Bula Fegatex - Prtrade

Bula Fegatex

CI
Cloreto de Benzalcônio
3001
Prtrade

Composição

Cloreto de Benzalcônio 100 g/L

Classificação

Terrestre
Fungicida, Bactericida, Esporicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Contato

Alho

Calda Terrestre Dosagem
Pseudomonas marginalis pv. marginalis (Queima bacteriana)

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Erwinia carotovora ssp carotovora (Podridão mole) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Café

Calda Terrestre Dosagem
Aspergillus flavus (Podridão das sementes)
Aspergillus niger (Mofo preto)
Aspergillus ochraceus (Aspergilose)
Fusarium spp. (Murcha de fusarium) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Hemileia vastatrix (Ferrugem do cafeeiro)
Penicillium spp (Fungo de armazenamento)

Cebola

Calda Terrestre Dosagem
Pectobacterium carotovorum subsp. carotovorum (Canela-preta)

Cenoura

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria dauci (Mancha de alternaria)
Erwinia carotovora ssp carotovora (Podridão mole)

Citros

Calda Terrestre Dosagem
Guignardia citricarpa (Mancha preta)
Xanthomonas axonopodis pv. citri (Cancro citrico) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia)

Maçã

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum spp (Antracnose)
Penicillium sp (Fungo de Armazenamento)
Venturia inaequalis (Sarna da maçã)

Mamão

Calda Terrestre Dosagem
Streptopodium caricae (Oídio)

Maracujá

Calda Terrestre Dosagem
Xanthomonas campestris pv. passiflorae (Mancha bacteriana oleosa)

Melancia

Calda Terrestre Dosagem
Acidovorax avenae subsp. avenae (Estria vermelho)

Melão

Calda Terrestre Dosagem
Acidovorax avenae ssp citrulli (Mancha aquosa)

Milho

Calda Terrestre Dosagem
Pantoea ananatis (Mancha Branca do Milho)
Phoma sorghina (Queima das glumelas)
Phyllosticta maydis (Mancha de Phyllosticta)

Morango

Calda Terrestre Dosagem
Mycosphaerella fragariae (Mancha foliar)

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Phakopsora pachyrhizi (Ferrugem asiática)
Pseudomonas syringae pv. glycinea (Crestamento bacteriano)
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia)

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Septoria lycopersici (Septoriose)
Xanthomonas vesicatoria (Mancha-bacteriana)

Frasco plástico de polietileno: 1 L.

Bombonas plásticas de polietileno: 5, 20, 25, 50, 60, 100 e 200 L.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO

O produto deve ser aplicado por pulverização com equipamento terrestre. Utilizar pulverizadores costais (manual, pressurizado ou motorizado) ou tratorizados com barra ou turbo atomizadores. Recomenda-se bicos adequados a cada equipamento, densidade mínima de 60 gotas por cm² com tamanho médio de 120 µm, deslocamento e pressão constantes, para se obter boa cobertura e distribuir uniformemente a calda sobre a planta e frutos.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Alho, Batata, Tomate e Cebola (foliar): 7 dias;
Batata (semente): Não determinado devido ao modo de aplicação;
Café (foliar e pós-colheita): 14 dias;
Cenoura (foliar e pós-colheita), Citros (foliar), Maçã (foliar e pós-colheita), Mamão (foliar), Macarujá (foliar), Melancia (foliar), Melão (foliar), Milho (foliar) e Morango (foliar): 3 dias;
Feijão e Soja (foliar): 5 dias
Citros (pós-colheita): 1 dia.

LIMITAÇÕES DE USO

- O produto aplicado para a "Ferrugem-do-cafeeiro" ou para o "Mofo-branco" da soja fora da época recomendada reduzirá a quantidade de inóculo, porém isoladamente não apresentará residual que garanta o sucesso do tratamento.
- O produto é eficiente apenas na fase inicial da ocorrência da "Ferrugem-do-cafeeiro" e, portanto, deve ser usado dentro de um programa de controle fitossanitário integrado.
- O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, nas doses recomendadas.
- Não aplicar com ventos superiores a 10 km/h.
- Evite aplicações nas horas quentes do dia.
- Evite aplicações quando a umidade relativa do ar estiver baixa (menor que 60%),

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência à Fungicidas - Brasil) - Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência, O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas.
Qualquer produto para controle de doenças de mesma classe ou do mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura. Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula, Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Corrosivo ao Ferro