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Bula Novum

Piraclostrobina; Tiofanato-metilico
12519
Basf

Composição

Piraclostrobina 50 g/L
Tiofanato-metílico 450 g/L

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada para Tratamento de Sementes (FS)
Sistêmico

Algodão

Colletotrichum gossypii (Tombamento)
Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides (Ramulose)
Fusarium oxysporum f.sp. vasinfectum (Fusariose)
Lasiodiplodia theobromae (Podridão de raiz)
Penicillium spp (Fungo de armazenamento)
Rhizoctonia solani (Damping-off)

Feijão

Alternaria spp (Pinta preta)
Aspergillus spp (Fungo de pós colheita)
Colletotrichum lindemuthianum (Antracnose)
Fusarium oxysporum f.sp. phaseoli (Amarelecimento de fusarium)
Fusarium solani f. sp. phaseoli (Podridão radicular seca)
Penicillium spp (Fungo de armazenamento)
Pythium spp. (Estiolamento)
Rhizoctonia solani (Damping-off)

Milho

Aspergillus flavus (Podridão das sementes)
Aspergillus spp (Fungo de pós colheita)
Colletotrichum graminicola (Antracnose)
Fusarium moniliforme (Fusariose)
Penicillium oxalicum (Tombamento)
Pythium spp. (Estiolamento)
Rhizoctonia solani (Damping-off)
Stenocarpella maydis (Podridão branca da espiga)

Soja

Aspergillus flavus (Podridão das sementes)
Cercospora kikuchii (Mancha púrpura da semente)
Colletotrichum dematium var. truncata (Antracnose)
Diaporthe phaseolorum f. sp. meridionalis (Cancro da haste)
Fusarium pallidoroseum (Fusariose)
Phomopsis sojae (Podridão seca)

Tipo: Bag in box.
Material: Fibra de papel com bolsa plástica interna.
Capacidade: 0,5; 1,0; 2,0; 3,0; 5,0; 10; 20 L.
Tipo: Balde.
Material: Metálico e Plástico.
Capacidade: 1,0; 5,0; 10; 20 L.
Tipo: Bombona.
Material: Plástico.
Capacidade: 3,0; 5,0; 2,0; 10; 20; 50; 100 L.
Tipo: Contentor intermediário (IBC).
Material: Metálico e metal/plástico com pallet de madeira e Plástico e plástico com estrutura metálica.
Capacidade: 300; 400; 500; 600; 700; 800; 850; 900; 925; 950; 960; 970; 980; 990; 1.000; 1.800; 2.000; 2.700; 3.000 L.
Tipo: Frasco.
Material: Plástico.
Capacidade: 0,1; 0,25; 0,35; 0,5; 0,75; 1,0 L.
Tipo: Stand-up pouch, com tampa.
Material: Plástico e plástico com estrutura metálica.
Capacidade: 0,25; 0,5; 0,6; 1,0; 2,0; 3,0; 5,0; 10 L.
Tipo: Tambor.
Material: Metálico e Plástico.
Capacidade: 50; 100; 190; 200; 210 L.
Tipo: Tanque.
Material: Metálico.
Capacidade: 300; 400; 500; 600; 700; 800; 850; 900; 925; 950; 960; 970; 980; 990; 1.000; 1.800; 2.000; 2.700; 3.000; 5.000; 10.000; 15.000; 16.000; 17.000; 18.000; 19.000; 20.000; 21.000; 22.000; 23.000; 24.000; 25.000; 29.000; 30.000 L.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Efeito fisiológico Utilizando Novum® nas doses recomendadas podem ocorrer efeitos fisiológicos positivos na fisiologia das plantas, como o incremento da produtividade ou a qualidade do produto final. Época de Aplicação: tratamento de sementes antes da semeadura. Frequência de Aplicação: uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura.

MODO DE APLICAÇÃO: Forma de Aplicação: o produto poderá ser aplicado com o auxílio de máquina específica para tratamento de sementes de fluxo contínuo ou tambores rotativos de tal forma que haja uma distribuição homogênea do produto sobre as sementes. O tratamento é feito, diluindo-se a dose recomendada do produto em um volume que não exceda 500 mL de calda por 100 kg de sementes para as culturas da soja e feijão, podendo chegar até 1000 mL de calda por 100 kg de sementes para as culturas do algodão e milho.
Informações sobre os equipamentos de aplicação para tratamento de sementes:
• Tambores Rotativos, Máquina Amazone Trans-Mix e Betoneiras: colocar uma quantidade de sementes com peso conhecido no interior do equipamento de tratamento e adicionar a dose indicada do produto agitando até se obter a perfeita cobertura das sementes. O tempo da mistura (agitação) é variável em função de cada equipamento e da quantidade de sementes e deve ser suficiente para que todo o produto cubra uniformemente as sementes (aprox. 3 minutos). Atentar para que no final do tratamento não haja sobra de produto no fundo do equipamento utilizado.
• Máquinas específicas com fluxo contínuo ou batelada para tratamento de sementes: o tratamento de sementes pode ser realizado com diversos modelos de máquinas que operam desta maneira tais como: Roresti, MecMac, Grasmec, Momesso, Gustafson, Mantis, Niklas, Cimbria entre outras, seguindo as recomendações do fabricante. Observar cuidados especiais com a manutenção, regulagem e limpeza da unidade dosadora de produtos, principalmente com a de formulações viscosas, pois restos de produtos secos nestas unidades podem reduzir a capacidade de volume, interferindo na dose.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Não determinado, devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na área tratada.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
• Não há limitação de uso quando utilizado de acordo com as recomendações constantes na bula.
• As sementes tratadas são destinadas unicamente para a semeadura, não sendo aptas para alimentação ou extração de óleo.
• Novum® é compatível, em aplicação sequencial, com produtos usualmente utilizados para tratamento de sementes.
• Não é recomendado mistura de Novum® com produtos de reação fortemente alcalina (Hormônios, Fertilizantes, Estimuladores de Crescimento, etc.).
• A regulagem da semeadora deverá ser feita com as sementes já tratadas. A adição de produtos às sementes pode alterar a fluidez das mesmas, interferindo na distribuição uniforme das sementes.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

A integração de medidas de controle é premissa básica para um bom manejo de doenças nas plantas cultivadas. As diferentes medidas de controle visam desacelerar, integradamente o ciclo das relações patógeno-hospedeiro. O uso de fungicidas adequados, variedades resistentes, rotação de culturas e controle do ambiente devem ser vistos como métodos de controle mutuamente úteis. Dentro deste princípio, todas as vezes que seja possível devemos associar as boas práticas agrícola como: Uso racional de fungicidas e aplicação no momento e doses indicadas, fungicidas específicos para um determinado fungo, utilização de cultivares resistentes ou tolerantes, semeadura nas épocas menos propícias para o desenvolvimento dos fungos, eliminação de plantas hospedeiras, rotação de culturas, adubação equilibrada, escolha do local para implantação da cultura, etc.

Manejo de doenças de plantas cultivadas deve ser entendido como a utilização de métodos químicos, culturais e biológicos necessários para manter as doenças abaixo do nível de dano econômico.


O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos C3 e B1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), ao Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org) e ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO C3 FUNGICIDA
GRUPO B1 FUNGICIDA

O produto fungicida Novum® é composto por Piraclostrobina e Tiofanato Metílico, que apresentam mecanismos de ação dos inibidores do complexo III: citocromo bc1 (ubiquinol oxidase) no sítio Qo e montagem de ß-tubulina na mitose, pertencentes aos Grupo C3 e B1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas), respectivamente.