Bula SPERTO - UPL

Bula SPERTO

acessos
Acetamiprido + Bifentrina
14617
UPL

Composição

Acetamiprido 250 g/kg Neonicotinóide
Bifentrina 250 g/kg Piretróide

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato, Ingestão, Sistêmico

Abacate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cochonilha branca
(Aulacaspis tubercularis)
10 a 15 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura em um intervalo de 10 dias 15 dias Iniciar a aplicação no período vegetativo, quando 50% das folhas estiverem infestadas e no período crítico, quando a infestação atingir 20% das folhas ou 5% dos frutos
Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cochonilha do abacaxi
(Diaspis bromeliae)
10 a 15 g p.c./100 L de água 300 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura em um intervalo de 10 dias 15 dias Realizar a aplicação no início do aparecimento da praga
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo
(Anthonomus grandis)
160 a 200 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 7 dias, utilizando a maior dose em situação de maior pressão da praga ou quando o clima for favorável ao ataque 30 dias Iniciar a aplicação quando o nível de infestação obtido através de monitoramento atingir de 3 a 5% de botões florais atacados
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
140 a 180 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 7 dias. A dose menor poderá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região 30 dias As aplicações deverão ser iniciadas quando do aparecimento dos primeiros adultos da praga ou conforme o nível de infestação da cultura
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
80 a 100 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações sucessivas por ciclo da cultura, com intervalo de 7 dias, utilizando a dose menor em condições de baixa infestação ou de menor histórico da praga na região 30 dias O início das aplicações está baseado no cultivar de algodão plantado. Nas cultivares tolerante a virose iniciar o controle quando 70% das folhas das plantas examinadas começarem a se deformar e apresentarem pulgões vivos. Para as susceptíveis a virose, a aplicação deverá ser iniciada quando 5 a 10% das plantas apresentarem pulgões
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo
(Tibraca limbativentris)
60 a 100 g p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura 30 dias Fazer a aplicação quando a população de percevejos atingir a densidade de 1 percevejo por metro quadrado
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão das espigas
(Sitobion avenae)
80 a 100 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura em um intervalo de 10 dias 30 dias Aplicar, na fase de emergência ao afilhamento quando encontrar em média 10% de plantas atacadas por pulgões, na fase de alongamento ao emborrachamento aplicar quando a população média atingir 10 pulgões por afilho. Na fase reprodutiva quando a população média atingir 10 pulgões por espiga
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
80 a 120 g p.c./ha 300 a 600 L p.c./ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 7 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga 21 dias Iniciar as aplicações quando aparecerem as primeiras colônias de pulgões na cultura. O monitoramento deve ser realizado com instalações de bandejas d’água amarelas (4/ha) ou contagem direta de pulgões em 100 folhas por hectare, 2 vezes por semana e constatar mais de 20 pulgões alados/bandeja ou mais de 30 pulgões ápteros por folha em cada observação
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do café
(Hypothenemus hampei)
160 a 200 g p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por ano em um intervalo de 30 dias. Utilizar a maior dose quando o cafeeiro tiver grande densidade vegetativa 40 dias Realizar a aplicação quando o grau de infestação for igual ou maior que 5% avaliando-se o número de grãos perfurados coletados ao acaso em ambos lados da planta, em no mínimo 100 frutos colhidos dentro do talhão
Centeio Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão das espigas
(Sitobion avenae)
80 a 100 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura em um intervalo de 10 dias 30 dias Aplicar, na fase de emergência ao afilhamento quando encontrar em média 10% de plantas atacadas por pulgões, na fase de alongamento ao emborrachamento aplicar quando a população média atingir 10 pulgões por afilho. Na fase reprodutiva quando a população média atingir 10 pulgões por espiga
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão das espigas
(Sitobion avenae)
80 a 100 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura em um intervalo de 10 dias 30 dias Aplicar, na fase de emergência ao afilhamento quando encontrar em média 10% de plantas atacadas por pulgões, na fase de alongamento ao emborrachamento aplicar quando a população média atingir 10 pulgões por afilho. Na fase reprodutiva quando a população média atingir 10 pulgões por espiga
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo-bronzeado
(Thaumascotocoris peregrinus)
60 a 120 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura em um intervalo de 21 dias Uso não alimentar Aplicar no início da infestação da praga
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
140 a 180 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com um intervalo de 7 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga 21 dias Realizar a aplicação no início da infestação quando do aparecimento dos primeiros adultos da praga
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cochonilha branca
(Aulacaspis tubercularis)
10 a 15 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura em um intervalo de 10 dias 15 dias Iniciar a aplicação no período vegetativo, quando 50% das folhas estiverem infestadas e no período crítico, quando a infestação atingir 20% das folhas ou 5% dos frutos
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cochonilha branca
(Aulacaspis tubercularis)
10 a 15 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura em um intervalo de 10 dias 15 dias Iniciar a aplicação no período vegetativo, quando 50% das folhas estiverem infestadas e no período crítico, quando a infestação atingir 20% das folhas ou 5% dos frutos
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
150 a 250 g p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura em um intervalo de 10 dias 10 dias Realizar a aplicação no início da infestação quando do aparecimento dos primeiros adultos da praga. Realizar a aplicação em horário do dia com temperatura amena 6h às 9h
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
150 a 250 g p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura em um intervalo de 10 dias 10 dias Realizar a aplicação no início da infestação quando do aparecimento dos primeiros adultos da praga. Realizar a aplicação em horário do dia com temperatura amena 6h às 9h
Milheto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo barriga verde
(Dichelops melacanthus)
100 a 120 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura em um intervalo de 10 dias 40 dias Aplicar no início da infestação da praga, na fase inicial da cultura
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo barriga verde
(Dichelops melacanthus)
100 a 120 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura em um intervalo de 10 dias 40 dias Aplicar no início da infestação da praga, na fase inicial da cultura
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha das pastagens
(Deois flavopicta)
70 a 130 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura 10 dias Aplicar quando da detecção da praga na área, através da observação da presença de adultos ou da formação de espuma na base das plantas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
160 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com um intervalo de 7 dias 21 dias Realizar a aplicação no início da infestação quando do aparecimento dos primeiros adultos da praga
Percevejo marrom
(Euschistus heros)
100 a 120 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura em intervalo de no máximo 10 dias. Utilizar a maior dose em soja com alta densidade de folhas 21 dias Inspecionar a lavoura periodicamente após o florescimento e pulverizar a partir da fase de “canivete” (R3) quando for encontrado 2 percevejos ou mais maiores que 0,4 cm em campos de soja destinados para grãos ou 1 percevejo ou mais maiores que 0,4 cm em campos destinados para sementes, por metro linear da cultura. As amostragens devem ser realizadas preferencialmente nos períodos mais frescos, pela manhã ou à tarde
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo barriga verde
(Dichelops melacanthus)
100 a 120 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura em um intervalo de 10 dias 40 dias Aplicar no início da infestação da praga, na fase inicial da cultura
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
140 a 180 g p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Aplicar no início da infestação da praga, na fase inicial da cultura 30 dias Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura em um intervalo de 7 dias
Pulgão verde
(Myzus persicae)
80 a 120 g p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Aplicar no início da infestação da praga, na fase inicial da cultura 30 dias Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura em um intervalo de 7 dias
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão das espigas
(Sitobion avenae)
80 a 100 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura em um intervalo de 10 dias 30 dias Aplicar, na fase de emergência ao afilhamento quando encontrar em média 10% de plantas atacadas por pulgões, na fase de alongamento ao emborrachamento aplicar quando a população média atingir 10 pulgões por afilho. Na fase reprodutiva quando a população média atingir 10 pulgões por espiga
Triticale Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão das espigas
(Sitobion avenae)
80 a 100 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura em um intervalo de 10 dias 30 dias Aplicar, na fase de emergência ao afilhamento quando encontrar em média 10% de plantas atacadas por pulgões, na fase de alongamento ao emborrachamento aplicar quando a população média atingir 10 pulgões por afilho. Na fase reprodutiva quando a população média atingir 10 pulgões por espiga

Tipo: Balde
Material: Metálico/Plástico/Fibra celulósica
Capacidade: 0,1; 0,2; 0,5; 1,0; 2,0; 5,0; 10; 12,5; 15; 20; 24; 25 kg.

Tipo: Big-bag
Material: Plástico/Ráfia
Capacidade: 100; 200; 300; 400; 500; 600; 700; 800; 900; 1.000 kg.

Tipo: Bombona
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 0,1; 0,2; 0,5; 1,0; 3,0; 5,0; 10; 12,5; 14; 15; 20; 50 kg.

Tipo: Contentor intermediário(IBC)
Material: Metálico/Plástico/Fibra celulósica
Capacidade: 100; 200; 300; 400; 500; 600; 700; 800; 900; 1.000 kg.

Tipo: Frasco
Material: Metálico/Plástico/Fibra celulósica
Capacidade: 0,1; 0,2; 0,5; 1,0; 2,0; 5,0; 10; 12,5; 15; 20; 24; 25 kg.

Tipo: Saco
Material: Plástico/Plástico metalizado/Plástico aluminizado/Fibra celulósica/Fibra celulósica revestida com plástico/Fibra celulósica revestida com plástico e alumínio
Capacidade: 0,02; 0,05; 0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 0,6; 1,0; 1,2; 1,5; 2,0; 3,0; 5,0; 9,0; 10; 11; 12,5; 15; 20; 24; 25; 30; 35; 36; 40; 41; 43; 50; 60; 70 kg.

Tipo: Tambor
Material: Metálico/Plástico/Fibra celulósica
Capacidade: 9; 11; 12,5; 15; 20; 25; 30; 35; 36; 41; 43; 50; 60; 70 kg.

MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

Recomendações gerais:
Via terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque ou cônico vazio, visando à produção de gotas finas a médias para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Para volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia (s) e técnica (s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

Recomendações específicas:
Via terrestre para a cultura do Abacate, Café, Citros, Eucalipto, Mamão, Manga e Pastagem: Deve-se utilizar pulverizador Turbo atomizador montado ou de arrasto (com assistência de ar), podendo-se utilizar pistola conectada ao pulverizador. Para todas as culturas, utilizar pontas que produzam jato cônico vazio, ou demais tecnologias de bicos que possibilitem a redução do volume de aplicação, visando à produção de gotas finas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Ajustes no volume de ar produzido pela turbina podem ser necessários, dependendo do pulverizador, para que as gotas se depositem adequadamente no alvo, evitando problemas com deriva. A distância dos bicos até o alvo e o espaçamento entre os mesmos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Caso o equipamento de pulverização proporcione cobertura adequada da cultura em seu pleno desenvolvimento com volumes menores que a faixa mínima recomendada, concentrar a calda de modo a respeitar a dose recomendada por hectare. Sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia (s) e técnica (s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

Via aérea:
Essa modalidade de aplicação é indicada para as culturas de Algodão, Arroz Irrigado, Aveia, Batata, Centeio, Cevada, Citros, Eucalipto, Feijão, Milheto, Milho, Pastagem, Soja, Trigo e Triticale.
A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para aplicação terrestre, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.

Preparo de calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária de SPERTO. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque com água quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Abacate: 15 dias
Abacaxi: 15 dias
Algodão: 30 dias Arroz Irrigado: 30 dias Aveia: 30 dias Batata:21 dias Café:40 dias
Centeio: 30 dias
Cevada: 30 dias
Citros: 21 dias Eucalipto: UNA Feijão: 21 dias
Mamão: 15 dias
Manga: 15 dias
Melancia: 10 dias
Melão: 10 dias
Milheto: 40 dias
Milho: 40 dias
Pastagem: 10 dias Soja:21 dias Sorgo: 40 dias
Tomate: 7 dias
Trigo: 30 dias
Triticale: 30 dias UNA=Uso Não Alimentar.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex.: controle cultural, biológico, etc...) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas(MIP) quando disponível e apropriado.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.

O inseticida SPERTO pertence ao grupo 4A (Moduladores competitivos de receptores nicotínicos da acetilcolina– Neonicotinóide) e ao grupo 3A (Moduladores de canais de sódio – Piretróide) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do SPERTO como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto dos Grupos 3A e 4A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar SPERTO ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de SPERTO podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do SPERTO, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico Neonicotinóide e Piretróide não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do SPERTO ou outros produtos do Grupo 3A e Grupo 4A quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

GRUPO 4A INSETICIDA
GRUPO 3A INSETICIDA