Bula Caramba 90 - Basf

Bula Caramba 90

CI
Metconazol
1601
Basf

Composição

Metconazol 90 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Fungicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Sistêmico

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Phakopsora gossypii (Ferrugem)
Ramularia areola (Ramularia)

Alho

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria porri (Mancha púrpura)

Amendoim

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora arachidicola (Mancha castanha)
Pseudocercospora personata (Mancha preta)

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande)

Café

Calda Terrestre Dosagem
Hemileia vastatrix (Ferrugem do cafeeiro)
Phoma costaricensis (Seca de ponteiros)

Cebola

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria porri (Mancha púrpura)

Cenoura

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria dauci (Mancha de alternaria)

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular)
Uromyces appendiculatus (Ferrugem)

Feijão vagem

Calda Terrestre Dosagem
Uromyces appendiculatus (Ferrugem)

Melancia

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Melão

Calda Terrestre Dosagem
Didymella bryoniae (Crestamento gomoso do caule)

Morango

Calda Terrestre Dosagem
Mycosphaerella fragariae (Mancha foliar)

Pimentão

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande)

Plantas ornamentais

Calda Terrestre Dosagem
Diplocarpon rosae (Mancha negra)
Puccinia horiana (Ferrugem branca)

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Microsphaera diffusa (Oídio)

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Septoria lycopersici (Septoriose)

Trigo

Calda Terrestre Dosagem
Bipolaris sorokiniana (Mancha marrom)
Blumeria graminis f.sp. tritici (Oídio)
Drechslera tritici-repentis (Mancha amarela)
Puccinia graminis (Ferrugem do colmo)
Puccinia triticina (Ferrugem da folha)

Uva

Calda Terrestre Dosagem
Pseudocercospora vitis (Cercospora)

Conteúdo: 1, 5, 20 L.

INSTRUÇÕES DE USO

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Algodão: iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 14 dias durante o período favorável ao aparecimento da doença até um número máximo de 3 aplicações por ciclo.

Alho: iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15 dias durante o período favorável ao aparecimento da doença até um número máximo de 3 aplicações, respeitando-se o intervalo de segurança.

Amendoim: iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 14 dias durante o período favorável ao aparecimento da doença até um número máximo de 3 aplicações por ciclo.

Batata: iniciar aplicação no início do aparecimento dos primeiros sintomas. Reaplicar a cada 7-15 dias durante o período favorável para o desenvolvimento da doença, realizando de 2 a 3 pulverizações por ciclo da cultura. Aplicar 600-1000 litros de calda por ha.

Café: Ferrugem - aplicar preventivamente ou quando o nível de infecção atingir 5%. Reaplicar se o nível for novamente atingido devido a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da doença até um número máximo de 2 aplicações, respeitando-se o intervalo de segurança. Utilizar 300-800 litros de calda por ha, dependendo da densidade e desenvolvimento da cultura.
Seca dos ponteiros - iniciar as aplicações no início do período chuvoso (outubro/novembro). Reaplicar no intervalo de 30 a 60 dias, caso as condições climáticas favoreçam a doença não ultrapassando o número de 2 aplicações por ciclo.

Cebola: iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15 dias durante o período favorável ao aparecimento da doença até um número máximo de 3 aplicações, respeitando-se o intervalo de segurança.

Cenoura: iniciar a aplicação preventivamente no início dos sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15 dias durante o período favorável ao aparecimento da doença até um número máximo de 3 aplicações, respeitando-se o intervalo de segurança.

Feijão: iniciar a aplicação após o início do florescimento para a mancha angular e no início do aparecimento dos primeiros sintomas para a ferrugem. Reaplicar a cada 10-15 dias, dependendo do nível de infecção e das condições favoráveis para o desenvolvimento da doença até um número máximo de 3 aplicações, respeitando-se o intervalo de segurança. Aplicar 200-300 litros de calda por ha.

Feijão-vagem: iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15 dias durante o período favorável ao aparecimento da doença até um número máximo de 3 aplicações, respeitando-se o intervalo de segurança.

Melancia: iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15 dias durante o período favorável ao aparecimento da doença até um número máximo de 3 aplicações, respeitando-se o intervalo de segurança.

Melão: iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15 dias durante o período favorável ao aparecimento da doença até um número máximo de 3 aplicações, respeitando-se o intervalo de segurança.

Morango: iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15 dias durante o período favorável ao aparecimento da doença até um número máximo de 3 aplicações, respeitando-se o intervalo de segurança.

Pimentão: iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15 dias durante o período favorável ao aparecimento da doença até um número máximo de 3 aplicações, respeitando-se o intervalo de segurança.

Plantas Ornamentais: iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15 dias durante o período favorável ao aparecimento da doença.

Soja: iniciar aplicação preventivamente no início dos primeiros sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 20 dias durante o período favorável ao aparecimento da doença até um número máximo de 3 aplicações por ciclo.

Trigo: iniciar aplicação preventivamente no início do aparecimento dos sintomas. Reaplicar, se necessário, 20-25 dias após o primeiro tratamento, quando for observado aumento nos níveis de infecção até um número máximo de 2 aplicações, respeitando-se o intervalo de segurança. Aplicar 200-300 litros de calda por ha.

Tomate: iniciar aplicação prevetivamente no início dos sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15 dias durante o período favorável ao aparecimento da doença até um número máximo de 3 aplicações, respeitando-se o intervalo de segurança.

Uva: iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15 dias durante o período favorável ao aparecimento da doença até um número máximo de 3 aplicações, respeitando-se o intervalo de segurança.

MODO DE APLICAÇÃO:

PREPARO DA CALDA
O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS

? APLICAÇÃO TERRESTRE
Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:
- Equipamento de aplicação:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.

- Seleção de pontas de pulverização:
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem cobertura adequada das plantas hospedeiras e produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).

- Velocidade do equipamento:
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.

- Pressão de trabalho:
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.

- Altura de barras de pulverização:
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.

- Aplicação com equipamento costal:
Para aplicações costais, manter constante a velocidade de trabalho e altura da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como a sobreposição entre as faixas de aplicação.

? APLICAÇÃO AÉREA
- Equipamento de aplicação:
Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.

- Volume de calda por hectare (taxa de aplicação):
Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 litros/ha ou 10 a 30 litros/ha, quando utilizados bicos centrífugos (atomizadores rotativos).

- Seleção de pontas de pulverização:
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem cobertura adequada das plantas hospedeiras e produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.

- Altura de voo e faixa de aplicação:
Altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.
O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.

CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS

- Velocidade do vento:
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.

- Temperatura e umidade:
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30oC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.

- Período de chuvas:

A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região.
O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.

LIMPEZA DE TANQUE

Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres e aéreas poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de pragas.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Dias
Algodão 14
Alho 14
Amendoim 7
Batata 14
Café 30
Cebola 14
Cenoura 14
Feijão 15
Feijão- vagem 15
Melancia 14
Melão 14
Morango 7
Pimentão 7
Plantas ornamentais UNA
Soja 14
Tomate 7
Trigo 30
Uva 7
(*) UNA - Uso Não Alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Mantenham afastadas das áreas de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas, por um período de 24h após a aplicação do produto.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Não aplicar em presença de ventos fortes.
• Quando usado nas doses, cultura e condições mencionadas, não causa efeito fitotóxico.
• Não há limitação de uso quando utilizado de acordo com as recomendações constantes

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

A integração de medidas de controle é premissa básica para um bom manejo de doenças nas plantas cultivadas. As diferentes medidas de controle visam desacelerar, integradamente o ciclo das relações patógeno-hospedeiro. O uso de fungicidas adequados, variedades resistentes, rotação de culturas e controle do ambiente devem ser vistos como métodos de controle mutuamente úteis.
Dentro deste princípio, todas as vezes que seja possível devemos associar as boas práticas agrícolas como: Uso racional de fungicidas e aplicação no momento e doses indicadas, fungicidas específicos para um determinado fungo, utilização de cultivares resistentes ou tolerantes, semeadura em épocas menos propícias para o desenvolvimento dos fungos, eliminação de plantas hospedeiras, rotação de culturas, adubação equilibrada, escolha do local para implantação da cultura, etc.
Manejo de Doenças de plantas cultivadas deve ser entendido como a utilização de métodos químicos, culturais e biológicos necessários para manter as doenças abaixo do nível de dano econômico.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
? Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
? Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
? Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
? Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
? Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), ao Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org) e ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO G1 FUNGICIDA

O produto fungicida Caramba® 90 é composto por metconazol, que apresenta mecanismo de ação das C-14 desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51), pertencente ao Grupo G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).

Produto corrosivo.
PT - Metconazole Técnico Basf reg. nº 05505 (Metconazol)