Bula Actara 250 WG

acessos
Thiamethoxam
10098
Syngenta

Composição

Tiametoxam 250 g/kg Neonicotinóide

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Sistêmico
Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cochonilha do abacaxi
(Dysmicoccus brevipes)
300 g p.c./100 L de água 30 mL de calda/planta - Realizar uma aplicação. Não determinado. Imersão de mudas por 3 minutos - pré transplante. Modalidade de aplicação: Imersão de mudas por 3 minutos - pré transplante. Depois, entre 45 e 60 dias após o transplante, fazer o tratamento na forma de esguicho no solo ao redor da base das plantas. Considerar o número de plantas / área a ser tratada e diluir a quantidade indicada de produto em um volume de água suficiente para a aplicação de 30 ml de calda por planta
Cupim de monte
(Procornitermes striatus)
600 a 800 g.p.c./ha 30 mL de calda/planta - Realizar uma aplicação. 60 dias. Esguicho no solo / base da planta entre 45 e 60 dias após o transplante – 30 ml/planta
Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
400 a 600 g.p.c./ha 60 mL de calda/planta - Realizar uma aplicação. 45 dias. Em esguicho, ou gotejo no solo, logo após a emergência da cultura
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
400 a 600 g.p.c./ha 60 mL de calda/planta - Realizar uma aplicação. 45 dias. Em esguicho, ou gotejo no solo, logo após a emergência da cultura
Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
200 a 300 g.p.c./ha 0,2 L de calda/bandeja de 288 fur - Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em forma de irrigação na bandeja de mudas, com 0,2 L de calda/bandeja de 288 furos ou 0,5 m² em dose única antes do plantio da cultura
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
120 a 200 g.p.c./ha 100 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 21 dias. Foliar (no início do aparecimento da praga)
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
100 a 200 g.p.c./ha 100 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 21 dias. Foliar (no início do aparecimento da praga)
Tripes
(Frankliniella schultzei)
100 a 200 g.p.c./ha 100 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 21 dias. Foliar (no início do aparecimento da praga)
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do bronzeamento
(Enneothrips flavens)
100 a 140 g.p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 42 dias. Foliar (no início do aparecimento da praga)
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicheira da raiz do arroz
(Oryzophagus oryzae)
100 a 150 g.p.c./ha - - Realizar no máximo duas aplicações. 78 dias. Foliar (no início do aparecimento da praga)
Percevejo
(Tibraca limbativentris)
100 a 150 g.p.c./ha - - Realizar no máximo duas aplicações. 78 dias. Foliar (no início do aparecimento da praga)
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva arame
(Conoderus scalaris)
600 a 800 g.p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 10 dias. Aplicar 600 g/ha no sulco de plantio, ou 800 g/ha, antes da amontoa, em área total ou em jato dirigido na linha. Efetuar a amontoa logo após a aplicação. Aplicação foliar: Utilizar pulverizador costal ou motor estacionário com volumes de calda variando de 200 a 400 L/ha, no início da infestação
Pulgão verde
(Myzus persicae)
50 a 60 g p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 10 dias. Utilizar pulverizador costal ou motor estacionário com volumes de calda variando de 200 a 400 L/ha, no início da infestação
Pulgão verde
(Myzus persicae)
600 a 800 g.p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 10 dias. Aplicar 600 g/ha no sulco de plantio, ou 800 g/ha, antes da amontoa, em área total ou em jato dirigido na linha. Efetuar a amontoa logo após a aplicação
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
50 a 800 g.p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 10 dias. Aplicar 600 g/ha no sulco de plantio, ou 800 g/ha, antes da amontoa, em área total ou em jato dirigido na linha. Efetuar a amontoa logo após a aplicação. Aplicação foliar: Utilizar pulverizador costal ou motor estacionário com volumes de calda variando de 200 a 400 L/ha, no início da infestação
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
50 a 60 g p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 10 dias. Utilizar pulverizador costal ou motor estacionário com volumes de calda variando de 200 a 400 L/ha, no início da infestação
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
400 a 600 g.p.c./ha 60 mL de calda/planta - Realizar uma aplicação. 40 dias. Em esguicho ou gotejo no solo, logo após a emergência
Tripes
(Frankliniella schultzei)
600 g.p.c./ha 60 mL de calda/planta - Realizar uma aplicação. 40 dias. Em esguicho ou gotejo no solo, logo após a emergência
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
1400 a 2000 g.p.c./ha 50 mL de calda/planta - Realizar uma aplicação. 90 dias. Esguicho no solo sob a copa do cafeeiro
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
2000 g p.c./ha - - Realizar uma aplicação. 90 dias. Aplicação por gotejo via água de irrigação, considerando a área abrangida por turno de rega, calcular e administrar a quantidade de produto necessária para a aplicação da dose recomendada por ha; seguir as instruções do fabricante para a regulagem do equipamento dosador
Cigarra
(Quesada gigas)
1400 g.p.c./ha 50 mL de calda/planta - Realizar uma aplicação. 90 dias. Esguicho no solo sob a copa do cafeeiro
Cigarrinha
(Oncometopia facialis)
2000 g.p.c./ha 50 mL de calda/planta - Realizar uma aplicação. 90 dias. Esguicho no solo sob a copa do cafeeiro
Cochonilha-da-raiz
(Dysmicoccus texensis)
1200 g.p.c./ha 100 mL de calda/planta - Realizar uma aplicação. 90 dias. Esguicho no solo sob a copa do cafeeiro
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha das raízes
(Mahanarva fimbriolata)
até 1000 g.p.c./ha 50 a 100 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pulverizar diretamente sobre a linha de cultivo (soqueira das plantas) por ocasião da colheita, de forma que o produto fique abaixo da camada de palha. Aplicar em áreas com histórico de ocorrência da praga
Cupim
(Heterotermes tenuis)
400 a 800 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pulverização no sulco
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha
(Oncometopia facialis)
3 g p.c. / planta 50 mL de calda/planta - Realizar no máximo duas aplicações. 180 dias. Jato dirigido ao tronco e solo sob a copa
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
10 a 20 g p.c./100 L de água 15 L de calda / planta - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Aplicação foliar utilizando-se de um volume de 15 Litros por planta de forma a atingir todas as partes da planta. Melhor efeito de controle é obtido com a adição de 0,5% de óleo mineral
Cochonilha pardinha
(Selenaspidus articulatus)
3 g p.c. / planta 0,2 a 0,5 L de calda / planta - Realizar uma aplicação. 180 dias. Aplicação no tronco e ramos com calda de 0,5 L/planta suficiente para molhar sem escorrimento, ou em pulverização no solo de 0,2 L / planta na área de projeção da copa. No caso de aplicação em solo efetuar as mesmas no período chuvoso para melhor penetração do produto no solo
Cochonilha parlatoria
(Parlatoria cinerea)
3 g p.c. / planta 0,5 L de calda / planta - Realizar no máximo duas aplicações. 180 dias Aplicar no tronco e ramos
Psilideo
(Diaphorina citri)
3 g p.c. / planta 0,2 a 0,5 L de calda / planta - Realizar uma aplicação. 180 dias. Aplicação no tronco e ramos com calda de 0,5 L/planta suficiente para molhar sem escorrimento, ou em pulverização no solo de 0,2 L / planta na área de projeção da copa. No caso de aplicação em solo efetuar as mesmas no período chuvoso para melhor penetração do produto no solo
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes
(Thrips palmi)
400 g p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. Uso não alimentar. Iniciar aplicações com o aparecimento dos primeiros tripes
Ervilha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
150 a 200 g p.c./ha 600 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 3 dias. Para ervilha de grão, aplicar de 150 - 200 gramas do produto comercial por hectare em pulverização foliar, no início do aparecimento da praga
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
20 g p.c./100 L de água 600 a 800 L de calda/ha - Iniciar aplicações com o aparecimento dos primeiros tripes. 3 dias. Aplicação foliar
Pulgão
(Aphis craccivora)
150 a 200 g p.c./ha 600 a 800 L de calda/ha - - 3 dias -
Tripes
(Caliothrips brasiliensis)
150 a 200 g p.c./ha 600 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 3 dias. Aplicação foliar
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
150 a 200 g p.c./ha 600 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 3 dias. Aplicação foliar
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cupim
(Aparatermes abbreviatus)
300 g p.c./100 L de água - - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar Colocar as bandejas contendo as mudas em um estrado, e fazer a imersão, de preferência por meio mecânico, ou seja, através de uma talha (roldana), baixando a bandeja sobre o tambor contendo a calda inseticida. Após a imersão, deixar escorrer para o tambor, o excesso da calda, antes de levar as mudas para o campo
Vespa-da-galha
(Leptocybe invasa)
300 g p.c./100 L de água 10 mL p.c. /m² - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar Aplicação foliar
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
100 a 200 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Gotejo no solo sob a copa do cafeeiro via água de irrigação. Para a pulverização foliar recomenda-se utilizar barra tratorizada ou pulverizador costal com volumes de água de 100 a 200 L/ha
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 a 200 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Gotejo no solo sob a copa do cafeeiro via água de irrigação. Para a pulverização foliar recomenda-se utilizar barra tratorizada ou pulverizador costal com volumes de água de 100 a 200 L/ha
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
150 a 200 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Gotejo no solo sob a copa do cafeeiro via água de irrigação. Para a pulverização foliar recomenda-se utilizar barra tratorizada ou pulverizador costal com volumes de água de 100 a 200 L/ha
Feijão vagem Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
600 g p.c./ha - - Realizar uma aplicação. 60 dias. Em esguicho, ou gotejo no solo, logo após a emergência
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do fumo
(Faustinus cubae)
600 a 800 g p.c./ha - - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar Em esguicho ou gotejo no solo
Broca do fumo
(Faustinus cubae)
840 g p.c./ha 400 mL / bandeja - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar Rega nas bandejas de mudas em pré-transplante
Pulga do fumo
(Epitrix fasciata)
600 a 800 g p.c./ha - - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar Em esguicho ou gotejo no solo
Pulga do fumo
(Epitrix fasciata)
840 g p.c./ha 400 mL / bandeja - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar Rega nas bandejas de mudas em pré-transplante
Pulgão
(Myzus nicotianae)
600 a 800 g p.c./ha - - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar Em esguicho ou gotejo no solo
Pulgão
(Myzus nicotianae)
600 a 800 g p.c./ha - - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar Em esguicho ou gotejo no solo
Pulgão
(Myzus nicotianae)
840 g p.c./ha 400 mL / bandeja - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar Rega nas bandejas de mudas em pré-transplante
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cochonilha escama marisco
(Lepidosaphes ulmi)
2000 g p.c./ha 250 mL de calda/planta - Realizar uma aplicação. 60 dias. Esguicho no solo na base da planta no início da infestação
Pulgão lanígero das rosáceas
(Eriosoma lanigerum)
2000 g p.c./ha 250 mL de calda/planta - Realizar uma aplicação. 60 dias. Esguicho no solo na base da planta no início da infestação
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca spp)
600 a 800 g p.c./ha 50 a 100 mL de calda/planta - Realizar uma aplicação. 14 dias. Esguicho no solo
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
400 a 600 g p.c./ha 50 a 100 mL de calda/planta - Realizar uma aplicação. 14 dias. Esguicho no solo
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
400 a 600 g p.c./ha 50 mL de calda / cova - Realizar no máximo três aplicações. 14 dias. Aplicar na base da planta, logo após a emergência da cultura. A dose menor deverá ser usada quando ocorrerem os primeiros sinais de infestação das pragas. Se a praga já estiver presente em população alta, inclusive nas culturas adjacentes, ou em cultivares suscetíveis à transmissão de viroses, usar a dose maior
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
60 a 200 g p.c./ha 500 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 14 dias. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado. A dose menor deverá ser usada quando ocorrerem os primeiros sinais de infestação das pragas. Se a praga já estiver presente em população alta, inclusive nas culturas adjacentes, ou em cultivares suscetíveis à transmissão de viroses, usar a dose maior
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
60 a 200 g p.c./ha 500 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 14 dias. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado. A dose menor deverá ser usada quando ocorrerem os primeiros sinais de infestação das pragas. Se a praga já estiver presente em população alta, inclusive nas culturas adjacentes, ou em cultivares suscetíveis à transmissão de viroses, usar a dose maior
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
400 a 600 g p.c./ha 50 mL de calda / cova - Realizar uma aplicação. 14 dias. Aplicar na base da planta, logo após a emergência da cultura. A dose menor deverá ser usada quando ocorrerem os primeiros sinais de infestação das pragas. Se a praga já estiver presente em população alta, inclusive nas culturas adjacentes, ou em cultivares suscetíveis à transmissão de viroses, usar a dose maior
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
60 a 120 g p.c./ha 500 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado. A dose menor deverá ser usada quando ocorrerem os primeiros sinais de infestação das pragas. Se a praga já estiver presente em população alta, inclusive nas culturas adjacentes, ou em cultivares suscetíveis à transmissão de viroses, usar a dose maior
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
400 a 600 g p.c./ha 50 mL de calda / cova - Realizar uma aplicação. 64 dias. Aplicar na base da planta, logo após a emergência da cultura. A dose menor deverá ser usada quando ocorrerem os primeiros sinais de infestação das pragas. Se a praga já estiver presente em população alta, inclusive nas culturas adjacentes, ou em cultivares suscetíveis à transmissão de viroses, usar a dose maior
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão
(Capitophorus fragaefolii)
10 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 1 dia. Fazer 2 a 3 pulverizações foliares com 15 a 20 dias de intervalo; a 1ª quando for detectada a presença da praga
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
400 a 600 g p.c./ha - - Realizar uma aplicação. 45 dias. Em esguicho ou gotejo no solo logo após a emergência
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
400 a 600 g p.c./ha - - Realizar uma aplicação. 45 dias. Em esguicho ou gotejo no solo logo após a emergência
Pulgão verde
(Myzus persicae)
400 a 600 g p.c./ha - - Realizar uma aplicação. 45 dias. Em esguicho ou gotejo no solo logo após a emergência
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
400 a 600 g p.c./ha - - Realizar uma aplicação. 46 dias. Em esguicho ou gotejo no solo logo após a emergência
Pulgão verde
(Myzus persicae)
400 a 600 g p.c./ha - - Realizar uma aplicação. 46 dias. Em esguicho ou gotejo no solo logo após a emergência
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
400 a 600 g p.c./ha - - Realizar uma aplicação. 46 dias. Em esguicho ou gotejo no solo logo após a emergência
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
20 g p.c./100 L de água 200 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 7 dias. Aplicação foliar
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
800 g p.c./ha - - Realizar uma aplicação. 70 dias. Em esguicho ou gotejo no solo logo após a emergência
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
50 g p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 7 dias. Aplicação foliar
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
200 a 300 g p.c./ha - - Realizar uma aplicação. 70 dias. Em esguicho ou gotejo no solo logo após a emergência
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
16 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 3 dias. A dose menor deverá ser usada quando ocorrerem os primeiros sinais de infestação das pragas. Se a praga já estiver presente em população alta, inclusive nas culturas adjacentes, ou em cultivares suscetíveis à transmissão de viroses, usar a dose maior
Pulgão verde
(Myzus persicae)
12 a 15 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 3 dias. Foliar, no início do aparecimento da praga
Tripes
(Frankliniella schultzei)
800 g p.c./ha - - Realizar uma aplicação. 10 dias. Em esguicho ou gotejo no solo logo após o tranplante
Tripes
(Frankliniella schultzei)
16 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 3 dias. Foliar, no início do aparecimento da praga
Tripes
(Frankliniella schultzei)
0,6 g p.c. / m² - - Realizar uma aplicação. 10 dias. Aplicação em canteiro quatro dias antes do transplante definitivo no campo
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde dos cereais
(Rhapalosiphum graminum)
75 g p.c./ha - - Realizar no máximo duas aplicações. 42 dias. Aplicação foliar
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cochonilha pérola da terra
(Eurhizococcus brasiliensis)
680 g p.c./ha 1 L de calda / planta - Realizar no máximo duas aplicações. 45 dias. Rega ao redor da base das plantas nos meses de Novembro e Janeiro

Frascos de plásticos contendo 100, 500 e 1000 gramas. Saco solúvel de 67, 70, 60, 50, 100, 10 e 20 grama Saco de fibra de papel 1, 2, 3, 4, 5, 10, e 20 Kg. Saco aluminizado e saco de papel contendo ou não saco solúvel interno de 10; 20; 50; 67; 60 e 100 grama. Tambor de fibra de papel com ou sem saco solúvel 5, 10 e 20 Kg.

Saco de plástico - 10, 20 ,30 ,40, 50, 67, 100, 200, 250 e 500gramas e 1, 2, 3, 4, 5, 10, 15, 20 e 25 kg
Saco de papel - 10, 20 ,30 ,40, 50, 67, 100, 200, 250 e 500gramas e 1, 2, 3, 4, 5, 10, 15, 20 e 25 kg
Tambor de fibra - 15, 25, 100, 180, 200 e 220kg
Tambor de metal - 100, 180, 200 e 220kg
Big bag de rafia - 500, 600 e 1.000kg
Saco de rafia - 5, 10, 15, 20 e 25kg

“O ACTARA 250 WG na dose recomendada apresenta efeito bioativador melhorando o desenvolvimento das plantas (velocidade de brotação, sistema radicular, parte aérea). Por estes motivos, as plantas poderão resistir melhor as adversidades climáticas, mantendo o seu potencial produtivo".

MODO DE APLICAÇÃO:
Abacaxi: Fazer o tratamento de mudas através de imersão por 3 minutos na calda de produto, aguardar a secagem e fazer o transplante. Depois, entre 45 e 60 dias após o transplante, fazer o tratamento na forma de esguicho no solo ao redor da base das plantas. Considerar o número de plantas / área a ser tratada e diluir a quantidade indicada de produto em um volume de água suficiente para a aplicação de 30 ml de calda por planta.
Amendoim: utilizar pulverizador costal ou motor estacionário com bicos de jato cônico vazio e volume médio de calda de 200 l/ha.
Alface: Regar as bandejas com mudas, 1 dia antes do transplante, nas doses acima recomendadas. A aplicação única deverá ser feita através de rega utilizando-se de 0,2 L de calda / bandeja de 288 furos ou 0,5 m2.
Algodão: Pulverização terrestre: Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volumes de aplicação ao redor de 100 l/ha.
Aplicação aérea / parâmetros a serem observados:
Largura da faixa de aplicação – 15 m (Aeronave tipo Ipanema)
Volume de aplicação – 30 a 50 l/ha.
Densidade de gotas – 20 a 30 gotas / cm².
Tamanho das gotas (DMV) – 200 a 400 µm
Altura de vôo – 2 a 4 m acima do alvo.
Condições meteorológicas:
- Temperatura do ar abaixo de 30° C.
- Umidade relativa do ar acima de 55%
- Velocidade do vento entre 5 e 18 Km/h
Observações:
- Evitar sempre os horários que estiverem com turbulência forte, inversões térmicas e correntes de convecção.
Obedecer ao regulamento previsto na Portaria 009 do Decreto Lei 76865 do Ministério da Agricultura.
Batata: Aplicar 600 g/ha no sulco de plantio, ou 800 g/ha, antes da amontoa, em área total ou em jato dirigido na linha. Efetuar a amontoa logo após a aplicação. Aplicação foliar: Utilizar pulverizador costal ou motor estacionário com volumes de calda variando de 200 a 400 l/ha, no início da infestação.
Melão, repolho, tomate: utilizar pulverizador costal ou motor estacionário com bicos de jato c��nico vazio e volume médio de calda de 200 l/ha para aplicações foliares e de aproximadamente 60 ml/planta em aplicações em esguicho, ou por irrigação via gotejamento.
Abobrinha, berinjela, pepino, pimentão e feijão-vagem: aplicar em forma de esguicho com volume médio de calda de 60 ml/planta, ou por irrigação via gotejamento.
Arroz: Aplicação foliar com pulverizador costal, motor estacionário ou via aérea.
Cana: Cigarrinha: Jato dirigido em ambos os lados da linha de plantio, de modo a atingir as ninfas, protegidas pela espuma, alojadas na base das plantas. Cupim: Aplicação sobre os colmos (mudas) no sulco de plantio, cobrindo-os logo após o tratamento.
Aplicação aérea: somente em condição de cana fechada, quando não mais permitir aplicação tratorizada.
Aplicação aérea / parâmetros a serem observados:
Largura da faixa de aplicação – 15 m (Aeronave tipo Ipanema)
Volume de aplicação – 30 a 50 l/ha.
Densidade de gotas – 20 a 30 gotas/cm².
Tamanho das gotas (DMV) – 200 a 400 µm
Altura de vôo – 2 a 4 m acima do alvo.
Condições meteorológicas:
- Temperatura do ar abaixo de 30° C.
- Umidade relativa do ar acima de 55%
- Velocidade do vento entre 5 e 18 Km/h
Observações:
- Evitar sempre os horários que estiverem com turbulência forte, inversões térmicas e correntes de convecção.
- Obedecer ao regulamento previsto na Portaria 009 do Decreto Lei 76865 do Ministério da Agricultura.
Café: Fazer a aplicação no período de outubro/novembro a março dependendo do histórico de ataque da praga na área. Usar a menor dose em períodos de baixa infestação.
Aplicação em esguicho: Diluir o produto na dose recomendada por ha em volume de água suficiente para aplicação de 50 ml/planta (metade em cada lado da planta). Usar pulverizador costal manual ou equipamento tratorizado corretamente calibrado e adaptado para aplicação no solo limpo, sob a copa do cafeeiro.
Aplicação via água de irrigação por gotejo: Considerar a área abrangida por turno de rega, calcular e administrar a quantidade de produto necessária para a aplicação da dose recomendada por ha; seguir as instruções do fabricante para a regulagem do equipamento dosador.
Citros: Para controle de Cigarrinha-da-CVC: Fazer o tratamento no início do aparecimento da praga, através de: 1) Aplicação dirigida ao tronco da planta, com 50 ml de calda por planta, a 20 cm do solo.
2) aplicação em sulcos (de 5 cm de profundidade) sob a copa, em ambos os lados da planta, fechando-os logo após o tratamento. Para controle de Cochonilha-Orthezia: aplicação via pulverização, procurando atingir toda a copa das plantas com um volume de 15 litros / planta. Melhor efeito de controle é obtido com a adição de 0,5% de óleo mineral. Para controle de Cochonilha-parlatoria, Cochonilha-pardinha e Psilídeo: Aplicação no tronco e ramos com um gasto em torno de 0,5 litro / planta, volume de calda suficiente para uma boa cobertura; ou em pulverização no solo na projeção da copa das plantas com volume em torno de 200 L / ha.
Crisântemo: Motor estacionário ou pulverizador costal, com volumes de 500 a 1000 l/ha, assim que a praga apareça na cultura.
Ervilha: aplicar 20 g/100 L em pulverização foliar, no aparecimento da praga, com volume de calda de 600 a 800 l/ha. Para ervilha de grão, aplicar de 150 - 200 g em pulverização foliar, no início do aparecimento da praga.
Eucalipto: Colocar as bandejas contendo as mudas em um estrado, e fazer a imersão, de preferência por meio mecânico, ou seja, através de uma talha (roldana), baixando a bandeja sobre o tambor contendo a calda inseticida. Após a imersão, deixar escorrer para o tambor, o excesso da calda, antes de levar as mudas para o campo.
Vespa-da-galha: Aplicar 300g/100L em pulverização foliar, no aparecimento da praga, com volume de calda de 10 ml/m².
Feijão: Pulverização terrestre: Recomenda-se utilizar barra tratorizada ou pulverizador costal com volumes de água de 100 a 200 l/ha. Pulverização aérea ou pivot: utilizar os parâmetros requeridos para essas modalidades de aplicação.
Fumo: Aplicação em bandeja: Considerar o número de mudas por bandeja e a área que ocuparão no campo (ha) e administrar a quantidade de produto necessária para a aplicação da dose recomendada; Fazer o tratamento 2 dias antes do transplante através de rega com o produto diluído em água e gastando-se 400 ml de calda para cada bandeja de 200 mudas.
Maçã: Aplicação em esguicho: Diluir o produto na dose recomendada por ha em volume de água suficiente para aplicação de 250 ml/planta distribuídos em um círculo de 50 cm ao redor do tronco. Fazer a aplicação no início do ataque da praga; Usar pulverizador costal manual corretamente calibrado e adaptado para aplicação no solo limpo ao redor do tronco.
Mamão: Para controle de cigarrinha e pulgão-das-inflorescências, fazer uma aplicação em esguicho, com volume de calda de 50 e 100 ml/planta, dependendo do tamanho da planta, sendo dose menor em plantas recém transplantadas e no início do aparecimento da praga, na cultura ou em áreas vizinhas. Irrigar em seguida, para permitir uma melhor penetração do produto para as raízes.
Melancia: Pulverização foliar: Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volumes de aplicação de
500 l/ha. Aplicação em esguicho: aplicar na base da planta com volume de calda de aproximadamente 50 ml/cova, logo após a emergência da cultura, ou via gotejamento.
Quando aplicado na forma de esguicho na base da planta, irrigar imediatamente após a aplicação.
Tomate: Utilizar pulverizadores costal ou motor estacionário com bicos de jato cônico vazio e volumes de água entre 500 e 1000 l/ha, ou via gotejamento no início da infestação.


INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA OU INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Abobrinha: Uma aplicação por esguicho, ou gotejo, logo após a germinação.
Abacaxi: Uma aplicação na forma de imersão de mudas antes do plantio e uma aplicação entre 45 e 60 dias após o plantio.
Amendoim: Aplicar no início do aparecimento da praga. Reaplicar se necessário até 3 aplicações.
Algodão: Mosca-branca: Iniciar as aplicações logo no início da infestação. Repetir até 2 vezes a cada 14 dias, dependendo da infestação.
Pulgão-do-algodoeiro: as aplicações de ACTARA deverão seguir amostragens, onde avalia-se a porcentagem de plantas atacadas, considerando como planta atacada aquela que tiver pelo menos uma colônia se formando. Em cultivares suscetíveis ao mosaico das nervuras, em áreas sem a presença de plantas com “doença-azul” pode-se tolerar de 5 a 10% de plantas atacadas. Em áreas com 2 a 6% de plantas com “doença-azul” pode-se tolerar até 3 a 5% de plantas atacadas.
Dedicar atenção especial às reboleiras iniciais ou em áreas de risco (próximas a soqueiras não destruídas, do ano anterior, de lavouras infestadas, ou até lavouras com cultivares tolerantes, em altas infestações).
As avaliações das aplicações de ACTARA deverão ser feitas 2 dias após sua aplicação sempre considerando as colônias. Para cultivares tolerantes ou resistentes ao mosaico-das-nervuras, a tolerância é de até 40% de plantas atacadas. Cuidados deverão ser tomados nestas áreas para não serem foco de disseminação para áreas de variedades suscetíveis.
A dose de ACTARA de 100 g do produto comercial por hectare, é recomendada para as cultivares tolerantes à virose; e 200 g/ha para as suscetíveis à virose.
Para evitar pulverizações excessivas na fase de desenvolvimento inicial, torna-se imprescindível o tratamento de sementes com um produto efetivo contra os pulgões, que dê uma proteção entre 20 a 30 dias após a emergência. Recomenda-se iniciar as aplicações com ACTARA após este período, repetindo-as quando for atingido o nível de controle.
Tripes: ACTARA deve ser aplicado em forma de pulverização, quando forem encontradas, em média 5 ninfas por planta, durante os primeiros 30 dias da cultura.
Arroz: Bicheira-da-raíz-do-arroz: Logo após o início de irrigação. Uma única aplicação. Percevejo-do-colmo: No início do aparecimento da praga. Se necessário reaplicar até 2 aplicações.
Batata: Pulgão-verde: Iniciar as pulverizações de ACTARA na dose de 50 g/ha, logo no início da infestação de pulgões.
- Vaquinha-verde-amarela: Iniciar as pulverizações quando for constatada a entrada dos primeiros adultos na lavoura. Repetir quando necessário. Repetir quando necessário, até 3 vezes nas aplicações foliares e 2 vezes nas aplicações ao solo.
Berinjela: Uma aplicação por esguicho, ou gotejo, logo após o transplante.
Café: Uma aplicação no ano dependendo da praga; aplicação após o início do período chuvoso (outubro/novembro) ou aplicação no período de fevereiro até a 1ª quinzena de março.
Cana: Cigarrinha-das-raízes: 1 aplicação dirigida em linha, nos 2 lados das fileiras de plantas. Cupim: Uma aplicação no sulco, durante o plantio.
Citros: A aplicação, tanto no sulco, quanto no tronco, deverá ser feita com solo úmido, a partir de setembro/outubro. Realizar aplicação única no tronco e até 2 aplicações foliares.
Crisântemo: Iniciar aplicações com o aparecimento dos primeiros tripes. Repetir quando necessário.
Feijão: Mosca-branca - Iniciar as aplicações logo no início da infestação. O número de aplicações depende da pressão da praga. As aplicações poderão ser repetidas até 2 vezes.
Evite o plantio de feijão junto a lavouras antigas de feijão ou soja. Nestas condições, quando da colheita destas áreas, haverá uma migração muito grande de mosca branca para a nova cultura, tornando inevitável a transmissão da virose. Para evitar pulverizações excessivas na fase de emergência e desenvolvimento inicial, torna-se imprescindível o tratamento de sementes com um produto efetivo contra a Mosca- branca. Na ausência de um bom tratamento de sementes ou com sementes tratadas com produtos não específicos para Mosca-branca, poderá haver introdução da virose. Nessas condições, quando houver 60% de plântulas emergidas, aplicar um produto de contato para eliminar a população adulta migrante. Após a emergência total da cultura, iniciar as aplicações de ACTARA, com intervalos de 7 dias.
Vaquinha-verde-amarela: Iniciar as aplicações quando for verificada a presença de adultos no campo.
Fumo: Canteiro - Para proteção das plantas no período inicial pré e pós-transplante, recomenda-se a aplicação na dose de 0,6 g/m2 de canteiro, no estádio de 4 a 6 folhas. Campo (esguicho no solo) - Aplicar logo após o transplante. Usar a dose menor quando o produto for aplicado 30 dias após o transplante. Se a aplicação for feita imediatamente após o transplante, usar a dose maior.
Rega de mudas em bandeja: Uma aplicação 2 dias antes do transplante na forma de rega sobre as mudas.
Maçã: Aplicação na forma de esguicho ao redor do tronco no inicio da infestação das pragas alvo.
Melancia: Aplicação via esguicho: realizar uma única aplicação via esguicho na base das plantas logo após emergência. Aplicação foliar: as aplicações deverão ser realizadas logo no inicio da infestação. Repetir até 3 vezes a intervalos de 7 dias, dependendo da infestação.
Melão: uma aplicação por esguicho, ou gotejo, logo após a germinação, seguida de até 2 aplicações foliares, quando necessárias.
Repolho: uma aplicação por esguicho, ou gotejo, logo após a germinação, seguida de até 3 aplicações foliares, quando necessárias.
Morango: Fazer 2 a 3 pulverizações foliares com 15 a 20 dias de intervalo; a 1ª quando for detectada a presença da praga.
Pepino, Pimentão, Feijão-vagem: uma aplicação por esguicho, ou gotejo, logo após a germinação.
Tomate: As aplicações deverão ser realizadas no inicio da infestação. Repetir a intervalo de 7 dias, dependendo da infestação até 2 aplicações.
Trigo: Aplicação tratorizada quando for constatada a praga; repetir somente quando houver re-infestação, até 2 aplicações.
Uva: Aplicação em esguicho ao redor do tronco; Aplicar em novembro e repetir a aplicação em janeiro.

INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita) :
Cultura Intervalo de segurança
Abacaxi........................................ 485 dias
Abobrinha (solo)........................... 45 dias
Alface (foliar).............................. 40 dias
Algodão .................................... 21 dias
Amendoim.................................. 42 dias
Arroz.............................................. 78 dias
Batata (foliar)................................ 10 dias
(solo)................................. 89 dias
Berinjela (solo)............................ 40 dias
Café............................................ 90 dias
Cana............................................ 205 dias
Citros (foliar)................................. 14 dias
(solo)................................. 180 dias
Crisântemo ................................... UNA
Ervilha (foliar) ................................ 3 dias
Eucalipto ....................................... UNA
Feijão ............................................ 14 dias
Feijão-vagem (solo)...................... 60 dias
Fumo ............................................. UNA
Maçã............................................... 60 dias
Mamão (solo).................................. 14 dias
Melancia (foliar e solo).................... 14 dias
Melão (foliar).............................. . 7 dias
(solo)................................ 64 dias
Morango......................................... 1 dia
Pepino (solo)................................ 45 dias
Pimentão (solo)............................ 46 dias
Repolho (foliar).............................. 7 dias
(solo)............................. 70 dias
Tomate (foliar)............................... 3 dias
(solo)............................... 10 dias
Trigo.............................................. 42 dias
Uva................................................ 45 dias

LIMITAÇÕES DE USO :
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
O produto não é fitotóxico para a cultura indicada na dose e condições recomendadas.

Outras restrições a serem observadas:
Não foi observado até o momento restrições de uso, dentre as culturas recomendadas.


INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE. Vide informações no item “dados relativos à proteção da saúde humana”.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamentos com vazamentos. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas. Uso exclusivo agrícola; transporte e armazenamento isolado de rações, alimentos, medicamentos, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Evite o contato do produto com pele, olhos, nariz e boca. Em caso de acidente VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar que o produto se espalhe. Use macacão com mangas compridas, avental impermeável, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Não aplique o produto contra o vento. Use máscara cobrindo o nariz e a boca. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas, óculos ou viseira facial, botas e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize as embalagens vazias. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas separadamente das roupas normais. PRIMEIROS SOCORROS: Em caso de ingestão: Não induza vômito. Procure imediatamente o médico, levando a embalagem, bula, rótulo ou receita agronômica do produto. Em caso de contato com a pele: Remova as roupas contaminadas, lave as partes atingidas com grande quantidade de água e sabão, procure logo o médico levando a embalagem, bula, rótulo ou receita agronômica do produto. Em caso de contato com os olhos: Lave-os imediatamente com grande quantidade de água por vários minutos. Procure logo o médico levando a embalagem, bula, rótulo ou receita agronômica do produto. Em caso de inalação: Procure local arejado, procure o médico levando a embalagem, bula, rótulo ou receita agronômica do produto.

EM QUALQUER CASO DE SUSPEITA DE INTOXICAÇÃO, PARE IMEDIATAMENTE COM AS ATIVIDADES E PROCURE O MÉDICO LEVANDO A EMBALAGEM, BULA, RÓTULO OU RECEITA AGRONÔMICA DO PRODUTO.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: A norma geral adotada internacionalmente não contempla a realização desses estudos no ser humano. Todavia, estudos efetuados com animais de laboratório possibilitam fornecer as seguintes informações sobre mecanismo de ação, absorção e excreção :

A administração do Thiamethoxam técnico na dieta de ratos em laboratório mostrou que o produto é completamente e rapidamente absorvido do trato gastrointestinal para o sistema circulatório e rapidamente eliminado pelo organismo principalmente através da urina, em período aproximado de 24 horas. 70 a 80% da dose administrada é eliminada na forma do composto original.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: DL50 aguda oral para ratos: maior que 5000 mg/kg. DL50 aguda dérmica para ratos: maior que 5000 mg/kg. Irritação dérmica: Não irritante. Irritação ocular: Não irritante. Sensibilização dérmica (cobaias): Não sensibilizante.

CRÔNICOS: Em estudos realizados com animais de laboratório não foram registradas evidências de efeitos crônicos que representem risco significativo ao homem.

A administração do ingrediente ativo na dieta de ratos por período de 2 anos não revelou alterações relevantes quanto a sinais clínicos, toxicidade ocular, hematologia e parâmetros de urina e peso de órgãos.

Exames macroscópicos não revelaram alterações relacionadas ao tratamento. Não houve efeitos no nível de 500 ppm para ratos machos e 1000 ppm para fêmeas.

O produto foi também testado em camundongos em várias doses, sendo que, não houve alteração na taxa de mortalidade e sobrevivência nos animais tratados, comparado ao controle. Os sinais clínicos observados nos animais foi "abdomen estendido" em machos em dose de 2500 ppm e em fêmeas na dose de 1250 ppm. A maior dose tolerada foi de 500 ppm na dieta. O Nível sem efeito observado para estudo crônico neste animal foi de 20 ppm, equivalente a 2,63 a 3,6 mg/kg de peso corpóreo para machos e fêmeas, respectivamente. Portanto nestas doses e abaixo delas não houve efeito nos animais testados.

EFEITOS COLATERAIS: Por não ser o produto de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO (INFORMAÇÕES PARA USO MÉDICO): Não há antídoto específico. Tratamento sintomático em função do quadro clínico. Medidas terapêuticas imediatas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e intensificar sua eliminação. Não se conhece interações medicamentosas ou contra-indicações no tratamento dos intoxicados com este produto.

TELEFONE PARA CASOS DE EMERGÊNCIA: Plantão Syngenta 24 horas : Tel: 0800 160210.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Perigoso ao Meio Ambiente (Classe III). Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente água subterrâneas. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamentos com vazamentos. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público; e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA pelo telefone de emergência: 0800 160210. Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: Recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, pelo telefone indicado acima, para que seja feito o recolhimento pela mesma. Lave o local com grande quantidade de água;

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal e contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido;

Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local das onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio desta embalagem.

Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

TRIPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO:

AO UTILIZAR PULVERIZADORES DOTADOS DE EQUIPAMENTOS DE LAVAGEM SOB PRESSÃO SEGUIR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

AO UTILIZAR EQUIPAMENTO INDEPENDENTE PARA LAVAGEM SOB PRESSÃO ADOTAR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O Armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de 1 ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, ra��ões, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DA EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito as regras e aos procedimentos da legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO OU DO DISTRITO FEDERAL: De acordo com o estabelecido pelo órgão competente do estado.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas, Controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.