Bula Timorex Gold - Stockton

Bula Timorex Gold

acessos
Óleo essencial de Melaleuca alternifolia
22116
Stockton

Composição

Melaleuca alternifólia (óleo essencial) 222.5 g/L Terpenos

Classificação

Fungicida Bioquímico, Bactericida bioquímico
I - Extremamente tóxica
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Mesostêmico

Abacate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
1 a 1,5 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar aplicações em intervalos de 7 a 10 dias, até a colheita Não estipulado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações após o início do florescimento da cultura. Utilizar a maior dose em condições mais propícias à ocorrência do mofo cinzento como períodos chuvosos e temperaturas amenas
Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
150 mL p.c./100 L 1000 L de calda/ha - Reaplicar a cada 7 dias de intervalo Não estipulado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
150 mL p.c./100 L 1000 L de calda/ha - Reaplicar a cada 7 dias de intervalo Não estipulado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oidio
(Oidium spp)
0,2 a 0,38 L p.c. / 100 L 400 L de calda/ha - Reaplicar se as condições persistirem e em caso de ressurgência da doença. A dose e a frequência de aplicações irá depender do histórico da área e das condições ambientais. Utilizar a dose menor preventivamente e a maior quando as condições ambientais forem mais favoráveis para desenvolvimento da doença Não estipulado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar aplicações foliares nos primeiros sintomas da doença ou, preventivamente, quando detectada condições ambientais para desenvolvimento do patôgeno, como períodos com alta umidade relativa do ar (ótimo > 95%) coincidindo com temperaturas amenas (ótima 18 a 25°C)
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
1 a 1,5 L p.c./ha 500 L p.c./ha - Reaplicar a cada 7 dias de intervalo Não estipulado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações preventivamente ou aos primeiros sintomas de crestamento (2 a 3% de incidência). Utilizar a maior dose em condições ambientais propícias à ocorrência da doença e em áreas com histórico de ocorrência em safras anteriores
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
0,75 a 1,25 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Reaplicar em intervalos de 14 dias Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações no final da fase de emborrachamento, no início da emissão das panículas
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
0,75 a 1,25 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Reaplicar em intervalos de 14 dias Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações no final da fase de emborrachamento, no início da emissão das panículas
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Fusariose
(Fusarium graminearum)
0,5 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 14 dias Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações foliares preventivamente no início do emborrachamento. A dose a ser utilizada dependerá das condições ambientais. Utilizar a maior dose quando as condições ambientais forem mais favoráveis para desenvolvimento da doença, com previsão de chuva no florescimento
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
0,4 a 0,6 L p.c./ha 20 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) A frequência de aplicações irá depender do histórico da área e condições ambientais e de acordo com o resultado do monitoramento do progresso da doença Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar aplicações foliares preventivamente quando detectada condições ambientais (temperaturas entre 21 a 28°C associados a longos períodos de molhamento foliar) para desenvolvimento do patógeno e de acordo com o resultado do monitoramento do progresso da doença, quando efetuado. Utilizar a dose menor preventivamente e a maior quando as condições ambientais forem mais favoráveis para desenvolvimento da doença. O produto deve ser utilizado em rotação com princípios ativos diferentes. Usar calda composta de 15 litros de água e 5 litros de óleo mineral por hectare
Podridão basal
(Fusarium oxysporum)
0,6 a 0,8 L p.c./ha 200 L de calda/ha 8 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar duas aplicações com intervalo de 30 dias Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Aplicação foliar dirigida nas plantas filhas de plantas mães sintomáticas em 2 aplicações com intervalo de 30 dias. Nos próximos ciclos reaplicar preventivamente nas áreas com histórico da doença
Sigatoka negra
(Mycosphaerella fijiensis)
0,4 a 0,6 L p.c./ha 20 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) A frequência de aplicações irá depender do histórico da área e condições ambientais e de acordo com o resultado do monitoramento do progresso da doença Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar aplicações foliares preventivamente ou quando detectada condições ambientais (temperaturas de 25 a 28ºC ) para desenvolvimento do patógeno. Utilizar a dose menor preventivamente e a maior quando as condições ambientais forem mais favoráveis para desenvolvimento da doença. O produto deve ser utilizado em rotação com princípios ativos diferentes. Usar calda composta de 15 litros de água e 5 litros de óleo mineral por hectare
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão mole
(Erwinia carotovora)
2 a 2,5 L p.c./ha 50 a 400 L de calda/ha - Repetir as aplicações imediatamente após condições de injúrias, como chuvas fortes e granizo Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Aplicar sobre os tubérculos antes de fechamento dos sulcos de plantio, amontoa e 7 dias após a amontoa
Batata-doce Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão mole
(Erwinia carotovora)
2 a 2,5 L p.c./ha 50 a 400 L de calda/ha - Repetir as aplicações imediatamente após condições de injúrias, como chuvas fortes e granizo Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Aplicar sobre os tubérculos antes de fechamento dos sulcos de plantio, amontoa e 7 dias após a amontoa
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Leveillula taurica)
1 a 1,5 mL p.c./100 L 600 L de calda/ha - Reaplicar a cada 7 dias de intervalo Não estipulado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Oídio
(Oidiopsis sicula)
1 a 1,5 mL p.c./100 L 600 L de calda/ha - Reaplicar a cada 7 dias de intervalo Não estipulado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Pústula
(Xanthomonas campestris pv. vesicatoria)
1 a 1,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar a cada 7 dias de intervalo Não estipulado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações foliares preventivamente quando detectadas condições ambientais para desenvolvimento do patógeno, principalmente em plantio de verão, com períodos chuvosos e temperatura média de 24 a 30ºC. Utilizar a dose maior quando as condições ambientais forem mais favoráveis ao desenvolvimento do patógeno
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
1 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Reaplicar se as condições persistirem e em caso de ressurgência da doença. Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar aplicações foliares nos primeiros sintomas da doença ou, preventivamente, quando detectada condições ambientais para desenvolvimento do patógeno, como períodos com alta umidade relativa do ar (ótimo > 90%) coincidindo com temperaturas amenas (entre 15 e 25°C). Utilizar a dose menor preventivamente e a maior quando as condições ambientais forem mais favoráveis para desenvolvimento da doença
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
1 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Reaplicar se as condições persistirem e em caso de ressurgência da doença Não estipulado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar aplicações foliares nos primeiros sintomas da doença ou, preventivamente, quando detectada condições ambientais para desenvolvimento do patôgeno, como períodos com alta umidade relativa do ar (ótimo > 90%) coincidindo com temperaturas amenas (ótima 15 a 25°C). A dose e a frequência de aplicações irá depender do histórico da área e das condições ambientais. Utilizar a dose menor preventivamente e a maior quando as condições ambientais forem mais favoráveis para desenvovimento da doença
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha aureolada
(Pseudomonas syringae pv. garcae)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar em intervalo de 15 dias Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações preventivamente ou às primeiras observações de sintomas da doença na lavoura
Caju Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
1 a 1,5 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar aplicações em intervalos quinzenais até a maturação dos frutos Não estipulado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações quando da emissão das folhas novas, logo após as primeiras chuvas, e também durante a floração
Cinza-do-cajueiro
(Oidium anacardii)
1 a 1,5 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir as aplicações a intervalos de 14 dias se as condições forem propícias ao desenvolvimento da doença Não estipulado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciadas quando houverem condições de umidade relativa elevadas coincidindo com o período de inflorescência e formação inicial de frutos
Caqui Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
1 a 1,5 L p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar aplicações em intervalos de 7 a 10 dias, até a colheita Não estipulado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações após o início do florescimento da cultura. Utilizar a maior dose em condições mais propícias à ocorrência do mofo cinzento como períodos chuvosos e temperaturas amenas
Podridão amarga da macieira
(Glomerella cingulata)
1 a 2 L p.c./ha 300 L de calda/ha - Realizar aplicações em intervalos de 7 a 10 dias, até a colheita Não estipulado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações no início do florescimento da cultura. A dose e a frequência de aplicação irá depender do histórico da área e das condições ambientais. Utilizar a dose menor preventivamente e a maior quando as condições ambientais forem mais favoráveis para o desenvolvmento da doença, como períodos chuvosos e temperaturas amenas
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
1 a 1,5 L p.c./ha 500 L de calda/ha - Reaplicar em intervalo de 7 dias Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações preventivamente ou aos primeiros sintomas de crestamento (2 a 3% incidência)
Centeio Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Fusariose
(Fusarium graminearum)
0,5 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 14 dias Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações foliares preventivamente no início do emborrachamento. A dose a ser utilizada dependerá das condições ambientais. Utilizar a maior dose quando as condições ambientais forem mais favoráveis para desenvolvimento da doença, com previsão de chuva no florescimento
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Fusariose
(Fusarium graminearum)
0,5 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 14 dias Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações foliares preventivamente no início do emborrachamento. A dose a ser utilizada dependerá das condições ambientais. Utilizar a maior dose quando as condições ambientais forem mais favoráveis para desenvolvimento da doença, com previsão de chuva no florescimento
Chuchu Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
150 mL p.c./100 L 1000 L de calda/ha - Reaplicar a cada 7 dias de intervalo Não estipulado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
1 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Reaplicar se as condições persistirem e em caso de ressurgência da doença. Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar aplicações foliares nos primeiros sintomas da doença ou, preventivamente, quando detectada condições ambientais para desenvolvimento do patógeno, como períodos com alta umidade relativa do ar (ótimo > 90%) coincidindo com temperaturas amenas (entre 15 e 25°C). Utilizar a dose menor preventivamente e a maior quando as condições ambientais forem mais favoráveis para desenvolvimento da doença
Couve-chinesa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
1 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Reaplicar se as condições persistirem e em caso de ressurgência da doença. Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar aplicações foliares nos primeiros sintomas da doença ou, preventivamente, quando detectada condições ambientais para desenvolvimento do patógeno, como períodos com alta umidade relativa do ar (ótimo > 90%) coincidindo com temperaturas amenas (entre 15 e 25°C). Utilizar a dose menor preventivamente e a maior quando as condições ambientais forem mais favoráveis para desenvolvimento da doença
Couve-de-bruxelas Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
1 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Reaplicar se as condições persistirem e em caso de ressurgência da doença. Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar aplicações foliares nos primeiros sintomas da doença ou, preventivamente, quando detectada condições ambientais para desenvolvimento do patógeno, como períodos com alta umidade relativa do ar (ótimo > 90%) coincidindo com temperaturas amenas (entre 15 e 25°C). Utilizar a dose menor preventivamente e a maior quando as condições ambientais forem mais favoráveis para desenvolvimento da doença
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
1 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Reaplicar se as condições persistirem e em caso de ressurgência da doença. Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar aplicações foliares nos primeiros sintomas da doença ou, preventivamente, quando detectada condições ambientais para desenvolvimento do patógeno, como períodos com alta umidade relativa do ar (ótimo > 90%) coincidindo com temperaturas amenas (entre 15 e 25°C). Utilizar a dose menor preventivamente e a maior quando as condições ambientais forem mais favoráveis para desenvolvimento da doença
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
1 a 2 L p.c./ha 300 L de calda/ha - A frequência de aplicações irá depender do histórico e condições ambientais da área. Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar aplicações foliares no início do florescimento. Utilizar a dose menor preventivamente e a maior quando as condições ambientais forem mais favoráveis para desenvolvimento da doença, como períodos chuvosos e temperaturas amenas (ótima a 17°C). O produto deve ser utilizado em rotação com fungicidas com princípios ativos diferentes
Figo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
1 a 1,5 L p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar aplicações em intervalos de 7 a 10 dias, até a colheita Não estipulado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações após o início do florescimento da cultura. Utilizar a maior dose em condições mais propícias à ocorrência do mofo cinzento como períodos chuvosos e temperaturas amenas
Podridão amarga da macieira
(Glomerella cingulata)
1 a 2 L p.c./ha 300 L de calda/ha - Realizar aplicações em intervalos de 7 a 10 dias, até a colheita Não estipulado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações no início do florescimento da cultura. A dose e a frequência de aplicação irá depender do histórico da área e das condições ambientais. Utilizar a dose menor preventivamente e a maior quando as condições ambientais forem mais favoráveis para o desenvolvmento da doença, como períodos chuvosos e temperaturas amenas
Goiaba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão amarga da macieira
(Glomerella cingulata)
1 a 2 L p.c./ha 300 L de calda/ha - Realizar aplicações em intervalos de 7 a 10 dias, até a colheita Não estipulado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações no início do florescimento da cultura. A dose e a frequência de aplicação irá depender do histórico da área e das condições ambientais. Utilizar a dose menor preventivamente e a maior quando as condições ambientais forem mais favoráveis para o desenvolvmento da doença, como períodos chuvosos e temperaturas amenas
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Oidium caricae)
1 a 1,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar se as condições persistirem e em caso de ressurgência da doença Não estipulado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações foliares aos primeiros sintomas da doença ou preventivamente quando detectadas condições ambientais para o desenvolvimento do patógeno. A dose e a frequência de aplicação irão depender do histórico da área e das condições ambientais. Usar a maior dose em períodos com alta umidade relativa do ar (>90%) coincidindo com temperatura entre 21 a 30ºC (dias quentes e noites amenas favorecem a epidemia de oídio)
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha-angular
(Xanthomonas campestris pv. mangiferaeindicae)
1 a 1,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar em intervalo de 14 dias se as condições persistirem Não estipulado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações foliares preventivamente em períodos do ciclo da cultura que atravessam condições ambientais favoráveis para o desenvolvimento do patógeno, como chuvas intensas e temperaturas elevadas. A dose e a frequência de aplicação irão depender do histórico da área e das condições ambientais. Usar a maior dose em períodos com alta precipitação coincidindo com temperatura média acima de 25ºC
Oídio
(Erysiphe polygoni)
1 a 1,5 L p.c./ha 600 a 2000 L de calda/ha - Reaplicar em intervalo de 14 dias se as condições persistirem e em caso de ressurgência da doença Não estipulado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações foliares preventivamente antes da abertura das flores até o início da frutificação quando detectadas condições ambientais para o desenvolvimento do patógeno. A dose e a frequência de aplicação irão depender do histórico da área e das condições ambientais. Usar a maior dose em períodos com alta umidade relativa do ar (>90%) coincidindo com temperatura entre 21 a 30ºC (dias quentes e noites amenas favorecem a epidemia de oídio)
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
150 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Reaplicar em intervalos de 7 dias Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
150 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Reaplicar em intervalos de 7 dias Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha Branca do Milho
(Pantoea ananatis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar duas aplicações Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações no estágio vegetativo de 8 a 10 folhas (V8-V10) e repetir na fase de pré-emissão da panícula
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
0,15 a 0,2 L p.c. / 100 L de água 1000 L de calda/ha - Reaplicar em intervalos de 7 dias Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações após o início do florescimento da cultura
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
150 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Reaplicar em intervalos de 7 dias Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
1 a 1,5 L p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar aplicações em intervalos de 7 a 10 dias, até a colheita Não estipulado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações após o início do florescimento da cultura. Utilizar a maior dose em condições mais propícias à ocorrência do mofo cinzento como períodos chuvosos e temperaturas amenas
Pimenta Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Oidiopsis sicula)
1 a 1,5 mL p.c./100 L 600 L de calda/ha - Reaplicar a cada 7 dias de intervalo Não estipulado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Oídio
(Leveillula taurica)
1 a 1,5 mL p.c./100 L 600 L de calda/ha - Reaplicar a cada 7 dias de intervalo Não estipulado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Pústula
(Xanthomonas campestris pv. vesicatoria)
1 a 1,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar a cada 7 dias de intervalo Não estipulado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações foliares preventivamente quando detectadas condições ambientais para desenvolvimento do patógeno, principalmente em plantio de verão, com períodos chuvosos e temperatura média de 24 a 30ºC. Utilizar a dose maior quando as condições ambientais forem mais favoráveis ao desenvolvimento do patógeno
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Oidiopsis sicula)
1 a 1,5 mL p.c./100 L 600 L de calda/ha - Reaplicar a cada 7 dias de intervalo Não estipulado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Oídio
(Leveillula taurica)
1 a 1,5 mL p.c./100 L 600 L de calda/ha - Reaplicar a cada 7 dias de intervalo Não estipulado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Pústula
(Xanthomonas campestris pv. vesicatoria)
1 a 1,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar a cada 7 dias de intervalo Não estipulado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações foliares preventivamente quando detectadas condições ambientais para desenvolvimento do patógeno, principalmente em plantio de verão, com períodos chuvosos e temperatura média de 24 a 30ºC. Utilizar a dose maior quando as condições ambientais forem mais favoráveis ao desenvolvimento do patógeno
Quiabo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Erysiphe cichoracearum)
1 a 1,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar se as condições persistirem e em caso de ressurgência da doença Não estipulado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações foliares aos primeiros sintomas da doença ou preventivamente quando detectadas condições ambientais para o desenvolvimento do patógeno. A dose e a frequência de aplicação irão depender do histórico da área e das condições ambientais. Usar a maior dose em períodos com alta umidade relativa do ar (>90%) coincidindo com temperatura entre 21 a 30ºC (dias quentes e noites amenas favorecem a epidemia de oídio)
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
1 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Reaplicar se as condições persistirem e em caso de ressurgência da doença. Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar aplicações foliares nos primeiros sintomas da doença ou, preventivamente, quando detectada condições ambientais para desenvolvimento do patógeno, como períodos com alta umidade relativa do ar (ótimo > 90%) coincidindo com temperaturas amenas (entre 15 e 25°C). Utilizar a dose menor preventivamente e a maior quando as condições ambientais forem mais favoráveis para desenvolvimento da doença
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha-bacteriana
(Xanthomonas vesicatoria)
1 a 1,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar a cada 7 dias de intervalo Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar aplicações foliares preventivamente quando detectada condições ambientais para desenvolvimento do patógeno
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1 a 1,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar a cada 7 dias de intervalo Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar aplicações foliares preventivamente quando detectada condições ambientais para desenvolvimento do patógeno
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Fusariose
(Fusarium graminearum)
0,5 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 8 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar com intervalo de 14 dias Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações foliares preventivamente no início do emborrachamento. A dose a ser utilizada dependerá das condições ambientais. Utilizar a maior dose quando as condições ambientais forem mais favoráveis para desenvolvimento da doença, com previsão de chuva no florescimento
Triticale Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Fusariose
(Fusarium graminearum)
0,5 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 14 dias Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações foliares preventivamente no início do emborrachamento. A dose a ser utilizada dependerá das condições ambientais. Utilizar a maior dose quando as condições ambientais forem mais favoráveis para desenvolvimento da doença, com previsão de chuva no florescimento
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
1 a 1,5 L p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar aplicações em intervalos de 7 a 10 dias, até a colheita Não estipulado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar as aplicações preventivamente no florescimento, em aplicações dirigidas ao cacho. A dose de aplicação irá depender das condições ambientais para desenvolvimento da doença como períodos chuvosos e temperaturas amenas
Oídio
(Uncinula necator)
1 a 1,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar se as condições persistirem e em caso de ressurgência da doença Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto Iniciar aplicações foliares nos primeiros sintomas da doença ou, preventivamente, quando detectada condições ambientais para desenvolvimento do patógeno

Garrafa plástica (PEAD) de 0,25 e 1,5 Litros;
Tambor de estanho galvanizado revestido com resina epoxi de 20; 60 e 200 Litros.

Modo de Preparo de Calda: Recomenda-se a limpeza prévia do tanque com produtos específicos garantindo a ausência sedimentos de caldas anteriores. Abastecer o pulverizador enchendo o tanque até a metade de sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. Adicionar Timorex Gold e completar o volume com água. Para calda a base de óleo, adicionar Timorex Gold juntamente com o óleo e completar o volume da calda com a água. Agitando vigorosamente em todo o processo e antes de abastecer a aeronave. Caso seja necessário interromper a agitação durante o preparo da calda, agitá-la novamente antes de iniciar a aplicação. Antes e após a adição de Timorex Gold, medir o pH da calda que deverá estar entre 6,5 e 7,0. Caso esteja fora desta faixa, ajustá-lo com produtos agrícolas registrados para tal finalidade.
Observação: Corrigir o pH da calda para 6,5 – 7,0, com estabilizantes de calda antes de adicionar Timorex gold.
Equipamentos de Aplicação:
• Via Terrestre: Recomenda-se para aplicação o uso de pulverizadores costais ou tratorizados com atenção aos seguintes parâmetros:

Fungicida ou Bactericida – Bicos hidráulicos
– Tipo de bico....... hidráulico jato cônico vazio, leque ou duplo leque de neblina equivalente;
- Pressão de Trabalho.......................................................... 2 a 10 Bar (29 -145 lb/pol²);
- Diâmetro Mediano Volumétrico............................................................... 150 a 300 µm;
- Densidade das gotas mínima.................................................................. 50 gotas/cm²;

Fungicida ou Bactericida – Atomizador rotativo
- Tipo de bico.................................... Atomizador Rotativo de Disco, turbotrator ou similar;
- Pressão de Trabalho............................................................ 2 a 3 Bar (25 - 40 lb/pol²);
- Diâmetro Mediano Volumétrico .............................................................. 150 a 200 µm;
- Densidade das gotas mínima.................................................................. 50 gotas/cm²;
• Via Aérea:
Fungicida ou bactericida – Aplicação com bicos hidráulicos
Para as culturas da banana e trigo recomenda-se utilizar barras dotadas de bicos cônicos série D ou similar, com disco (core) com ângulo de 45º ou inferior.
- Altura do vôo com bicos hidráulicos: 2 a 4 m do alvo a ser atingido.
- Largura da faixa de deposição efetiva: 15 a 18 m (aeronaves a pistão).
Fungicida ou bactericida – Aplicação com atomizadores rotativos
Com atomizadores tipos Turboaero ou Micronair, seguindo a tabela do fabricante para ajuste do regulador de vazão (RV), pressão e ângulo de pá.
Para volume de aplicação 8 a 30 L/ha:
- Largura da faixa de deposição efetiva: 15 a 18 m (aeronaves a pistão).
- Tamanho das gotas: Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) de 200 a 300 micromêtros, para aplicação com barra ou atomizadores rotativos.
- Altura do vôo: com atomizadores rotativos: 3 a 5 m do alvo a ser atingido.
Condições Climáticas:
• Umidade Relativa > 60%;
• Temperatura: abaixo de 30ºC;
• Nas aplicações aéreas não aplicar com ventos abaixo de 3 Km/h nem superiores a 10 Km/h.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não estipulado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem da calda (no mínimo 24 horas após aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Manter sob agitação constante a calda de pulverização. • Seguir criteriosamente as instruções de uso do produto.
• Não ocorre fitotoxicidade se o produto for utilizado de acordo com as recomendações de uso.
• Não aplicar em condições meteorológicas de inversão térmica.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRACBR) recomendam as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou do mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
• Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.