Bula Tebuconazol 200 EC UPL

CI
Tebuconazol
8216
UPL

Composição

Tebuconazol 200 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Fungicida
4 - Produto Pouco Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico

Arroz

Calda Terrestre Dosagem
Bipolaris oryzae (Mancha parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pyricularia grisea (Brusone) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Aveia

Calda Terrestre Dosagem
Drechslera avenae (Helmintosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia coronata var. avenae (Ferrugem da folha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Banana

Calda Terrestre Dosagem
Mycosphaerella musicola (Mal da sigatoka) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Beterraba

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora beticola (Cercosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cacau

Calda Terrestre Dosagem
Crinipellis perniciosa (Vassoura de bruxa) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Café

Calda Terrestre Dosagem
Ascochyta coffeae (Mancha das folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cercospora coffeicola (Olho pardo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phoma costaricensis (Seca de ponteiros) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cevada

Calda Terrestre Dosagem
Drechslera teres (Mancha angular) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia hordei (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Crisântemo

Calda Terrestre Dosagem
Puccinia horiana (Ferrugem branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Figo

Calda Terrestre Dosagem
Cerotelium fici (Ferrugem da figueira) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Gladíolo

Calda Terrestre Dosagem
Uromyces transversalis (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Goiaba

Calda Terrestre Dosagem
Puccinia psidii (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Manga

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oidium mangiferae (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melão

Calda Terrestre Dosagem
Didymella bryoniae (Crestamento gomoso do caule) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milho

Calda Terrestre Dosagem
Exserohilum turcicum (Mancha foliar) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia polysora (Ferrugem polisora) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia sorghi (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Rosa

Calda Terrestre Dosagem
Diplocarpon rosae (Mancha negra) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora kikuchii (Mancha púrpura da semente) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Microsphaera diffusa (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Sorgo

Calda Terrestre Dosagem
Claviceps africana (Ergot) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Septoria lycopersici (Septoriose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Trigo

Calda Terrestre Dosagem
Bipolaris sorokiniana (Mancha marrom) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Fusarium graminearum (Fusariose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia graminis (Ferrugem do colmo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Balde Plástico (Coex ou PEAD) - 5; 10; 20; 50 L
Bombona Plástico (Coex/ PEAD) - 5; 10; 20; 50 L
Bombona Metálica (Aço) - 5; 10; 20; 50 L
Container Aço-inox - 500; 1000; 1500 L
Frasco Plástico (Coex ou PEAD) ou PET - 0,05; 0,07, 0,1; 0,25; 0,35; 0,50; 1; 1,5; 2; 4; 5 L
Galão Plástico (Coex ou PEAD) - 5 L
Saco Plástico (Polietileno) inserido em contentores de polietileno/aço inox - 500; 750; 1000 L
Tambor Metálico (Ferro ou Aço) - 100; 200 L
Tambor Plástico (PEAD) - 100, 200 L.

INSTRUÇÕES DE USO

O TEBUCONAZOL 200 EC UPL é um fungicida sistêmico do grupo dos triazóis com ação preventiva e curativa.

MODO DE APLICAÇÃO

Recomendações gerais
Via terrestre
Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque ou cônico vazio, visando à produção de gotas finas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Para volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

Via aérea
A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.

Recomendações específicas
Via terrestre para a cultura da banana, cacau, café, figo, goiaba e manga: Deve-se utilizar pulverizador montado ou de arrasto com assistência de ar, ou por meio de pistola acoplada. Utilizar pontas que produzam jato cônico vazio, ou demais tecnologias de bicos que possibilitem a redução do volume de aplicação, visando à produção de gotas finas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Ajustes no volume de ar produzido pela turbina podem ser necessários, dependendo do pulverizador, para que as gotas se depositem adequadamente no alvo, evitando problemas com deriva. A distância dos bicos até o alvo e o espaçamento entre os mesmos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Para volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

Preparo de calda
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária de produto. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque com água quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Ao final da atividade, deve- se proceder com a limpeza do pulverizador.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Arroz, Aveia, Cevada e Trigo: 35 dias;
Banana: 5 dias
Batata, Café e Soja: 30 dias
Beterraba e Tomate: 7 dias
Cacau, Feijão, Figo e Melão: 14 dias
Crisântemo, Gladíolo e Roseira: Uso não alimentar
Goiaba e Manga: 20 dias
Milho e Sorgo: 15 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Além dos intervalos de segurança e reentrada na cultura, não aplicar o produto na cultura do feijão e tomate antes da floração. Na cultura da batata não aplicar o produto antes da fase final do desenvolvimento foliar, fase que coincide com o fechamento das linhas e início do desenvolvimento dos tubérculos.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso sucessivo de fungicidas com mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento na população de fungos menos sensíveis a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto como consequência da resistência.
Como prática de manejo de resistência afim de evitar a seleção de fungos menos sensíveis ou resistentes aos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO G1 FUNGICIDA

O produto fungicida Tebuconazol 200 EC UPL é composto por Tebuconazol, apresenta mecanismo de ação sistêmico (C14-desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51)), pertencente ao Grupo G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).




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