Bula Bion 500 WG - Syngenta

Bula Bion 500 WG

acessos
Acibenzolar-S-Methyl
5801
Syngenta

Composição

Acibenzolar-S-metílico 500 g/kg Benzotiadiazol

Classificação

Ativador de planta
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Ativador de plantas

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Xanthomonas axonopodis pv. malvacearum)
15 a 25 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 8 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 7 dias. Utilizar a dose mais alta em condições de alta pressão 21 dias O início das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva. Iniciar as aplicações no início do desenvolvimento vegetativo. BION 500 WG não substitui as aplicações estabelecidas para o manejo fitossanitário da cultura
Ramularia
(Ramularia areola)
15 a 25 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 8 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 7 dias. Utilizar a dose mais alta em condições de alta pressão 21 dias O início das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva. Iniciar as aplicações no início do desenvolvimento vegetativo. BION 500 WG não substitui as aplicações estabelecidas para o manejo fitossanitário da cultura
Alstroemeria Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Estiolamento
(Pythium spp.)
2,5 g p.c./100 L 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações, com intervalo de 7 dias Uso não alimentar Aplicar preventivamento, no início do desenvolvimento vegetativo da cultura. O produto é recomendado para o cultivo sob condições de casa-de-vegetação/estufa
Pinta preta
(Alternaria spp)
2,5 g p.c./100 L 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações, com intervalo de 7 dias Uso não alimentar Aplicar preventivamento, no início do desenvolvimento vegetativo da cultura. O produto é recomendado para o cultivo sob condições de casa-de-vegetação/estufa
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
25 g p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 7 dias 14 dias O início das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva. Iniciar as aplicações no início do desenvolvimento vegetativo
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vassoura de bruxa
(Crinipellis perniciosa)
300 g p.c./100 L de água 30 a 50 mL de calda/planta - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 60 dias InterIntervalo de Segurança não determinados devido à modalidade de emprego Uso recomendado para aplicações na produção de mudas. Iniciar as aplicações com um período de antecedência de cerca de 30 dias em relação ao início da época crítica de infecção da vassoura-de-bruxa
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Peronospora destructor)
25 g p.c./ha 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 7 a 14 dias 14 dias O início das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva. Iniciar as aplicações no viveiro de mudas aos 20 dias antes do transplante de mudas
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Clorose Variegada dos Citros
(Xylella fastidiosa)
80 g p.c./100 L de água 30 a 50 mL de calda/planta - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 45 dias Intervalo de Segurança não determinados devido à modalidade de emprego Uso recomendado para aplicações na produção de mudas. Iniciar as aplicações nos períodos de maior crescimento vegetativo
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem branca
(Puccinia horiana)
50 g p.c./ha 800 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 7 dias Uso não alimentar Iniciar as aplicações de forma totalmente preventiva entre 10 a 15 dias após o transplantio
Murcha bacteriana
(Erwinia chrysanthemi)
2,5 g p.c./100 L 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 7 dias Uso não alimentar Efetuar as aplicações de Bion 500 WG dentro do programa rotineiro de fungicidas e bactericidas para o controle de doenças em flores e plantas ornamentais. O produto é recomendado para o cultivo sob condições de casa-de-vegetação/estufa
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bacteriose
(Xanthomonas axonopodis)
25 g p.c./100 L de água 200 L de calda/ha - Realizar 8 aplicações em intervalos de 7 dias Uso não alimentar Aplicar preventivamente iniciando aos 15 dias após o estaqueamento
Mancha bacteriana
(Pseudomonas cichorii)
25 g p.c./100 L de água 200 L de calda/ha - Realizar 8 aplicações em intervalos de 7 dias Uso não alimentar Aplicar preventivamente iniciando aos 15 dias após o estaqueamento
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
25 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 14 dias 14 dias O início das aplicações deve ser feito de forma preventiva. Iniciar as aplicações no início do desenvolvimento vegetativo
Crestamento bacteriano comum
(Xanthomonas axonopodis pv. phaseoli)
25 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 14 dias 14 dias O início das aplicações deve ser feito de forma preventiva. Iniciar as aplicações no início do desenvolvimento vegetativo
Mosaico dourado
(Bean Golden Mosaic Virus)
25 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 14 dias 14 dias O início das aplicações deve ser feito de forma preventiva. Iniciar as aplicações no início do desenvolvimento vegetativo
Gérbera Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Peronospora sparsa)
2,5 g p.c./100 L 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 7 dias Uso não alimentar Aplicar de forma preventiva, no início do desenvolvimento vegetativo da cultura. O produto é recomendado para o cultivo sob condições de casa-de-vegetação/estufa
Oídio
(Erysiphe cichoracearum)
2,5 g p.c./100 L 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 7 dias Uso não alimentar Aplicar de forma preventiva, no início do desenvolvimento vegetativo da cultura. O produto é recomendado para o cultivo sob condições de casa-de-vegetação/estufa
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha aquosa
(Acidovorax avenae ssp citrulli)
25 g p.c./ha 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 7 a 14 dias 1 dia O início das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva. Iniciar as aplicações no início do desenvolvimento vegetativo
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha aquosa
(Acidovorax avenae ssp citrulli)
25 g p.c./ha 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 7 a 14 dias 1 dia O início das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva. Iniciar as aplicações no início do desenvolvimento vegetativo
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Peronospora sparsa)
2,5 g p.c./100 L 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 7 dias Uso não alimentar Aplicar de forma preventiva, no início do desenvolvimento vegetativo da cultura. O produto é recomendado para o cultivo sob condições de casa-de-vegetação/estufa
Oídio
(Sphaerotheca pannosa)
2,5 g p.c./100 L 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 7 dias Uso não alimentar Aplicar de forma preventiva, no início do desenvolvimento vegetativo da cultura. O produto é recomendado para o cultivo sob condições de casa-de-vegetação/estufa
Tomate envarado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha bacteriana
(Pseudomonas syringae pv. tomato)
5 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 10 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 5 a 7 dias 5 dias O início das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva, iniciando as aplicações quando as plantas ultrapassarem a altura do primeiro amarrio
Mancha-bacteriana
(Xanthomonas vesicatoria)
5 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 10 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 5 a 7 dias 5 dias O início das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva, iniciando as aplicações quando as plantas ultrapassarem a altura do primeiro amarrio
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
5 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 10 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 5 a 7 dias 5 dias O início das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva, iniciando as aplicações quando as plantas ultrapassarem a altura do primeiro amarrio
Requeima
(Phytophthora infestans)
5 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 10 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 5 a 7 dias 5 dias O início das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva, iniciando as aplicações quando as plantas ultrapassarem a altura do primeiro amarrio
Tomate rasteiro Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha bacteriana
(Pseudomonas syringae pv. tomato)
5 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 10 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 5 a 7 dias 5 dias O início das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva, iniciando as aplicações quando a cultura atingir cerca de 30 dias de idade
Mancha-bacteriana
(Xanthomonas vesicatoria)
5 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 10 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 5 a 7 dias 5 dias O início das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva, iniciando as aplicações quando a cultura atingir cerca de 30 dias de idade
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
5 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 10 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 5 a 7 dias 5 dias O início das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva, iniciando as aplicações quando a cultura atingir cerca de 30 dias de idade
Requeima
(Phytophthora infestans)
5 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 10 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 5 a 7 dias 5 dias O início das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva, iniciando as aplicações quando a cultura atingir cerca de 30 dias de idade
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
25 g p.c./ha 150 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 14 dias 21 dias O início das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva. Iniciar as aplicações no início do desenvolvimento vegetativo

Saco * de papel Kraft ou plástico (polietileno ou polipropileno) para 1, 5, 10 e 20 kg. Fibrolata* (fibra de papel) para 1 kg e 500 g. Barrica * (fibra de papelão, plástico, aço ou ferro) para 5, 10, 20 e 40 kg. Saco de alumínio com embalagem interna hidrossolúvel para 5, 10, 15 e 25 gramas. Cartucho de papelão com saco interno de plástico, alumínio ou material hidrossolúvel; Caixa de cartão revestida de plástico com saco interno de plástico, alumínio ou material hidrossolúvel e Cartucho de papelão com frasco interno de plástico para 100 g; 250 g; 500g; 1kg; 1,2 kg; 2kg e 3 kg. Frasco plástico (polietileno de alta densidade) para 100g, 250 g, 500g e 1 kg.

* estas embalagens podem conter sacos hidrossolúveis.

Todos os valores abaixo estão em Kg

Balde metálico: 3, 5 e 10
Barrica de aço, ferro, fibra e plástico: 25, 45, 100, 150, 200 e 250
Big-bag de ráfia e plástico: 350, 400, 450, 500, 550, 600, 620, 680, 750, 800, 900, 937,5 e 1000
Bambona de plástico: 3, 5 e 10
Cartucho de papelão: 1, 1,5, 2, 3, 5
Container de plástico e metálico: 500, 1000, 2000, 5000 e 10000
Frasco plástico: 1,5, 2 e 3
Saco plástico e de ráfia: 0,01, 0,02, 0,03, 0,04, 0,05, 0,067, 1, 1,5, 2, 5, 10, 15, 20, 25, 40, 45, 50, 55, 57 e 60
Saco de papel: 0,01, 0,02, 0,03, 0,04, 0,05, 57 e 60
Tambor de fibra celulósica: 5, 10, 15, 20, 25, 40, 45, 50, 55, 57, 60, 100 e 180
Tambor de metal e plástico: 5, 10, 15, 20, 25, 40, 45, 50, 55, 57, 60, 100, 180, 200, 220 e 400.

BION 500 WG é um ativador de plantas e não tem ação direta contra os patógenos. Aplicado na parte aérea das plantas, ele ativa os seus próprios mecanismos naturais de defesa e aumenta sua resistência às doenças. Devido ao seu modo de ação particular, o produto deve ser aplicado antes da entrada dos patógenos, de forma preventiva. O produto é rapidamente absorvido pelos tecidos foliares e se transloca sistemicamente, tanto para as folhas quanto para as raízes, ativando assim a planta de forma generalizada. Efetuar as aplicações do BION 500 WG mantendo o programa rotineiro de fungicidas. Devido às suas características, o produto é indicado para o Manejo Integrado de Doenças.
MODO DE APLICAÇÃO:
BION 500 WG deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as culturas registradas.
Aplicação terrestre:
- Volume de aplicação:
Algodão 200 – 300 L/ha
Batata 300 – 500 L/ha
Cacau (mudas) 30-50 mL/planta, conforme desenvolvimento das mudas.
Cebola 500 L/ha
Citros (mudas) 30-50 mL/planta, conforme desenvolvimento das mudas.
Crisântemo 800 L/ha
Eucalipto 20 mL/m2 ou 200 L/ha
Feijão 200 – 300 L/ha
Melancia 500 L/ha
Melão 300 – 500 L/ha
Tomate 500 – 1000 L/ha, conforme o desenvolvimento das plantas.
Trigo 150 L/ha
- Equipamentos de pulverização: O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; estacionário com mangueira; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto propelido. Os tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio ou jato plano (leque), que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 µm (micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20 gotas/cm2. A velocidade do trator deverá ser de acordo com a topografia do terreno. A pressão de trabalho deve estar de acordo com as recomendações do fabricante do bico utilizado, variando entre 100 a 1000 Kpa (= 15 a 150 PSI). O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30° C, com umidade relativa acima de 50% e ventos de 3 a 15 km/hora.
Alstroeméria, crisântemo, gérbera, rosa: A dose recomendada do BION 500 WG deve ser diluída em água e aplicada sob a forma de pulverização com qualquer tipo de equipamento terrestre, costal manual ou motorizado. Para uma cobertura uniforme sobre as plantas, deve-se observar recomendação do fabricante dos bicos de pulverização quanto ao seu espaçamento e pressão de trabalho. Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal manual ou motorizado com volume de calda entre 600 e 1000 L/ha distribuindo uniformemente a calda sobre as folhas das plantas. Antes de realizar a aplicação, recomenda-se aplicar o produto em uma pequena área com antecedência mínima de 7 dias para confirmação de seletividade sobre as diferentes variedades.
Tecnologia de Aplicação:
As doses deverão ser obedecidas de acordo com a recomendação da bula do produto.
1. Volume de calda: 600 a 1.000 L/ha.
2. Diâmetro Mediano Volumétrico de gotas (DMV): 200 a 400 µm.
3. Pressão de máxima na saída do bico de pulverização: 100 psi.
4. Cobertura no alvo: 30 a 40 gotas/cm².
5. Evitar escorrimento pelas folhas.
Equipamentos de pulverização:
Bomba estacionária com mangueira e com barra com 4 pontas espaçadas de 25 cm, posicionando na vertical na cultura da rosa e horizontal nas demais culturas de ornamentais. Para cultivos em vasos, pulverizar com jato dirigido produzindo uma boa cobertura tomando cuidado de não deixar escorrer. A ponta de pulverização recomendada será jato plano 11002 a 11003 utilizando uma pressão máxima de 4 bar (60psi) ou jato cônico TX8002 a TX8003 com pressão entre 4 a 7 bar (60 a 100 psi).
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão 21 dias
Alstroeméria UNA
Batata 14 dias
Cacau (mudas) (1)
Cebola 14 dias
Citros (mudas) (1)
Crisântemo UNA
Eucalipto UNA
Feijão 14 dias
Gérbera UNA
Melancia 1 dia
Melão 1 dia
Rosa UNA
Tomate 5 dias
Trigo 21 dias
(1) LMR e Intervalo de Segurança não determinados devido à modalidade de emprego.
UNA = Uso Não Alimentar.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO: Não há casos de incompatibilidade conhecidos. Não é fitotóxico para as culturas indicadas nas doses recomendadas. Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.
Fitotoxicidade para as culturas indicadas: Quando aplicado segundo as recomendações, o produto pode ser aplicado sem risco particular de fitotoxicidade.


De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Não é requerida instrução de manejo de resistência, pois o produto ativa múltiplos mecanismos de defesa das plantas sobre os microorganismos.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.