Bula Orthocide 500

acessos
Captan
198608
Arysta Lifescience

Composição

Captana 500 g/kg Dicarboximida

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato
Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Gomose
(Phytophthora nicotianae var. parasitica)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 10 dias. 1 dia. As aplicações devem ser preventivas a partir do plantio das mudas
Podridão da coroa
(Ceratocystis paradoxa)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 10 dias. 1 dia. As aplicações devem ser preventivas a partir do plantio das mudas
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
240 a 300 g p.c./100 kg de sementes - - - Não determinado. Uma única aplicação antes do plantio
Tombamento
(Colletotrichum gossypii)
240 a 300 g p.c./100 kg de sementes - - - Não determinado. Uma única aplicação antes do plantio
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Peronospora destructor)
240 g p.c./100 L de água 500 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Pulverizar preventivamente a partir da emergência das plantas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
1,6 a 2,5 kg p.c./ha 700 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Pulverizar preventivamente a partir da emergência das plantas
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Peronospora destructor)
240 g p.c./100 L de água 500 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Aplicar preventivamente sempre que as condições climáticas estiverem favoráveis ao aparecimento da doença
Queima das pontas
(Botrytis squamosa)
240 g p.c./100 L de água 500 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Aplicar preventivamente sempre que as condições climáticas estiverem favoráveis ao aparecimento da doença
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
240 g p.c./100 L de água 2 a 5 L de calda / planta - 10 dias. 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações. A primeira, quando 2/3 das pétalas já estiverem caídas e as demais com intervalos de 10 dias
Podridão penducular
(Diaporthe citri)
240 g p.c./100 L de água 2 a 5 L de calda / planta - 10 dias. 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações. A primeira, quando 2/3 das pétalas já estiverem caídas e as demais com intervalos de 10 dias
Verrugose
(Elsinöe fawcetti)
240 g p.c./100 L de água 2 a 5 L de calda / planta - 10 dias. 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações. A primeira, quando 2/3 das pétalas já estiverem caídas e as demais com intervalos de 10 dias
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
240 g p.c./100 L de água 1 a 3 L de calda / planta - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações a partir do florescimento e início de frutificação
Antracnose maculata
(Elsinöe piri)
240 g p.c./100 L de água 1 a 3 L de calda / planta - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações a partir do florescimento e início de frutificação
Podridão parda
(Monilinia fructicola)
240 g p.c./100 L de água 1 a 3 L de calda / planta - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações a partir do florescimento e início de frutificação
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
240 g p.c./100 L de água 1 a 3 L de calda / planta - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações a partir do florescimento e início de frutificação
Sarna do pessegueiro
(Cladosporium carpophilum)
240 g p.c./100 L de água 1 a 3 L de calda / planta - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações a partir do florescimento e início de frutificação
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Aplicar preventivamente sempre que as condições climáticas estiverem favoráveis ao aparecimento da doença
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Aplicar preventivamente sempre que as condições climáticas estiverem favoráveis ao aparecimento da doença
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Aplicar preventivamente sempre que as condições climáticas estiverem favoráveis ao aparecimento da doença
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Aplicar preventivamente sempre que as condições climáticas estiverem favoráveis ao aparecimento da doença
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
240 g p.c./100 kg de sementes - - - Não determinado. Uma única aplicação em sementes antes do plantio
Estiolamento
(Pythium spp.)
240 g p.c./100 kg de sementes - - - Não determinado. Uma única aplicação em sementes antes do plantio
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Aplicar preventivamente sempre que as condições climáticas estiverem favoráveis ao aparecimento da doença
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Aplicar preventivamente sempre que as condições climáticas estiverem favoráveis ao aparecimento da doença
Pêra Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
240 g p.c./100 L de água 200 a 300 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações a partir do florescimento e início de frutificação
Antracnose maculata
(Elsinöe piri)
240 g p.c./100 L de água 200 a 300 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações a partir do florescimento e início de frutificação
Podridão parda
(Monilinia fructicola)
240 g p.c./100 L de água 200 a 300 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações a partir do florescimento e início de frutificação
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
240 g p.c./100 L de água 200 a 300 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações a partir do florescimento e início de frutificação
Sarna do pessegueiro
(Cladosporium carpophilum)
240 g p.c./100 L de água 200 a 300 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações a partir do florescimento e início de frutificação
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
240 g p.c./100 L de água 1 a 3 L de calda / planta - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações a partir do florescimento e início de frutificação
Crespeira
(Taphrina deformans)
240 g p.c./100 L de água 1 a 3 L de calda / planta - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações a partir do florescimento e início de frutificação
Podridão parda
(Monilinia fructicola)
240 g p.c./100 L de água 1 a 3 L de calda / planta - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações a partir do florescimento e início de frutificação
Sarna do pessegueiro
(Cladosporium carpophilum)
240 g p.c./100 L de água 1 a 3 L de calda / planta - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações a partir do florescimento e início de frutificação
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
1,6 a 2,5 kg p.c./ha 700 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Aplicar preventivamente a cada 7 dias, a partir da emergência ou do transplantio de mudas
Septoriose
(Septoria lycopersici)
1,6 a 2,5 kg p.c./ha 700 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Aplicar preventivamente a cada 7 dias, a partir da emergência ou do transplantio de mudas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cárie
(Tilletia caries)
300 g p.c./100 kg de sementes - - - Não determinado. Uma única aplicação em sementes antes do plantio
Fusariose
(Fusarium graminearum)
300 g p.c./100 kg de sementes - - - Não determinado. Uma única aplicação em sementes antes do plantio
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
300 g p.c./100 kg de sementes - - - Não determinado. Uma única aplicação em sementes antes do plantio
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Plasmopara viticola)
240 g p.c./100 L de água 1 a 3 L de calda / planta - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações a partir do florescimento ou início de formação dos cachos
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
240 g p.c./100 L de água 1 a 3 L de calda / planta - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações a partir do florescimento ou início de formação dos cachos

Caixa de papelão com 10 sacos plásticos de 1,0 kg cada. Saco plástico, aluminizado ou de papel com peso líquido de 0,1; 0,25; 0,5; 1; 1,5; 2,5; 5; 10 kg (as embalagens de peso líquido 0,1 e 5 kg poderão conter saquinhos hidrossolúveis). Tambor metálico ou plástico de 10, 15, 20, 25, 50, 100 e 200 kg. Contêiner metálico ou em estrutura de maderite naval com bolha de polietileno com peso líquido de 100, 200, 500 e 1000kg. Big-bag com volume de 1,3 m³, em tecido com proteção impermeável com peso líquido de 100, 200, 500, 1000, 1100, 1200 e/ou 1300 kg.

Instruções de uso
Orthocide 500 é um fungicida indicado para aplicação foliar no controle de doenças fúngicas nas culturas do abacaxi, alho, batata, citros, maçã, melancia, melão, pepino, pêra, pêssego, tomate e uva e, para o tratamento de sementes das culturas do algodão, milho e trigo conforme as instruções abaixo.
Aplicação em parte aérea:
Vide " Indiações de Uso/Doses".
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE Aplicação
Abacaxi: as aplicações devem ser preventivas a partir do plantio das mudas com intervalos de 10 dias com o número máximo de 4 pulverizações
Alho: pulverizar preventivamente a partir da emergência das plantas com intervalos de 7 dias e um número máximo de 6 aplicações.
Batata: as aplicações devem ser preventivas a partir da emergência da cultura, com intervalos de 7 dias e um número máximo de 6 aplicações.
Cebola: aplicar preventivamente sempre que as condições climáticas estiverem favoráveis ao aparecimento da doença, com intervalos de 7 dias e um número máximo de 6 aplicações.
Citros: realizar no máximo 3 aplicações. A primeira, quando 2/3 das pétalas já estiverem caídas e as demais com intervalos de 10 dias.
Maçã: iniciar as aplicações a partir do f1orescimento e início de frutificação, repetindo com intervalos de 7 dias e com um número máximo de 6 aplicações.
Melancia: aplicar preventivamente sempre que as condições climáticas estiverem favoráveis ao aparecimento da doença, repetindo com intervalos de 7 dias e um número máximo de 4 aplicações.
Melão: aplicar preventivamente sempre que as condições climáticas estiverem favoráveis ao aparecimento da doença, repetindo com intervalos de 7 dias e um número máximo de 4 aplicações.
Pepino: aplicar preventivamente sempre que as condições climáticas estiverem favoráveis ao aparecimento da doença, repetindo com intervalos de 7 dias e um número máximo de 4 aplicações.
Pêra: iniciar as aplicações a partir do florescimento e início de frutificação, repetindo com intervalos de 7 dias e com um número máximo de 6 aplicações.
Pêssego: iniciar as aplicações a partir do f1orescimento, repetindo com intervalos de 7 dias e com um número máximo de 6 aplicações.
Tomate: aplicar preventivamente a cada 7 dias, a partir da emergência ou do transplantio das mudas com um máximo de 6 aplicações.
Uva: iniciar as aplicações a partir do florescimento ou início de formação dos cachos, com intervalos de 7 dias. Número máximo de 4 aplicações.
MODO DE APLICAÇÃO:
A aplicação é feita em pulverização terrestre, utilizando-se pulverizadores costais manuais ou motorizados ou de barra tratorizada com bicos cônicos com densidade de 40gotas/cm2 e tamanho de partículas de 2501-1, gastando-se volume de 200-300L de calda/ha em culturas extensivas. Utilizando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme da parte aérea das plantas.
Procurar fazer as aplicações nas horas mais frescas do dia. OBS: Sempre consulte um Engenheiro Agrônomo.
Intervalo de segurança:
Abacaxi, Melão, Melancia, Pepino, Tomate, Maça, Pêra, Pêssego e Uva --- 01 dias
Alho, Cebola e Citros --- 07 dias
Batata --- 14 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana -ANVISA/MS).
LIMITAÇÕES DE USO:
O uso do produto está restrito aos indicados na bula.
O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas nas doses e condições recomendadas.

Tratamento de sementes:
Vide " Indicações de Uso/Doses"
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
O tratamento deve ser feito em uma única aplicação, preferencialmente um pouco antes do plantio das culturas para as quais é recomendado, na forma de tratamento de sementes.
MODO DE APLICAÇÃO:
As sementes devem ser tratadas a seco ou previamente umedecidas, misturando-se o produto nas dosagens recomendadas em tambor rotativo ou betoneiras. Com as sementes ainda no equipamento, adicionar o corante e repetir o procedimento até que as mesmas estejam completamente cobertas.
Em equipamentos mecânicos, tipo rosca sem fim ou máquinas específicas com fluxo contínuo de sementes, observar os critérios especificos de calibragem das respectivas máquinas a fim de proporcionar uma boa cobertura das sementes nas doses recomendadas.
Nota: As sementes tratadas por via úmida não poderão ser guardadas se não estiverem completamente secas, em local bem ventilado, a fim de evitar fermentação.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Intervalo de segurança não determinado por ser de uso em tratamento de sementes.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Nao determinado devido à modalidade de emprego.
LIMITAÇÕES DE USO:
ATENÇÃO: As sementes tratadas devem ser usadas exclusivamente para o plantio.
OUTRAS RESTRiÇÕES: As sementes tratadas não podem ser usadas para a alimentação humana ou animal, e nem para a extração de óleo ou de outros derivados.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO
DESCRiÇÃO DOS PROCESSOS DE TRíPLlCE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILlZAÇÃO E INUTILlZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser. vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Produto extremamente irritante para os olhos
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o d!3 modo a evitar dispersão de poeira.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Verifique a direção do vento, aplique o produto de forma a evitar o contato do aplicador com a névoa do produto, conforme o equipamento de aplicação.
Não fume, beba ou coma durante a aplicação do produto.
Não permita que crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto.
Não aplíque o produto nas horas mais quente do dia.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessíte entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.

Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
Primeiro socorros:
PROCURE LOGO UM Serviço MÉDICO DE EMERGÊNCIA, levando a embalagem, rótulo, bula e/ou o receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, NÃO PROVOQUE VÔMITO. Caso o vômito ocorre naturalmente deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato retire imediatamente a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (respirado), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por exemplo.

Informações Médicas:
Grupo toxicológico: Dicarboximida
Classe toxicológica: I Extremamente tóxico
Mecanismos de toxicidade: O mecanismo de toxicidade é desconhecido. Foi demonstrado que ele reage com tióis celulares para produzir tiofosgene, um composto potente e instável. O composto formado atua em nível celular através da interação com enzimas sulfidril-, amino- ou hidroxil-, produzindo efeitos tóxicos.
Vias de absorção: Oral, inalatoria e dérmica
Sintomas e sinais clínicos: Intoxicação aguda:
Ingestão: a toxicidade oral aguda é baixa, mesmo os casos de superdosagem não se: espera resultarem em toxicidade severa. Pode provocar efeitos gastrintestinais como: vômitos e diarréia.
A exposição inalatória é a mais tóxica: pode provocar sintomas de irritação das vias aéreas.
Exposição dérmica: pode causar dermatite.
O contato com os olhos pode causar irritação ocular, sensação de queimação, prurido,lacrimeamento e conjuntivite.
Metabolismo/ toxicocinética: Após administração oral, é metabolizado e os compostos formados são substâncias: reativas que se ligam ao glutation e mais adiante são metabolizados. Captana e seus metabólitos acumulam-se nos tecidos e são rapidamente eliminados na urina e fezes (mais de 90% em 24 horas). A eliminação ocorre predominantemente por via renal. O mecanismo através do qual o captana exerce sua toxicidade celular é desconhecido. Foi demonstrado que ele reage com tiáis celulares para produzir tiofosgene, um composto. potente e instável. O composto formado atua em nível celular através da interação com. enzimas sulfidril-, amino- ou hidroxil-, produzindo efeitos tóxicos.
Absorção: pode ser absorvido tanto por via oral como por inalação e, em menor extensão,por exposição cutânea.
Estudos em ratos demonstraram que em 9 horas 50% da dose havia sido eliminada e a distribui ão final foi 52% na urina, 23% no ar expirado, 16% nas fezes e 0,6% nos tecidos.
Diagnóstico: O diagnóstico é baseado na confirmação da exposição e ocorrência de dermatite e/ou conjutivite.
Tratamento: As medidas abaixo relacionadas devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação.
Descontaminação: Visa limitar a absorção e os efeitos locais.
1.Remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado.
2- Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
3- Em caso de ingestão recente, proceder à lavagem gástrica. Atentar para nível de, consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1g/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 ml de água.
Tratamento sintomático e de manutenção.
Antídoto: Não existe antídoto específico.
Contra-indicações: Não provocar êmese.
Importante: TELEFONE DE EMERGÊNCIA:
Ligue para Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas para o diagnóstico e o tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Empresa: Arysla Lifescience do Brasil lndúslria Química e Agro Pecuária Ltda. (15) 32921161

Este produto é : MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE ( CLASSE II).
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental- Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamentos aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES.
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produto tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter o piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constante da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa HOKKO DO BRASIL - Telefone de emergência (15) 3292-1161.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
- Piso Pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação fimal.
- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
- Corpos d' água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁ VEL
- LA VAGEM DA EMBALAGEM
- Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI' s - Equipamentos
de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto .
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até !;.í do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo .
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão segUIr os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
- O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente
das embalagens lavadas ..
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo minimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE:
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
Embalagem flexível
Esta embalagem não pode ser lavada.
Armazenamento da embalagem vazia:
- o armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE:
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA.
- O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE:
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
Animais e pessoas.
- AS EMBALAGENS - SACARIAS - NÃO PODEM SER LAVADAS.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA.
- O armazenamento das embalagens - SACARIAS - vazias, até a sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio das SACARIAS.
- As embalagens - Sacarias - vazias, devem ser amazenadas separadamente, em saco plástico transparente ( Embalagens Padronizadas - modele ABNT ), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição.
- DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
- Devem ser devolvidas em conjunto com a embalagem do agrotóxico ORTHOCIDE 500 ou no local onde
foram adquiridas as sementes tratadas.

- Terceiros que efetuarem o manuseio do agrotóxico, devem descrever nas sacarias que as sementes foram tratadas com o agrotóxico ORTHOCIDE 500 e informar que as sementes devem ser devolvidas no local em que foram tratadas ou adquiridas.

- TRANSPORTE:
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
- A destinação final das embalagens vazias, sacarias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO usuário A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
- A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias, e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
- Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através
do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita por incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determinas que os agrotóxicos não podem ser transportados junto com pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

- Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC - BR (Comitê de Ação a Resistência a Fungicidas - Brasil). Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC - BR) recomenda as seguintes estratégias de Manejo de Resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
Sempre consultar um profissional legalmente habilitado para orientação sobre as recomendações locais para o Manejo de Resistência.

Compatibilidade

Incompatível com produtos alcalinos.