Bula Auge - Oxiquímica

Bula Auge

acessos
Hidróxido de cobre
12008
Oxiquímica

Composição

Equivalente em cobre metálico 350 g/L Inorgânico
Hidróxido de cobre 537.44 g/L Inorgânico

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato

Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 a 4 L p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 8 aplicações em intervalos de 3 a 7 dias Sem restrições Iniciar a aplicação quando as plantas estiverem com 15 cm de altura
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
2 a 3 L p.c./ha 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações, conforme o monitoramento da doença Sem restrições Iniciar a aplicação com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
2 a 3 L p.c./ha 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 aplicações, conforme o monitoramento da doença Sem restrições Iniciar a aplicação preventiva quando 2/3 das pétalas estiverem caídas (florada) e repetir o tratamento cerca
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
2 a 3 L p.c./ha 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações, conforme o monitoramento da doença Sem restrições Iniciar a aplicação com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cancro europeu
(Neonectria galligena)
2,5 L p.c./ha 1 L de calda / planta - Realizar no máximo 8 aplicações em intervalos de 5 a 7 dias Sem restrições InicIniciar a aplicação com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
2,5 L p.c./ha 1 L de calda / planta - Realizar no máximo 8 aplicações em intervalos de 5 a 7 dias Sem restrições InicIniciar a aplicação com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora capsici)
3 a 3,5 L p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 8 aplicações em intervalos de 7 dias Sem restrições Iniciar a aplicação aos 25-30 dias após o transplante das mudas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha-bacteriana
(Xanthomonas vesicatoria)
3 a 4 L p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 9 aplicações em intervalos de 5 a 7 dias Sem restrições Iniciar a aplicação aos 20-25 dias após o transplante das mudas
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 a 4 L p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 9 aplicações em intervalos de 5 a 7 dias Sem restrições Iniciar a aplicação aos 20-25 dias após o transplante das mudas
Requeima
(Phytophthora infestans)
4 L p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 9 aplicações em intervalos de 5 a 7 dias Sem restrições Iniciar a aplicação aos 20-25 dias após o transplante das mudas
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Plasmopara viticola)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 7 aplicações em intervalos de 4 a 7 dias Sem restrições Aplicar preventivamente, iniciando as aplicações durante o período de frutificação

Frasco de Polietileno de alta densidade de 1 L;
Galão de Polietileno de alta densidade de 3 e 5 L;
Balde/ Bombona de Polietileno de alta densidade de 10 e 20 L.

MODO DE AÇÃO DO PRODUTO EM RELAÇÃO AO ALVO BIOLÓGICO:
O produto age por contato (protetor), atuando como coagulador de protoplasma nos alvos biológicos.
NÚMERO, ÉPOCAS E INTERVALOS DE APLICAÇÃO:
BATATA
Iniciar a aplicação quando as plantas estiverem com 15 cm de altura e repetir com intervalos de 3 a 7 dias, se necessário. Utilizar 08 aplicações. Intervalos mais curtos em época favorável à doença. Volume de calda de 1000 L/ha.
CAFÉ
Iniciar a aplicação com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo o tratamento sempre que as condições forem favoráveis à incidência da doença. Utilizar 05 aplicações. Volume de calda 500 L/ha.
CITROS
Iniciar a aplicação preventiva quando 2/3 das pétalas estiverem caídas (florada) e repetir o tratamento cerca de 30 dias após a primeira. Utilizar 03 aplicações. Volume de calda de 10 L/planta.
FEIJÃO
Iniciar a aplicação com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Utilizar 05 aplicações. Volume de calda 500 L/ha.
MAÇÃ
Iniciar a aplicação após a poda das plantas, repetindo com intervalos de 5 a 7 dias, se necessário. Utilizar 08 aplicações. Volume de calda de 1 L/planta.
PIMENTÃO
Iniciar a aplicação aos 25-30 dias após o transplante das mudas e repetir com intervalos de 7 dias, se necessário. Utilizar 08 aplicações. Volume de calda de 1000 L/ha.
TOMATE
Iniciar a aplicação aos 20-25 dias após o transplante das mudas e repetir a cada 5 a 7 dias, se necessário. Utilizar 09 aplicações. Volume de calda de 1000 L/ha.
UVA
Iniciar a aplicação durante o período de frutificação, pulverizando preventivamente em intervalos de 4 a 7 dias, se necessário. Utilizar 07 aplicações Volume de calda de 500 – 1000 L/ha.
MODO DE APLICAÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
- O produto deve ser diluído em água limpa e aplicado na forma de pulverização sobre as plantas, nas doses recomendadas.
- Equipamentos de aplicação: Utilizar pulverizador tratorizado, com pressão de 100 a 150 libras ou utilizar pulverizador costal com pressão de 50 libras, com bico X-2 ou X-3 ou ainda, utilizar atomizador com pressão de 250 libras.
- Em todas as formas de aplicação deve-se observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura de pulverização nas plantas. Observações locais deverão ser efetuadas visando evitar a deriva e a evaporação do produto.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Batata, Café, Citros, Feijão, Maçã, Pimentão, Tomate e Uva: sem restrições.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Respeitadas as doses e o modo de aplicação, o produto não apresenta restrições.
- O produto quando diluído em água deverá ser utilizado no mesmo dia. Após as aplicações, lavar interna e externamente os pulverizadores, reservatórios, etc., para evitar problemas de corrosão nos seus componentes à base de ferro e ferro galvanizado.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex.: Controle Cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo (uso sucessivo de fungicidas de mesmo mecanismo de ação) se o patógeno alvo desenvolver algum mecanismo de resistência, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência a fungicidas poderíamos prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Qualquer produto para controle de patógenos da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas do mesmo patógeno. Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc.;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO M01 FUNGICIDA

O produto AUGE é composto por Hidróxido de cobre, que apresenta mecanismo de atividade de contato multi-sítio, pertencente ao grupo M01, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).