Bula Timorex Gold

acessos
Óleo essencial de Melaleuca alternifolia
22116
Stockton

Composição

Melaleuca alternifólia (óleo essencial) 222.5 g/L Terpenos

Classificação

Fungicida Bioquímico, Bactericida bioquímico
I - Extremamente tóxica
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Mesostêmico
Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oidio
(Oidium spp)
0,2 a 0,38 L p.c. / 100 L de água 400 L de calda/ha - Reaplicar se as condições persistirem e em caso de ressurgência da doença. Intervalo de segurança não determinado devido à ocorrência natural do ingrediente ativo Melaleuca altemifolia. Iniciar aplicações foliares nos primeiros sintomas da doença ou, preventivamente, quando detectada condições ambientais para desenvolvimento do patôgeno, como períodos com alta umidade relativa do ar (ótimo> 95%) coincidindo com temperaturas amenas (ótima 18 a 25°C)
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
0,4 a 0,6 L p.c./ha 15 L de água + 5 L Óleo Mineral - A frequência de aplicações irá depender do histórico da área e condições ambientais e de acordo com o resultado do monitoramento do progresso da doença. Intervalo de segurança não determinado devido à ocorrência natural do ingrediente ativo Melaleuca altemifolia. Iniciar aplicações foliares preventivamente ou quando detectada condições ambientais para desenvolvimento do patógeno
Mal do Panamá
(Fusarium oxysporum f.sp. cubense)
0,6 a 0,8 L p.c./ha 200 L de calda/ha 8 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar duas aplicações com intervalo de 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à ocorrência natural do ingrediente ativo Melaleuca altemifolia. Aplicação foliar dirigida nas plantas filhas de plantas mães sintomáticas, reaplicando nos próximos ciclos preventivamente nas áreas com histórico da doença
Sigatoka negra
(Mycosphaerella fijiensis)
0,4 a 0,6 L p.c./ha 15 L de água + 5 L Óleo Mineral - A frequência de aplicações irá depender do histórico da área e condições ambientais e de acordo com o resultado do monitoramento do progresso da doença. Intervalo de segurança não determinado devido à ocorrência natural do ingrediente ativo Melaleuca altemifolia. Iniciar aplicações foliares preventivamente ou quando detectada condições ambientais para desenvolvimento do patógeno
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
1 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Reaplicar se as condições persistirem e em caso de ressurgência da doença. Intervalo de segurança não determinado devido à ocorrência natural do ingrediente ativo Melaleuca altemifolia. Iniciar aplicações foliares nos primeiros sintomas da doença ou, preventivamente, quando detectada condições ambientais para desenvolvimento do patôgeno, como períodos com alta umidade relativa do ar (ótimo> 90%) coincidindo com temperaturas amenas (ótima 15 a 25°C)
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
1 a 2 L p.c./ha 300 L de calda/ha - A frequência de aplicações irá depender do histórico e condições ambientais da área. Intervalo de segurança não determinado devido à ocorrência natural do ingrediente ativo Melaleuca altemifolia. Iniciar aplicações foliares no início do f1orescimento
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha-bacteriana
(Xanthomonas vesicatoria)
1 a 1,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar no máximo a cada 7 dias de intervalo. Intervalo de segurança não determinado devido à ocorrência natural do ingrediente ativo Melaleuca altemifolia. Iniciar aplicações foliares preventivamentes quando detectada condições ambientais para desenvolvimento do patógeno, principalmente em plantio de verão, com períodos chuvosos e temperatura média de 24 a 30°C
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1 a 1,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar no máximo a cada 7 dias de intervalo. Intervalo de segurança não determinado devido à ocorrência natural do ingrediente ativo Melaleuca altemifolia. Iniciar aplicações foliares preventivamentes quando detectada condições ambientais para desenvolvimento do patógeno, principalmente em plantio de verão, com períodos chuvosos e temperatura média de 24 a 30°C
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Fusariose
(Fusarium graminearum)
0,5 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 8 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar com intervalo de 14 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à ocorrência natural do ingrediente ativo Melaleuca altemifolia. Iniciar aplicações foliares preventivamente no início do emborrachamento
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
1 a 1,5 L p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar em intervalos de 7 a 10 dias até a colheita. Intervalo de segurança não determinado devido à ocorrência natural do ingrediente ativo Melaleuca altemifolia. Inciar as aplicações preventivamente no florescimento, em aplicações dirigidas ao cacho
Oídio
(Uncinula necator)
1 a 1,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar se as condições persistirem e em caso de ressurgência da doença. Intervalo de segurança não determinado devido à ocorrência natural do ingrediente ativo Melaleuca altemifolia. Iniciar aplicações foliares nos primeiros sintomas da doença ou, preventivamente, quando detectada condições ambientais para desenvolvimento do patógeno

Garrafa plástica (PEAD) de 0,25 e 1,5 Litros;
Tambor de estanho galvanizado revestido com resina epoxi de 20; 60 e 200 Litros.

INSTRUÇÕES DE USO:
TIMOREX GOLD é utilizado como fungicida, bactericida bioquímico com modo ação de contato e mesostêmico e como indutor de resistência para ser aplicado no controle de doenças.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO/MODO DE APLICAÇÃO:
• Alface - Iniciar aplicações foliares nos primeiros sintomas da doença ou, preventivamente, quando detectada condições ambientais para desenvolvimento do patôgeno, como períodos com alta umidade relativa do ar (ótimo > 95%) coincidindo com temperaturas amenas (ótima 18 a 25°C). Reaplicar se as condições persistirem e em caso de ressurgência da doença. A dose e a frequência de aplicações irá depender do histórico da área e das condições ambientais. Utilizar a dose menor preventivamente e a maior quando as condições ambientais forem mais favoráveis para desenvolvimento da doença.
• Banana (Mal-do-panamá) - Aplicação foliar dirigida nas plantas filhas de plantas mães sintomáticas em 2 aplicações com intervalo de 30 dias. Nos próximos ciclos reaplicar preventivamente nas áreas com histórico da doença.
Banana (Sigatoka negra) - Iniciar aplicações foliares preventivamente ou quando detectada condições ambientais para desenvolvimento do patôgeno. A dose e a frequência de aplicações irá depender do histórico da área e condições ambientais e de acordo com o resultado do monitoramento do progresso da doença, quando efetuado. Utilizar a dose menor preventivamente e a maior quando as condições ambientais forem mais favoráveis para desenvovimento da doença. Condições ótimas para infecção são períodos de molhamento foliar superiores a 18h coincidindo com temperaturas de 25 a 28°C. O produto deve ser utilizado em rotação com princípios ativos diferentes.
Banana (Sigatoka amarela) - Iniciar aplicações foliares preventivamente quando detectada condições ambientais para desenvolvimento do patôgeno e de acordo com o resultado do monitoramento do progresso da doença, quando efetuado. Utilizar a dose menor preventivamente e a maior quando as condições ambientais forem mais favoráveis para desenvolvimento da doença. Condições ideais para ocorrência da doença com temperaturas entre 21 a 28°C associados a longos períodos de molhamento foliar. O produto deve ser utilizado em rotação com princípios ativos diferentes.
Brócolis - Iniciar aplicações foliares nos primeiros sintomas da doença ou, preventivamente, quando detectada condições ambientais para desenvolvimento do patôgeno, como períodos com alta umidade relativa do ar (ótimo > 90%) coincidindo com temperaturas amenas (ótima 15 a 25°C). Reaplicar se as condições persistirem e em caso de ressurgência da doença. A dose e a frequência de aplicações irá depender do histórico da área e das condições ambientais. Utilizar a dose menor preventivamente e a maior quando as condições ambientais forem mais favoráveis para desenvolvimento da doença.
Feijão - Iniciar aplicações foliares no início do florescimento. A dose e a frequência de aplicação irá depender do histórico da área e das condições ambientais. Utilizar a dose menor preventivamente e a maior quando as condições ambientais forem mais favoráveis para desenvolvimento da doença, como períodos chuvosos e temperaturas amenas (ótima a 170C). Reaplicar se as condições persistirem e em caso de ressurgência da doença. O produto deve ser utilizado em rotação com fungicidas com princípios ativos diferentes.
Tomate - Iniciar aplicações foliares preventiva mentes quando detectada condições ambientais para desenvolvimento do patógeno, principalmente em plantio de verão, com períodos chuvosos e temperatura média de 24 a 30°C. A dose irá depender da tolerância da variedade cultivada e das condições ambientais. Utilizar a dose menor preventivamente e a maior quando as condições ambientais forem mais favoráveis para desenvolvimento da doença. Reaplicar no máximo a cada 7 dias de intervalo.
Trigo - Iniciar aplicações foliares preventivamente no início do emborrachamento repetindo a aplicação com 14 dias de intervalo. A dose a ser utilizada irá das condições ambientais. Utilizar a dose menor preventivamente e a maior quando as condições ambientais forem mais favoráveis para desenvolvimento da doença, com previsão de chuva no florescimento.
Uva (Mofo-cinzento) - Iniciar as aplicações preventivamente no florescimento, em aplicações dirigidas ao cacho, repetindo a aplicação em intervalos de 7 a 10 dias até a colheita. A dose de aplicação irá depender das condições ambientais para desenvolvimento da doença como períodos chuvosos e temperaturas amenas.
Uva (Oídio) - Iniciar aplicações foliares nos primeiros sintomas da doença ou, preventivamente, quando detectada condições ambientais para desenvolvimento do patôgeno. A dose e a frequência de aplicações irá depender do histórico da área e das condições ambientais. Usar a maior dose em períodos com alta umidade relativa do ar (>90%) coincidindo com temperaturas entre 21 e 30°C (dias quentes e noites amenas) favorecem a epidemia de oídio. Reaplicar se as condições persistirem e em caso de ressurgência da doença.
Observação: Corrigir o pH da calda para 6,5 - 7,0, com redutores de pH.
Modo de Preparo de Calda: abastecer o pulverizador enchendo o tanque até a metade de sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. Adicionar Timorex Gold e completar o volume com água. Para calda a base de óleo, adicionar Timorex Gold juntamente com o óleo e completar o volume da calda com a água. Agitando vigorosamente em todo o processo e antes de abastecer a aeronave. Caso seja necessário interromper a agitação durante o preparo da calda, agitá-la novamente antes de iniciar a aplicação.
Antes e após a adição de Timorex Gold, medir o pH da calda que deverá estar entre 6,5 e 7,0. Caso esteja fora desta faixa, ajustá-lo com produtos agrícolas registrados para tal finalidade.

Equipamentos de Aplicação:
• Via Terrestre:
Recomenda-se para aplicação o uso de pulverizadores costais ou tratorizados com atenção aos seguintes parâmetros:
Fungicida ou Bactericida - Bicos hidráulicos
-Tipo de bico.....................hidráulico jato cônico vazio, leque ou duplo leque de neblina equivalente
-Pressão de Trabalho........................................................................2 a 10 Bar (29 -145 lb/pol2)
-Diâmetro Mediano Volumétrico ..............................................................................150 a 300 pm
-Densidade das gotas mínima.................................................................................50 gotas/cm2

Fungicida ou Bactericida - Atomizador rotativo
-Tipo de bico...................................................Atomizador Rotativo de Disco, turbotrator ou similar
-Pressão de Trabalho....................................2 a 3 Bar (25 - 40 lb/pol2)
- Diâmetro Mediano Volumétrico ........................... 15O a 200 pm
- Densidade das gotas mínima.......................... 50 gotas/cm2

• Via Aérea:
Fungicida ou bactericida - Aplicação com bicos hidráulicos
Para as culturas da banana e trigo recomenda-se utilizar barras dotadas de bicos cônicos série D ou similar, com disco (core) com ângulo de 45° ou inferior.
- Altura do vôo com bicos hidráulicos: 2 a 4 m do alvo a ser atingido.
- Largura da faixa de deposição efetiva: 15 a 18 m (aeronaves a pistão).

Fungicida ou bactericida -Aplicação com atomizadores rotativos
Com atomizadores tipos Turboaero ou Micronair, seguindo a tabela do fabricante para ajuste do regulador de vazão (RV), pressão e ângulo de pá.
Para volume de aplicação 8 a 30 L/ha:
- Largura da faixa de deposição efetiva: 15 a 18 m (aeronaves a pistão).
- Tamanho das gotas: Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) de 200 a 300 micromêtros, para aplicação com barra ou atomizadores rotativos.
- Altura do vôo: com atomizadores rotativos: 3 a 5 m do alvo a ser atingido.
Condições Climáticas:
• Umidade Relativa > 60%
• Temperatura: abaixo de 30°C
• Nas aplicações aéreas não aplicar com ventos abaixo de 3 Km/h nem superiores a 10 Km/h.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Intervalo de segurança não determinado devido à ocorrência natural do ingrediente ativo Melaleuca altemifolia.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem da calda (no mínimo 24 horas após aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Manter sob agitação constante a calda de pulverização.
• Seguir criteriosamente as instruções de uso do produto.
• Não ocorre fitotoxicidade se o produto for utilizado de acordo com as recomendações de uso.
• Não aplicar em condições meteorológicas de inversão térmica.



DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• O equipamento de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorepelente, botas, máscara, viseira facial, touca árabe e luvas.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamento com vazamento ou com defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
• Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Produto extremamente irritante para os olhos.
• Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS;
• Use luvas de borracha;
• Ao contato com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS; • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; mascara com filtro para vapores orgânicos cobrindo o nariz e a boca; viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; mascara com filtro para vapores orgânicos cobrindo o nariz e a boca; viseira facial e luvas de nitrila;
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes; • Não aplique o produto contra o vento;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço medico de emergência;
• Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. AREA TRATADA" e mantenha os avisos ate o final do período de reentrada.
• Caso necessite entrar na área tratada antes do termino do intervalo de reentrada, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para uso durante a aplicação.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPls), lave as luvas vestidas para evitar
contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, viseira facial, botas, macacão com tratamento hidrorepelente, luvas e máscara.
• Não reutilize a embalagem vazia;
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado longe do alcance de crianças e animais;
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as roupas de proteção separadas das demais roupas da família.Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. • No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual EPI (macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha).
PRIMEIROS SOCORROS
Ingestão: Se ingerir o produto, não provoque o vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para a pessoa beber ou comer.
Olhos: Em contato com os olhos, lave-os com água em abundância e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receita agronômica do produto;
Pele: No caso de contato com a pele, lave-a com água e sabão em abundância e se houver irritação procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receita agronômica do produto.
Inalação: se o produto for inalado ('respirado"), leve a pessoa um local aberto e ventilado e vá ao médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receita agronômica do produto.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico......... hidrocarboneto terpênico associados a alcoóis
Classe toxicological
Vias de exposição................... Oral, -dérmica e inalatória.

Toxicocinetica ........ O óleo é absorvido rapidamente via dermal e oral. As principais reações de biotransformação ocorrem no fígado e em menor extensão em outros órgãos. 60 a 80% é excretado pela urina dentro de 48-72 horas. E menos de 10% é excretado via fezes. Não há evidências de bioacumulação devido as principais biotransformações ocorrerem no fígado e em menor extensão em outros órgãos.

Mecanismos de toxicidade ..... ................Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.

Sintomas e sinais clínicos........ O produto pode causar irritação ocular severa, com perda do epitélio da córnea. É recomendada a suspensão do uso do produto se surgirem quaisquer sintomas durante a sua manipulação.

Diagnóstico ............ O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamento ............ Tratamento sintomático de acordo com o quadro clínico.

Antídoto ............... Não existe antídoto específico.

Contra-indicações ................. A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração.

ATENÇÃO................ Ligue para o Disque- Intoxicação 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnostico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informações e Assistência Toxicológica RENACIT- ANVISNMS Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS) Telefone de Emergência da Empresa: (011) 3088-1919

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:
Após ingestão, o acúmulo no caminho alimentar não é esperado porque a administração oral do óleo passa através do trato gastrointestinal inalterado e somente uma pequena quantidade de óleo é absorvida e acumulada no tecido ou metabolizado.

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
• DL50 oral para ratos: > 2000 mg/kg
• DL50 dérmica para ratos: > 2000 mg/kg
• Irritação dérmica: moderada
• Irritação ocular: pode causar irritação.
• Sensibilização: não sensibilizante
EFEITOS CRÔNICOS:
Seguindo as recomendações da bula nenhum efeito crônico é esperado.

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
( )Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE 1).
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
( )Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
(X) POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE IV).
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes nalegislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
. Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa STOCKTON - AGRIMOR DO BRASIL LTDA - telefone de Emergência: (011) 3088-1919.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO, ETC., ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI'S - Equipamento de Proteção Individual .- recomendadas para o preparo da calda do produto.
TRÍPLICE LAVAGEM (Lavagem Manual):
Esta embalagem devera ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem ate ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador;
-
• Faça esta operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
LAVAGEM SOB PRESSÃO
Ao utilizar pulverização dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
• Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
• Toda água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM:
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
1 EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
;
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, rio próprio local onde guardado as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
1 EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardado as embalagens cheias.
DEVOLUÇAO DA EMBALAGEM VAZIA
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis)

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomendam as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou do mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
• Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.