Bula Teardown

acessos
Glifosato
10312
Sinon

Composição

Glifosato - Sal de Isopropilamina 480 g/L Glicina Substituída

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
2 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2,5 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
2 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Milhã
(Digitaria ciliaris)
3 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
2 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2,5 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 L p.c./ha 70 a 800 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
2 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2,5 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
2 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2,5 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio da cultura

MODO DE APLICAÇÃO:

O TEARDOWN deve ser diluído em água limpa e aplicado na forma de pulverização com
equipamentos terrestres (costal ou tratorizado) em pós-emergência das plantas infestantes nas
seguintes situações:

- Pós-emergência das plantas infestantes através de pulverização dirigida nas culturas de
café, cana-de-açúcar e citros.

- Pós-emergência das plantas infestantes e pré-plantio das culturas de algodão, milho e soja
em sistema de plantio direto.

Os seguintes dados deverão ser observados antes da aplicação:

. Bicos: série 80 ou 110;
. Vazão: Bicos de baixa vazão: 70 a 150 L/ha.
. Bicos de vazão intermediária: 200 a 300 L/ha.
. Bicos de alta vazão: 400 a 600 l/ha.
. Para bicos de baixa vazão recomenda-se peneiras com malha 100.
. Tamanho de gotas: 100 a 200 micrômetros.
. Densidade de gotas: 20 a 30 gotas/cm2.
. Pressão: 30 a 45 lb/pol2 ou conforme especificação do fabricante dos bicos.
. Velocidade de trabalho: 6 a 8 km/hora.
INTERVALO DE SEGURANÇA:

Cultura Dias
Algodão ND (*)
Café 15
Cana-de-açúcar NA (**)
Citros 30
Milho ND (*)
Soja ND (*)

* ND: não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós emergência das plantas
infestantes e pré-plantio da cultura.
** NA: não determinado devido a modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no
mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPI’s
recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

• Uso exclusivo agrícola.
• Evitar contato do produto com as culturas, pois se trata de herbicida não seletivo. No
caso de uso do produto nas entrelinhas, a aplicação deve ser feita dirigida as plantas
infestantes, com equipamentos que evitem o contato com as folhas da cultura.
• Sob ameaça de chuva, suspender a aplicação.
• O produto não tem ação sobre sementes existentes no solo.
• A calda deve ser aplicada no mesmo dia da preparação. A utilização da mesma
preparada de um dia para o outro reduz a eficiência do produto.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, mascara, óculos, touca árabe e luvas.
GRUPO G HERBICIDA

• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e
filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe
P2), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

• Sinalizar a área tratada com os dizeres: ‘PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e mantenha
os avisos até o final do período de reentrada (24 h).
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do termino do intercalo de reentrada,
utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a
aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as
roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize equipamentos de proteção individual – EPI: macacão de
algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo,
bula ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Entretanto é possível que o mesmo ocorra
espontaneamente não devendo ser evitado. Caso o vômito ocorra, deite o paciente de lado para evitar
que aspire resíduo. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente em abundância durante 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão
neutro.
Inalação: Em caso de inalação (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por
exemplo.

- INTOXICAÇÕES POR GLIFOSATO –

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico Glicina substituída.
Classe toxicológica Classe Toxicológica: II - Altamente tóxico
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Mecanismos de
toxicidade
Primariamente inflamatório, causando irritação da pele, mucosas e olhos.
Toxicocinética Após exposição oral única, aproximadamente 35% do volume ingerido é absorvido.
Em exposição cutânea, são absorvidos 5,5% após 24 horas. Do glifosato
absorvido, 14 – 29% é escretado pela urina, e 0,2% excretado pelo ar respirado.
99% da quantidade absorvida é eliminada em até 7 dias. Somente ,3% do glifosato
absorvido é biotransformado, e seu único metabólito é o ácido aminometilfosfônico.
Sintomas e sinais
clínicos
As manifestações clínicas decorrentes da exposição são diretamente proporcionais
à concentração e à quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição do
organismo ao glifosato.

Em casos de INGESTÃO podem ocorrer lesões ulcerativas, epigastralgia, vômitos,
cólicas, diarreia, e, ocasionalmente, íleo paralítico e insuficiência hepática aguda,
alterações na pressão sanguínea, palpitações, choque hipovolêmico, pneumonite,
edema pulmonar não-cardiogênico, insuficiência renal por necrose tubular aguda,
cefaleia, fadiga, agitação, sonolência, vertigem, alterações do controle motor,
convulsões e coma, acidose metabólica.

Em casos de exposição CUTÂNEA podem ocorrer dermatite de contato (eritema,
queimação, prurido e vesículas), eczema e fotossensibilização (eritema,
queimação, prurido e vesículas de aparecimento tardio, entre 5 a 10 dias). Todos
esses quadros podem ser agravados por uma infecção bacteriana secundária.
Exposição OCULAR pode resultar em irritação, dor e queimação ocular, turvação
da visão, conjuntivite e edema palpebral.

Em casos de exposição RESPIRATÓRIA pode ocorrer aumento da frequência
respiratória, broncoespasmo e congestão vascular pulmonar.
É necessário observar a toxicidade inerente aos adjuvantes (produtos utilizados em
mistura com produtos formulados para melhorar a sua aplicação) presentes na
formulação, potencializando os efeitos adversos do glifosato.
Efeito dos O quadro clínico pode variar, dependendo dos adjuvantes utilizados na formulação.
adjuvantes Este produto contém:
• Isopropilamina: é extremamente lesivo à mucosa do trato respiratório
superior, queimação e dor de garganta, laringite, sibilância, rubor, flictenas
e queimaduras cutâneas, irritação ocular, conjuntivite e ceratite, com
prejuízo da visão, cefaleia, câimbras e náusea. Estes sintomas não se
manifestam imediatamente após a exposição.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presença do
composto no material gástrico.

Tratamento NÃO EXISTE ANTÍDOTO PARA GLIFOSATO e a atropina não tem nenhum efeito
neste caso. O tratamento das intoxicações por glifosato é basicamente sintomático
e de manutenção das funções vitais, e deve ser implementado paralelamente as
medidas de descontaminação. ADVERTÊNCIA: a pessoas que executa as
medidas de descontaminação, deve estar protegida por avental impermeável,
luvas de nitrila e botas de borracha, para evitar a contaminação pelo agente toxico.
Tratamento: O tratamento das intoxicações por Glifosato é basicamente
sintomático e deve ser implementado paralelamente às medidas de
descontaminação, que visam limitar a absorção e os efeitos locais. Não existe
antídoto específico e, por não se tratar de produto inibidor das colinesterases, não
deve ser administrada atropina como antídoto.

ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por
luvas e avental impermeável, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Descontaminação: remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação
cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água
fria abundante e sabão. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com
soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contaminar o outro
olho. Em caso de ingestão, considerar o volume e a concentração da solução
ingerida, e o tempo transcorrido até o atendimento. Ingestão recente (menos de 2
horas): procede a lavagem gástrica e administrar carvão ativado na proporção de
50-100 g em adultos, de 25-50 g em crianças de 1-12 anos e de 1g/kg em
menores de 1 ano. O carvão ativado deve ser diluído em água, na proporção de 30
g para 240 mL de água. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas
do risco de aspiração (intubação).
Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas
desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar (O2 a 100%). Observar atentamente
ocorrência de insuficiência respiratória. Caso ocorra edema pulmonar, manter
ventilação e oxigenação adequada com controle gasométrico. Caso os níveis de
pressão parcial de oxigênio (pO2) não possam ser mantidos, introduzir ventilação
mecânica com pressão positiva no final da expiração (PEEP).
Monitorar alterações na pressão sanguínea e arritmias cardíacas (ECG) que
deverão receber tratamento específico. Manter acesso venoso de bom calibre ara
infusão de fluídos em caso de hipotensão. Se necessário, associar vasopressores.
Insuficiência renal, tratar com furosemida. A acidose metabólica deve ser corrigida
com solução de bicarbonato de sódio, e, nos casos refratários, com hemodiálise.
Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico (tópico). Nas
ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores H2 (cimetidina, ranitidina,
famolidina) ou bloqueadores de bomba de próton (omeprazol, lansoprazol,
pantoprazol).

Acompanhar enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria, eletrólitos, elementos
anormais e sedimentoscopia de urina. Avaliar conveniência de realizar radiografia
de tórax e endoscopia digestiva alta. Manter em observação por no mínimo 24
hotas após o desaparecimento dos sintomas.
Alertar o paciente para retornar em caso de sintomas de fotossensibilização e
proceder ao tratamento sintomático.
Contra-indicações O vômito é contra-indicado em razão do risco de aspiração.
A diluição do conteúdo gastrintestinal é contra-indicada em razão do aumento da
superfície de contato.
A utilização de morfina é contra-indicada porque pode comprometer a pressão
arterial e causar depressão cardiorrespiratória.
Efeitos Sinérgicos Com os adjuvantes presentes nas formulações, que são irritantes para pele e
podem aumentar a absorção do produto.

ATENÇÃO

As intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de
Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações
especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de
Emergência PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: Disque-Intoxicação: 0800-722-
6001
Notifique ao sistema de Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
Telefone de Emergência da empresa: TOXICLIN 0800 141 149
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

• DL50 aguda oral maior que 2000 mg/kg de massa corporal.
• DL50 aguda dérmica maior que 4000 mg/kg de massa corporal.
• Contato Ocular: pode causar grave irritação nos olhos, transitória e reversível em 72 horas.
• CL50 aguda maior que 0,560 mg/L em 4 horas.
• Pouco irritante e não causou sensibilização dérmica.
Toxicidade a longo prazo:
• Efeitos da exposição prolongada: nenhum efeito crônico relativo ao glifosato foi relatado
em humanos. Estudos em ratos, camundongos e cães demonstraram uma baixa
toxicidade do produto quando da ingestão por tempo prolongado. A aplicação repetida
do produto na pele pode produzir inchaço, vermelhidão e leves lesões devido ao poder
corrosivo.
• Efeitos sobe reprodução e prole em três gerações sucessivas: em um estudo de
reprodução, dietas de glifosato até 30 mg/kg/dia não produziram efeitos tóxicos em
ratos machos e fêmeas mesmo até a terceira geração.
• Metabolismo e vias de excreção: estudos em mamíferos têm demonstrado que apenas
30% de glifosato é absorvido pelo trato gastro-intestinal e é totalmente excretado
inateraldo pelos rins. Glifosato é rapidamente excretado na urina através dos rins. Ele
atinge níveis não detectáveis na urina em torno do segundo ou terceiro dia.
• Possíveis efeitos teratogênicos: estudos com ratos, coelhos, ovos de galinha e pata não
detectaram potencial embriofetotóxico, nem efeitos sobre a reprodução nos níveis
normalmente utilizados com o produto.
• Efeitos mutagênicos: estudos realizados com o produto não detectaram potencial
mutagênico com glifosato, em testes realizados pela Biomesos (Teste de Ames) o
produto formulado mostrou-se não mutagênico para Salmonella typhimurium; em teste
de micronúcleo em células eucarióticas o glifosato não foi considerado mutagênico.
• Efeitos neurotóxicos: estudos em animais com glifosato não produziram nenhum efeito.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é:

(X) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d´água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SINON DO BRASIL LTDA –
telefone de emergência: (0XX51) 3023 8181
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
. Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com
auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do
telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate
a empresa registrante conforme indicado acima.
. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto
que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características
do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico,
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

- EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a
na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem
deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o
término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO-LAVÁVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o
término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.


- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA

(NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio
local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos
órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a
saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de degradação bacteriana, devendo ser diluído
na proporção de 100 a 200 g do produto para 1 Kg de solo biologicamente ativo. O produto
misturado ao solo deve ser armazenado em tambores a uma temperatura entre 20 e 35 oC
durante 14 dias, onde ocorrerá a degradação do ingrediente ativo. O material remanescente
pode ser incorporado ao solo.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

INFORMAÇÃO SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:

A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas
daninhas que ocorrem na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são utilizados
dentro de um manejo integrado de plantas infestantes, sendo eles o controle manual, o
controle mecânico, através de roçadas ou cultivadores, a rotação de culturas e a dessecação
da área do plantio os mais utilizados.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo
pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para o controle
do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas
agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do
produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação
de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser
consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas
(SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas
Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

O produto herbicida Teardown é composto por Glifosato, que apresenta mecanismo de ação
dos inibidores da EPSPs (Enoil Piruvil Shiquimato Fosfato Sintase), pertencente ao Grupo G,
segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).