Bula Sperto - UPL

Bula Sperto

CI
Acetamiprido; Bifentrina
14617
UPL

Composição

Acetamiprido 250 g/kg
Bifentrina 250 g/kg

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida
3 - Produto Moderadamente Tóxico
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Sistêmico, Contato, Ingestão

Abacate

Calda Terrestre Dosagem
Aulacaspis tubercularis (Cochonilha branca)

Abacaxi

Calda Terrestre Dosagem
Diaspis bromeliae (Cochonilha do abacaxi)

Acelga

Calda Terrestre Dosagem
Myzus persicae (Pulgão verde)

Agrião

Calda Terrestre Dosagem
Myzus persicae (Pulgão verde)

Alface

Calda Terrestre Dosagem
Myzus persicae (Pulgão verde)

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Anthonomus grandis (Bicudo)
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro)
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)

Alho

Calda Terrestre Dosagem
Thrips tabaci (Tripes do fumo)

Almeirão

Calda Terrestre Dosagem
Myzus persicae (Pulgão verde)

Amendoim

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela)

Arroz

Calda Terrestre Dosagem
Tibraca limbativentris (Percevejo)

Aveia

Calda Terrestre Dosagem
Sitobion avenae (Pulgão das espigas)

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela)
Myzus persicae (Pulgão verde)

Berinjela

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Thrips palmi (Tripes)

Brócolis

Calda Terrestre Dosagem
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve)

Café

Calda Terrestre Dosagem
Hypothenemus hampei (Broca do café)
Leucoptera coffeella (Bicho mineiro)
Oligonychus ilicis (Ácaro vermelho)

Cana-de-açúcar

Calda Terrestre Dosagem
Mahanarva fimbriolata (Cigarrinha das raízes)

Cebola

Calda Terrestre Dosagem
Thrips tabaci (Tripes do fumo)

Centeio

Calda Terrestre Dosagem
Sitobion avenae (Pulgão das espigas)

Cevada

Calda Terrestre Dosagem
Sitobion avenae (Pulgão das espigas)

Chalota

Calda Terrestre Dosagem
Thrips tabaci (Tripes do fumo)

Chicória

Calda Terrestre Dosagem
Myzus persicae (Pulgão verde)

Citros

Calda Terrestre Dosagem
Diaphorina citri (Psilideo)

Couve

Calda Terrestre Dosagem
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve)

Couve-chinesa

Calda Terrestre Dosagem
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve)

Couve-de-bruxelas

Calda Terrestre Dosagem
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve)

Couve-flor

Calda Terrestre Dosagem
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve)

Crisântemo

Calda Terrestre Dosagem
Frankliniella occidentalis (Tripes)

Ervilha

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela)

Espinafre

Calda Terrestre Dosagem
Myzus persicae (Pulgão verde)

Estévia

Calda Terrestre Dosagem
Myzus persicae (Pulgão verde)

Eucalipto

Calda Terrestre Dosagem
Glycaspis brimblecombei (Psilideo de concha)
Thaumascotocoris peregrinus (Percevejo-bronzeado)

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela)

Feijão vagem

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela)

Feijão-caupi

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela)

Feijão-fava

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela)

Feijão-guandu

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela)

Feijão-mungo

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela)

Grão-de-bico

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela)

Jiló

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Thrips palmi (Tripes)

Lentilha

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela)

Mamão

Calda Terrestre Dosagem
Aulacaspis tubercularis (Cochonilha branca)

Manga

Calda Terrestre Dosagem
Aulacaspis tubercularis (Cochonilha branca)

Melancia

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)

Melão

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)

Milheto

Calda Terrestre Dosagem
Dichelops melacanthus (Percevejo barriga verde)

Milho

Calda Terrestre Dosagem
Dalbulus maidis (Cigarrinha do milho)
Dichelops melacanthus (Percevejo barriga verde)

Mostarda

Calda Terrestre Dosagem
Myzus persicae (Pulgão verde)

Pastagens

Calda Terrestre Dosagem
Deois flavopicta (Cigarrinha das pastagens)

Pimenta

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Thrips palmi (Tripes)

Pimentão

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Thrips palmi (Tripes)

Quiabo

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Thrips palmi (Tripes)

Repolho

Calda Terrestre Dosagem
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve)

Rúcula

Calda Terrestre Dosagem
Myzus persicae (Pulgão verde)

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Euschistus heros (Percevejo marrom)
Piezodorus guildinii (Percevejo verde pequeno da soja)

Sorgo

Calda Terrestre Dosagem
Dalbulus maidis (Cigarrinha do milho)
Dichelops melacanthus (Percevejo barriga verde)

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Myzus persicae (Pulgão verde)

Trigo

Calda Terrestre Dosagem
Sitobion avenae (Pulgão das espigas)

Triticale

Calda Terrestre Dosagem
Sitobion avenae (Pulgão das espigas)

Tipo: Balde
Material: Metálico/Plástico/Fibra celulósica
Capacidade: 0,1; 0,2; 0,5; 1,0; 2,0; 5,0; 10; 12,5; 15; 20; 24; 25 kg.

Tipo: Big-bag
Material: Plástico/Ráfia
Capacidade: 100; 200; 300; 400; 500; 600; 700; 800; 900; 1.000 kg.

Tipo: Bombona
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 0,1; 0,2; 0,5; 1,0; 3,0; 5,0; 10; 12,5; 14; 15; 20; 50 kg.

Tipo: Contentor intermediário(IBC)
Material: Metálico/Plástico/Fibra celulósica
Capacidade: 100; 200; 300; 400; 500; 600; 700; 800; 900; 1.000 kg.

Tipo: Frasco
Material: Metálico/Plástico/Fibra celulósica
Capacidade: 0,1; 0,2; 0,5; 1,0; 2,0; 5,0; 10; 12,5; 15; 20; 24; 25 kg.

Tipo: Saco
Material: Plástico/Plástico metalizado/Plástico aluminizado/Fibra celulósica/Fibra celulósica revestida com plástico/Fibra celulósica revestida com plástico e alumínio
Capacidade: 0,02; 0,05; 0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 0,6; 1,0; 1,2; 1,5; 2,0; 3,0; 5,0; 9,0; 10; 11; 12,5; 15; 20; 24; 25; 30; 35; 36; 40; 41; 43; 50; 60; 70 kg.

Tipo: Tambor
Material: Metálico/Plástico/Fibra celulósica
Capacidade: 9; 11; 12,5; 15; 20; 25; 30; 35; 36; 41; 43; 50; 60; 70 kg.

INSTRUÇÕES DE USO

SPERTO é um inseticida sistêmico de contato e ingestão, recomendado para o controle de pragas nas doses e culturas relacionadas na bula.

MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

Recomendações gerais:
Via terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples ou com pré-orifício, ou jato cônico, visando à produção de gotas médias a finas, para boa cobertura do alvo. A aplicação também pode ser feita com o uso de pistola em alguns casos. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Para volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia (s) e técnica (s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

Recomendações específicas:
Via terrestre para a cultura do Abacate, Café, Citros, Eucalipto, Mamão, Manga e Pastagem: Deve-se utilizar pulverizador costal ou turboatomizador montado ou de arrasto, com assistência de ar, podendo-se utilizar pistola conectada ao pulverizador. Para todas as culturas, utilizar pontas que produzam jato cônico vazio, ou demais tecnologias de bicos que possibilitem a redução do volume de aplicação, visando à produção de gotas finas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. Ajustes no volume de ar produzido pela turbina podem ser necessários, dependendo do pulverizador, para que as gotas se depositem adequadamente no alvo, evitando problemas com deriva. A distância dos bicos até o alvo e o espaçamento entre os mesmos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Caso o equipamento de pulverização proporcione cobertura adequada da cultura em seu pleno desenvolvimento com volumes menores que a faixa mínima recomendada, concentrar a calda de modo a respeitar a dose recomendada por hectare. Sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia (s) e técnica (s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

Via aérea:
Essa modalidade de aplicação é indicada para as culturas de Algodão, Amendoim, Arroz Irrigado, Aveia, Batata, Café, Centeio, Cevada, Citros, Ervilha, Eucalipto, Feijão, Feijão-caupi, Feijão-fava, Feijão-guandu, Feijão-mungo, Feijão-vagem, Grão-de-bico, Lentilha, Milheto, Milho, Pastagem, Soja, Sorgo, Trigo e Triticale.
A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para aplicação terrestre, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.

Preparo de calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não utilizar água classificada como dura, ou com pH acima de 7, devendo-se corrigir a mesma antes do preparo da calda. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária de SPERTO. Deve-se fazer a adição do produto em água de forma cuidadosa, de modo que, a cada dois segundos, 1 kg do produto, no máximo, seja despejado no tanque, evitando que todo o conteúdo da embalagem seja adicionado de forma muito rápida e inadequada. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando- se uma proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de produto a ser adicionado. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso legal de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos e finais de seção de barra.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Tomate: 7 dias;
Melancia, Melão e Pastagens: 10 dias;
Jiló, mostarda, Pimenta, Pimentão, Quiabo, Acelga, Agrião, Alface, Almeirão, Berinjela, Brócolis, Chicória, Couve, Couve-chinesa, Couve-de-bruxelas, Couve-flor, Espinafre, Estévia, Repolho e Rúcula: 14 dias;
Mamão, Manga, Abacate e Abacaxi: 15 dias;
Ervilha, Feijão, Feijão-vagem, Feijão-caupi, Feijão-fava, Feijão- guandu, Feijão-mungo, Grão de bico, Lentilha, Alho, Amendoim, Batata, Cebola, Chalota, Citros e Soja: 21 dias;
Arroz, Aveia, Centeio, Cevada, Trigo e Triticale: 30 dias;
Algodão: 35 dias;
Café, Milheto, Milho, Sorgo: 40 dias;
Eucalipto: Uso não alimentar.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

- Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

GRUPO 4A INSETICIDA
GRUPO 3A INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida SPERTO pertence ao grupo 4A (Moduladores competitivos de receptores nicotínicos da acetilcolina– Neonicotinóide) e ao grupo 3A (Moduladores de canais de sódio – Piretróide) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do SPERTO como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto dos Grupos 3A e 4A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
- Usar SPERTO ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
- Aplicações sucessivas de SPERTO podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
- Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do SPERTO, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico Neonicotinóide e Piretróide não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do SPERTO ou outros produtos do Grupo 3A e Grupo 4A quando for necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).