Bula Kaiso 250 CS - Nufarm
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Bula Kaiso 250 CS

Lambda-Cialotrina
13811
Sumitomo

Composição

Lambda-Cialotrina 250 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida
3 - Produto Moderadamente Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão de Encapsulado (CS)
Contato, Ingestão

Abacate

Calda Terrestre Dosagem
Papilio scamander (Lagarta)

Abacaxi

Calda Terrestre Dosagem
Monodes agrotina (Lagarta-das-folhas)

Abóbora

Calda Terrestre Dosagem
Diaphania nitidalis (Broca dos frutos)

Abobrinha

Calda Terrestre Dosagem
Diaphania nitidalis (Broca dos frutos)

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Alabama argillacea (Curuquerê)
Anthonomus grandis (Bicudo)

Alho

Calda Terrestre Dosagem
Thrips tabaci (Tripes do fumo)

Atemoia

Calda Terrestre Dosagem
Leptoglossus gonagra (Percevejo escuro)

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Liriomyza huidobrensis (Larva minadora)

Batata yacon

Calda Terrestre Dosagem
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela)

Batata-doce

Calda Terrestre Dosagem
Epicauta atomaria (Vaquinha das solanáceas)

Berinjela

Calda Terrestre Dosagem
Neoleucinodes elegantalis (Broca pequena do tomateiro)

Beterraba

Calda Terrestre Dosagem
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela)

Cacau

Calda Terrestre Dosagem
Stenoma decora (Broca dos ramos)

Café

Calda Terrestre Dosagem
Leucoptera coffeella (Bicho mineiro)

Canola

Calda Terrestre Dosagem
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela)

Cará

Calda Terrestre Dosagem
Pseudoplusia oo (Lagarta das folhas)

Cebola

Calda Terrestre Dosagem
Thrips tabaci (Tripes do fumo)

Chuchu

Calda Terrestre Dosagem
Diaphania nitidalis (Broca dos frutos)

Citros

Calda Terrestre Dosagem
Dilobopterus costalimai (Cigarrinha)
Ecdytolopha aurantiana (Bicho furão)

Cupuaçu

Calda Terrestre Dosagem
Macrosoma tipulata (Lagarta-das-folhas)

Ervilha

Calda Terrestre Dosagem
Thrips tabaci (Tripes do fumo)

Feijão-caupi

Calda Terrestre Dosagem
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela)

Gengibre

Calda Terrestre Dosagem
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca)

Gergelim

Calda Terrestre Dosagem
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela)

Girassol

Calda Terrestre Dosagem
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela)

Grão-de-bico

Calda Terrestre Dosagem
Helicoverpa armigera (Helicoverpa)

Guaraná

Calda Terrestre Dosagem
Liothrips adisi (Tripes)

Inhame

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera litura (Lagarta-desfolhadora)

Jiló

Calda Terrestre Dosagem
Neoleucinodes elegantalis (Broca pequena do tomateiro)

Kiwi

Calda Terrestre Dosagem
Clarkeulia excerptana (Traça-dos-frutos)

Lentilha

Calda Terrestre Dosagem
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela)

Linhaça

Calda Terrestre Dosagem
Rachiplusia nu (Lagarta da soja)

Mamão

Calda Terrestre Dosagem
Protambulyx strigilis (Lagarta das folhas)

Mandioca

Calda Terrestre Dosagem
Erinnyis ello (Mandarová)

Mandioquinha-salsa

Calda Terrestre Dosagem
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela)

Manga

Calda Terrestre Dosagem
Megalopyge lanata (Lagarta de fogo)

Maracujá

Calda Terrestre Dosagem
Dione juno juno (Lagarta do maracujazeiro)

Maxixe

Calda Terrestre Dosagem
Diaphania nitidalis (Broca dos frutos)

Melancia

Calda Terrestre Dosagem
Diaphania nitidalis (Broca dos frutos)

Melão

Calda Terrestre Dosagem
Diaphania nitidalis (Broca dos frutos)

Milho

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Nabo

Calda Terrestre Dosagem
Trichoplusia ni (Trichoplusia)

Pepino

Calda Terrestre Dosagem
Diaphania nitidalis (Broca dos frutos)

Pimenta

Calda Terrestre Dosagem
Neoleucinodes elegantalis (Broca pequena do tomateiro)

Pimentão

Calda Terrestre Dosagem
Neoleucinodes elegantalis (Broca pequena do tomateiro)

Quiabo

Calda Terrestre Dosagem
Platyedra gossypiella (Lagarta dos frutos)

Rabanete

Calda Terrestre Dosagem
Trichoplusia ni (Trichoplusia)

Romã

Calda Terrestre Dosagem
Leptoglossus gonagra (Percevejo escuro)

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja)
Nezara viridula (Percevejo verde)

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Neoleucinodes elegantalis (Broca pequena do tomateiro)

Trigo

Calda Terrestre Dosagem
Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo)

Balde de PEAD (polietileno de alta densidade) de 20L.
Frasco de PEAD (polietileno de alta densidade) de 0,25; 0,3; 0,4; 0,5; 1,0; 5,0 L.
Frasco de PET (politereftalato de etileno) de 0,25; 1,0 L.
Tanque de aço de 18000; 26000 L.

INSTRUÇÕES DE USO

KAISO 250 CS é um inseticida para as culturas de Abacate, Abacaxi, Abóbora, Abobrinha, Alho, Atemóia, Algodão, Batata, Batata-doce, Batata-yacon, Berinjela, Beterraba, Cacau Café, Canola, Cará, Cebola, Chuchu, Citros, Cupuaçu, Ervilha, Feijão-caupi, Gengibre, Gergelim, Girassol, Grão-de-bico, Guaraná, Inhame, Jiló, Kiwi, Lentilha, Linhaça, Mamão, Mandioca, Mandioquinha-salsa, Manga, Maracujá, Mexixe, Melancia, Melão, Milho, Nabo, Pepino, Pimenta, Pimentão, Quiabo, Rabanete, Romã, Soja, Tomate e Trigo do grupo químico dos piretróides de terceira geração encapsulado em uma membrana especial e disperso em uma suspensão aquosa. Para um bom controle dos insetos infestantes, seguir as indicações.

MODO DE APLICAÇÃO

O volume de calda pode variar em função da área efetivamente tratada, do estágio, porte e densidade da cultura, bem como do equipamento e tecnologia utilizada, conforme descrito abaixo:

Via Terrestre

Costal Manual: Utilizar bicos cônicos das séries “D” ou similar; ou bicos de jato tipo leque capazes de produzir espectro de gotas compatível com a pulverização de inseticidas, com pressão de 40 a 60 lbs/pol² (p.s.i.). Observar para que ocorra uma boa cobertura da cultura tratada.

Costal Motorizado: Utilizar bicos cônicos das séries “D” ou similar; ou bicos de jato tipo leque capazes de produzir espectro de gotas compatível com a pulverização de inseticidas, com pressão de 40 a 60 lbs/pol² (p.s.i.). Observar para que ocorra uma boa cobertura da cultura tratada.

Tratorizado: Utilizar bicos cônicos das séries “D” ou similar; ou bicos de jato tipo leque capazes de produzir espectro de gotas compatível com a pulverização de inseticidas, com pressão de 80 a 150 lbs/pol² (p.s.i.). Observar para que ocorra uma boa cobertura da cultura tratada.

Observar o diâmetro médio de gotas (DMV) de 200 a 250 µm e uma densidade acima de 200 gotas/cm².

Via Aérea: Pulverização aérea: com aeronaves agrícolas (aviões, helicópteros): Bicos: Utilizar bicos de jato cônico vazio da série D ou similar, com a combinação adequada de ponta e difusor (core) ou bicos rotativos tipo MICRONAIR.

Número de bicos na barra de pulverização: Para aviões tipo IPANEMA, qualquer que seja o modelo, utilizar de 40 a 42 bicos, fechando sempre de 4 a 5 unidades em cada ponta externa da asa e três intermediários de cada ponta interna das asas e próximos ao corpo (fuselagem do avião). Manter em operação os oito bicos originais e existentes sob a “barriga” (fuselagem) do avião e sempre posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas. Para outros tipos ou modelos de aeronaves, utilizar a disposição que permita uma uniformidade de distribuição das gotas sobre a faixa de deposição e evitar a influência e perda das gotas pelos vórtices de pontas das asas.

Nota: O fechamento dos bicos das pontas das asas não diminui a amplitude da faixa de deposição adequada para a aeronave, mas ao contrário, permite que o produto arrastado pelos vórtices de ponta das asas não seja perdido, mas distribuído adequadamente pelos bicos ativos.

Altura de voo: Com aviões IPANEMA, qualquer modelo, a maior uniformidade de geração e distribuição das gotas nas faixas de deposição, é obtida na altura mínima de vôo de 4 a 5 metros, sempre considerada em relação ao alvo ou a cultura. Outros modelos de aeronaves, operar com os mesmos a uma altura mínima de 3 a 4 metros do alvo estabelecido. A altura de vôo recomendada, deverá ser mantida, durante todo o processo de aplicação do produto, independente das variações que ocorram nas condições climáticas locais. Ajustar sempre o ângulo dos bicos, para manter o padrão de deposição e gotas recomendados.

Volume de aplicação: Nas aplicações com diluição do produto em água, utilizar vazões de 10 a 50 litros/hectare. Nesta faixa de volume poderão ser usados bicos hidráulicos como recomendados acima ou bicos rotativos tipo MICRONAIR. Volumes de aplicação acima daqueles valores, é vedado ou não recomendável o uso de bicos rotativos, passando a serem utilizados somente os bicos hidráulicos acima indicados.

Faixa de deposição: Para aviões tipo IPANEMA, ou similares, utilizar a faixa de deposição de 20 metros, independente dos bicos utilizados serem hidráulicos ou rotativos.

Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes d'água, criações e áreas de preservação ambiental.

As condições de aplicação poderão ser alteradas de acordo com as instruções do Engenheiro Agrônomo ou técnico responsável, mediante uso de tecnologia adequada.

Em caso de dúvidas ou mudança de aeronave, realizar testes de campo com papel sensível, ou consultar empresa aplicadora ou o departamento técnico da NUFARM INDÚSTRIA QUÍMICA E FARMACÊUTICA S/A. Consulte sempre um engenheiro agrônomo ou representante da empresa.

Condições Climáticas

Os valores devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos. Temperatura ambiente: abaixo de 32ºC; Umidade relativa do ar: mínima de 55%; Velocidade de vento: acima de 2 Km/h até o máximo de 10 Km/h; Clima: observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

A reentrada de pessoas na cultura deverá ser realizada somente após 24 horas ou após a completa secagem de calda de pulverização aplicada.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas nas doses e condições recomendadas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida Kaiso 250 CS pertence ao grupo 3A (moduladores de canais de sódio – Piretróides) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do Kaiso 250 CS como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 3A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar Kaiso 250 CS ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de Kaiso 250 CS podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do Kaiso 250 CS, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos moduladores de canais de sódio não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do Kaiso 250 CS ou outros produtos do Grupo 3A quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).