Bula Cobox

acessos
Oxicloreto de cobre
928499
Mitsui

Composição

Equivalente em Cobre Metálico 500 g/kg Inorgânico
Oxicloreto de cobre 840 g/kg Inorgânico

Classificação

Fungicida
IV - Pouco tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato

Abacate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - De 3 a 6 aplicações com intervalo de 10 a 30 dias. Sem restrições. No aparecimento dos primeiros sintomas
Cercosporiose
(Pseudocercospora purpurea)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - De 3 a 6 aplicações com intervalo de 10 a 30 dias. Sem restrições. No aparecimento dos primeiros sintomas
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
2 a 2,5 kg/ha - - Repetir com intervalos de 7 a 15 dias. Sem restrições. No surgimento dos primeiros sintomas ou 40 a 45 dias após o plantio
Mancha preta
(Cercospora personata)
2 a 2,5 kg p.c./ha - - Repetir com intervalos de 7 a 15 dias. Sem restrições. No surgimento dos primeiros sintomas ou 40 a 45 dias após o plantio
Verrugose
(Sphaceloma arachidis)
2 a 2,5 kg p.c./ha - - Repetir com intervalos de 7 a 15 dias. Sem restrições. No surgimento dos primeiros sintomas ou 40 a 45 dias após o plantio
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
200 g p.c./100 L de água 600 a 800 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 10 dias. Sem restrições. Iniciar quando as plantas tiverem 15 cm de altura
Requeima
(Phytophthora infestans)
200 g p.c./100 L de água 600 a 800 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 10 dias. Sem restrições. Iniciar quando as plantas tiverem 15 cm de altura
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
6 a 12 g/planta 160 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 4 a 6 aplicações. Sem restrições. Iniciar as aplicações em março/abril
Rubelose
(Erythricium salmonicolor)
6 a 12 g/planta 160 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 4 a 6 aplicações. Sem restrições. Iniciar as aplicações em março/abril
Vassoura de bruxa
(Crinipellis perniciosa)
6 a 12 g/planta 160 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 4 a 6 aplicações. Sem restrições. Iniciar as aplicações em março/abril
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum coffeanum)
2 a 5 kg p.c./ha - - Repetir com intervalos de 3 a 5 aplicações. Sem restrições. Aplicações de dezembro a abril
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
2 a 5 kg p.c./ha - - Repetir com intervalos de 3 a 5 pulverizações. Sem restrições. Aplicações de dezembro a abril
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
2 a 5 kg p.c./ha - - Repetir com intervalos de 3 a 5 aplicações. Sem restrições. Aplicações de dezembro a abril
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - - Sem restrições. Pulverizar antes e após a florada
Doença rosada
(Corticium salmonicolor)
250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - - Sem restrições. Tratamento de inverno, evitando atingir as folhas
Gomose
(Phytophthora nicotianae var. parasitica)
250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - - Sem restrições. Pulverizar antes e após a florada
Podridão parda
(Phytophthora citrophthora)
250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - - Sem restrições. Preparar uma pasta com água e pincelar o tronco e cortes
Podridão penducular
(Diaporthe citri)
250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - - Sem restrições. Tratar os frutos destinados a armazenamento, por imersão
Verrugose
(Elsinöe fawcetti)
250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - - Sem restrições. Pulverizar antes e após a florada
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - - Sem restrições. Pulverizar antes e após a florada
Figo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da figueira
(Cerotelium fici)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 10 a 15 dias. Sem restrições. Começar com a brotação repetindo com intervalos de 10 a 15 dias, até uma semana antes da colheita para proteger os frutos
Podridão do fruto
(Phytophthora nicotianae var. nicotianae)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 10 a 15 dias. Sem restrições. Começar com a brotação repetindo com intervalos de 10 a 15 dias, até uma semana antes da colheita para proteger os frutos
Goiaba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia psidii)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 7 a 14 dias. Sem restrições. Iniciar aplicação no surgimento dos primeiros sintomas (setembro a dezembro)
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 7 a 11 dias. Sem restrições. Pulverizar os frutos desde o início da frutificação. Adicionar espalhante adesivo à calda
Varíola
(Asperisporium caricae)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 7 a 11 dias. Sem restrições. Pulverizar os frutos desde o início da frutificação. Adicionar espalhante adesivo à calda
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 7 a 10 dias. Sem restrições. Iniciar aplicação quando os botões se avolumarem
Verrugose
(Elsinöe mangiferae)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 7 a 10 dias. Sem restrições. Iniciar aplicação quando os botões se avolumarem
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 3 a 14 dias. Sem restrições. Iniciar aplicação com o surgimento dos primeiros sintomas da doença
Cancro bacteriano
(Clavibacter michiganensis subsp michiganensis)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 3 a 14 dias. Sem restrições. Iniciar aplicação com o surgimento dos primeiros sintomas da doença
Mancha de stemphylium
(Stemphylium solani)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 3 a 14 dias. Sem restrições. Iniciar aplicação com o surgimento dos primeiros sintomas da doença
Mancha-bacteriana
(Xanthomonas vesicatoria)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 3 a 14 dias. Sem restrições. Iniciar aplicação com o surgimento dos primeiros sintomas da doença
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 3 a 14 dias. Sem restrições. Iniciar aplicação com o surgimento dos primeiros sintomas da doença
Podridão-mole
(Pectobacterium subs. carotovorum)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 3 a 14 dias. Sem restrições. Iniciar aplicação com o surgimento dos primeiros sintomas da doença
Requeima
(Phytophthora infestans)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 3 a 14 dias. Sem restrições. Iniciar aplicação com o surgimento dos primeiros sintomas da doença

Cartuchos de papelão: 1 kg. Sacos de papelitros multifolhado: 5 e 25 kg. Sacos de polietileno: 1; 4; 5; 6 e 25 kg.

MODO DE APLICAÇÃO:

Cobox® deve ser preparado em mistura com água, e aplicado em pulverização, usando o volume de calda suficiente para dar cobertura uniforme.

INTERVALO DE SEGURANÇA: sem restrições

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Após o secamento da calda pulverizada, utilizando-se os equipamentos de proteção individual recomendados pelo Ministério da Saúde.

LIMITAÇÕES DE USO:

- Fitotoxicidade: alguns cultivares de curcubitáceas e de rosáceas (pessegueiro, maciera, etc.) podem apresentar sensibilidade ao cobre, especialmente em condições de elevada umidade e temperatura baixa.
- Corrosividade: caldas de produtos cúpricos apresentam alguma corrosividade para metais, especialmente ferro. Por isso, não se deve deixar caldas preparadas nos tanques metálicos de pulverizadores e se recomenda lavar com água os equipamentos, após o uso.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Pulverização via terrestre:

- costal: utilizar bicos cônicos das séries D,X ou equivalentes com pressão de 40 a 60 lb./pol2 (p.s.i).
No caso específico do tomate aplicar de 400 a 1000 litros de calda por hectare, de acordo com o estágio da cultura.
- mecanizada: quando aplicar com barra, usar bico cônico das séries D,X ou equivalente, com pressão de 40 a 60 lb/pol2 (p.s.i.) nos bicos.
No caso específico de frutíferas, poderá ser usado equipamento do tipo pistola ou turbo atomizador.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INTRUÇÕES.

PRECAUÇÕES GERAIS:

•Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
•Não utilize equipamento com vazamento.
•Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
•Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:

•Use Protetor Ocular:
-se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente, VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
•Use máscara cobrindo o nariz e a boca:
-caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
•Use Luvas de Borracha:
-ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
•Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar a formação de pó ou poeira:
•Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

•Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
•A pulverização do produto produz neblina; use máscara cobrindo o nariz e a boca.
•Não aplique o produto contra o vento.
•Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, botas e luvas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

•Não reutilize a embalagem vazia.
•Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
•Tome banho, troque e lave as suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS: no caso de contato com o produto, procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito. Se a vítima estiver consciente, dar 2 a 3 copos de água. Nunca dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente. Caso o vômito ocorra naturalmente, não tente evitar. Em caso de vômito, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou coloque a pessoa de lado (se estiver deitada) para evitar a aspiração do conteúdo gástrico.
Olhos: retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em abundância ou soro fisiológico durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

ANTÍDOTO:

Não há antídoto específico
.
TRATAMENTO MÉDICO:

Tratamento sintomático.

- Em caso de INGESTÃO, lavagem gástrica. Administrar solução de ferrocianeto de potássio a 1%, em dose de uma colher de sopa (adultos). Quelação com EDTA (ÁCIDO ETILENO DIAMINOTETRAACÉTICO) ou transfusão de sangue nos casos graves. Penicelamina nos casos agudos e crônicos.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:

X Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microrganismos do solo.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa BASF S.A. Telefone de emergência: 0800-11.2273 ou 0xx 12 528.1357.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).

- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

. Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos canais de distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA).

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA
DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:

Manejo integrado é a associação de medidas de controle que visa atender os aspectos econômicos, ecológicos e sociológicos.
Dentre os princípios de manejo integrado, podemos destacar as seguintes práticas: utilizar sementes/material de propagação sadios, trabalhar com materiais resistentes/tolerantes sempre que possível, realizar adubação adequada, praticar sempre rotação de culturas e utilizar o tratamento fitossanitário, quando recomendado através de diagnose correta do problema.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:

• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M01 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

Compatibilidade

Incompatível com ácido, polisulfeto de cálcio,.....