Bula Bunema 330 SL

CI
Metam-sódico
4995
Taminco

Composição

Metam-sódico 383 g/L

Classificação

Terrestre
Fungicida, Herbicida, Inseticida, Nematicida
4 - Produto Pouco Tóxico
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Contato, Ingestão

Batata

Dosagem Calda Terrestre
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Eleusine indica (Capim pé de galinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Meloidogyne incognita (Nematóide das galhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Meloidogyne javanica (Nematóide das galhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phytophthora infestans (Requeima) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pratylenchus brachyurus (Nematóide das lesões) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cenoura

Dosagem Calda Terrestre
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Meloidogyne incognita (Nematóide das galhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Meloidogyne javanica (Nematóide das galhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rhizopus stolonifer (Podridão mole) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Crisântemo

Dosagem Calda Terrestre
Aphelenchoides ritzemabosi (Nematóide do crisântemo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Galinsoga parviflora (Picão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Meloidogyne incognita (Nematóide das galhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudomonas cichorii (Mancha bacteriana) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pythium aphanidermatum (Tombamento) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Fumo

Dosagem Calda Terrestre
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Galinsoga parviflora (Picão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lepidium virginicum (Mastruço) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Meloidogyne incognita (Nematóide das galhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Meloidogyne javanica (Nematóide das galhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pratylenchus brachyurus (Nematóide das lesões) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Morango

Dosagem Calda Terrestre
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Eleusine indica (Capim pé de galinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Meloidogyne incognita (Nematóide das galhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pratylenchus brachyurus (Nematóide das lesões) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico

Dosagem Calda Terrestre
Atta laevigata (Saúva cabeça de vidro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Atta sexdens rubropilosa (Saúva limão) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tomate

Dosagem Calda Terrestre
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Eleusine indica (Capim pé de galinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Fusarium oxysporum f.sp. lycopersici (Murcha de fusarium) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Meloidogyne incognita (Nematóide das galhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pratylenchus brachyurus (Nematóide das lesões) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pythium spp. (Estiolamento) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Container de Polietileno de 1000 L
Bulk conteiners de aço e aço inoxidável de 10000; 15000 e 30000 Litros
Bombona de polietileno de 1; 2; 3.75; 4;5; 10; 20; 50, 200 e 220 L
Tambor de polietileno de 60L
ISO Tanque de aço inoxidável de 25000 L

INSTRUÇÕES DE USO

BUNEMA 330 CS® é um fumigante de solo usado em pré-plantio; tem ação Fungicida, Nematicida e Herbicida. É indicado para o controle de fungos de solo, nematoides e plantas daninhas que causam danos às culturas de batata, cenoura, crisântemos, fumo, morango e tomate. Apresenta também ação Formicida sendo usado no controle de saúvas cortadeiras. BUNEMA 330 CS® é um líquido solúvel em água, que após aplicação no solo é convertido em um gás fumigante. Após um período adequado de espera, o gás se dissipa deixando o solo pronto para plantio.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO

Sistema de irrigação

Após o cultivo do solo o BUNEMA 330 CS® deve ser injetado no sistema de irrigação, seja do tipo convencional (splinker), pivô central ou gotejamento, através de bombas dosadoras apropriadas, garantindo dosagem e pressão de injeção adequadas. Após a aplicação deve-se continuar irrigando o solo por 15 minutos para lavagem da tubulação. Se a superfície do solo secar rapidamente após a aplicação, deve-se irrigá-la novamente.

Injeção

O BUNEMA 330 CS® deve ser injetado no solo utilizando sistema de pulverização (injeção) acoplado à enxada rotativa, grade de disco, subsoladores com “shanks”, ou seja, ao equipamento mais adequado à cultura em questão. No intuito de “selar” o gás (MITC) que será formado no solo, devemos acoplar no final do implemento um rolo compactador que fará uma leve compactação do solo tratado. Na impossibilidade desse tipo de compactação, devemos fazer o “selamento” do gás (MITC) através de irrigação imediatamente após a injeção.

Regador

Regar a área tratada com BUNEMA 330 CS® diluído em água (1:3), e imediatamente cobrir a área com plástico ou compactá-la com compactador manual.

Pulverizador

Pulverizar com pulverizador acoplado a um arado de disco, sulcador, rotocanteirador ou subsolador, e incorporar imediatamente.

MODO DE APLICAÇÃO

Controle de Saúvas: O BUNEMA 330 CS® é aplicado sem nenhum preparo prévio do solo. A aplicação é feita com um pulverizador dotado de um copo dosador ou de um injetor pressurizado. A ponta do bico do braço do pulverizador deve ultrapassar a terra solta do formigueiro, até atingir a parte firme do olheiro. Liberar a dose recomendada por olheiro, e logo após fechar a entrada do mesmo, para que o gás liberado fique dentro do formigueiro. Para se aplicar corretamente o BUNEMA 330 CS®, deve-se medir a área de terra solta do formigueiro com passadas largas no maior comprimento e na maior largura. A aplicação deve ser feita nos olheiros mais ativos. A eficiência do BUNEMA 330 CS® em solo previamente molhado é bem mais alta, comparando-se à sua aplicação em solo seco.

Fumigação do solo: Revolver a terra na maior profundidade possível, destorroar e deixar a superfície plana similar à preparação para plantio. Se a terra estiver seca, fazer uma boa irrigação (pré-irrigação) entre 5 a 10 dias antes da aplicação de BUNEMA 330 CS®. Lembramos que o BUNEMA 330 CS® é um herbicida pós-emergente, logo, há necessidade de pré-irrigar o solo para que ocorra a quebra de dormência das sementes das ervas. A aplicação de BUNEMA 330 CS® nas doses que variam de 750 a 1000 litros/ha pode ser feita de várias maneiras: através da água de irrigação por “splinker”, pivô central, gotejamento ou regador; pode ser aplicado, também, via injetor de solo; assim como via pulverização acoplada a rotocanteirador, a arado de disco ou enxada rotativa. Sendo o BUNEMA 330 CS® um fumigante de solo, é preciso tomar medidas imediatamente após a aplicação, para que o gás (MITC) que será formado permaneça no solo tratado. Quanto mais tempo o gás (MITC) permanecer no solo, mais efetivo será o tratamento. Para isso, quando se tratar de áreas pequenas, cobrir o local tratado com um filme plástico e enterrar as pontas deste. No caso de áreas maiores, passar um rolo compactador ou irrigar a área tratada para dificultar a saída de gases.

OBS.: no caso de áreas pequenas em que o plástico foi usado, deixá-las cobertas por no mínimo 48 horas. Após um mínimo de 7 dias, devemos revolver o solo para a saída de possíveis gases remanescentes. Esperar de 7 a 21 dias após a aplicação do produto para o plantio da cultura, dependendo do nível de matéria orgânica e temperatura do solo.

Nota: A critério do Engenheiro Agrônomo ou do Técnico Responsável, as condições de aplicação poderão ser alteradas.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Batata, cenoura, morango e tomate: intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
Fumo e crisântemo: uso não alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS ÁREAS TRATADAS

No mínimo de 7 dias. No caso do uso de filme plástico para cobertura de pequenas áreas, sua remoção deverá ser efetuada com o uso dos mesmos EPI’s utilizados durante a aplicação, quando for realizada antes do intervalo de reentrada.

LIMITAÇÕES DE USO

Não utilizar sistemas de irrigação por aspersão dentro de estufas. Não aplicar fontes de adubação nitrogenadas antes da fumigação, para evitar perdas de fertilizante.

Fitotoxicidade

Produto fitotóxico para culturas, por isso é recomendado para aplicação em pré-plantio. Compatibilidade: Não deve ser utilizado em misturas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo de irrigação e outros que visam ao melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de inseto pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas - IRAC-BR - recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência, visando prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga.
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo.
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas.
Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência a Fungicidas – Brasil). Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo, devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência, visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um Profissional legalmente habilitado para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes. Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.




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