Bula Priori Xtra - Syngenta

Bula Priori Xtra

acessos
Azoxystrobin + Cyproconazole
4903
Syngenta

Composição

Azoxistrobina 200 g/L Estrobilurina
Ciproconazol 80 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 a 21 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações ao redor de 40-45 dias após a emergência da cultura
Ramulose
(Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 a 21 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações ao redor de 25 dias após a emergência da cultura ou estágio de 2 a 4 folhas verdadeiras
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações nos primeiros sintomas, ou preventivamente no momento que a cultura apresentar de 1 a 5% de panículas emitidas
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia coronata var. avenae)
200 a 300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 21 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no estágio inicial da infecção da doença (até 5% de incidência)
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
500 mL p.c./ha 400 L de água/ha 30 L de calda/ha (aéreo) 60 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
500 mL p.c./ha 400 L de água/ha até 30 L de calda/ha (aéreo) 60 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia melanocephala)
200 a 500 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 30 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações de forma preventiva, ou no máximo no surgimento dos primeiros sintomas de doença na área
Ferrugem
(Puccinia melanocephala)
250 a 300 mL p.c./ha 100 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não especificado devido ao modo de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de propágulos vegetativos, pelo fornecedor do produto, antes do plantio
Ferrugem alaranjada da cana
(Puccinia kuehnii)
500 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 30 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações de forma preventiva, ou no máximo no surgimento dos primeiros sintomas de doença na área
Podridão da coroa
(Ceratocystis paradoxa)
100 a 200 mL p.c./ha 100 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Intervalo de emprego não especificado devido ao modo de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de propágulos vegetativos, pelo fornecedor do produto, antes do plantio
Podridão da coroa
(Ceratocystis paradoxa)
250 a 300 mL p.c./ha 100 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não informado devido ao modo de emprego. Aplicação no sulco: aplicar sobre os toletes no sulco de plantio, através de pulverização em jato dirigido
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia hordei)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 21 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações de forma preventiva, ou no máximo no surgimento dos primeiros sintomas de doença na área, aproximadamente aos 30 dias após a emergência da cultura
Mancha angular
(Drechslera teres)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 21 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações de forma preventiva, ou no máximo no surgimento dos primeiros sintomas de doença na área, aproximadamente aos 30 dias após a emergência da cultura
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia psidii)
300 a 450 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações de forma preventiva, ou no máximo no surgimento dos primeiros sintomas de doença na área
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria helianthi)
250 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha - 14 dias. 21 dias. Iniciar as aplicações quando do surgimento dos primeiros sintomas das doenças
Oídio
(Erysiphe cichoracearum)
200 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha - 14 dias. 21 dias. Iniciar as aplicações quando do surgimento dos primeiros sintomas das doenças
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora zeae-maydis)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 42 dias. Deverá ser aplicado de forma preventiva aos 40-50 dias após o plantio (observando-se o desenvolvimento da cultura, em função da precocidade do material utilizado)
Mancha foliar de phaoeosphaeria
(Phaeosphaeria maydis)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 42 dias. Deverá ser aplicado de forma preventiva aos 40-50 dias após o plantio (observando-se o desenvolvimento da cultura, em função da precocidade do material utilizado)
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum truncatum)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 21 a 28 dias. 30 dias. Realizar a primeira aplicação de forma preventiva, até no máximo no estádio R 2 (florescimento pleno)
Ferrugem asiática
(Phakopsora pachyrhizi)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 30 dias. Realizar a primeira aplicação de forma preventiva no estádio R 1 (início do florescimento)
Mancha alvo
(Corynespora cassiicola)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 21 a 28 dias. 30 dias. Realizar a primeira aplicação de forma preventiva, até no máximo no estádio R 2 (florescimento pleno)
Mancha aureolada
(Thanatephorus cucumeris)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 21 a 28 dias. 30 dias. Realizar a prineira aplicação de forma preventiva, até no máximo no estádio R 2 (florescimento pleno)
Mancha parda
(Septoria glycines)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Realizar aplicação no estádio R 5.1
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 30 dias. Realizar aplicação no estádio R 5.1
Oídio
(Microsphaera diffusa)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Aplicar quando o índice de infecção atingir 20%
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 a 21 dias. 30 dias. Deverá ser aplicado de forma preventiva ou nos estágios iniciais de infecção das doenças foliares do trigo (até 5% de incidência)
Ferrugem do colmo
(Puccinia graminis)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 a 21 dias. 30 dias. Deverá ser aplicado de forma preventiva ou nos estágios iniciais de infecção das doenças foliares do trigo (até 5% de incidência)
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 a 21 dias. 30 dias. Deverá ser aplicado de forma preventiva ou nos estágios iniciais de infecção das doenças foliares do trigo (até 5% de incidência)

Frasco plástico com 250 ml; 1,0; 1,5; 2,5; 3, 5, 6 e 20 L.
Bombona plástica com 5, 6, 10 e 20 L.
Tambor em ferro, aço ou plástico com 160; 180 e 200 L.
Farm Pack de ferro, aço ou plástico com 420 L e 1000 L.
Bulk em ferro, aço ou plástico com 1000, 5000, 10.000, 20.000 L.
Tanque em ferro, aço ou plástico com 1000L e 1.100L (equivalente a 1.000 Kg).5000, 10000 e 20000L.
Isotanque de aço: 24000; 25000;26000 e 28000 litros.

INSTRUÇÕES DE USO:

PRIORI XTRA é um fungicida sistêmico, usado em pulverizações preventivas, para o controle de doenças da parte aérea das culturas do algodão, arroz irrigado, aveia, café, cana-de-açúcar, cevada, eucalipto, girassol, milho, soja e trigo , bem como no tratamento industrial de mudas e aplicação no sulco de plantio de cana-de-açúcar.

CULTURAS, DOENÇAS CONTROLADAS E DOSES:

Vide a seção “Indicações de Uso/Doses”
Obs.: 1 litro do produto comercial contém 200 g de Azoxistrobina e 80 g de Ciproconazol

MODO DE APLICAÇÃO:

PRIORI XTRA deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as culturas registradas.

Volume de aplicação: 100 a 200 litros água/ha para as culturas do algodão, arroz irrigado, aveia, cana-de-açúcar, cevada, eucalipto, milho, da soja, do girassol e do trigo e 400 litros água/ha para a cultura do café.
Nas culturas do arroz irrigado, aveia, algodão, eucalipto, cada-de-açúcar, cevada, do milho, da soja e do trigo, utilizar pulverizador tratorizado de barra, equipado com bicos apropriados para a aplicação de fungicidas, produzindo um diâmetro de gotas de 50 a 200 µ, uma densidade de 50 a 70 gotas/cm², e uma pressão de 40 a 60 libras.
Na cultura do café, utilizar equipamento tipo turbo atomizador ou costal equipado com bico tipo Jato cônico com série "X" ou "D", a uma pressão de 10 a 40 psi (para o atomizador) e 30 a 60 (para o costal), produzindo um diâmetro de gotas na faixa de 150 a 250µ e densidade
maior que 100 gotas/cm².
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27ºC, com umidade relativa acima de 60% e ventos de no máximo 15 km/hora.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
Para a cultura da cana-de-açúcar, utilizar volume de calda de 100 L/ha. Utilizar pulverizadores acoplados às plantadoras mecanizadas ou máquinas especificas para fechamento do sulco (tampador), imediatamente antes do fechamento.
Para tratamento industrial de propágulos vegetativos (mudas de cana-de-açúcar), USO EXCLUSIVO EM INDÚSTRIA. Aplicação através de tratamento industrial, pela empresa registrante, de propágulos vegetativos (mudas) antes do plantio na cultura da cana-de-açúcar. É VEDADA QUALQUER OUTRA MODAUDADE DE USO.

Aplicação aérea (culturas do algodão, arroz irrigado, aveia, cada-de-açúcar, cevada, eucalipto, milho, soja e trigo):

Utilizar barra com um volume de 30 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação, como por exemplo, conicos D6 e D12 e disco "core" inferior a 45.
Largura efetiva de 15-18 m, com diâmetro de gotas de 80µ, e um mínimo de 60 gotas por cm².
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.
Observar ventos de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 27ºC e umidade relativa superior a 60% visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação.

INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):

Algodão 30 dias
Arroz Irrigado 30 dias
Aveia 30 dias
Café 30 dias
Cana-de-açúcar 30 dias
Cana-de-açúcar (1)
Cana-de-açúcar (2)
Cevada 30 dias
Eucalipto U.N.A.
Girassol 21 dias
Milho 42 dias
Soja 30 dias
Trigo 30 dias

(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego (aplicação no sulco de plantio).
(2) Não determinado devido à modalidade de emprego (tratamento de propágulos vegetativos - mudas).

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E AREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no minimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção tndividual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas;
Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as culturas.

Outras restrições a serem observadas:

A azoxistrobina é extremamente fitotóxica para certas variedades de maçãs e por essa razão, não pulverizar o produto quando a deriva da pulverização possa alcançar macieiras. Não use equipamentos de pulverização que tenham sido usados previamente para aplicar PRIORI XTRA, para pulverizar macieiras. Mesmo resíduos do produto que tenham permanecido nos equipamentos podem causar fitotoxicidade inaceitável para certas variedades de maçã.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendado
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• O produto é irritante para os olhos.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2, cobrindo nariz e a boca; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possivel o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Não aplique o produto na presença de vento se utilizar equipamento costa!. Se utilizar trator, aplique o produto contra o vento, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa do produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe 2, cobrindo nariz e a boca; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Caso seja necessário entrar na lavoura antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, na embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPls), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas
utilizadas, utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual- EPI (macacão hidrorepelente com mangas compndas, luvas de nitrila e botas de borracha).

PRIMEIROS SOCORROS: PROCURE LOGO UM SERViÇO MÉDICO DE EMERGÊNCIA levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, NÃO PROVOQUE VÔMITO. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. .
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

INFORMAÇÕES MÉDICAS:

GRUPO QUÍMICO:
Azoxistrobina:Estrobilurina.
Cyproconazol: Triazol.
CLASSE TOXICOLÓGICA: III - Mediamente tóxico.
VIAS DE EXPOSIÇÃO:
Oral e dérmica.
Devido à baixa volatilidade do produto a exposição através da via inalatória é praticamente inexistente e não deve ser considerada.
TOXICOCINÉTICA:
Azoxystrobina: Após administração oral em ratos foi bem absorvido e extensivamente metabolizado A excreção foi rápida, não ocorreu acumulação nos tecidos. Não ocorreu diferença no metabolismo de ratos fêmeas e machos. Em estudo in vitro, o Azoxystrobina foi pouco absorvido através da pele humana. Cyproconazol: (84 - 100%) foi bem absorvido após administração oral em ratos" a eliminação foi rápida (aprox. 55% da dose foi encontrada nas fezes e aprox; 40% na urina). É bem metabolizado, sendo que 13 metabólitos, mais' a, substância original foram isolados e identificados na urina, fezes e bile. As: principais reações de metabolização incluem eliminação oxidativa do anel do: triazol, hidroxilação do carbono dos grupos metílicos, oxidação do grupo metílico; para carbinol e posterior oxidação do ácido carboxílico e rápida eliminação na. bile. O tempo de meia-vida para excreção foi de 72 horas. A maior concentração! tecidual foi observada no fígado, seguido de adrenais, pulmão, gordura e rins.! Existe algum potencial de acumulação no fígado durante estudos de longo prazo.! Estudo de penetração dérmica indicou que a porcentagem de ciproconazole absorvido aumentou durante a exposição e diminuiu com a dose. Transcorridas 10 horas de exposição, 10,8% da dose foi absorvida.
MECANISMOS DE TOXICIDADE:
Azoxystrobina: inibe o transporte de elétrons entre citocromos b e c1 nas mitocôndrias, assim prevenindo a formação de ATP. Cyproconazol: em, fígados de roedores altera o metabolismo de lipídeos e induz enzimas que
metabolizam alguns medicamentos. Este modo de ação no fígado é específico para roedores e tem sido demonstrado não ser relevante aos humanos. Um modo de ação semelhante ocorre em humanos com o fenobarbital.
SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS:
Os dados de laboratório disponíveis indicam que os sinais de intoxicação tanto para:
Azoxistrobina como para Cyproconazol são inespecíficos e transitórios Alguns, indivíduos podem ocasionalmente apresentar reações cutâneas locais quando: expostos através de contato direto ao cyproconazol.
TRATAMENTO:
As medidas abaixo relacionadas devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação.
Descontaminação: Visa limitar a absorção e os efeitos locais.
1. Remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orificios) e cabelos, com água abundante e, sabão. Remover a vitima para local ventilado.
2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com Soro Fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
3. Em caso de ingestão recente (geralmente dentro de uma hora), proceder à lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em: adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 19/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 ml de água.
Tratamento sintomático e de manutenção.
Antídoto: Não existe antídoto específico.

CONTRA-INDICAÇÕES:
Não induzir o vômito.

SINERGISMO:
É recomendável evitar administrar qualquer medicamento que tenha o mesmo mecanismo de ação de Azoxystrobina (inibição do sistema de transporte de elétrons na respiração mitocondrial).

ATENÇÃO:
As intoxicações por agrotóxicos devem ser notificadas.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica - RENACIAT - ANVISA/MS Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de emergência da empresa: 0800-704-4304 (24 horas).

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
DLsD Oral em Ratos: > 2000 mg/kg DLsD Dermal em Ratos: > 5000 mg/kg.
Irritação Dermal em Coelhos: Irritação leve reversível em 24 horas.
Irritação Ocular em Coelhos: Irritação leve à moderada na conjuntiva reversível. Não houve efeitos na córnea ou na íris.
Sensibilização Dérmica: não sensibilizante.

EFEITOS CRÔNICOS:
AZOXISTROBINA: Foram realizados estudos de longo prazo com ratos, camundongos e cães com o azoxystrobina em diferentes concentrações, os efeitos observados não foram suficientes para se fossem registradas evidências de efeitos crônicos que representem risco significativo ao homem. CYPROCONAZOL: Nos estudos de mutagenicidade realizados com o cyproconazole não foram observados efeitos genotóxicos. O cyproconazole não demonstrou efeitos teratogênicos ou efeitos sobre a reprodução. Em estudos realizados com animais de laboratório expostos por eríodo prolongado ao cyproconazole não foram registradas evidências de efeitos crônicos que representem m risco significativo ao homem.


Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Tell:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas. Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamento. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada das embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver as embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA. - telefone de emergência: 0800-160210. Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga a instrução abaixo:
- Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
- Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado acima.
- Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade de produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores (DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 ou PÓ QUÍMICO), ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM:Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos :
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

·Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO :
Vide restrições informadas abaixo das instruções de uso do produto.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Priori Xtra é um fungicida composto por uma estrobillllina, azoxistrobina, e um triazol, ciproconazole. Estes ingredientes ativos apresentam dois diferentes modos de ação, ° primeiro pertencente ao grupo dos Qol e o segundo pertencente ao grupo dos IBEs. Esta combinação de diferentes ativos faz parte de uma estratégia de manejo de resistência.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.

• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MIO) quando disponíveis e apropriados.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.