Bula Timorex Gold

CI
Óleo essencial de Melaleuca alternifolia
22116
Stockton

Composição

Melaleuca alternifólia (óleo essencial) 222,5 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Fungicida, Bactericida
4 - Produto Pouco Tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Mesostêmico

Abacate

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abóbora

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abobrinha

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Alface

Calda Terrestre Dosagem
Oidium sp. (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Alho

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria porri (Mancha púrpura) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Arroz

Calda Terrestre Dosagem
Bipolaris oryzae (Mancha parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pyricularia grisea (Brusone) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Aveia

Calda Terrestre Dosagem
Fusarium graminearum (Fusariose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Banana

Calda Terrestre Dosagem
Fusarium oxysporum (Podridão basal) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Mycosphaerella fijiensis (Sigatoka negra) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Mycosphaerella musicola (Mal da sigatoka) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Erwinia carotovora (Podridão mole) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata-doce

Calda Terrestre Dosagem
Erwinia carotovora (Podridão mole) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Berinjela

Calda Terrestre Dosagem
Leveillula taurica (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oidiopsis sicula (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Xanthomonas campestris pv. vesicatoria (Pústula) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Brócolis

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Café

Calda Terrestre Dosagem
Pseudomonas syringae pv. garcae (Mancha aureolada) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Caju

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oidium anacardii (Cinza-do-cajueiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Caqui

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Glomerella cingulata (Podridão amarga da macieira) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cebola

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria porri (Mancha púrpura) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Burkholderia gadiolli subsp allicola (Podridão de escama) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cenoura

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria dauci (Mancha de alternaria) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Erysiphe sp (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Centeio

Calda Terrestre Dosagem
Fusarium graminearum (Fusariose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cevada

Calda Terrestre Dosagem
Fusarium graminearum (Fusariose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Chuchu

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve-chinesa

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve-de-bruxelas

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve-flor

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum lindemuthianum (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Figo

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Glomerella cingulata (Podridão amarga da macieira) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Goiaba

Calda Terrestre Dosagem
Glomerella cingulata (Podridão amarga da macieira) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mamão

Calda Terrestre Dosagem
Oidium caricae (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mandioquinha-salsa

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria dauci (Mancha de alternaria) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Leveillula taurica (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Manga

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Erysiphe polygoni (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Xanthomonas campestris pv. mangiferaeindicae (Mancha-angular) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maracujá

Calda Terrestre Dosagem
Xanthomonas campestris pv. passiflorae (Mancha bacteriana oleosa) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melancia

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melão

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milho

Calda Terrestre Dosagem
Pantoea ananatis (Mancha Branca do Milho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Morango

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pepino

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pêssego

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimenta

Calda Terrestre Dosagem
Leveillula taurica (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oidiopsis sicula (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Xanthomonas campestris pv. vesicatoria (Pústula) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimentão

Calda Terrestre Dosagem
Leveillula taurica (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oidiopsis sicula (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Xanthomonas campestris pv. vesicatoria (Pústula) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Quiabo

Calda Terrestre Dosagem
Erysiphe cichoracearum (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Repolho

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Xanthomonas vesicatoria (Mancha-bacteriana) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Trigo

Calda Terrestre Dosagem
Fusarium graminearum (Fusariose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Triticale

Calda Terrestre Dosagem
Fusarium graminearum (Fusariose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Uva

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Uncinula necator (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Garrafa plástica (PEAD) de 0,25 e 1,5 Litros;
Tambor de estanho galvanizado revestido com resina epoxi de 20; 60 e 200 Litros.

INSTRUÇÕES DE USO

TIMOREX GOLD é utilizado como fungicida e bactericida com modo ação de contato e mesostêmico, e como indutor de resistência para ser aplicado no controle de doenças.

Modo de Preparo de Calda

Recomenda-se a limpeza prévia do tanque com produtos específicos garantindo a ausência sedimentos de caldas anteriores. Abastecer o pulverizador enchendo o tanque até a metade de sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. Adicionar Timorex Gold e completar o volume com água. Para calda a base de óleo, adicionar Timorex Gold juntamente com o óleo e completar o volume da calda com a água. Agitando vigorosamente em todo o processo e antes de abastecer a aeronave.Caso seja necessário interromper a agitação durante o preparo da calda, agitá-la novamente antes de iniciar a aplicação. Antes e após a adição de Timorex Gold, medir o pH da calda que deverá estar entre 6,5 e 7,0. Caso esteja fora desta faixa, ajustá-lo com produtos agrícolas registrados para tal finalidade.

Observação

Corrigir o pH da calda para 6,5 – 7,0, com estabilizantes de calda antes de adicionar Timorex gold.
Equipamentos de Aplicação

-Via Terrestre

Recomenda-se para aplicação o uso de pulverizadores costais ou tratorizados com atenção aos seguintes parâmetros:

Fungicida ou Bactericida – Bicos hidráulicos
- Tipo de bico: hidráulico jato cônico vazio, leque ou duplo leque de neblina equivalente
- Pressão de Trabalho: 2 a 10 Bar (29 -145 lb/pol²)
- Diâmetro Mediano Volumétrico: 150 a 300 µm
- Densidade das gotas mínima: 50 gotas/cm²

Fungicida ou Bactericida – Atomizador rotativo
- Tipo de bico: Atomizador Rotativo de Disco, turbotrator ou similar
- Pressão de Trabalho: 2 a 3 Bar (25 - 40 lb/pol²)
- Diâmetro Mediano Volumétrico: 150 a 200 µm
- Densidade das gotas mínima: 50 gotas/cm²

- Via Aérea

Fungicida ou bactericida – Aplicação com bicos hidráulicos
Para as culturas da banana e trigo recomenda-se utilizar barras dotadas de bicos cônicos série D ou similar, com disco (core) com ângulo de 45º ou inferior.
- Altura do vôo com bicos hidráulicos: 2 a 4 m do alvo a ser atingido.
- Largura da faixa de deposição efetiva: 15 a 18 m (aeronaves a pistão).
Fungicida ou bactericida – Aplicação com atomizadores rotativos
Com atomizadores tipos Turboaero ou Micronair, seguindo a tabela do fabricante para ajuste do regulador de vazão (RV), pressão e ângulo de pá.
Para volume de aplicação 8 a 30 L/ha:
- Largura da faixa de deposição efetiva: 15 a 18 m (aeronaves a pistão).
- Tamanho das gotas: Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) de 200 a 300 micromêtros, para aplicação com barra ou atomizadores rotativos.
- Altura do vôo: com atomizadores rotativos: 3 a 5 m do alvo a ser atingido.

Condições Climáticas

- Umidade Relativa > 60%
- Temperatura: abaixo de 30ºC
- Nas aplicações aéreas não aplicar com ventos abaixo de 3 Km/h nem superiores a 10 Km/h.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Não estipulado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem da calda (no mínimo 24 horas após aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

- Manter sob agitação constante a calda de pulverização.
- Seguir criteriosamente as instruções de uso do produto.
- Não ocorre fitotoxicidade se o produto for utilizado de acordo com as recomendações de uso.
- Não aplicar em condições meteorológicas de inversão térmica.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRACBR) recomendam as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou do mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.




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