Bula Kaiso 250 CS - NomeFantasia>Nufarm</NomeFantasia>

Bula Kaiso 250 CS

acessos
Lambda-Cialotrina
13811
Nufarm

Composição

Lambda-Cialotrina 250 g/L Piretróide

Classificação

Inseticida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão de Encapsulado (CS)
Contato, Ingestão

Abacate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta
(Papilio scamander )
3 a 4 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias entre as aplicações em intervalos de 15 dias 21 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas
Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta-das-folhas
(Monodes agrotina)
3 a 4 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias entre as aplicações em intervalos de 15 dias 21 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas
Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
5 a 10 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações 3 dias Aplicar intercalado com outros inseticidas, devendo ser recomendada para situações de alta pressão da praga
Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
5 a 10 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações 3 dias Aplicar intercalado com outros inseticidas, devendo ser recomendada para situações de alta pressão da praga
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo
(Anthonomus grandis)
60 mL p.c./ha 40 a 300 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo quatro aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações 10 dias Iniciar as aplicações quando o nível de botões florais atacados atingir no máximo 5% e repetir toda vez que o ataque atingir o limite de 5% de botões danificados
Curuquerê
(Alabama argillacea)
20 a 30 mL p.c./ha 40 a 300 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo quatro aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações 10 dias Aplicar quando forem constatadas 2 lagartas/plantas ou 25% de desfolha
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
20 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha (aéreo) - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Atemoia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo escuro
(Leptoglossus gonagra)
3 a 4 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias entre as aplicações 21 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
20 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações 3 dias As pulverizações devem ser realizadas visando a redução da população de insetos adultos
Batata yacon Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
20 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Batata-doce Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha das solanáceas
(Epicauta atomaria)
20 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
5 a 10 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações 3 dias Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/100 L de água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga
Beterraba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
20 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos ramos
(Stenoma decora)
3 a 4 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias entre as aplicações 21 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
15 a 20 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 20 a 45 dias entre as aplicações 1 dia Por se tratar de um inseticida protetor e de longa persistência, o produto deve ser aplicado no início da infestação
Canola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
30 mL p.c./ha 40 a 300 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 14 dias entre as aplicações 20 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Cará Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta das folhas
(Pseudoplusia oo )
20 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
20 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Chuchu Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
5 a 10 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações 3 dias Aplicar intercalado com outros inseticidas, devendo ser recomendada para situações de alta pressão da praga
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
3 a 4 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias entre as aplicações 21 dias Iniciar as aplicações ao entardecer antes da lagarta penetrar no fruto, logo no início do aparecimento de adultos, ou quando o número de adultos capturados pelas armadilhas de feromônio atingirem o nível de controle (6 adultos/ armadilha). Usar a dose maior em infestações mais altas
Cigarrinha
(Dilobopterus costalimai)
40 a 80 mL p.c./ha 1000 a 2000 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias entre as aplicações 21 dias Aplicar quando a praga for detectada nas brotações
Cupuaçu Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta-das-folhas
(Macrosoma tipulata )
3 a 4 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias entre as aplicações 21 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas
Ervilha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
30 mL p.c./ha 40 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 14 dias entre as aplicações 20 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Feijão-caupi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
30 mL p.c./ha 40 a 300 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 14 dias entre as aplicações 20 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Gengibre Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
20 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Gergelim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
30 mL p.c./ha 40 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 14 dias entre as aplicações. 20 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
30 mL p.c./ha 40 a 300 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 14 dias entre as aplicações 20 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Grão-de-bico Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
30 mL p.c./ha 40 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 14 dias entre as aplicações 20 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Guaraná Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes
(Liothrips adisi)
3 a 4 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias entre as aplicações 21 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas
Inhame Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta-desfolhadora
(Spodoptera litura)
20 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Jiló Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
5 a 10 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações 3 dias Aplicar intercalado com outros inseticidas, devendo ser recomendada para situações de alta pressão da praga
Kiwi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça-dos-frutos
(Clarkeulia excerptana )
3 a 4 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias entre as aplicações 21 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas
Lentilha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
30 mL p.c./ha 40 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 14 dias entre as aplicações 20 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Linhaça Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Rachiplusia nu)
30 mL p.c./ha 40 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 14 dias entre as aplicações 20 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta das folhas
(Protambulyx strigilis)
3 a 4 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias entre as aplicações 21 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas
Mandioca Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mandarová
(Erinnyis ello)
20 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Mandioquinha-salsa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
20 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta de fogo
(Megalopyge lanata)
3 a 4 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias entre as aplicações 21 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas
Maracujá Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do maracujazeiro
(Dione juno juno)
3 a 4 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias entre as aplicações 21 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas
Maxixe Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
5 a 10 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Realizar cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações 3 dias Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
5 a 10 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo quatro aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações 21 dias Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
5 a 10 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo quatro aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações 21 dias Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
30 mL p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias entre as aplicações 15 dias Iniciar as aplicações nos primeiros sintomas (folhas raspadas). Geralmente com 3 a 5 folhas definitivas do milho
Nabo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
20 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
5 a 10 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações 3 dias Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga
Pimenta Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
5 a 10 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações 3 dias Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
5 a 10 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações 3 dias Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga
Quiabo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta dos frutos
(Platyedra gossypiella )
5 a 10 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações 3 dias Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga
Rabanete Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
20 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga
Romã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo escuro
(Leptoglossus gonagra)
3 a 4 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias entre as aplicações 21 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
15 mL p.c./ha 40 a 300 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 14 dias entre as aplicações 20 dias Aplicar produto quando houver 40 lagartas por batida de pano ou 30% de desfolha (antes do florescimento) ou 20 lagartas por batida de pano ou 15% de desfolha (após o florescimento)
Percevejo verde
(Nezara viridula)
30 mL p.c./ha 40 a 300 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 14 dias entre as aplicações 20 dias Iniciar as aplicações quando o nível de percevejos por pano de batida atingir 2 percevejos/pano para áreas de produção de sementes e 4 percevejos/pano de batida para áreas de produção de grão
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
5 a 10 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo cinco aplicações, com intervalo de 7 dias entre as aplicações 3 dias Aplicar intercalado com outros inseticidas, devendo ser recomendada para situações de alta pressão da praga. A dose de 10 mL/100 L de agua deverá ser recomendada em situações de alta pressão da praga
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
20 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias entre as aplicações 15 dias Iniciar as aplicações no aparecimento da praga

Balde de PEAD (polietileno de alta densidade) de 20L.
Frasco de PEAD (polietileno de alta densidade) de 0,25; 0,3; 0,4; 0,5; 1,0; 5,0 L.
Frasco de PET (politereftalato de etileno) de 0,25; 1,0 L.
Tanque de aço de 18000; 26000 L.

MODO DE APLICAÇÃO: O volume de calda pode variar em função da área efetivamente tratada, do estágio, porte e densidade da cultura, bem como do equipamento e tecnologia utilizada, conforme descrito abaixo:
Via Terrestre: Costal Manual: Utilizar bicos cônicos das séries “D” ou similar; ou bicos de jato tipo leque capazes de produzir espectro de gotas compatível com a pulverização de inseticidas, com pressão de 40 a 60 lbs/pol² (p.s.i.). Observar para que ocorra uma boa cobertura da cultura tratada.
Costal Motorizado: Utilizar bicos cônicos das séries “D” ou similar; ou bicos de jato tipo leque capazes de produzir espectro de gotas compatível com a pulverização de inseticidas, com pressão de 40 a 60 lbs/pol² (p.s.i.). Observar para que ocorra uma boa cobertura da cultura tratada.
Tratorizado: Utilizar bicos cônicos das séries “D” ou similar; ou bicos de jato tipo leque capazes de produzir espectro de gotas compatível com a pulverização de inseticidas, com pressão de 80 a 150 lbs/pol² (p.s.i.). Observar para que ocorra uma boa cobertura da cultura tratada. Observar o diâmetro médio de gotas (DMV) de 200 a 250 µm e uma densidade acima de 200 gotas/cm2 .
Via Aérea:
Pulverização aérea: com aeronaves agrícolas (aviões, helicópteros): Bicos: Utilizar bicos de jato cônico vazio da série D ou similar, com a combinação adequada de ponta e difusor (core) ou bicos rotativos tipo MICRONAIR.
Número de bicos na barra de pulverização: Para aviões tipo IPANEMA, qualquer que seja o modelo, utilizar de 40 a 42 bicos, fechando sempre de 4 a 5 unidades em cada ponta externa da asa e três intermediários de cada ponta interna das asas e próximos ao corpo (fuselagem do avião). Manter em operação os oito bicos originais e existentes sob a “barriga” (fuselagem) do avião e sempre posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas. Para outros tipos ou modelos de aeronaves, utilizar a disposição que permita uma uniformidade de distribuição das gotas sobre a faixa de deposição e evitar a influência e perda das gotas pelos vórtices de pontas das asas.
Nota: O fechamento dos bicos das pontas das asas não diminui a amplitude da faixa de deposição adequada para a aeronave, mas ao contrário, permite que o produto arrastado pelos vórtices de ponta das asas não seja perdido, mas distribuído adequadamente pelos bicos ativos.
Altura de voo: Com aviões IPANEMA, qualquer modelo, a maior uniformidade de geração e distribuição das gotas nas faixas de deposição, é obtida na altura mínima de vôo de 4 a 5 metros, sempre considerada em relação ao alvo ou a cultura. Outros modelos de aeronaves, operar com os mesmos a uma altura mínima de 3 a 4 metros do alvo estabelecido. A altura de vôo recomendada, deverá ser mantida, durante todo o processo de aplicação do produto, independente das variações que ocorram nas condições climáticas locais. Ajustar sempre o ângulo dos bicos, para manter o padrão de deposição e gotas recomendados.
Volume de aplicação: Nas aplicações com diluição do produto em água, utilizar vazões de 10 a 50 litros/hectare. Nesta faixa de volume poderão ser usados bicos hidráulicos como recomendados acima ou bicos rotativos tipo MICRONAIR. Volumes de aplicação acima daqueles valores, é vedado ou não recomendável o uso de bicos rotativos, passando a serem utilizados somente os bicos hidráulicos acima indicados.
Faixa de deposição: Para aviões tipo IPANEMA, ou similares, utilizar a faixa de deposição de 20 metros, independente dos bicos utilizados serem hidráulicos ou rotativos. Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes d'água, criações e áreas de preservação ambiental. As condições de aplicação poderão ser alteradas de acordo com as instruções do Engenheiro Agrônomo ou técnico responsável, mediante uso de tecnologia adequada. Em caso de dúvidas ou mudança de aeronave, realizar testes de campo com papel sensível, ou consultar empresa aplicadora ou o departamento técnico da NUFARM INDÚSTRIA QUÍMICA E FARMACÊUTICA S/A. Consulte sempre um engenheiro agrônomo ou representante da empresa.
Condições Climáticas:
Os valores devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos. Temperatura ambiente: abaixo de 32ºC; Umidade relativa do ar: mínima de 55%; Velocidade de vento: acima de 2 Km/h até o máximo de 10 Km/h; Clima: observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.

INTERVALOS DE SEGURANÇA:
Culturas Modo de aplicação Intervalo de segurança (dias) Forma de aplicação
Abacate Foliar 21 Terrestre e aérea
Abacaxi Foliar 21 Terrestre
Abóbora Foliar 3 Terrestre
Abobrinha Foliar 3 Terrestre
Alho Foliar 3 Terrestre
Atemóia Foliar 21 Terrestre
Algodão Foliar 10 Terrestre e aérea
Batata Foliar 3 Terrestre
Batata-doce Foliar 3 Terrestre
Batata-yacon Foliar 3 Terrestre
Berinjela Foliar 3 Terrestre
Beterraba Foliar 3 Terrestre
Café Foliar 1 Terrestre e aérea
Cacau Foliar 21 Terrestre e aérea
Canola Foliar 20 Terrestre e aérea
Cará Foliar 3 Terrestre
Cebola Foliar 3 Terrestre
Chuchu Foliar 3 Terrestre
Citros Foliar 21 Terrestre e aérea
Cupuaçu Foliar 21 Terrestre
Ervilha Foliar 20 Terrestre
Feijão-caupi Foliar 20 Terrestre e aérea
Gengibre Foliar 3 Terrestre
Gergelim Foliar 20 Terrestre
Girassol Foliar 20 Terrestre e aérea
Grão-de-bico Foliar 20 Terrestre
Guaraná Foliar 21 Terrestre e aérea
Inhame Foliar 3 Terrestre
Jiló Foliar 3 Terrestre
Kiwi Foliar 21 Terrestre
Lentilha Foliar 20 Terrestre
Linhaça Foliar 20 Terrestre
Mamão Foliar 21 Terrestre e aérea
Mandioca Foliar 3 Terrestre e aérea
Mandioquinha-salsa Foliar 3 Terrestre
Manga Foliar 21 Terrestre e aérea
Maracujá Foliar 21 Terrestre
Maxixe Foliar 3 Terrestre
Melancia Foliar 21 Terrestre e aérea
Melão Foliar 21 Terrestre e aérea
Milho Foliar 15 Terrestre e aérea
Nabo Foliar 3 Terrestre
Pepino Foliar 3 Terrestre
Pimenta Foliar 3 Terrestre
Pimentão Foliar 3 Terrestre
Quiabo Foliar 3 Terrestre
Rabanete Foliar 3 Terrestre
Romã Foliar 21 Terrestre
Soja Foliar 20 Terrestre e aérea
Tomate Foliar 3 Terrestre e aérea
Trigo Foliar 15 Terrestre e aérea

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
A reentrada de pessoas na cultura deverá ser realizada somente após 24 horas ou após a completa secagem de calda de pulverização aplicada.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida Kaiso 250 CS pertence ao grupo 3A (moduladores de canais de sódio – Piretróides) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do Kaiso 250 CS como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 3A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar Kaiso 250 CS ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de Kaiso 250 CS podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do Kaiso 250 CS, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos moduladores de canais de sódio não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do Kaiso 250 CS ou outros produtos do Grupo 3A quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

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