Bula Mofotil - Helm
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Bula Mofotil

Tiofanato-metílico
12109
Helm

Composição

Tiofanato-metílico 500 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea/Tratamento de sementes
Fungicida
4 - Produto Pouco Tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico

Conteúdo: 1 L.

INSTRUÇÕES DE USO

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Banana:
Realizar até 4 aplicações com intervalos de 7 a 15 dias, conforme intensidade da doença e condições favoráveis à mesma. Iniciar a aplicação ao surgimento dos primeiros sintomas, evitando-se as horas mais quentes do dia. Calda de aplicação de 400 a 600 L/ha.
Citros:
Realizar até 4 aplicações durante o ciclo da cultura. Para controle da Verrugose aplicar inicialmente no estágio de florescimento (“palito-de-fósforo”), repetindo quando 2/3 das pétalas tiverem caído. Calda de aplicação de 700 a 1000 L/ha; para Pinta-preta ou Mancha-preta iniciar as aplicações a partir de frutos com 1,5 cm ou aos primeiros sinais da doença e repetir com intervalo de 40 dias, não ultrapassando o número máximo de aplicações por ciclo. Calda de aplicação de 1000 L/ha.
Feijão:
Realizar até 3 aplicações, iniciando logo após a emergência da planta, repetindo na pré e pós florada. Calda de aplicação de 700 a 1000 L/ha para pulverização terrestre e 30 a 40 L/ha para pulverização aérea.
Maçã:
Realizar até 3 aplicações com intervalos de 10 dias, iniciando o tratamento aos primeiros sinais da doença ou assim que as condições climáticas estiverem favoráveis, principalmente entre os meses de novembro a janeiro. Calda de aplicação de 700 a 1000 L/ha para pulverização terrestre e 30 a 40 L/ha para pulverização aérea. Manga: Realizar até 2 aplicações com intervalo de 10 dias assim que os frutos estiverem formados. Calda de aplicação de 700 a 1000 L/ha.
Morango:
Realizar uma aplicação aos primeiros sinais das doenças, especialmente nos períodos de alta umidade e temperaturas entre 20 e 25°C. Calda de aplicação de 700 a 1000 L/ha.
Soja:
Para as doenças de final de ciclo (DFC), realizar até 2 aplicações, sendo a primeira quando a planta estiver entre os estágios R5.1 e R5.3 e a segunda após 10 a 20 dias, conforme condições climáticas favoráveis, ou seja, chuvas freqüentes e temperatura entre 22 e 30°C. Calda de aplicação de 700 a 1000 L/ha para pulverização terrestre e 30 a 40 L/ha para pulverização aérea. Para tratamento de semente (Antracnose), realizar uma aplicação imediatamente antes da semeadura. Calda de 600 mL/100 kg de semente.
Tomate:
Realizar até 2 aplicações com intervalo de 10 dias, iniciando aos primeiros sinais da doença ou assim que as condições climáticas estiverem favoráveis, ou seja, alta umidade e temperatura entre 25 e 30°C. Calda de aplicação de 700 a 1000 L/ha para pulverização terrestre e 30 a 40 L/ha para pulverização aérea.

MODO DE APLICAÇÃO

Antes da preparação da calda, agitar vigorosamente o produto em sua embalagem original. Aplicação terrestre através de pulverização da calda na parte aérea da planta, visando cobrir uniformemente caules, folhas e/ou frutos. Utilizar pulverizadores tratorizados, dotados de bico cônico, com densidade mínima de 50-70 gotas/cm² e tamanho de 250 micra.
Aplicação aérea com uso de barra ou atomizador rotativo Micronair, com altura de vôo de 2 a 3 m (barra) ou 3 a 4 m (micronair). Largura da faixa de deposição efetiva de 15 m, com densidade de 60 gotas/cm² e tamanho de 180 a 220 micra. No caso de barra, usar bico cônico e pontas D6 e D12 com disco inferior a 45°; usando Micronair, o número de atomizadores deve ser de 4, seguindo a tabela do fabricante para ajuste do regulador de vazão/VRU, pressão e ângulo da pá.
O volume de calda pode variar de acordo com o desenvolvimento das plantas ou estado vegetativo, variedade e espaçamento no momento da aplicação.
Para o tratamento de sementes de soja, utilizar máquinas para tratamento de sementes ou tambor giratório excêntrico, não sendo recomendado o tratamento diretamente na caixa semeadora ou lona. Para uma melhor homogeneização, deve-se adicionar água perfazendo um total de 600 ml de calda para cada 100 kg de semente, sempre fazendo uso de corante.

INTERVALO DE SEGURANÇA PARA CADA CULTURA

Banana, Citros, Feijão, Manga, Morango e Tomate: 14 dias;
Maçã: 7 dias;
Soja (foliar): 21 dias;
Soja (sementes): intervalo não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, quando aplicado conforme instruções de uso.
Compatibilidade: MOFOTIL® não deve ser aplicado com produtos de reação fortemente alcalina.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.