Bula ELEITTO

acessos
Acetamiprid
9417
Iharabras

Composição

Acetamiprido 167 g/L Neonicotinóide
Etofenproxi 300 g/L Piretróide

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Dispersão de óleo (OD)
Contato, Sistêmico
Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
20 a 40 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Realizar as aplicações no início da formação dos frutos, realizando aplicações visando atingir as brocas antes de penetrarem no interior dos frutos
Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
20 a 40 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Realizar as aplicações no início da formação dos frutos, realizando aplicações visando atingir as brocas antes de penetrarem no interior dos frutos
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
400 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Realizar as aplicações no início da formação dos frutos, realizando aplicações visando atingir as brocas antes de penetrarem no interior dos frutos
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
50 a 75 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 dias. 3 dias. Realizar aplicação no início da infestação
Chuchu Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das cucurbitáceas
(Diaphania hyalinata)
20 a 40 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Realizar as aplicações no início da formação dos frutos, realizando aplicações visando atingir as brocas antes de penetrarem no interior dos frutos
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
50 a 75 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 dias. 3 dias. Realizar aplicação no início da infestação
Couve-chinesa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
50 a 75 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 dias. 3 dias. Realizar aplicação no início da infestação
Couve-de-bruxelas Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
50 a 75 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 dias. 3 dias. Realizar aplicação no início da infestação
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
50 a 75 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 dias. 3 dias. Realizar aplicação no início da infestação
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
50 a 60 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Realizar monitoramento através de armadilhas de feromônios ou atrativos alimentares no pomar e iniciar as aplicações quando forem capturados no máximo 5 adultos em armadilha de feromônio instaladas no pomar
Mosca sul americana
(Anastrepha fraterculus)
50 a 60 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Realizar monitoramento através de armadilhas de feromônios ou atrativos alimentares no pomar e iniciar as aplicações quando ocorrer a presença de adultos da mosca na área
Maxixe Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
20 a 40 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Realizar as aplicações no início da formação dos frutos, realizando aplicações visando atingir as brocas antes de penetrarem no interior dos frutos
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 a 400 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Realizar aplicação no início da infestação
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 a 400 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Realizar aplicação no início da infestação
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
20 a 40 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Realizar as aplicações no início da formação dos frutos, realizando aplicações visando atingir as brocas antes de penetrarem no interior dos frutos
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
50 a 75 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 dias. 3 dias. Realizar aplicação no início da infestação
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 a 400 mL p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Aplicar no início da infestação de adultos, principalmente no início de desenvolvimento quando a cultura é mais suscetível
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca sul americana
(Anastrepha fraterculus)
40 a 50 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações quando ocorrer a presença de no máximo 1 adulto por armadilha/ semana de adulto da mosca na área

Tipo: Bag in box
Material: Fibra de papel com bolsa plástica interna
Capacidade: 5; 6; 10; 15; 20 L.

Tipo: Balde
Material: Plástico
Capacidade: 10; 15; 20; 30; 40 L.

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 5; 10; 15; 20; 30; 50; 100 L.

Tipo: Contentor intermediário(IBC)
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 100; 1.000 L.

Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 0,1; 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0 L.

Tipo: Stand-up pouch, com tampa
Material: Plástico
Capacidade: 0,1; 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
O produto ELEITTO é um inseticida sistêmico e de contato, utilizado para o controle de pragas nas culturas de Abóbora, Abobrinha, Batata, Brócolis, Chuchu, Couve, Couve-chinesa, Couve-de-bruxelas, Couve-flor, Maçã, Maxixe, Melancia, Melão, Pepino, Repolho, Tomate e Uva.
Para o controle da Broca-das-cucurbitáceas(Diaphania nitidalis) nas culturas da Abóbora, Abobrinha, Chuchu, Maxixe e do Pepino, recomenda-se a utilização da dose de 20 a 40 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 800 L/ha. Realizar as aplicações no início da formação dos frutos, visando atingir as brocas antes de penetrarem no interior dos frutos. Realizar 4 aplicações com intervalo de 7 dias entre elas.
Para o controle da Mosca-branca(Bemisia tabaci raça B) na cultura da Batata, recomenda-se a utilização da dose de 400 mL do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. A aplicação deve ser no início da infestação. Realizar até 3 aplicações com intervalo de 7 dias, ou quando houver infestação da praga.
Para o controle do Pulgão-da-couve(Brevicoryne brassicae) nas culturas do Brócolis, Couve, Couve-flor, Couve-chinesa, Couve-de-bruxelas e do Repolho, recomenda-se a utilização da dose de 50 a 75 mL do produto comercial/ha, com volume de calda de 400 L/ha. Aplicar no início da infestação. Realizar até 2 aplicações com intervalo de 10 dias entre elas, ou quando houver reinfestação da praga.
Para os controles da Mosca-das-frutas(Anastrepha fraterculus) e da Mariposa-oriental(Grapholita molesta) na cultura da Maçã, recomenda-se a utilização da dose de 50 a 60 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 1.000 L/ha.
No caso da Mosca-das-frutas realizar monitoramento através de armadilhas de feromônios ou atrativos alimentares no pomar e iniciar as aplicações quando ocorrer a presença de adultos da mosca na área. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 7 dias entre elas.
No caso da Mariposa-oriental realizar monitoramento através de armadilhas de feromônios. Iniciar as aplicações quando forem capturadas no máximo 5 adultos em armadilha de feromônio instaladas no pomar. Podem ser realizadas 3 aplicações com intervalo de 7 dias.
Para o controle da Mosca-branca(Bemisia tabaci raça B) nas culturas da Melancia e Melão, recomenda-se a utilização da dose de 300 a 400 mL do produto comercial/ha, com volume de calda de calda de 200 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea.
Aplicar no início da infestação. Realizar 3 aplicações com intervalo de 7 dias entre elas, ou quando houver reinfestação da praga.
Para o controle da Mosca-branca(Bemisia tabaci raça B) na cultura do Tomate, recomenda-se a utilização da dose de 300 a 400 mL do produto comercial/ha, com volume de calda de 500 a 1.000 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. Realizar constante monitoramento e aplicar no início da infestação de adultos, principalmente no início do desenvolvimento quando a cultura é mais suscetível. Caso haja reinfestação na área, realizar nova aplicação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias entre elas.
Para o controle da Mosca-das-frutas(Anastrepha fraterculus) na cultura da Uva, recomenda-se a utilização da dose de 40 a 50 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 1.000 L/ha. Realizar monitoramento através de armadilhas de feromônios ou atrativos alimentares no pomar e iniciar as aplicações quando ocorrer a presença de no máximo 1 adulto por armadilha/semana de adulto da mosca na área. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 7 dias entre elas.

MODO DE APLICAÇÃO:
- Preparo da calda:
No preparo da calda de aplicação, realizar a adição direta do produto no tanque de pulverização ou através de pré-diluição. Nesse último caso, diluir o produto em pequena quantidade de água, agitando-se até a completa homogeneização da suspensão. A seguir, despejar a suspensão no tanque de pulverização que deve conter dois terços do volume de água a ser utilizada. Após essa etapa, completa-se o volume total de água do tanque. Durante esse processo, alguns cuidados são fundamentais, tais como:
a) Utilização de equipamentos de proteção individual (EPIs).
b) O preparo da calda deve ser realizado em local sombreado, aberto e que apresente boa ventilação.
c) Evitar inalação, respingo e contato com os produtos, não desentupir bicos ou orifícios com a boca, assim como, não beber, comer ou fumar durante o manuseio e a aplicação dos produtos.
d) A embalagem deverá ser aberta com cuidado para evitar derramamento do produto.
e) Realizar a tríplice lavagem da embalagem vazia logo após o esvaziamento da mesma, longe de locais que possam ser contaminados e causem riscos à saúde das pessoas.

- Equipamentos de Aplicação a serem Usados:
"ELEITTO" é apresentado na forma de Dispersão de Óleo (0D), e pode ser aplicado com pulverizadores ou equipamentos terrestres e aéreos. Podem ser utilizados pulverizadores costais manuais ou motorizados, tratorizados de barra, aviões com barras ou atomizadores, ou outros tipos de equipamentos.

• VIA TERRESTRE:
OBS: Evitar pulverizar nas horas mais quentes do dia, contra o vento e em dias de vento forte e chuvosos.

Para as culturas Abóbora, Abobrinha, Chuchu, Maxixe e .Pepino:
Pulverização foliar: Utilizar pulverizador costal manual ou motorizado, ou tratorizado com volume de aplicação de 800 L/ha, dependendo do tamanho da cultura, a fim de garantir uma boa cobertura de aplicação.

Para a cultura da Batata, Melão e Melancia
Aplicação foliar: Utilizar pulverizador costal manual ou motorizado, equipamento tratorizado com volume de aplicação de 200 L/ha, dependendo do tamanho da cultura, a fim de garantir uma boa cobertura de aplicação. Para aplicação aérea, verificar as recomendações de aplicação via aérea.

Para as culturas Brocolis, Couve, Couve-flor, Couve-chinesa, Couve-de-bruxelas e Repolho: Pulverização foliar: Utilizar pulverizador costal manual ou motorizado, ou tratorizado com volume de aplicação de 400 L/ha, dependendo do tamanho da cultura, a fim de garantir uma boa cobertura de aplicação.

Para a cultura da Maçã e Uva:
Aplicação foliar: Utilizar turbo atomizadores ou pulverizadores munidos de pistola tratorizados. Utilizar equipamento costal motorizado ou manual.

Para a cultura do Tomate:
Pulverização foliar: Utilizar pulverizador coslai manual ou motorizado, ou tratorizado com volume de aplicação de 500 a 1000 L/ha, dependendo do tamanho da cultura, a fim de garantir uma boa cobertura de aplicação.

Pulverizador tratorizado com barras:
Deve estar equipado com bicos ou pontas tipo leque, mas utilizar preferencialmente com bicos ou pontas de jato cônico vazio da série JA ou D. Utilizar nesta série o difusor 23 ou 25 de acordo com as variações da umidade relativa do ar nas áreas de aplicação, de forma a se obter um diâmetro de gotas de 110 a 140 µm e uma densidade de 50 a 70 gotas/cm², sobre o local onde o alvo biológico se situa. A pressão de trabalho para os bicos recomendados deverá ser de 80 a 120 libras.
Pulverizador tratorizado com turbo atomizador ou pulverizador munido de pistola: Através do volume de calda recomendados e tamanho de gotas, obter uma aplicação com boa cobertura e de forma uniforme de toda a parte aérea da planta para o bom funcionamento do produto.

VIA AÉREA: Esta modalidade de aplicação é indicada para a cultura da batata, do melão,
da melancia e do tomate.
Uso de barra ou atomizador rotativo Micronair AU 3.000/5.000;
Volume de aplicação:
Com barra: 20 - 30 L/ha;
Com Micronair: máximo de 18 L/ micronair/ minuto.
Altura do vôo: com barra ou mióronair: 4 - 5 m em relação ao topo das plantas.
Largura da faixa de deposição efetiva: 20 m, para aviões do tipo Ipanema.
Tamanho/densidade de gotas: 110 - 140 micrômetros com mínimo de 40 gotas/cm².
No caso de barra, usar bicos cônicos da série D com disco (core) inferior a 45°.
Usando Micronair, o número de atomizadores devem ser quatro, onde para o ajuste do regulador de vazão (VRU), pressão e ângulo da pá, seguir a tabela sugerida pelo fabricante.

- Condições climáticas:
Atentar-se para as condições climáticas para as aplicações terrestres e aéreas a fim de garantir boa deposição de gotas sobre o alvo:
A temperatura ambiente deve ser no máximo de 30°C;
A umidade do ar não deve ser menor que 50%
A velocidade do vento deve ser de 3 a 20 Km/h

INTERVALO DE SEGURANÇA:
CULTURA Intervalo de Segurança
Abóbora 3 dias
Abobrinha 3 dias
Batata 7 dias
Brócolis 3 dias
Chuchu 3 dias
Couve 3 dias
Couve-chinesa 3 dias
Couve-de-bruxelas 3 dias
Couve-flor 3 dias
Maçã 7 dias
Maxixe 3 dias
Melão 3 dias
Melancia 3 dias
Pepino 3 dias
Repolho 3 dias
Tomate 3 dias
Uva 3 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
A reentrada de pessoas nas culturas poderá ocorrer após a completa secagem da calda aplicada (cerca de 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade: Não há quando empregado nas dosagens recomendadas.
Restrições de uso: Não há, desde que siga corretamente as instruções de uso.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos ou vencidos e siga as recomendações do fabricante.
- Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto, ou em áreas tratadas logo após a aplicação
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo após a aplicação.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Caso necessite entrar na área tratada com produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI´s) recomendados para uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as suas roupas e os equipamentos de proteção individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidro-repelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

= INTOXICAÇÕES POR ACETAMIPRIDO E ETOFENPROXI =

INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico: ACETAMIPRIDO: Neonicotinóide ETOFENPROXI: Éter difenílico
Classe toxicológica: CLASSE III – MEDIANAMENTE TÓXICO
Vias de exposição: Dérmica, ocular, inalatória, oral.
Toxicocinética: ACETAMIPRIDO: Em estudos realizados em ratos, o Acetamiprido foi absorvido rápida e quase completamente pelo trato gastrointestinal (>96%, 24 horas após administração). Após absorvido, o produto foi distribuído pelo organismo, sendo encontrado escassos resíduos (0,01 - 0,1 ppm) no trato gastrointestinal, fígado, rins, adrenais e tireoide, com baixo potencial de bioacumulação. Sofreu biotransformação mediante processos de demetilação e conjugação com glicina. A maior concentração do produto no organismo dá-se na primeira hora pós-dose; após este tempo, os níveis começam a cair e sua eliminação do organismo ocorre em 6 horas. O Acetamiprido foi excretado principalmente pela urina e fezes. A absorção dérmica (aprox. 30%) e inalatória foram baixas.

ETOFENPROXI: O Etofenproxi é um inseticida derivado do éter propil benzílico. Após administração oral em ratos foi rapidamente absorvido (48-93%). As maiores concentrações tissulares foram encontradas no tecido adiposo, adrenais, ovários, fígado, tireoide e rins. A meia-vida foi de 5 dias para machos e de 8,5 dias para fêmeas. Em cães a vida média foi de 8,6-17 horas. Foi eliminado principalmente pelas fezes (85-90%) na forma inalterada e em metabólitos. O Etofenproxi é eliminado também pela urina em menor proporção cerca de 7 - 9%.
Em cães houve eliminação pela bile (10-30%), indicando circulação enterohepática. O produto atravessa a barreira placentária e é secretado no leite.

Mecanismos toxicidade : de ACETAMIPRIDO: Os neonicotinóides, com estrutura similar à nicotina, agem como agonistas nos receptores nicotínicos da acetilcolina no sistema nervoso central (SNC) dos insetos, alterando assim a transmissão do sinal nas sinapses nervosas. A Acetilcolina (ACh) é um neurotransmissor que é liberado nas sinapses nervosas para transmitir o impulso nervoso. Uma vez liberada, a ACh deve ser removida rapidamente para permitir que ocorra a repolarização, processo realizado pela enzima acetilcolinesterase. Os neonicotinóides mimetizam a acetilcolina, mas não são inativados pela acetilcolinesterase, causando, assim, hiperestimulação nervosa.
Os neonicotinóides são de relativamente baixa toxicidade aos mamíferos pois apresentam baixa afinidade pelos subtipos de receptor nicotínico dos vertebrados, quando comparados aos dos insetos, e não penetram a barreira hematoencefálica. Efeitos no SNC não devem ser esperados a baixos níveis de exposição.

ETOFENPROXI: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.

Sintomas e sinais clínicos: ACETAMIPRIDO:
Exposição aguda: em animais, este tipo de inseticida parece ser mais tóxico após ingestão. Mitos dos efeitos observados podem ser derivados dos outros componentes da formulação.
Dois casos de intoxicação em humanos, por acetamiprido, foram descritos no Japão. Os pacientes apresentaram: náuseas, vômitos, debilidade muscular, hipotermia, convulsões, taquicardia, hipotensão, alterações eletrocardiográficas e hipóxia. Os sintomas foram parcialmente semelhantes aos apresentados na intoxicação por organofosforados. Tratamento de suporte foi suficiente e os dois pacientes se recuperaram sem complicações, em 2 dias.
Em ratos mostrou elevada toxicidade aguda após ingestão causando:
Sinais e sintomas:
Inalatória: Insuficiência respiratória, aspiração pulmonar.
Oral: Náuseas, vômitos.
Sistêmica: Hipotensão, depressão do SNC, desorientação, agitação, tremores, delírios, hipotermia, arritmias.

Toxicidade crônica: não há dados disponíveis sobre toxicidade crônica em humanos.

ETOFENPROXI:
Exposição aguda: em animais exibe baixa toxicidade aguda, sendo os ratos a espécie mais sensível.

Sinais e Sintomas
Dérmica: Irritação leve; não é sensibilizante
Sistêmica(A altas doses): Letargia, diminuição da atividade motora, bradipneia/taquipneia, taquicardia, incremento da pressão arterial, glicose e transaminases.

Toxicidade crônica: Exposição crônica ao produto em ratos e camundongos provocou incremento na mortalidade e os órgãos-alvo foram o fígado e a tireoide, o rim (em camundongos); observaram-se também alterações hematológicas e do sistema linforeticular.
Não se observou potencial genotóxico. O estudo mecanístico sobre a formação de adenomas tireoidanos em ratos machos considerou o fato irrelevante para humanos.

Diagnóstico: Para efeito de diagnostico, observar:
Leve a moderada intoxicação: náusea, vomito, diarreia, dor abdominal, tontura e dores de cabeça.

Intoxicação severa: ingestão em grande quantidade pode causar agitação, convulsões, acidose metabólica, hipotermia, pneumonite e depressão respiratória.
Monitorar eletrólitos séricos, realizar monitoramento cardíaco e realizar ECG em pacientes sintomáticos.

CUIDADO PARA OS PRESTADORES DE PRIMEIROS SOCORROS: deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeável. Deve-se evitar contato cutâneo, inalatório e ocular com o produto.

O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamento: Antídoto: não há antídoto especifico. O tratamento é sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para a manutenção das funções vitais.

Exposição oral:
Consultar conduta com gastroenterologista em casos de pacientes com dor ao engolir, salivação excessiva ou outra evidência de injúria a fim de avaliar possível dano ao esôfago.
Atropina deve ser considerada se o paciente estiver bradicárdico apresentando sintomas colinérgicos. Administrar fluidos IV em casos de hipotensão e vasopressores caso a hipotensão persista.

Exposição inalatória:
Se ocorrer tosse/dispneia, avalie quanto à irritação, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com b2-agonistas via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral.

Exposição ocular:
Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina 0,9%, à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista.

Exposição dérmica:
Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem.

Contra-indicações: A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.

ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informações e Assistência Toxicológica RENACIAT-ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informações de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: IHARABRAS: 0800 774 4272
Centro de Envenenamento do Paraná: 0800-410148

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:
Em estudos realizados em ratos, o Acetamiprido foi absorvido rápida e quase completamente pelo trato gastrointestinal (>96%, 24 horas após administração). Após absorvido, o produto foi distribuído pelo organismo, sendo encontrado escassos resíduos (0,01 - 0,1 ppm) no trato gastrointestinal, fígado, rins, adrenais e tireoide, com baixo potencial de bioacumulação. Sofreu biotransformação mediante processos de demetilação e conjugação com glicina. A maior concentração do produto no organismo dá-se na primeira hora pós-dose; após este tempo, os níveis começam a cair e sua eliminação do organismo ocorre em 6 horas. O Acetamiprido foi excretado principalmente pela urina e fezes. A absorção dérmica (aprox. 30%) e inalatória foram baixas.
O Etofenproxi é um inseticida derivado do éter propil benzílico. Após administração oral em ratos foi rapidamente absorvido (48-93%). As maiores concentrações tissulares foram encontradas no tecido adiposo, adrenais, ovários, fígado, tireoide e rins. A meia-vida foi de 5 dias para machos e de 8,5 dias para fêmeas. Em cães a vida média foi de 8,6-17 horas. Foi eliminado principalmente pelas fezes (85¬90%) na forma inalterada e em metabólitos. O Etofenproxi é eliminado também pela urina em menor proporção cerca de 7 - 9%. Em cães houve eliminação pela bile (10-30%), indicando circulação enterohepática. O produto atravessa a barreira placentária e é secretado no leite

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

EFEITOS AGUDOS DO PRODUTO FORMULADO
DL50 oral: entre 300 e 2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica: > 4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória: não foi determinada nas condições do teste*
Irritação dérmica: levemente irritante para pele de coelhos
Irritação ocular: moderadamente irritante, com irite, hiperemia, edema e secreção de conjuntiva em coelhos, reversível em 72 horas
Sensibilização dérmica: não sensibilizante

EFEITOS CRÔNICOS DOS INGREDIENTES ATIVOS E COMPONENTES

ACETAMIPRIDO:
Em estudos toxicológicos crônicos, os ratos apresentaram perda de peso, redução no consumo da dieta e hipertrofia, com vacuolização hepatocelular (ratos e camundongos). Em altas doses, o Acetamiprido causou incremento no consumo de água, hipotrigliceridemia, efeitos sobre o SNC e alterações nas papilas renais.

ETOFENPROXI:
Exposição crônica ao produto em ratos e camundongos provocou incremento na mortalidade e os órgãos-alvo foram o fígado e a tireoide, o rim (em camundongos); observaram-se também alterações hematológicas e do sistema linforeticular.
Não se observou potencial genotóxico. O estudo mecanístico sobre a formação de adenomas tireoideanos em ratos machos considerou o fato irrelevante para humanos.

COMPONENTES DA FORMULAÇÃO
O uso adequado dos equipamentos de proteção, conforme recomendado nesta bula, não é esperado que os componentes desta formulação causem efeitos adversos toxicologicamente relevantes em humanos.

Precauções de uso e advertências quanto aos cuidados de proteção ao meio ambiente:

• Este produto é Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE 1)
• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para minhocas.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não apliquei o produto no período de maior visitação de abelhas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843
da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa IHARABRAS S.A. INDUSTRIAS QUÍMICAS - Telefone de Emergência: 0800 774 4272.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
- Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material
com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
• Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
• Faça esta operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
• Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água da lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas -modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas -modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
-
EMBALAGEM SECUNDARIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuada em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.)

A resistência de pragas.a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter á evolução da resistência:
• Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos ao 'ELEITTO', quando apropriado;
• Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas controle biológico, controle por comportamento, sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o dírecionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (wv.v.irac-br.orq.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov. br),