Bula Priori Xtra - Syngenta

Bula Priori Xtra

acessos
Azoxystrobin + Cyproconazole
4903
Syngenta

Composição

Azoxistrobina 200 g/L Estrobilurina
Ciproconazol 80 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 a 21 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações ao redor de 40-45 dias após a emergência da cultura
Ramulose
(Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 a 21 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações ao redor de 25 dias após a emergência da cultura ou estágio de 2 a 4 folhas verdadeiras
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações nos primeiros sintomas, ou preventivamente no momento que a cultura apresentar de 1 a 5% de panículas emitidas
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia coronata var. avenae)
200 a 300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 21 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no estágio inicial da infecção da doença (até 5% de incidência)
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
500 mL p.c./ha 400 L de água/ha 30 L de calda/ha (aéreo) 60 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
500 mL p.c./ha 400 L de água/ha até 30 L de calda/ha (aéreo) 60 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia melanocephala)
200 a 500 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 30 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações de forma preventiva, ou no máximo no surgimento dos primeiros sintomas de doença na área
Ferrugem
(Puccinia melanocephala)
250 a 300 mL p.c./ha 100 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não especificado devido ao modo de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de propágulos vegetativos, pelo fornecedor do produto, antes do plantio
Ferrugem alaranjada da cana
(Puccinia kuehnii)
500 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 30 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações de forma preventiva, ou no máximo no surgimento dos primeiros sintomas de doença na área
Mancha anelar
(Leptosphaeria sacchari)
250 a 500 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 30 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, geralmente no final do perfilhamento e início da elongação dos colmos
Mancha-parda
(Cercospora longipes)
250 a 500 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 30 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, geralmente no final do perfilhamento e início da elongação dos colmos
Podridão da coroa
(Ceratocystis paradoxa)
250 a 300 mL p.c./ha 100 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não informado devido ao modo de emprego. Aplicação no sulco: aplicar sobre os toletes no sulco de plantio, através de pulverização em jato dirigido
Podridão da coroa
(Ceratocystis paradoxa)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Intervalo de emprego não especificado devido ao modo de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de propágulos vegetativos, pelo fornecedor do produto, antes do plantio
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia hordei)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 21 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações de forma preventiva, ou no máximo no surgimento dos primeiros sintomas de doença na área, aproximadamente aos 30 dias após a emergência da cultura
Mancha angular
(Drechslera teres)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 21 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações de forma preventiva, ou no máximo no surgimento dos primeiros sintomas de doença na área, aproximadamente aos 30 dias após a emergência da cultura
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia psidii)
300 a 450 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações de forma preventiva, ou no máximo no surgimento dos primeiros sintomas de doença na área
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria helianthi)
250 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha - 14 dias. 21 dias. Iniciar as aplicações quando do surgimento dos primeiros sintomas das doenças
Oídio
(Erysiphe cichoracearum)
200 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha - 14 dias. 21 dias. Iniciar as aplicações quando do surgimento dos primeiros sintomas das doenças
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora zeae-maydis)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 42 dias. Deverá ser aplicado de forma preventiva aos 40-50 dias após o plantio (observando-se o desenvolvimento da cultura, em função da precocidade do material utilizado)
Mancha foliar de phaoeosphaeria
(Phaeosphaeria maydis)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 42 dias. Deverá ser aplicado de forma preventiva aos 40-50 dias após o plantio (observando-se o desenvolvimento da cultura, em função da precocidade do material utilizado)
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum truncatum)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 21 a 28 dias. 30 dias. Realizar a primeira aplicação de forma preventiva, até no máximo no estádio R 2 (florescimento pleno)
Mancha alvo
(Corynespora cassiicola)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 21 a 28 dias. 30 dias. Realizar a primeira aplicação de forma preventiva, até no máximo no estádio R 2 (florescimento pleno)
Mancha aureolada
(Thanatephorus cucumeris)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 21 a 28 dias. 30 dias. Realizar a prineira aplicação de forma preventiva, até no máximo no estádio R 2 (florescimento pleno)
Mancha parda
(Septoria glycines)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Realizar aplicação no estádio R 5.1
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 30 dias. Realizar aplicação no estádio R 5.1
Oídio
(Microsphaera diffusa)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Aplicar quando o índice de infecção atingir 20%
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 a 21 dias. 30 dias. Deverá ser aplicado de forma preventiva ou nos estágios iniciais de infecção das doenças foliares do trigo (até 5% de incidência)
Ferrugem do colmo
(Puccinia graminis)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 a 21 dias. 30 dias. Deverá ser aplicado de forma preventiva ou nos estágios iniciais de infecção das doenças foliares do trigo (até 5% de incidência)
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 a 21 dias. 30 dias. Deverá ser aplicado de forma preventiva ou nos estágios iniciais de infecção das doenças foliares do trigo (até 5% de incidência)

Frasco plástico com 250 ml; 1,0; 1,5; 2,5; 3, 5, 6 e 20 L.
Bombona plástica com 5, 6, 10 e 20 L.
Tambor em ferro, aço ou plástico com 160; 180 e 200 L.
Farm Pack de ferro, aço ou plástico com 420 L e 1000 L.
Bulk em ferro, aço ou plástico com 1000, 5000, 10.000, 20.000 L.
Tanque em ferro, aço ou plástico com 1000L e 1.100L (equivalente a 1.000 Kg).5000, 10000 e 20000L.
Isotanque de aço: 24000; 25000;26000 e 28000 litros.

Efeito fisiológico: O uso de PRIORI XTRA nas doses recomendadas pode proporcionar efeitos fisiológicos benéficos às plantas, como o incremento de produtividade ou na qualidade do produto final.
MODO DE APLICAÇÃO:
PRIORI XTRA deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as culturas registradas.

A boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas é fundamental para o sucesso de controle das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado.
Aplicação terrestre: Volume de aplicação: 100 a 200 litros de água/ha para as culturas do algodão, arroz irrigado, aveia, cana-de-açúcar, cevada, eucalipto, milho, soja, girassol e trigo, 400 litros água/ha para a cultura do café.

A pulverização deve ser realizada a fim de assegurar uma boa cobertura foliar das culturas citadas na bula. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para a cultura, de acordo com a forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido. Os tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio ou jato plano (leque), que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 µm (micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20 gotas/cm2. A velocidade do trator deverá ser de acordo com a topografia do terreno. A pressão de trabalho deve estar de acordo com as recomendações do fabricante do bico utilizado, variando entre 100 a 1000 Kpa (= 15 a 150 PSI). O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e ventos de 3 a 15 km/hora.

Cana-de-açúcar (aplicação no sulco de plantio): Utilizar pulverizadores acoplados às plantadoras mecanizadas ou máquinas específicas para fechamento do sulco (tampador), imediatamente antes do fechamento.

Para tratamento industrial de propágulos vegetativos (mudas de cana-de-açúcar), USO EXCLUSIVO EM INDÚSTRIA. Aplicação através de tratamento industrial, pela empresa registrante, de propágulos vegetativos (mudas) antes do plantio na cultura da cana-de-açúcar. É VEDADA QUALQUER OUTRA
MODALIDADE DE USO.
Aplicação aérea (culturas do algodão, arroz irrigado, aveia, cana-de-açúcar, cevada, eucalipto, milho, soja e trigo):
A pulverização deve ser realizada a fim de assegurar uma boa cobertura foliar das culturas citadas na bula. Utilizar barra com um volume de 20 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação, como por exemplo, hidráulicos ou atomizadores que gerem gotas médias. É recomendado que os demais parâmetros operacionais, isto é, velocidade, largura de faixa, etc., também sejam escolhidos visando à geração de gotas médias. O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada. Observar ventos em velocidade média de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 30°C, umidade relativa superior a 50%, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação. Não aplicar em alturas menores do que 2 metros ou maiores do que 5 metros. O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. A critério do Engenheiro Agrônomo Responsável, as condições de aplicação podem ser flexibilizadas.

É recomendado respeitar as diretrizes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento quanto à segurança na faixa de aplicação: a) As aplicações não deverão ser realizadas em áreas com distância inferior a 500 metros de povoações, cidades, vilas, bairros e mananciais de captação de água para abastecimento de população. b) Estas restrições deverão ser válidas também para áreas com distância inferior a 250 metros no caso de mananciais de água, moradias isoladas e agrupamentos de animais; c) As aeronaves agrícolas que contenham produtos químicos deverão ser proibidas de sobrevoar as áreas povoadas, moradias e os agrupamentos humanos.

Aplicação aérea (cultura do café): Utilizar barra com um volume de 30 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação, como por exemplo, bicos hidráulicos da série “D”, D-10 conjugado com difusor DC45. Largura efetiva de voo de 15 m, com um mínimo de 30-40 gotas por cm2. O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada. Observar ventos de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 30°C e umidade relativa superior a 60% visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação. Não deverá ser realizada a aplicação nos horários da ocorrência de “inversão térmica” ou “corrente convectiva”.

Modo de preparo de calda: 1. Agitar vigorosamente o produto antes da diluição, ainda na embalagem. 2. O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionar a quantidade recomendada do fungicida e em seguida adicionar o adjuvante recomendadado pelo fabricante, caso necessário. Após isso, proceder a homogeneização e completar o volume do tanque com água. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. 3. Preparar apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. 4. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.

Cuidados no preparo da calda: 1. Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas nos primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. 2. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. 3. Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. 4. Manuseie o produto em local aberto e ventilado
INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):

CULTURA DIAS
Algodão 30
Arroz irrigado 30
Aveia 30
Café 30
Cana-de-açúcar 30
Cana-de-açúcar (1)
Cana-de-açúcar (2)
Cevada 30
Eucalipto UNA
Girassol 21
Milho 42
Soja 30
Trigo 30
(1) Não determinado devido à modalidade de emprego (aplicação no sulco de plantio).
(2) Não determinado devido à modalidade de emprego (tratamento de propágulos vegetativos - mudas).
UNA – Uso Não Alimentar.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas: Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as culturas.

Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.
Outras restrições a serem observadas: A azoxistrobina é extremamente fitotóxica para certas variedades de maçãs e por essa razão, não pulverizar o produto quando a deriva da pulverização possa alcançar macieiras. Não use equipamentos de pulverização que tenham sido usados previamente para aplicar PRIORI XTRA, para pulverizar macieiras. Mesmo resíduos do produto que tenham permanecido nos equipamentos podem causar fitotoxicidade inaceitável para certas variedades de maçã.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

Precauções quanto a saúde:

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

Precauções quanto ao Meio ambiente:

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, adoção de vazio sanitário, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas corretos, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

RECOMENDAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
PRIORI XTRA é um fungicida composto por uma estrobilurina, azoxistrobina, e um triazol, ciproconazole. Estes ingredientes ativos apresentam dois diferentes modos de ação, a azoxistrobina é um inibidor do complexo III: citocromo bc 1 (ubiquinol oxidase) no sítio Qo do grupo C3 e o ciproconazole é um C14- desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51) do grupo G1. Esta combinação de diferentes ativos faz parte de uma estratégia de gerenciamento de resistência.

GRUPO C3 FUNGICIDA GRUPO G1 FUNGICIDA
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Aplicação alternada de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C3 e do Grupo G1 sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

RECOMENDAÇÕES PARA O ALVO FERRUGEM DA SOJA:

• Manter monitoramento da doença na cultura;
• Respeitar vazio sanitário (eliminar plantas de soja voluntária);
• Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada para cada região (escape);
• Evitar semeaduras em várias épocas e as cultivares tardias. Não semear soja safrinha (segunda época);
• Utilizar cultivares de genes de resistência, quando disponíveis;
• Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar e maior penetração/ cobertura do fungicida; A tecnologia de aplicação é essencial para o funcionamento correto dos fungicidas.