Bula Kaiso 250 CS

acessos
Lambda-Cialotrina
13811
Nufarm

Composição

Lambda-Cialotrina 250 g/L Piretróide

Classificação

Inseticida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão de Encapsulado (CS)
Contato, Ingestão
Abacate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta
(Papilio scamander )
3 a 4 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias entre as aplicações. 21 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos
Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta-das-folhas
(Monodes agrotina)
3 a 4 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias entre as aplicações. 21 Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos
Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
5 a 10 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. 3 dias Aplicar intercalado com outros inseticidas, devendo ser recomendada para situações de alta pressão da praga
Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
5 a 10 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. 3 dias Aplicar intercalado com outros inseticidas, devendo ser recomendada para situações de alta pressão da praga
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo
(Anthonomus grandis)
60 mL p.c./ha 40 a 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo quatro aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. 10 dias VIniciar as aplicações quando o nível de botões florais atacados atingir no máximo 5% e repetir toda vez que o ataque atingir o limite de 5% de botões danificados
Curuquerê
(Alabama argillacea)
20 a 30 mL p.c./ha 40 a 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo quatro aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. 10 dias Aplicar quando forem constatadas 2 lagartas/plantas ou 25% de desfolha
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
20 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha (aéreo) - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Atemoia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo escuro
(Leptoglossus gonagra)
3 a 4 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias entre as aplicações. 21 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
até 20 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. 3 dias As pulverizações devem ser realizadas visando a redução da população de insetos adultos
Batata yacon Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa (adulto))
20 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Batata-doce Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha das solanáceas
(Epicauta atomaria)
20 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
5 a 10 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. 3 dias Aplicar intercalado com outros inseticidas, devendo ser recomendada para situações de alta pressão da praga
Beterraba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa (adulto))
20 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos ramos
(Stenoma decora)
3 a 4 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias entre as aplicações. 21 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
15 a 20 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 20 a 45 dias entre as aplicações. 1 dia Aplicar no início da infestação
Canola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa (adulto))
30 mL p.c./ha 40 a 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 14 dias entre as aplicações. 20 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Cará Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta das folhas
(Pseudoplusia oo )
20 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. 3 dias Aplicar no início da infestação
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
20 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. 3 dias Aplicar no início da infestação
Chuchu Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
5 a 10 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. 3 dias Aplicar intercalado com outros inseticidas, devendo ser recomendada para situações de alta pressão da praga
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
3 a 4 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias entre as aplicações. 21 dias Fazer a aplicação ao entardecer antes da lagarta penetrar no fruto, logo no início do aparecimento de adultos, ou quando o número de adultos capturados pelas armadilhas de feromônio atingirem o nível de controle (6 adultos/ armadilha)
Cigarrinha
(Dilobopterus costalimai)
40 a 80 mL p.c./ha 1000 a 2000 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias entre as aplicações. 21 dias Aplicar quando a praga for detectada nas brotações
Cupuaçu Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta-das-folhas
(Macrosoma tipulata )
3 a 4 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias entre as aplicações. 21 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos
Ervilha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
30 mL p.c./ha 40 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 14 dias entre as aplicações. 20 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos
Feijão-caupi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa (adulto))
30 mL p.c./ha 40 a 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 14 dias entre as aplicações. 20 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Gengibre Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
20 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Gergelim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa (adulto))
30 mL p.c./ha 40 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 14 dias entre as aplicações. 20 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa (adulto))
30 mL p.c./ha 40 a 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 14 dias entre as aplicações. 20 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos
Grão-de-bico Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
30 mL p.c./ha 40 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 14 dias entre as aplicações. 20 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos
Guaraná Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes
(Liothrips adisi)
3 a 4 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias entre as aplicações. 21 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos
Inhame Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta-desfolhadora
(Spodoptera litura)
20 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos
Jiló Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
5 a 10 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. 3 dias Aplicar intercalado com outros inseticidas, devendo ser recomendada para situações de alta pressão da praga
Kiwi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça-dos-frutos
(Clarkeulia excerptana )
3 a 4 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias entre as aplicações. 21 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Lentilha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa (adulto))
30 mL p.c./ha 40 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 14 dias entre as aplicações. 20 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Linhaça Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Rachiplusia nu)
30 mL p.c./ha 40 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 14 dias entre as aplicações. 20 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta das folhas
(Protambulyx strigilis)
3 a 4 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias entre as aplicações. 21 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Mandioca Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mandarová
(Erinnyis ello)
20 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Mandioquinha-salsa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa (adulto))
20 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta de fogo
(Megalopyge lanata)
3 a 4 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias entre as aplicações. 21 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos
Maracujá Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do maracujazeiro
(Dione juno juno)
3 a 4 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias entre as aplicações. 21 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos
Maxixe Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
5 a 10 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Realizar cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. 3 dias Aplicar intercalado com outros inseticidas, devendo ser recomendada para situações de alta pressão da praga
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
5 a 10 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo quatro aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. 21 dias Aplicar intercalado com outros inseticidas, devendo ser recomendada para situações de alta pressão da praga
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
5 a 10 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo quatro aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. 21 dias Aplicar intercalado com outros inseticidas, devendo ser recomendada para situações de alta pressão da praga
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
30 mL p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias entre as aplicações. 15 dias Iniciar as aplicações nos primeiros sintomas (folhas raspadas). Geralmente com 3 a 5 folhas definitivas do milho
Nabo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
20 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
5 a 10 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. 3 dias Aplicar intercalado com outros inseticidas, devendo ser recomendada para situações de alta pressão da praga
Pimenta Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
5 a 10 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. 3 dias Aplicar intercalado com outros inseticidas, devendo ser recomendada para situações de alta pressão da praga
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
5 a 10 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. 3 dias Aplicar intercalado com outros inseticidas, devendo ser recomendada para situações de alta pressão da praga
Quiabo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta dos frutos
(Platyedra gossypiella )
5 a 10 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. 3 dias Aplicar intercalado com outros inseticidas, devendo ser recomendada para situações de alta pressão da praga
Rabanete Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
20 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Romã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo escuro
(Leptoglossus gonagra)
3 a 4 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias entre as aplicações. 21 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
15 mL p.c./ha 40 a 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 14 dias entre as aplicações. 20 dias Aplicar produto quando houver 40 lagartas por batida de pano ou 30% de desfolha (antes do florescimento) ou 20 lagartas por batida de pano ou 15% de desfolha (após o florescimento)
Percevejo verde
(Nezara viridula)
30 mL p.c./ha 40 a 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 14 dias entre as aplicações. 20 dias Iniciar as aplicações quando o nível de percevejos por pano de batida atingir 2 percevejos/pano para áreas de produção de sementes e 4 percevejos/pano de batida para áreas de produção de grão
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
5 a 10 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. 3 dias Aplicar intercalado com outros inseticidas, devendo ser recomendada para situações de alta pressão da praga
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
20 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias entre as aplicações. 15 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga

Balde de PEAD (polietileno de alta densidade) de 20L.
Frasco de PEAD (polietileno de alta densidade) de 0,25; 0,3; 0,4; 0,5; 1,0; 5,0 L.
Frasco de PET (politereftalato de etileno) de 0,25; 1,0 L.
Tanque de aço de 18000; 26000 L.

1.1.INSTRUÇÕES DE USO:
KAISO 250 CS é um inseticida recomendado para as culturas do Abacate, Abacaxi, Abóbora, Abobrinha, Alho, Atemóia, Algodão, Batata, Batata-doce, Batata-yacon, Berinjela, Beterraba, Cacau, Café, Canola, Cará, Cebola, Chuchu, Citros, Cupuaçu, Ervilha, Feijão-caupi, Gengibre, Gergelim, Girassol, Grão-de-bico, Guaraná, Inhame, Jiló, Kiwi, Lentilha, Linhaça, Mamão, Mandioca, Mandioquinha-salsa, Manga, Maracujá, Maxixe, Melancia, Melão, Milho, Nabo, Pepino, Pimenta, Pimentão, Quiabo, Rabanete, Romã, Soja, Tomate e Trigo do grupo químico dos piretróides de terceira geração encapsulado em uma membrana especial e disperso em uma suspensão aquosa.

Para o controle da Lagarta-das-folhas(Papilio scamander) na cultura do Abacate e da Lagarta-das-folhas(Monodes agrotina) na cultura do Abacaxi, recomenda-se a utilização da dose de 3 a 4 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 1.000 a 2.000 L/ha. Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. Se necessário repetir utilizando o intervalo de 15 dias entre as aplicações. Realizar no máximo 2 aplicações por safra.
Para o controle da Broca-das-cucurbitáceas(Diaphania nitidalis) na cultura da Abóbora e da Abrobrinha, recomenda-se a utilização da dose de 5 a 10 mL do produto comercial/100 L água, com volume de calda de 400 a 800 L/ha. Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/100 L de água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. Se necessário repetir, utilizando intervalo de 7 dias entre as aplicações. Realizar no máximo 5 aplicações durante o ciclo da cultura.
Para o controle do Tripes(Thrips tabaci) nas culturas do Alho e da Cebola, recomenda-se a utilização da dose de 20 mL do produto comercial/ha, com volume de calda de 100 a 400 L/ha.
Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Se necessário repetir utilizando um intervalo de 7 dias entre as aplicações. realizar no máximo 5 aplicações durante o ciclo da cultura.
Para o controle do Percevejo(Leptoglossus gonara) na cultura da Atemóia, da Lagarta-do-compasso(Stenoma decora) na cultura do Cacau, da Lagarta-das-folhas(Macrosoma tipulata) na cultura do Cupuaçu, do Tripes(Liothrips adisi) na cultura do Guaraná, da Traça-dos-frutos(Clarkeulia excerptana) na cultura do Kiwi, da Lagarta(Protambulyx strigillis) na cultura do Mamão, da Lagarta-do-fogo(Megalopyge lanata) na cultura da Manga, da Lagarta Desfolhadora(Dione juno juno) na cultura do Maracujá e do Percevejo(Leptoglossus gonagra) na cultura da Romã, recomenda-se a utilização da dose de 3 a 4 mL do produto comercial/100 mL de água, com volume de calda de 1.000 a 2.000 L/ha. Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 15 dias entre as aplicações. Realizar no máximo 2 aplicações durante a safra.
ALGODÃO:
Para o controle do Curuquerê-do-algodoeiro(Alabama argilácea) recomenda-se a utilização da dose de 20 a 30 mL do produto comercial/ha, com volume de calda de 40 a 300 L/ha. Aplicar quando forem constatadas 2 lagartas/planta ou 25% de desfolha. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 7 dias entre as aplicações. Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura.
Para o controle do Bicudo(anthonomus grandis) recomenda-se a utilização da dose de 60 mL do produto comercial/ha, com volume de calda de 40 a 300 L/ha. Iniciar as aplicações quando o nível de botões florais atacados atingir o máximo 5% e repetir as aplicações a cada 7 dias ou toda vez que o ataque atingir o limite de 5% de botões danificados, respeitando o mínimo de 7 dias entre as aplicações. Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura.
Para o controle da Mosca-minadora(Lyriomysa huidobrensis) na cultura da Batata recomenda-se a utilização da dose de 20 mL do produto comercial/ha, com volume de calda de 100 a 400 L/ha. As pulverizações devem ser realizadas visando a redução da população de insetos adultos. Realizar até 5 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 7 dias entre elas.
Para o controle da Vaquinha(Epicauta atomaria) na cultura da Batata-doce, da Vaquinha(Diabrotica speciosa) na cultura da Batata-yacon, da Beterraba e da Mandioquinha-salsa, da Lagarta-das-folhas(Pseudoplusia oo) na cultura do Cará, do Tripes(Thrips tabaci) na cultura da Cebola, da Lagarta-rosca( Agrotis ípsilon) na cultura do Gengibre, da Lagarta-desfolhadora(Spodoptera litura) na cultura do Inhame, do Mandarová(Erinnyis ello) na cultura da Mandioca,
da Lagarta-medideira(Trichoplusia ni) na cultura do Nabo e do Rabanete, recomenda-se a utilização da dose de 20 mL do produto comercial/ha, com volume de calda de 100 a 400 L/ha. Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 7 dias entre as aplicações. Realizar no máximo 5 aplicações durante o ciclo da cultura.
Para o controle da Broca-pequena-do-fruto(Neoleucinodes elegantalis) na cultura da Berinjela, do Jiló, da Pimenta e do Pimentão, da Broca-das-cucurbitáceas(Diaphania nitidalis) na cultura do Chuchu, do Maxixe, da Melancia, do Melão e do Pepino, da Lagarta-dos-frutos(Platyedra gossypiela) na cultura do Quiabo, recomenda-se a utilização da dose de 5 a 10 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 400 a 800 L/ha. Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL do produto comercial/100 L de água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 7 dias entre as aplicações. Realizar no máximo 5 aplicações durante o ciclo da cultura.
Para o controle do Bicho-mineiro-do-café(Leucoptera coffeella) na cultura do café, recomenda-se a utilização da dose de 15 a 20 mL do produto comercial/ha, com volume de calda de 100 a 400 L/ha. Por se tratar de inseticida protetor e de longa persistência, o produto deve ser aplicado no início da infestação. Reaplicar após 20 a 45 dias, se necessário. Realizar no máximo 2 aplicações por safra.
Para o controle da Vaquinha(Diabrotica speciosa) na cultura da Canola, do Feijão-caupi do Gerbelim, do Girassol e da Lentilha, do Tripes(Thrips tabaci) na cultura da Ervilha, da Lagarta-das-vagens(Helicoverpa armigera) na cultura do Grão-de-bico, e da Lagarta-medideira(Rachiplusia um) na cultura da Linhaça, recomenda-se a utilização da dose de 30 mL do produto comercial/ha, com volume de calda de 40 a 300 L/ha. Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 14 dias entre as aplicações. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.
CITROS:
Para o controle da Cigarrinha-da-cvc(Dilobopterus costalimai) recomenda-se a utilização da dose de 40 a 80 mL do produto comercial/ha, com volume de calda de 1.000 a 2.000 L/ha. Aplicar quando a praga for detectada nas brotações. Reaplicar se necessário após 15 dias. Realizar no máximo 2 aplicações durante a safra.
Para o controle do Bicho-furão(Ecdytolopha aurantiana) recomenda-se a utilização da dose de 3 a 4 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 2.000 L/ha. Fazer aplicação ao entardecer antes da lagarta penetrar no fruto, logo no início do aparecimento de adultos, ou quando o número de adultos capturados pelas armadilhas de feromônio atingirem o nível de controle(6 adultos/armadilha). Usar a dose maior em infestações mais altas. Reaplicar se necessário após 15 dias. Realizar no máximo 2 aplicações durante a safra.
Para o controle da Lagarta-do-cartucho(Spodoptera frugiperda) na cultura do Milho, recomenda-se a utilização da dose de 30 mL do produto comercial/ha, com volume de calda de 250 a 300 L/ha. Iniciar as aplicações nos primeiros sintomas (folhas raspadas). Geralmente com 3 a 5 folhas definitivas do milho. Reaplicar se necessário após 14 dias. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.
SOJA:
Para o controle da Lagarta-da-soja(Anticarsia gemmatalis) recomenda-se a utilização da dose de 15 mL do produto comercial/ha, com volume de calda de 40 a 300 L/ha. Aplicar o produto quando houver 40 lagartas por batida de pano ou 30% de desfolha(antes do florescimento) ou 20 lagartas por batida de pano ou 15% de desfolha(após o florescimento). Reaplicar se necessário após 14 dias. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.
Para o controle do Percevejo-da-soja(Nezara viridula) recomenda-se a utilização da dose de 30 mL do produto comercial/ha, com volume de calda de 40 a 300 L/ha. Iniciar as aplicações quando o nível de percevejos por pano de batida atingir 2 percevejos/pano para áreas de produção de sementes e 4 percevejos/pano de batida para áreas de produção de grão. Reaplicar se necessário após 14 dias. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.
Para o controle da Broca-pequena-do-fruto(Neoleucinodes elegantalis) na cultura do Tomate, recomenda-se a utilização da dose de 5 a 10 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 400 a 800 L/ha. Aplicar KAISO 250 CS intercalando com outros produtos. A dose de 10 mL/100 litros de água deverá ser recomendada em situações de alta pressão da praga. Realizar até 5 aplicações do produto por ciclo, com intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 5 aplicações durante o ciclo da cultura.
Para o controle da Lagarta-do-trigo(Pseudaletia sequax) na cultura do Trigo recomenda-se a utilização da dose de 20 mL do produto comercial/ha, com volume de calda de 100 a 150 L/ha.
Realizar a primeira aplicação no aparecimento da praga e repetir, se necessário, após 15 dias. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.

MODO DE APLICAÇÃO:

VIA TERRESTRE:
Costal Manual: Utilizar bicos cônicos das séries D ou similar ou bicos de jato tipo leque capazes de produzir espectro de gotas compatível com a pulverização de inseticidas, com pressão de 40 a 60 lbs/pol²(p.s.i). Observar para que ocorra uma boa cobertura da cultura tratada.
Costal Motorizado: Utilizar bicos cônicos das séries D ou similar; ou bicos de jato tipo leque capazes de produzir espectro de gotas compatível com a pulverização de inseticidas , com pressão de 40 a 60 lbs/pol²(p.s.i.). Observar para que ocorra uma boa cobertura da cultura tratada.
Tratorizado: Utilizar bicos cônicos das séries "D" ou similar; ou bicos de jato tipo leque capazes de produzir espectro de gotas compatível com a pulverização de inseticidas, com pressão de 80 a 150 Ibs/poI² (p.s.i. Observar para que ocorra uma boa cobertura da cultura tratada.
Observar o diâmetro médio de gotas (DMV) de 200 a 250 µm e uma densidade acima de 200
gotas/cm².

. Via Aérea:
Pulverização aérea: com aeronaves agrícolas (aviões, helicópteros): Bicos: Utilizar bicos de jato cônico vazio da série D ou similar, com a combinação adequada de ponta e difusor (core) ou bicos rotativos tipo MICRONAIR.

Número de bicos na barra de pulverização: Para aviões tipo IPANEMA, qualquer que seja o
modelo, utilizar de 40 a 42 bicos, fechando sempre de 4 a 5 unidades em cada ponta externa da asa e três intermediários de cada ponta interna das asas e próximos ao corpo (fuselagem do avião).
Manter em operação os oito bicos originais e existentes sob a "barriga" (fuselagem) do avião e sempre posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas.
Para outros tipos ou modelos de aeronaves, utilizar a disposição que permita uma uniformidade de distribuição das gotas sobre a faixa de deposição e evitar a influência e perda das gotas pelos vórtices de pontas das asas.
Nota: O fechamento dos bicos das pontas das asas não diminui a amplitude da faixa de
deposição adequada para a aeronave, mas ao contrário, permite que o produto arrastado
pelos vórtices de ponta das asas não seja perdido, mas distribuído adequadamente pelos
bicos ativos.
Altura de vôo: Com aviões IPANEMA, qualquer modelo, a maior uniformidade de geração e
distribuição das gotas nas faixas de deposição, é obtida na altura mínima de vôo de 4 a 5 metros, sempre considerada em relação ao alvo ou a cuItura. Outros modelos de aeronaves, operar com os mesmos a uma altura mínima de 3 a 4 metros do alvo estabelecido. A altura de vôo recomendada, deverá ser mantida, durante todo o processo de aplicação do produto, independente das variações que ocorram nas condições climáticas locais. Ajustar sempre o ângulo dos bicos, para manter o padrão de deposição e gotas recomendados.

Volume de aplicação: Nas aplicações com diluição do produto em água, utilizar vazões de 10 a 20 litros/hectare. Nesta faixa de volume poderão ser usados bicos hidráulicos como recomendados acima ou bicos rotativos tipo MICRONA1R. Volumes de aplicação acima daqueles valores, é vedado ou não recomendável o uso de bicos rotativos, passando a serem utilizados somente os bicos hidráulicos acima indicados.
Faixa de deposição: Para aviões tipo IPANEMA, ou similares, utilizar a faixa de deposição de 20
metros, independente dos bicos utilizados serem hidráulicos ou rotativos.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

Condições Climáticas: Temperatura ambiente abaixo de 32°C; Umidade relativa do ar mínima de 55%; Velocidade de vento acima de 2Km/h até no máximo de 10km/h.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Culturas Modalidade de Emprego INTERVALO DE FORMA DE
(Aplicação) SEGURANÇA APLICAÇÃO

Abacate Foliar 21 Terrestre e aerea
Abacaxi Foliar 21 Terrestre
Abóbora Foliar 3 Terrestre
Abobrinha Foliar 3 Terrestre
Alho Foliar 3 Terrestre
Atemóia Foliar 21 Terrestre
Algodão Foliar 10 Terrestre e aérea
Batata Foliar 3 Terrestre
Batata-doce Foliar 3 Terrestre
Batata Yacon Foliar 3 Terrestre
Berinjela Foliar 3 Terrestre
Beterraba Foliar 3 Terrestre
Café Foliar 1 Terrestre e aérea
Cacau Foliar 21 Terrestre e aérea
Canola Foliar 20 Terrestre e aérea
Cará Foliar 3 Terrestre
Cebola Foliar 3 Terrestre
Chuchu Foliar 3 Terrestre
Citros Foliar 21 Terrestre e aérea
Cupuaçu Foliar 21 Terrestre
Ervilha Foliar 20 Terrestre
Feijão-caupi Foliar 20 Terrestre e aérea
Gengibre Foliar 3 Terrestre
Gergelim Foliar 20 Terrestre
Girassol Foliar 20 Terrestre e aérea
Grão-de-bico Foliar 20 Terrestre
Guaraná Foliar 21 Terrestre eaérea
Inhame Foliar 3 Terrestre
Jiló Foliar 3 Terrestre
Kiwi Foliar 21 Terrestre
Lentilha Foliar 20 Terrestre
Linhaça Foliar 20 Terrestre
Mamão Foliar 21 Terrestre eaérea
Mandioca Foliar 3 Terrestre eaérea
Mandioquinha-salsa Foliar 3 Terrestre
Manga Foliar 21 Terrestre e aérea
Maracujá Foliar 21 Terrestre
Maxixe Foliar 3 Terrestre
Melancia Foliar 21 Terrestre e aérea
Melão Foliar 21 Terrestre e aérea
Milho Foliar 15 Terrestreeaérea
Nabo Foliar 3 Terrestre
Pepíno Foliar 3 Toliar
Pimenta Foliar 3 Terrestre
Pimentão Foliar 3 Terrestre
Quiabo Foliar 3 Terrestre
Rabanete Foliar 3 Terrestre
Romã Foliar 21 Terrestre
Soja Foliar 20 Terrestre e aérea
Tomate Foliar 3 Terrestre e aérea
Trigo Foliar 15 Terrestre e aérea

ANTES DE USAR LEIA COM ATENCAO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTECAO INDIVIDUAL COMO INDICADO

• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, mascara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO / PREPARAÇÃO DA CALDA:

• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calcas por cima das botas, botas de borracha, mascara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO

• Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada .
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do termino do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e mascara.
• Tome banho imediatamente apos a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção apos cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Não reutilize a embalagem vazia
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vomite ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR LAMBDA-CIALOTRINA E POR NAFTA LEVE
Informações Médicas

Grupo Químico: Lambda-Cialotrina: Piretróide; Nafta Leve = Solvente Aromático
Vias de Exposição: oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética: Estudos efetuados com animais de laboratório possibilitam fornecer as seguintes informações sobre mecanismo de ação, absorção e excreção.
LAMBDA CIALOTRINA
Absorção: é bem absorvido após administração oral, extensivamente metabolizado através de hidrólise da ligação éster, oxidação e conjugação e eliminado coma conjugados polares na urina.
Biotransformação: Metabolizado extensivamente par clivagem do éster do ácido ciclopropanocarboxilico e ácido 3-fenoxibenzoico e eliminado coma conjugados.
Distribuição: na maioria dos tecidos dos animais testados, sendo que os maiores níveis de resíduos foram encontrados no tecido adiposo.
Excreção: Urina e fezes. Resíduos de gorduras foram eliminados com uma meia-vida de 23 dias. A eliminação e precedida pela eficiente clivagem da ligação éster. O lambda cialotrina e rapidamente excretado pela urina em forma de conjugados polares (metabolitos da clivagem éster e seus conjugados), quase na sua totalidade após 48 horas.

NAFTA LEVE
Absorção: atravessam as membranas celulares e barreiras biológicas. Atravessam a membrana alveolar para a corrente sanguínea e são transportados dentro de poucos minutos para todo o organismo, incluindo SNC. Atravessam a superfície da pele ou folículos pilosos e caem na corrente sanguínea. São pobremente absorvidos pelo trato gastrintestinal, mas alguma absorção sistêmica ocorre.
Distribuição: altamente distribuídos por sua característica lipofílica. Foram encontrados no leite de todas as lactantes.
Eliminação: principalmente através do trato respiratório.

MECANISMOS DE TOXICIDADE: LAMBDA-CIALOTRINA
É um inseticida piretróide sintético alfa-ciano. Atuam no sistema nervoso central e periférico, prolongando a abertura dos canais de sódio da membrana celular, o que resulta em major influxo de sódio, retardando a despolarização. Atuam como estimulantes nervosos, especialmente nos nervos sensoriais, modificando as características de passagem dos canais de sódio sensíveis a voltagem, em membranas neuronais de mamíferos e invertebrados.

SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS:
LAMBDA CIALOTRINA — EFEITOS AGUDOS
Ingestão aguda: pode causar irritação gastrintestinal, náusea, vômito ataxia, marcha instável, hiperexcitabilidade, ativação simpática. As crianças jovens são mais suscetíveis ao envenenamento, porque não podem hidrolisar os ésteres piretro.
Inalação: Principal via de exposição. As manifestações clinicas da exposição por inalação podem ser locais ou sistêmicos. Reações localizadas limitadas ao trato respiratório superior incluem rinite, espirros, garganta inflamada, edema da mucosa oral, laringe e ate mesmo edema de mucosa. Reações localizadas do trato respiratório inferior incluem tosse, falta de ar, chiado e dor no peito. Uma reação como a asma ocorre com exposições aguda em pacientes sensibilizados. Pneumonite de hipersensibilidade caracterizada por dor torácica, tosse, dispnéia e broncoespasmo podem ocorrer em um indivíduo cronicamente expostos.
Contato com a pele: irritante da pele suave e pode causar formigamento e dormência em áreas expostas (parestesias). Não é um sensibilizador da pele. Subjetivas sensações de pele facial, acreditados para ser provocada por disparo repetitivo de terminações nervosas sensoriais da pele. Eles podem ser consideradas como um sinal de alerta indicando que a exposição excessiva da pele ocorreu.
Contato com os olhos: pode causar severa irritação nos olhos. Exposição dos olhos pode resultar em leve a graves lesões da córnea.

NAFTA LEVE — EFEITOS AGUDOS
Ingestão aguda: Náuseas, vômitos, diarréia e dor abdominal. Pode causar miocardite e discretas alterações degenerativas das miofibrilas do coração. Resultam em evidências eletrocardiográficas e vetorcardiográfica de infarto do miocárdio. São sensibilizantes do miocárdio as catecolaminas. Causam hemólise intravascular e dano renal, que geralmente consiste de discretas alterações degenerativas dos túbulos renais, mas raramente pode resultar em necrose tubular aguda. São comuns os riscos de aspiração, dano pulmonar, depressão do SNC, transitória ou excitação, e as efeitos secundários de hipóxia, formação de infecção, pneumatocele, e crônica do pulmão disfunção. Complicações cardíacas são raras. Estes hidrocarbonetos são mal absorvidos a partir do trato gastrintestinal e não causam sensível toxicidade sistêmica por esta via, a menos que a aspiração ocorra.
Contato com a pele: é um irritante das membranas mucosas e do trato respiratório. Pode resultar em queimaduras cutâneas e ocasionalmente, efeitos sistêmicos.
Contato cor os olhos: irritação ocular de leve a moderada e lesão ocular reversível pode ocorrer após o contato com a maioria dos hidrocarbonetos.

Sintomas: subjetivos provenientes do sistema nervoso central, como dor de cabeça, fadiga, falta de concentração, instabilidade emocional, dificuldade de memória e outras funções intelectuais e desempenho psicomotor prejudicado. Alguns efeitos são de curto ou médio prazo, outros são potencialmente persistentes. Em alguns estudos, relações dose-resposta foram observadas entre os sintomas e duração da exposição (duração e intensidade) a solventes. Vapor de nafta é um depressor do SNC, bem como um irritante das membranas mucosas e trato respiratório. A aspiração resulta em pneumonite química. Broncoespasmo, hiperemia, edema e atelectasia são notados. Alveolite hemorrágica difusa com infiltrado granulocítica ocorre logo ap6s a aspiração e picos de cerca de 3 dias. Necrose dos tecidos dos brônquios, bronquiolar e alveolar podem ocorrer, juntamente com trombose vascular e formação de micro abscessos. Um processo proliferativo tardio com espessamento alveolar pode ocorrer em 10 dias. As complicações tardias podem incluir a pneumonia bacteriana, anormalidades residuais de pequenas vias aéreas e pneumatoceles. Complicações cardíacas são raras.

ABUSO: inalação de alguns hidrocarbonetos pode resultar em morte súbita, encefalopatia, residual comprometimento neurológico, nefrotoxicidade, hepatotoxicidade, distúrbios acido base e rabdomiólise. Injeção de nafta resultou em reações febris, inflamação do tecido local, necrose e trombose com amputação necessária 60% a 80% dos casos e efeitos sistêmicos, incluindo edema pulmonar, pneumonia e CNS depressão leve.
Os casos graves resultaram em síndrome de falência de múltiplos Órgãos. Dérmica

Diagnóstico:O diagnóstico de intoxicações agudas por piretróides deve ser efetuado com base na exposição comprovada, sintomas correspondentes e exclusão racional de outras eventuais doenças. Sintomas em casos leves a moderados podem incluir: parestesia anormal, pápulas ou dermatite de cantata e sintomas coma dor de cabeça náusea, falta de apetite, fadiga. Casos de intoxicações severas podem ser caracterizados pelo agravo dos sintomas anteriores, distúrbios de consciência e contração muscular nos membros. Finalmente o diagnóstico só pode ser confirmado pela mensuração de piretróides ou seus metabólitos
nos fluidos corpóreos.

TRATAMENTO: Não existe antídoto ou antagonista especifico para Lambda¬cialotrina. O tratamento médico é sintomático. Medidas terapêuticas imediatas devem ser tomadas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e intensificar sua eliminação. Analise os sinais vitais e as funções, monitorando o estado cardíaco; a temperatura corpórea e o estado mental. O tratamento deve ser baseado nos achados clínicos.
TRATAMENTO BÁSICO: Estabelecer uma via aérea patente. Sucção, se necessário. Ventilações atenção aos sinais de insuficiência respiratória e ajudar se necessário, administrar oxigênio por máscara nonrebreather de 10 a 15 L/min. Monitor para edema pulmonar. Para a contaminação dos olhos, lave imediatamente com água. Irrigar cada olho de forma continua com soro fisiológico durante o transporte. Não use eméticos.
PARESTESIA: uso de cremes contendo Vitamina E ou óleos. Regressão espontânea, geralmente dentro de 24 horas. ASPIRAÇÃO GÁSTRICA: o esvaziamento gástrico poderá aumentar o risco de aspiração. Alguns médicos preferem carvão ativado sozinho em vez de lavagem gástrica em doentes que requerem descontaminação do TGI. O carvão ativado pode causar vômito, o que aumenta o risco de aspiração. Administrar carvão vegetal como uma pasta (240 mL água/30 g de carvão). Dose habitual: 25 a 100 g em adultos e adolescentes, de 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças com menos de 1 ano de idade.
Administrar oxigênio e ajudar ventilação. Tratar broncospasmo com inalado agonista beta2 e corticosteróides orais ou parenteral. ADVERTÊNCIA: A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a descontaminação, deverá estar protegida por equipamentos de segurança (luvas, avental e botas impermeáveis), de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água corrente em abundancia e sabão neutro. Remover a vitima para local ventilado.
Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água corrente, par no mínimo 15 minutos.
Inalação: adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário. Administrar diazepam, se ocorrer convulsões.
Casos de hipersensibilidade severa e reação anafilática (rara), o tratamento deve ser imediato: assistência respiratória, adrenalina, anti-histamínico, corticóide, fluidos endovenosos, segundo a necessidade. Medidas sintomáticas e de manutenção.

CONTRA-INDICAÇÕES:
A indução do vômito é contra indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Diluição — em razão do aumento da superfície de contato.
Morfina pode comprometer pressão arterial deprimir função cardiorespiratória.

EFEITOS SINÉRGICOS:
não se conhecem informações a respeito de efeitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores relacionados ao produto.

ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Serviço prestado pela Rede Nacional de Centros de Informações e Assitência Toxicológica - RENACIAT/ANVISA
Notifique ao sistema de informações de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de emergência da empresa:
Toxilin (Emergência Toxicológica): 0800-014-1149
Nufarm Indústria Química e Farmacêutica S/A: (85) 4011-1000
SAC Nufarm Serviço de Atendimento ao cliente: 0800-725-4011

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Absorção: é bem absorvido após administração oral, extensivamente metabolizado através de hidrolise da ligação éster, oxidação e conjugação e eliminado como conjugados polares na urina. Biotransformação: Metabolizado extensivamente por clivagem do éster do ácido ciclopropanocarboxilico e ácido 3-fenoxibenzoico e
eliminado como conjugados. Distribuição: na maioria dos tecidos dos animais
testados, sendo que os maiores níveis de resíduos foram encontrados no tecido
adiposo. Excreção: Urina e fezes. Resíduos de gorduras foram eliminados com uma
meia-vida de 23 dias. A eliminação e precedida pela eficiente clivagem da ligação
éster. O lambda cialotrina é rapidamente excretado pela urina em forma de
conjugados polares (metabolitos da clivagem éster e seus conjugados), quase na sua totalidade após 48 horas.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: EFEITO AGUDO:
• DL50 oral em ratos (fêmeas) = 50 mg/Kg
• DL50 dérmica em ratos 4000 mg/Kg
• CL50 Inalatória = 4,53 mg/L
• Irritação dérmica (coelhos): Não irritante dérmico.
• Irritação ocular (coelhos): Não irritante ocular.
• Sensibilização cutânea (cobaias): não causou sensibilização dérmica.
• Não mutagênico.

EFEITOS CRÔNICOS:
LAMBDA CIALOTRINA - Quando o produto foi administrado na dieta de animais de
laboratório, não se detectou efeitos no sistema nervoso, efeitos carcinogênicos ou
mutagênicos nas avaliações crônicas. Foram notados aumento no ganho de peso
corpóreo e aumento no peso do fígado durante os estudos de carcinogenicidade.
Deram resultados negativos em uma serie de testes in vivo e in vitro, para detectar as
mutações genéticas, danos cromossômicos e outros efeitos genotóxicos. Quando
administrado oralmente para ratos e coelhos durante o período de organogênese, não
foi nem embriotóxicos ou teratogênicos em níveis de dose que provocasse toxicidade materna.

NAFTA LEVE - A longo prazo ou exposição repetida pode resultar em reações hematológicas, hepatotóxicas, renais, neuropsiquiátricas, neurológicas e cancerígenas.

1- PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é: MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
-Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distancia inferior a 500 (quinhen¬tos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento publico e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Nufarm Indústria Química e Farmacêutica S.A - telefone de emergência: (085) 4011-1000.
3- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa
- Utilize os equipamentos de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o Órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador devera estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem devera ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente apos o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa a embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses apos o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 (seis) meses após o termino do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos Órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causam contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto e feita através de incinerarão em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmara de lavagem de gases efluentes e aprovados por Órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte esta sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos Órgãos responsáveis.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema. Incluir outros métodos de controle de pragas, dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

A resistência de pragas e agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
• Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
• Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br)..