Análise de Mercado
Arquivo · página 446
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TrigoAgrolink · O mercado do trigo no Rio Grande do Sul se alterou pouco neste início de semana, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mas, o agricultor em muita opção de venda, hoje pode escolher entre vender soja, milho ou trigo, o que for melhor. Então, com a alta do dólar, acredita em nova elevação do preço do trigo e a maioria decidiu esperar para vender”, comenta.
SuínosAgrolink · “Os dois principais pontos do relatório do USDA nesta semana serão os estoques de soja norte-americanos em 1º de março e a área plantada de milho, onde ambos os itens chamam a atenção do mercado em meio a incertezas de um relatório com previsões que poderiam trazer uma tendência de baixa”. A projeção é da Consultoria AgResource Brasil.
MilhoAgrolink · O mercado de milho na B3 de São Paulo começou a semana em leve alta no mercado futuro de São Paulo, apesar da queda de Chicago, mas auxiliado pela alta do dólar, de acordo com as informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com isto, a cotação de maio fechou em alta de R$ 0,06 no dia a R$ 94,59; a de julho avançou R$ 0,03 no dia para R$ 89,68 e a de setembro fechou em alta de R$0,06 no dia a R$ 84,54.
SuínosAgrolink · Os Estados Unidos esgotaram quase todo o saldo exportável esperado para este ano comercial no milho faltando mais de cinco meses para a entrada da nova safra, aponta a agência Valor Soja. Esta semana, o USDA (Departamento de Agricultura dos EUA) indicou que o comprometimento do saldo exportado projetado está em 98%, sendo a maioria destinado ao mercado chinês.
MilhoAgrolink · Existem rumores fortes de uma grande venda potencial de milho da Ucrânia para a China, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nos mercados à vista e começando na Ásia, os futuros do milho na Bolsa de Dalian caíram mais no fim de semana, com o contrato de maio ainda em CNY2.673/t ($ 406,84/t). Ofertas para o Vietnã foram ouvidas no nível de US$ 296/t para carregamento em maio em uma base CIF Phu My e Cai Mep, no sul do Vietnã, enquanto o milho entregue a Hai Phong no norte do Vietnã foi oferecido a US$ 293/t para carregamento em junho”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, o mercado do milho está mais calmo nesta semana, com a comercialização chegando em 54,8%, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os compradores indicavam, de forma geral, no dia de hoje entre R$ 85,00 FOB, e os vendedores entre R$ 89,00 e R$ 93,00 FOB. Ademais, foram escassos os lotes mostrados por produtores e cerealistas”, comenta.
SojaAgrolink · Os futuros da soja aprofundaram as quedas, em um mercado dominado pelas expectativas de aumento da área a ser semeada diante do novo ciclo americano. Por sua vez, a previsão climática favoreceria o início das tarefas nas próximas semanas. As informações foram divulgadas pela TF Agroeconômica.
SojaAgrolink · De acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica, existem rumores de mais três cargos de soja brasileira negociados com a China. “No mercado CFR China, um embarque de julho da soja brasileira foi negociado a 164 c/bu sobre os futuros de julho na última sexta-feira", comenta a consultoria.
SojaAgrolink · O preço da soja deu uma recuada de 0,3%, com os negócios se mantendo calmos, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Como resultado da inconstância do mercado e das chuvas que tem assolado o Estado, impedindo as colheitas desde sábado, o mercado reportou apenas um volume de 5 mil toneladas sendo vendidas. Apesar das chuvas, alguns pontos do Estado ainda conseguem colher, portanto não ocorreu uma parada completa, mas sim apenas um atraso”, comenta.
CaféMelão Martini - Café · A bolsa de N.Y. finalizou a segunda-feira em baixa, a posição maio atingiu a máxima de -2,30 pontos fechando com -1,45 pts. A moeda norte-americana subiu 0,44%, cotada a R$ 5,7668. No Brasil o cenário repleto de incertezas colaborou para a busca por segurança. No domingo, o número total de óbitos provocados pela Covid-19 no Brasil ultrapassou a marca de 312 mil, mostra o consórcio de veículos de imprensa, enquanto os casos confirmados da doença já superam os 12,5 milhões.
TrigoAgrolink · As cotações do trigo em Chicago recuaram mais nesta semana, com a quinta-feira (25) fechando em US$ 6,12/bushel, no primeiro mês cotado, contra US$ 6,30 uma semana antes. Lembrando que no final de fevereiro a mesma chegou a US$ 6,80. A cotação deste dia 25/03 é a mais baixa dos últimos três meses.
MilhoAgrolink · As cotações do milho em Chicago, apesar das oscilações durante a semana, praticamente fecharam estáveis esta quinta-feira (25). O primeiro mês cotado fechou o dia em US$ 5,46/bushel, exatamente o mesmo valor de uma semana atrás. Os embarques por parte dos EUA, na semana encerrada em 18/03, foram elevados, atingindo a 1,96 milhão de toneladas, porém, ficaram dentro das expectativas domercado. Em todo o ano comercial atual o país norte-americano já embarcou 32 milhões de toneladas de milho, 89% acima do exportado no mesmo período do ano passado. A China teria comprado mais 800.000 toneladas, somando 3,9 milhões de toneladas do cereal em março. Do total já comprometido de milho estadunidense, para a China, que é de 23,6 milhões de toneladas neste ano comercial, apenas 7,8 milhões foram embarcadas até o momento. Isso pode significar que não há urgência por milhono país asiático.
SojaAgrolink · As cotações da soja em Chicago voltaram a subir nesta semana, porém, com perda de ímpeto na quinta-feira. Mesmo assim, o primeiro mês cotado, após romper o piso dos US$ 14,00/bushel na semana passada, se recuperou e fechou esta quinta-feira (25) em US$ 14,14/bushel, contra US$ 13,92 uma semana antes.
MilhoAgrolink · Os preços do milho seguem em patamares recordes na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea, sustentados pelo baixo volume em estoque, por incertezas quanto à produtividade das lavouras de segunda safra e pela demanda interna firme.
SojaAgrolink · Os preços da soja subiram no mercado brasileiro na semana passada. Esse movimento esteve atrelado às valorizações externa e cambial e à retração de sojicultores. Segundo pesquisadores do Cepea, mais da metade da safra 2020/21 já foi comercializada, e, agora, produtores preferem colher e armazenar o grão, na expectativa de vender a oleaginosa a valores maiores nos meses posteriores.
MilhoAgrolink · O mercado de milho na B3 de São Paulo voltou a fechar em alta nesta sexta-feira para todos os seus meses, seguindo a alta de Chicago e do dólar, segundo informou a TF Agroeconômica. “Com isto, a cotação de maio fechou em alta de R$ 1,18 no dia e R$1,75 na semana a R$ 94,53; a de julho avançou R$ 0,73 no dia e R$ 0,87 na semana para R$ 89,65 e a de setembro fechou em alta de R$ 0,79 no dia e R$ 1,57 na semana a R$ 84,48”, comenta.
MilhoAgrolink · De acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica, os preços do milho estão se recuperando no mercado internacional, mesmo que de forma mais leve. “Nos mercados à vista e começando na Ásia, os futuros do milho na Bolsa de Dalian diminuíram ligeiramente, com o contrato de maio ainda em CNY2.714 /t ($ 414,91/t)”, comenta.
MilhoAgrolink · De acordo com a TF Agroeconômica, o mercado do milho no Rio Grande do Sul está mais calmo nesta sexta-feira. “O mercado de milho no Rio Grande do Sul apresentou um ritmo calmo de compras e as indicações que se apresentaram durante a semana foram mantidas. Negócios pontuais teriam saído somente na região de Não-Me-Toque e Carazinho, ao preço de R$ 89,00 a saca, com entrega para maio”, comenta.
SojaAgrolink · Os futuros da soja caíram por dois dias consecutivos na Bolsa de Chicago, já que os Fundos continuaram a reduzir as posições antes do relatório trimestral de estoques e intenções de plantio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) na próxima quarta-feira. Os futuros de maio em Chicago caíram 9 c/bu no dia para 414,05/b
SojaAgrolink · No mercado CFR China, uma remessa de junho e uma remessa de julho foram negociadas para a China durante a noite de quinta-feira para esta sexta-feira, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. Alguns trituradores buscavam mais embarques de soja brasileira em maio e junho para cobrir a demanda, apesar das fracas margens de esmagamento.

