Bula Caramba 90

acessos
Metconazole
1601
Basf

Composição

Metconazol 90 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Phakopsora gossypii)
0,6 a 0,7 L p.c./ha - 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 3 aplicações por ciclo durante o período favorável ao aparecimento da doença, com intervalo de 14 dias. 14 dias. Iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas
Ramularia
(Ramularia areola)
0,6 a 0,7 L p.c./ha - 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 3 aplicações por ciclo durante o período favorável ao aparecimento da doença, com intervalo de 14 dias. 14 dias. Iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
0,5 a 1 L p.c./ha - 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar se necessário, a cada 7 a 15 dias, com no máximo 3 aplicações. 14 dias. Iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
0,5 a 0,75 L p.c./ha - 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar se necessário, a cada 14 dias. Máximo de 3 aplicações. 7 dias. Iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas
Mancha preta
(Pseudocercospora personata)
0,5 a 0,75 L p.c./ha - 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar se necessário, a cada 14 dias. Máximo de 3 aplicações. 7 dias. Iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1 L p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar a cada 7 a 15 dias. 14 dias. Iniciar aplicação no início do aparecimento dos sintomas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
1,5 a 2 L p.c./ha 300 a 800 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar se o nível for novamente atingido. 30 dias. Aplicar preventivamente ou quando o nível de infecção atingir 5%
Seca de ponteiros
(Phoma costaricensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 300 a 800 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar se o nível for novamente atingido. 30 dias. Aplicar preventivamente ou quando o nível de infecção atingir 5%
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
0,5 a 1 L p.c./ha - 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar se necessário, a cada 7-15 dias. 14 dias. Iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
50 a 100 mL p.c./100L água - 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar se necessário, a cada 7-15 dias. 14 dias. Iniciar a aplicação preventivamente no início dos sintomas
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem branca
(Puccinia horiana)
50 a 100 mL p.c./100L água - - Reaplicar se necessário, a cada 7-15 dias. U.N.A Iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
0,5 a 1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar a cada 10-15 dias. 15 dias. No início do aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
0,8 a 1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar a cada 10-15 dias. 15 dias. Iniciar a aplicação após o início do florescimento para a mancha angular
Feijão vagem Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
50 a 100 mL p.c./100L água - - Reaplicar se necessário, a cada 7-15 dias. 15 dias. Iniciar aplicação preventivamente no início dos primiros sintomas
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
0,8 a 1 L p.c./ha - - Reaplicar, se necessário a cada 7-15 dias. 14 dias. Iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
0,5 a 1 L p.c./ha - - Reaplicar a cada 7-15 dias se necessário. 14 dias. Iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha foliar
(Mycosphaerella fragariae)
50 a 100 mL p.c./100L água - - Reaplicar a cada 7-15 dias, se necessário. 7 dias. Iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
50 a 100 mL p.c./100L água - - Reaplicar a cada 7-15 dias, se necessário. 7 dias. Iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha negra
(Diplocarpon rosae)
50 a 100 mL p.c./100L água - 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar a cada 7-15 dias, se necessário. U.N.A. Iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,5 a 0,6 L p.c./ha - 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar a cada 20 dias, se necessário. 14 dias. Iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lycopersici)
50 a 100 mL p.c./100L água - - Reaplicar a cada 7-15 dias, se necessário. 7 dias. Iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,8 a 1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar, se necessário, 20-25 dias após o primeiro tratamento. 30 dias. Iniciar aplicação prevenvivamente no aparecimento dos primeiros sintomas
Ferrugem do colmo
(Puccinia graminis)
0,8 a 1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar, se necessário, 20-25 dias após o primeiro tratamento. 30 dias. Iniciar aplicação preventivamente no aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,8 a 1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar, se necessário, 20-25 dias após o primeiro tratamento. 30 dias. Iniciar aplicação preventivamente no aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,8 a 1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar, se necessário, 20-25 dias após o primeiro tratamento. 30 dias. Iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,8 a 1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar, se necessário, 20-25 dias após o primeiro tratamento. 30 dias. Iniciar aplicação preventivamente no aparecimentos dos primeiros sintomas
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercospora
(Pseudocercospora vitis)
50 a 100 mL p.c./100L água - - Reaplicar se necessário, a cada 7-15 dias. 7 dias. Iniciar aplicação prevenvivamente no aparecimento dos primeiros sintomas

Conteúdo: 1, 5, 20 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
CARAMBA 90 é um fungicida sistêmico absorvido pelas folhas das plantas com um amplo espectro de ação preventiva, curativa e erradicante pertencente ao grupo dos triazóis. Atua na interrupção da biosíntese de ergosterol. Após a aplicação do produto, os fungos terão seu desenvolvimento interrompido e morrerão.

CULTURA, DOENÇA, NÚMERO,ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ALGODÃO: Iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 14 dias durante o período favorável ao aparecimento da doença até um numero máximo 3 aplicações por ciclo.

AMENDOIM: Iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 14 dias durante o período favorável ao aparecimento da doença até um numero máximo 3 aplicações por ciclo.

BATATA: Iniciar aplicação no início do aparecimento dos primeiros sintomas. Reaplicar a cada 7-15 dias durante o período favorável para o desenvolvimento da doença, realizando de 2 a 3 pulverizações por ciclo da cultura. Aplicar 600-1000 litros de calda por ha.

CAFÉ: Para a ferrugem-do-cafeeiro, Aplicar preventivamente ou quando o nível de infecção atingir 5%. Reaplicar se o nível for novamente atingido devido a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da doença até um número máximo de 2 aplicações, respeitando-se o intervalo de segurança. Utilizar 300-800 litros de calda por ha, dependendo da densidade e desenvolvimento da cultura. Para seca-de-ponteiros, iniciar as aplicações no início do período chuvoso (outubro/novembro). Reaplicar no intervalo de 30 a 60 dias, caso as condições climáticas favoreçam a doença não ultrapassando o número de 2 aplicações por ciclo.

FEIJÃO: Iniciar aplicação após o início do florescimento para a mancha angular e no início do aparecimento dos primeiros sintomas para a ferrugem. Reaplicar a cada 10-15 dias, dependendo do nível de infecção e das condições favoráveis para o desenvolvimento da doença até um número máximo de 3 aplicações, respeitando-se o intervalo de segurança. Aplicar 200-300 litros de calda por ha.

CENOURA: Iniciar a aplicação preventivamente no início dos sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15 dias durante o período favorável ao aparecimento da doença até um número máximo de 3 aplicações, respeitando-se o intervalo de segurança.

TRIGO: Iniciar aplicação preventivamente no início do aparecimento dos sintomas. Reaplicar, se necessário, 20-25 dias após o primeiro tratamento, quando for observado aumento nos níveis de infecção até um número máximo de 2 aplicações, respeitando-se o intervalo de segurança. Aplicar 200-300 litros de calda por ha.

TOMATE: Iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15 dias durante o período favorável ao aparecimento da doença até um número máximo de 3 aplicações, respeitando-se o intervalo de segurança.

CRISÂNTEMO: Iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15 dias durante o período favorável ao aparecimento da doença.

CEBOLA: Iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15 dias durante o período favorável ao aparecimento da doença até um número máximo de 3 aplicações, respeitando-se o intervalo de segurança.

ROSA: Iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15 dias durante o período favorável ao aparecimento da doença.

ALHO: Iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15 dias durante o período favorável ao aparecimento da doença até um número máximo de 3 aplicações, respeitando-se o intervalo de segurança.

MORANGO: Iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15 dias durante o período favorável ao aparecimento da doença até um número máximo de 3 aplicações, respeitando-se o intervalo de segurança.

UVA: Iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15 dias durante o período favorável ao aparecimento da doença até um número máximo de 3 aplicações, respeitando-se o intervalo de segurança.

MELÃO: Iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15 dias durante o período favorável ao aparecimento da doença até um número máximo de 3 aplicações, respeitando-se o intervalo de segurança.

FEIJÃO-VAGEM: Iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15 dias durante o período favorável ao aparecimento da doença até um número máximo de 3 aplicações, respeitando-se o intervalo de segurança.

PIMENTÃO: Iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15 dias durante o período favorável ao aparecimento da doença até um número máximo de 3 aplicações, respeitando-se o intervalo de segurança.

MELANCIA: Iniciar aplicação preventivamente no início dos sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15 dias durante o período favorável ao aparecimento da doença até um número máximo de 3 aplicações, respeitando-se o intervalo de segurança.

SOJA: Iniciar aplicação preventivamente no início dos primeiros sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 20 dias durante o período favorável ao aparecimento da doença até um numero máximo 3 aplicações por ciclo.

OBS: 1 litro de CARAMBA 90 contém 90 g do ingrediente ativo Metconazole. O CARAMBA 90 apresenta uma correlação entre a dose e o controle de doenças, o que proporciona o uso de doses menores em condições de infecção branda da doença e o uso de doses maiores em condições de infecção agressiva da doença.

MODO DE APLICAÇÃO:

-Terrestre: Caramba 90 pode ser pulverizado por meio de equipamentos costais (manual ou tratorizado), motorizado estacionário com mangueira ou pelo sistema convencional com barra para obter a cobertura uniforme e completa das plantas, utilizar bicos de jato cônico com pontas e difusor adequados, pressão de trabalho de 80-100 psi, de modo a obter 60-70 gotas/cm².

-Aérea: Em aplicações aéreas, com avião ou helicóptero, utilizar atomizadores rotativos tipo micronair ou barras com bicos adequados para um a vazão de 20-40 litros/ha.

Obs: Sobre outros equipamentos providenciar uma boa cobertura de pulverização. A critério do Engenheiro Agrônomo ou do Técnico responsável às condições poderão ser alteradas.

Preparo da calda para pulverização: Coloque água limpa no tanque do pulverizador até ¾ da sua capacidade. Com o agitador (retorno) acionado, adicione a quantidade recomendada de CARAMBA 90 e complete o volume do tanque com água.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão, alho, batata, cebola, cenoura, melancia, melão e soja: 14 dias;
Amendoim, morango, pimentão, tomate e uva: 7 dias;
Café e trigo: 30 dias;
Feijão e feijão-vagem: 15 dias;
Crisântemo e rosa: UNA (Uso Não Alimentar)

LIMITAÇÕES DE USO:
Não aplicar em presença de ventos fortes.
Quando usado nas doses, cultura e condições mencionadas, não causa efeito fitotóxico.
Não há limitação de uso quando utilizado de acordo com as recomendações constantes na bula.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto; Não utilize equipamentos com vazamento; Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; Não distribua o produto com as mãos desprotegidas; Não distribua, não prepare a calda e não aplique o produto sem antes proteger as mãos, pés, olhos, boca, nariz, orelhas e o restante do corpo, use todos os equipamentos de proteção que estão qualificados na bula e rótulo; Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; Não inale, não cheire, não aspire e não ingira o produto; Uso exclusivamente agrícola.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Use protetor ocular, ao contato com os olhos, lave-os imediatamente, VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use mascara apropriada cobrindo o nariz e boca. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas e botas de borracha . Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos: Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação; Produto produz neblina, use mascara cobrindo o nariz e a boca; Não aplique o produto contra o vento; Use macacão de mangas compridas, chapéu impermeável de aba larga, óculos ou viseira facial, máscara com filtro cobrindo o nariz e a boca, luvas de borracha, botas e avental impermeável; Não coma, não beba e não fume durante a aplicação do produto; Não permita que crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto ou em áreas tratadas logo após a aplicação.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia para qualquer finalidade; Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais e se possível em sua embalagem original; Tome banho, troque as roupas utilizadas durante a aplicação do produto imediatamente após o uso e lave-as separadamente das demais; Obedeça ao intervalo de reentrada na área tratada que é de 24 horas; Evite ao máximo o contato com a área tratada com o produto até o término do intervalo de reentrada, caso tenha necessidade de fazê-lo, faça-o de forma protegida, use todos os equipamentos de segurança. No descarte das embalagens use todos os equipamentos de proteção individual; Dê aos equipamentos de segurança a necessária manutenção e lave-os após cada uso. Atente para o período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Ação: Não ha mecanismos específicos de ação, absorção e excreção para o ser humano. Biotransformação: A principal via metabólica do produto envolve a oxidação dos grupos metílicos e dos grupos metileno benzílico e fenílico presentes da molécula. Seus metabólitos são identificados como compostos monohidroxilados e compostos carboxilados. Absorção: O produto pode ser acidentalmente absorvido por via oral (ingestão), via dérmica (exposição da pele). Se ingerido o produto pode ser absorvido pelo trato gastro intestinal, glândulas adrenais e fígado. Distribuição: Em estudo com animais de laboratório, concentrações do produto foram detectadas 1 dia após o tratamento em apenas três tecidos: no trato gastro intestinal (em concentrações moderadas), nas glândulas adrenais (concentrações substanciais) e no fígado (concentrações moderadas). Concentrações estas que variam em função do sexo do animal e que são quase totalmente eliminadas em 72 horas (94%). Excreção: A principal via de excreção do produto e seus metabólitos são as fezes, sendo a urina a via de excreção secundária. Através destas duas vias 94% do produto é eliminado em 72 horas. A excreção total do produto (aproximadamente 98%) é observada em 7 dias.

EFEITOS AGUDOS: Não foram realizados estudos em seres humanos e não existem sintomas agudos relatados de casos de intoxicação com o produto, em condições práticas de aplicação. Em animais de laboratório foi determinada DL50 aguda oral em ratos de 2819 mg/kg massa corporal; DL50 aguda dermal em ratos maior que 4000 mg/kg massa corporal; CL50 inalatória em ratos maior que 5,0 mg/l ar. Em testes de laboratório CARAMBA(r) 90 foi classificado como não irritante aos olhos e a pele dos animais. O produto não foi sensibilizante a pele de cobaias. Não foram realizados estudos epidemiológicos com seres humanos. Os testes agudos que originaram as informações acima foram conduzidos de acordo com as diretrizes internacionais para o delineamento experimental de testes com animais de laboratório.

EFEITOS CRÔNICOS: Em estudos toxicológicos de longa duração, nos quais os animais são observados durante toda ou boa parte de suas vidas, expostos a diferentes concentrações de Metconazole foram estabelecidas doses de não efeito tóxico, por exposição crônica à substância. Foram ainda estudados os efeitos sobre o processo reprodutivo e a progênie de animais de laboratório, tendo sido estabelecidas doses de não efeito tóxico. Foram realizados testes de mutagenicidade em células de bactérias e micronúcleos, sendo que em ambos os experimentos o resultado obtido foi negativo. Os testes sub-crônicos e crônicos que originaram as informações acima foram conduzidos de acordo com as diretrizes internacionais para o delineamento experimental de testes com animais de laboratório.

EFEITOS COLATERAIS: O Caramba 90 por não ser de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.

SINTOMAS DE ALARME: Como não se conhecem casos relatados de intoxicação humana com o produto, são desconhecidos os sintomas de alarme.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS ÁREAS TRATADAS: Mantenha afastada das áreas de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas, por um período de 24 hs após a aplicação de produto.

PRIMEIROS SOCORROS: No caso de ingestão, não provoque vômito, procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto; No caso de contato com os olhos, lave-os com água em abundância e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto; No caso de contato com a pele, lave-a com água e sabão em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto; No caso de inalação do produto procure local arejado e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Caso ocorra qualquer uma das situações acima, não deixe de ligar para o Centro de Informações Toxicológicas.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO MÉDICO: Em caso de ingestão do produto não provoque vômito, procure um médico.

ANTÍDOTO: De acordo com os sintomas, recorrer ao tratamento sintomático. Não existe antídoto específico.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II); Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio-ambiente. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas suscetíveis a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE: Isole e sinalize a área contaminada; Contacte as autoridades locais competentes e a Empresa; Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, estancar o vazamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou cursos d'águas. siga as instruções: Piso Pavimentado: coloque material absorvente (p.ex. serragem ou terra) sobre o conteúdo derramado e recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, contate a empresa ou, o distribuidor ou qualquer representante da empresa na região. O produto deverá ser desativado em incinerador apropriado e aprovado pelas autoridades competentes. Lave o local com grande quantidade de água; Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada; Corpos d'água: interrompa imediatamente o consumo humano e animal e contacte o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade de produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINAÇÃO ADEQUADA DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: As embalagens rígidas devem ser enxaguadas três vezes (tríplice lavagem) e a calda resultante acrescentada à preparação para pulverização. Não reutilize embalagens. As embalagens devem ser perfuradas de maneira a torná-las inadequadas para outros casos. (Obs.: exceto em caso de existência do recolhimento das mesmas pela empresa). Observe as legislações Estadual e Municipal específicas. Fica proibido enterrar embalagens. Consulte o Órgão Estadual de Meio Ambiente. Para desativação de restos de produto contate a empresa BASF S.A e o Órgão Estadual de Meio Ambiente. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação e aprovados pelo órgão estadual responsável, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes.

INFORMAÇÕES SOBRE OS DESTINOS FINAIS DE EMBALAGENS E DAS SOBRAS DE AGROTÓXICOS E AFINS: As embalagens devem ser enxaguadas 3 (três) vezes e a calda resultante acrescentada a preparação para ser pulverizada (tríplice lavagem). Não reutilize embalagens vazias. Observar legislação Estadual e Municipal específica. Fica proibido o enterrio de embalagem nas áreas inadequadas, consulte o órgão estadual do meio ambiente.

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES: DEGRADAÇÃO, SOLUBILIDADE, VOLATILIDADE, MOBILIDADE NO SOLO E ECOTOXICOLOGIA DO CARAMBA 90 NO MEIO AMBIENTE: Degradação - O produto dissipa no campo com uma meia-vida de 3-5 meses. Solubilidade - Pouco solúvel em água e relativamente solúvel em lipídios. Volatilidade - O produto é considerado não volátil; Mobilidade em solo - Praticamente imóvel nos solos testados. Ecotoxicologia - Praticamente não-tóxico para abelhas, aves e minhocas; moderadamente tóxico a algas, peixes e invertebrado aquáticos. Devido ao seu modo de ação e suas propriedades físico, químicas e toxicológicas é considerado como sendo de baixa periculosidade para organismos não alvo.

Manejo integrado é a associação de medidas de controle que visa atender os aspectos econômicos, ecológicos e sociológicos.
Dentre os princípios de manejo integrado, podemos destacar as seguintes práticas: utilizar sementes/material de propagação sadios, trabalhar com materiais resistentes/tolerantes sempre que possível, realizar adubação adequada, praticar sempre rotação de culturas e utilizar o tratamento fitossanitário, quando recomendado através de diagnose correta do problema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
· Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
· Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
· Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
· Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.