 dias se necessário. Diluições e doses: 2000 mL/ha em 600 800j L de calda/ha + espalhante adesivo. Densidade de gotas: mínimo de 50 a 70 gotas/cm², com 250 micras com bicos cônicos ou leque duplo.

TOMATE:
Nos primeiros sintomas da doença e repetir cerca de 5 a 7 pulverizações com intervalo de 5 a 7 dias. Utilizar o menor intervalo para alta incidência da doença.
Pulverizar na lavoura, com boa cobertura e distribuição uniforme (250 ml / 100 L de água
+ espalhante adesivo). Utilizar 1000 L calda / ha (2,50 L produto / ha) (250 g i.a./ha).

INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
O produto deve ser aplicado por pulverização com equipamento terrestre. Utilizar pulverizadores costais (manual, pressurizado ou motorizado) ou tratorizados com barra ou turbo atomizadores.

Recomenda-se bicos adequados a cada equipamento, densidade mínima de 60 gotas por cm² com tamanho médio de 120 micras, deslocamento e pressão constantes, para se obter boa cobertura e distribuir uniformemente a calda sobre a planta e frutos.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Café: 14 dias; Batata e tomate: 07 dias; Cenoura: 03 dias; Feijão: 5 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Manter afastadas das áreas de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas. A reentrada das pessoas na cultura tratada poderá ocorrer após o completo secamento do produto sobre as plantas. Caso seja necessária a reentrada antes do completo secamento do produto sobre as plantas, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI).

LIMITAÇÕES DE USO:
-O produto aplicado para a ferrugem fora da época recomendada reduzirá a quantidade de inóculos, porém isoladamente não apresentará residual que garanta o sucesso do tratamento.
-O produto é eficiente apenas na fase inicial da ocorrência da Ferrugem-do-cafeeiro e, portanto deve ser usado dentro de um programa de controle fitossanitário integrado.
-O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, nas dosagens recomendadas.
-Evite aplicações próximas a culturas sensíveis em condições que possam ocorrer deriva.
-Não aplicar com ventos superiores a 10 km/h. Não aplicar nas horas quentes do dia (temperaturas superiores a 27 °C).
-Evite aplicações quando a umidade relativa do ar estiver baixa (menor que 60%).

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Não fume, beba ou coma durante a aplicação do produto;
Não permita que crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto.
Verifique a direção do vento e aplique de forma a evitar o contato do aplicador com o produto, dependendo do equipamento de aplicação.
Não aplique o produto nas horas mais quente do dia
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Evitar entrar nas áreas tratadas até o término do intervalo de reentrada estabelecida para o produto
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminaçãi
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca rabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.

Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PROCURE LOGO UM SERViÇO MÉDICO DE EMERGÊNCIA, levando a embalagem, rótulo, bula e/ou o receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, NÃO PROVOQUE VÓMITO. Caso o vômito ocorre naturalmente deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato retire imediatamente a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (respirado), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por exemplo.
Informações para tratamento médico
Grupo Químico :Amônio quaternário
Classe Toxicológica III - Medianamente Tóxico
Vias de absorção: Oral, dermal e inalatória
Sintomas e sinais clínicos - Em contato com olhos poderá causar vermelhidão (irritação ocular).
- Sobre a pele pode causar irritação (edema ou eritema).
- Em caso de ingestão pode causar queimaduras corrosivas da boca, faringe e esôfago,
diarréia e dor abdominal.
- Os sintomas podem incluir vômito, diarréia, dermatite, edema pulmonar, hipotensão, acidose metabólica, depressão do sistema nervoso central que pode progredir para o coma, ataques apopléticos, paralisia de músculo respiratória, asma profissional e hipoxemia.
Mecanismos de Ação, Absorção Excreção: Pouco absorvido através da pele, mucosas íntegras e via oral. Se absorvido, após doses e elevadas (150 mg/kg ou o equivalente a 105 ml do produto por adulto de 70 kg), atinge a circulação e é metabolizado no fígado pelo sistema microssomal hepático, através da N- dealquilação primária, sendo transformado em metabólitos inativos (trimetilamina, dimetilamina e metilamina) que são eliminados pelas fezes e em menor quantidade pela urina. A porção não biotransformada pelo fígado é eliminada através das fezes e secreção tubular renal. Não há relatos de acúmulo do produto em tecidos orgânicos. A administração concomitante de salicilatos inibe de forma não competitiva a excreção renal dos compostos de amônio quaternário. A vida média do cloreto de benzalcônio em ratos é de 30 a 60 minutos.
Diagnóstico:O diagnóstico é estabelecido pela confirmação de exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. Em casos severos hemograma completo e eletrólitos.
ANTIDOTO - Não existe antídoto específico. Aplicar tratamento sintomático. As medidas devem evitar a absorção do produto, inibir sua ação e facilitar sua excreção. Se ingerido, a lavagem gástrica pode ser indicada. Não provoque vômito. As medidas abaixo relacionadas devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontam inação. Descontaminação: Visa limitar a absorção e os efeitos locais.
1.Remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado
2.Se houver exposição ocular,irrigar abundantemente com Soro Fisiológico ou água, por no
mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
Em caso de ingestão recente (geralmente dentro de uma hora), proceder à lavagem gástrica com um cateter de calibre pequeno e flexível, avalie o risco adicional de lesão da mucosa.
Em caso de hipotensão infunda 10 a 20 mUkg fluido isotônico. Se a hipotensão persiste, administre dopamina (5 a 20 mcg/kg/min) ou norepinefrina (em ADULTO: comece infusão com 0,5 a 1 mcg/min; em CRIANÇA: comece infusão com 0,1 mcglkg/min).
Em caso de inalação, remova o paciente para uma área ventilada e fresca, monitore para angústia respiratória. Em caso de tosse ou dificuldade respiratória avalie quanto à irritação das vias respiratória, bronquites, ou pneumonitis. Administre oxigênio e ajude na ventilação conforme necessário. Trate o broncoespasmo com inalação de agonista beta2 e corticosteróide oral ou parenteral.
No caso de dano pulmonar agudo, mantenha ventilação e oxigenação, monitore a gasometria arterial e oximetria de pulso. Pode ser necessária ventilação mecânica.
Atenção: As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de Emergência PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS
DISQUE INTOXICAÇAO: 0800 7226001
Rede Nacional de Centro de Informações e Assistência Toxicológica RENACIAT/ANVISAlMS
Telefone de Emergência da Empresa: (11) 3815-6333 (ligue a cobrar)

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é: Perigoso Ao Meio Ambiente (Classe III).
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas -ABNT. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa PR TRADE Tecnologia e Indústria Química e Farmacêutica Ltda. - Telefone de Emergência: PRTrade Tecnologia (11) 3815-6333; CEATOX 0800-148110 / (11) 3088-9431 / 3069-8571.

Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão de impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUíMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -Equipamentos de Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto.

TRÍPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até % do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO:

AO UTILIZAR PULVERIZADORES DOTADOS DE EQUIPAMENTOS DE LAVAGEM SOB PRESSÃO SEGUIR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

AO UTILIZAR EQUIPAMENTO INDEPENDENTE CARA LAVAGEM SOB PRESSÃO ADOTAR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por e legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência à Fungicidas Brasil) - Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
-Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou do mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno. no ciclo da cultura.
-Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
-Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientações sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.